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segunda-feira, 7 de junho de 2010

FACTÓIDES E DOSSIÊS DE SERRA ESCONDEM SEU ALOPRADO FRACASSO ELEITORAL

Pega eu, pega eu que eu sou ladrão
A arte dele é imitar os gestos de quem - e para quem - o crime e a barbárie são coisas banais.
Ele aprende com o pior dos ensinamentos as lições mais torpes.
Como autoritário, cícino e arrogante, Serra se espelha em Israel no caso da invasão e assassinato dos tivistas que levavam ajuda humanitária à Gaza.
Israel mata friamente e, de praxe, atribui a culpa pelas as mortes aos que morreram.
E ainda se dá o direito de exigir que que se auto-investigue
O Blog da Dilma publica importante matéria cujo título expõe precisamente o maucaratismo de Serra.

"Vargas: Serra bate carteira e grita pega ladrão" é um texto que nos faculta perceber a horripilante engenhosidade vampiresca desse personagem que não aceita ser utrapassado em pesquisas de opinião.
Passou na frente do Serra, é um dossiê na certa.

Terra Magazine
O secretário nacional de comunicação do PT, deputado federal André Vargas (PR) rebateu os ataques à campanha da pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, e evocou o passado do ex-diretor de inteligência da Polícia Federal, Marcelo Itagiba, para vincular José Serra a uma tradição de dossiês contra adversários. “Serra se comporta como aquele que bate a carteira e sai gritando: pega ladrão!”, ironiza Vargas.
“Para falar desse pseudo-dossiê sobre as ligações da filha dele (Verônica) com Daniel Dantas, basta Serra procurar o Google. Está no Google! Não existe dossiê. Mas a verdade é que Serra tem tradição de dossiês, não o PT. Basta lembrar de Marcelo Itagiba. Corre por aí que ele também coordenava dossiês contra o PT. É só procurar as notas que saíam nos jornais.
Eleito pelo PMDB e filiado ao PSDB desde outubro de 2009, o deputado federal Marcelo Itagiba (RJ) desempenhou papel de investigador nos depoimentos sobre a Operação Satiagraha, na CPI dos Grampos. Mas ele próprio havia sido denunciado por arapongagem contra a então pré-candidata à Presidência da República, Roseana Sarney, atingida nas vísceras pela operação “Lunus”, em 2002.
Em março daquele ano, a Polícia Federal encontrou R$ 1,34 milhão em dinheiro na empresa Lunus, de Roseana e Jorge Murad. Vinculou-se a grana a fraudes na Sudam (Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia). A imagem das cédulas definhou a candidatura Roseana.
Na sequência da operação da PF, o senador José Sarney alardeou uma trama suja para favorecer a campanha de Serra – o que envolvia a montagem de um dossiê no Ministério da Saúde. O peemedebista teria alertado ao presidente Fernando Henrique Cardoso sobre o vaivém de agentes da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) no Maranhão, Piauí e Pará, para fuçar a vida de sua família.
Em 20 de março, Sarney realizou um dos mais duros discursos de sua vida parlamentar, em defesa da filha. Da tribuna, afirmou que “o Ministério da Saúde, em vez de tratar das epidemias, dá prioridade às coisas de inteligência e espionagem.”
Itagiba foi personagem reincidente no discurso de Sarney:
“A imprensa em quase sua totalidade publica que esse mesmo grupo está conectado para essas ações políticas na Polícia Federal e no Ministério Público citando o delegado Marcelo Itagiba, ex-chefe do Departamento de Inteligência da Polícia Federal, ex-chefe do grupo de inteligência que se formou no Ministério da Saúde e que é, atualmente, o superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro, e o Procurador José Roberto Santoro”.
Em nota pública, Serra reagiu aos ataques: “As insinuações que o senador Sarney fez a meu respeito foram todas, sem exceção, inconsistentes, irrelevantes e até mesmo alopradas.”
André Vargas, secretário de comunicação do PT, reaviva a história no dia em que José Serra acusa a oponente Dilma de ser a responsável política por um dossiê contra sua filha, Verônica Serra. “A principal responsabilidade por esse novo dossiê é da candidata Dilma Rousseff, disso eu não tenho dúvida”, declarou o tucano.
Procurado em seu gabinete, Itagiba não retornou os telefonemas para comentar as declarações do secretário petista. “Montaram dossiê contra Sarney, em 2002. E mais uma: Serra esquece que eles (do PSDB) fizeram um grampo ilegal no processo de privatização. (O ex-governador do Ceará) Tasso Jereissati também foi vítima de grampo”, complementa Vargas.
O deputado federal sustenta que, na campanha de Dilma, não há uma disputa interna entre o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel e o vice-presidente do PT, Rui Falcão. “Não existe. Pimentel está se dedicando a outro projeto, que é definir sua candidatura ao governo ou ao Senado em Minas Gerais. É difícil compatibilizar. E o Rui Falcão tem participado da campanha. Tentaram criar essa divisão. Agora, o coordenador é o (José Eduardo) Dutra. E estamos aguardando a definição do Pimentel”, relata. Vargas defende que “a vida do candidato tem que ser pública”, numa campanha eleitoral. “Dossiê é conversa fiada. É procurar no Google”.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

A ESCANDALOSA E CRIMINOSA OMISSÃO DE OBAMA

Ativistas relatam chegada de Israel à "frota da liberdade"
Autoridades israelenses dizem que os militares da frota iniciaram a violência

A pergunta que não quer calar é: por que o presidente Barack Obama fica em silêncioa diante de tamanha covardia e de crime tão bárbaro?
Já não é possível discernir Obama de seu antecessor.
Obama é, antes de tudo, americano como os bushs - pai e filho - e Israel é seu fiel parceiro de invasões e assassinatos mundo à fora.
Você que me acompanha pode muito bem imaginar qual seria a reação americana e das "grandes potências" se, ao invés de atacar, Israel tivesse sido atacado.
Mas matar e ainda posar de vítima e salvadores da humanidade tem sido a prática e o lema horripilantes de israelenses e americanos.

São todos santinhos, esses israelenses, segundo Obama

Do R7: Canal de TV turca mostra o momento em que tropas israelenses atacaram o navio da "frota da liberdade" que se dirigia à faixa de Gaza.
Ativistas que presenciaram a invasão à frota de ajuda humanitária que se dirigia a Gaza contaram que os soldados israelenses saltaram do helicóptero no barco turco Mavi Marmara e começaram a disparar no momento em que pisaram no convés.

Os testemunhos, obtidos em ligações telefônicas realizadas antes que estas fossem cortadas, contradizem a versão das autoridades israelenses, que culpam os militantes que iam a bordo da frota pelo início da violência. Leia abaixo o relato de um militar israelense.
Uma rede de televisão israelense informou que 19 passageiros foram mortos e outros 36 feridos. O Exército israelense contabilizou, por sua vez, nove mortos entre os ativistas e entre sete e dez soldados feridos, dois deles em estado grave.

"Dispararam diretamente contra a multidão de civis adormecidos", acusou o movimento Gaza Livre, organizador da "frota da liberdade", em um comunicado divulgado em seu site, após a invasão do Mavi Marmara, o barco-almirante turco do comboio.

O Mavi Marmara transportava centenas de pessoas, entre elas estavam parlamentares europeus.
A operação, qualificada de ato de pirataria pelos palestinos, ocorreu em águas internacionais, muito antes das 20 milhas que delimitam as águas territoriais da faixa de Gaza.

Uma das organizadoras, Greta Berlin disse que eles não conseguiram entrar em contato com ninguém que estivesse a bordo desde as 3h30 da manhã (21h30 em Brasília).

- A última mensagem que recebemos foi: Tudo está bem. Os barcos de guerra israelenses se encontram atrás de nossa popa, vamos dormir.

Um importante militar israelense disse que o Exército israelense lançou ataque às 4h (22h em Brasília) de três helicópteros apoiados por barcos.
Uma testemunha, o jornalista da televisão Al Jazira Abas Nasser, disse que teve que telefonar escondido e que centenas de soldados israelenses atacaram a Frota da Liberdade e os passageiros do barco estavam se comportando violentamente.
Clique aqui pata ler a matéria na íntegra no R7.