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segunda-feira, 9 de agosto de 2010

AGENDA CASADA É FUNDAMENTAL

VIVA OS NOIVOS!!!
No scripit deles é como se Lula infrigisse as regras do jogo.
E o desejo quase explícito é que o Presidente fosse impedido de pedir votos para sua candidata.
Não há como proibir a presença de Lula nos comícios de Dilma Rousseff.
Lula pode participar de quantos comícios quiser.
Ele volta ao palanque de sua candidata nesta terça, em Belo Horizonte.
E Dilma não abre mão da participação do Presidente.
Ele é “fundamental”.
É o que Dilma chama de “Agenda Casada”.
Unir a sua à agenda de Lula.
Dobradinha perfeita e imbatível.
Quantos candidatos a governo nos estados não almejariam celebrar esse “casamento” com Lula.
Pensando bem, até o Anastasia e o Jarbas Vasconcelos.
Até as pedras sabem que Lula ancorado aos seus 77% de aprovação popular é sinônimo de voto.
Aparecer ao seu lado é ter aumentada a probabilidade de subir ao podium e por a mão na taça.
Já quem fica perto do Serra...
Bem, com a resposta, a Yeda Crusius.
Dilma tem em Lula sua maior referência.
E vai continuar a se referir a ele em seus comícios, discursos e debates.
Para o desespero dos tuca-demos-piguistas.
Para os serristas Dilma menciona estrategicamente Lula.
Como se cometesse uma fraude ao fazer isso.
E para o desespero deles, Dilma atiça e provoca.
Ela diz que considera fundamental fazer referências ao Presidente.
“Podem ficar absolutamente descansados. O presidente Lula nos meus discursos eu considero fundamental...”
A direita insinua – e só não o faz claramente – que Dilma é incoerente ao mencionar Lula.
Incoerência comete os tucanos que se escondem e fogem do Serra.
Para os demotucanos a estratégia e fugir do Serra.
É ignorá-lo.
Incoerente é o próprio Serra que não menciona FHC para não se afundar ainda mais.
Estratégia é isso.
Uma tentativa de levar a eleição para o segundo turno.
Apenas protelam sua derrota
Não conseguirão.
Com todas as menções à Lula, porque ele é fundamental, Dilma ganhará logo no Primeiro Turno.
A direita que fique descansada quanto a isso.
Pode ir tirando o cavalo – nesse caso, o tucano – da chuva.




sexta-feira, 30 de julho de 2010

SERRA, INVISÍVEL E SOLITÁRIO

Cartaz de Serra com Aécio e Anastasia em BH


Saiu na Folha Uol: Aécio e Anastasia escondem Serra em material de campanha

RODRIGO VIZEU
DE BELO HORIZONTE

O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, tem aparecido de forma tímida no material de campanha do ex-governador Aécio Neves e do governador Antonio Anastasia, seus aliados tucanos em Minas Gerais.

A reportagem pediu cartazes, adesivos e santinhos em quatro comitês da campanha de Anastasia em Belo Horizonte. Em três deles, nada existia com a foto de Serra.

No último deles, só após pedido específico de algo com o candidato presidencial, foram entregues adesivos com o rosto de Serra --acompanhado apenas dos nomes dos tucanos mineiros.

Além do "Serra solitário", único material obtido com a imagem do candidato, foram pegos outros dez modelos diferentes da campanha de Anastasia. Apenas cinco deles tinham Serra, mas só o nome dele nos cantos e em tamanho reduzido.

Os materiais mais populares nas ruas de BH são os adesivos só com Anastasia, candidato à reeleição, ou dele acompanhado apenas de Aécio e Itamar Franco (PPS), candidatos ao Senado.

DILMA

A situação contrasta com a farta exposição de Dilma Rousseff (PT) no material de campanha de Hélio Costa (PMDB) ao governo mineiro.

No comitê do peemedebista, a reportagem obteve seis tipos de impressos, todos com referências a Dilma _quatro deles com a imagem da petista acompanhada de seus aliados mineiros. Há ainda distribuição de material produzido pela campanha nacional do PT.

Anteontem, em visita a BH, Serra disse não considerar "grave" sua menor exposição. "É uma coisa que se corrige com enorme facilidade", disse. Ele disse ver "pleno empenho" de Aécio em sua campanha presidencial.

A campanha de Aécio e Anastasia informou que produz até 20% do material sem Serra para atender aos partidos da coligação que não apoiam o tucano para presidente, como PR, PDT e PSB.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

FACTÓIDES E DOSSIÊS DE SERRA ESCONDEM SEU ALOPRADO FRACASSO ELEITORAL

Pega eu, pega eu que eu sou ladrão
A arte dele é imitar os gestos de quem - e para quem - o crime e a barbárie são coisas banais.
Ele aprende com o pior dos ensinamentos as lições mais torpes.
Como autoritário, cícino e arrogante, Serra se espelha em Israel no caso da invasão e assassinato dos tivistas que levavam ajuda humanitária à Gaza.
Israel mata friamente e, de praxe, atribui a culpa pelas as mortes aos que morreram.
E ainda se dá o direito de exigir que que se auto-investigue
O Blog da Dilma publica importante matéria cujo título expõe precisamente o maucaratismo de Serra.

"Vargas: Serra bate carteira e grita pega ladrão" é um texto que nos faculta perceber a horripilante engenhosidade vampiresca desse personagem que não aceita ser utrapassado em pesquisas de opinião.
Passou na frente do Serra, é um dossiê na certa.

Terra Magazine
O secretário nacional de comunicação do PT, deputado federal André Vargas (PR) rebateu os ataques à campanha da pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, e evocou o passado do ex-diretor de inteligência da Polícia Federal, Marcelo Itagiba, para vincular José Serra a uma tradição de dossiês contra adversários. “Serra se comporta como aquele que bate a carteira e sai gritando: pega ladrão!”, ironiza Vargas.
“Para falar desse pseudo-dossiê sobre as ligações da filha dele (Verônica) com Daniel Dantas, basta Serra procurar o Google. Está no Google! Não existe dossiê. Mas a verdade é que Serra tem tradição de dossiês, não o PT. Basta lembrar de Marcelo Itagiba. Corre por aí que ele também coordenava dossiês contra o PT. É só procurar as notas que saíam nos jornais.
Eleito pelo PMDB e filiado ao PSDB desde outubro de 2009, o deputado federal Marcelo Itagiba (RJ) desempenhou papel de investigador nos depoimentos sobre a Operação Satiagraha, na CPI dos Grampos. Mas ele próprio havia sido denunciado por arapongagem contra a então pré-candidata à Presidência da República, Roseana Sarney, atingida nas vísceras pela operação “Lunus”, em 2002.
Em março daquele ano, a Polícia Federal encontrou R$ 1,34 milhão em dinheiro na empresa Lunus, de Roseana e Jorge Murad. Vinculou-se a grana a fraudes na Sudam (Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia). A imagem das cédulas definhou a candidatura Roseana.
Na sequência da operação da PF, o senador José Sarney alardeou uma trama suja para favorecer a campanha de Serra – o que envolvia a montagem de um dossiê no Ministério da Saúde. O peemedebista teria alertado ao presidente Fernando Henrique Cardoso sobre o vaivém de agentes da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) no Maranhão, Piauí e Pará, para fuçar a vida de sua família.
Em 20 de março, Sarney realizou um dos mais duros discursos de sua vida parlamentar, em defesa da filha. Da tribuna, afirmou que “o Ministério da Saúde, em vez de tratar das epidemias, dá prioridade às coisas de inteligência e espionagem.”
Itagiba foi personagem reincidente no discurso de Sarney:
“A imprensa em quase sua totalidade publica que esse mesmo grupo está conectado para essas ações políticas na Polícia Federal e no Ministério Público citando o delegado Marcelo Itagiba, ex-chefe do Departamento de Inteligência da Polícia Federal, ex-chefe do grupo de inteligência que se formou no Ministério da Saúde e que é, atualmente, o superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro, e o Procurador José Roberto Santoro”.
Em nota pública, Serra reagiu aos ataques: “As insinuações que o senador Sarney fez a meu respeito foram todas, sem exceção, inconsistentes, irrelevantes e até mesmo alopradas.”
André Vargas, secretário de comunicação do PT, reaviva a história no dia em que José Serra acusa a oponente Dilma de ser a responsável política por um dossiê contra sua filha, Verônica Serra. “A principal responsabilidade por esse novo dossiê é da candidata Dilma Rousseff, disso eu não tenho dúvida”, declarou o tucano.
Procurado em seu gabinete, Itagiba não retornou os telefonemas para comentar as declarações do secretário petista. “Montaram dossiê contra Sarney, em 2002. E mais uma: Serra esquece que eles (do PSDB) fizeram um grampo ilegal no processo de privatização. (O ex-governador do Ceará) Tasso Jereissati também foi vítima de grampo”, complementa Vargas.
O deputado federal sustenta que, na campanha de Dilma, não há uma disputa interna entre o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel e o vice-presidente do PT, Rui Falcão. “Não existe. Pimentel está se dedicando a outro projeto, que é definir sua candidatura ao governo ou ao Senado em Minas Gerais. É difícil compatibilizar. E o Rui Falcão tem participado da campanha. Tentaram criar essa divisão. Agora, o coordenador é o (José Eduardo) Dutra. E estamos aguardando a definição do Pimentel”, relata. Vargas defende que “a vida do candidato tem que ser pública”, numa campanha eleitoral. “Dossiê é conversa fiada. É procurar no Google”.

terça-feira, 4 de maio de 2010

PT DECIDE EM MINAS

Vaccarezza: decisão é do Diretório Nacional
Pimentel ganha prévias do PT para o governo de MG
Ex-prefeito de Belo Horizonte concorria com o ex-ministro Patrus Ananias.
Executiva Nacional deve decidir se Pimentel vai mesmo concorrer nas eleições.
Débora Santos e Eduardo Bresciani
Do G1, em Brasília


O líder do governo na Câmara, Cândido (PT-SP), nesta segunda-feira, que disse que a decisão sobre o candidato em Minas vai ser definida pelo diretório nacional
O ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel, membro da coordenação da pré-campanha da ex-ministra Dilma Rousseff à Presidência, foi escolhido nesta segunda-feira (3) nas prévias do Partido dos Trabalhadores (PT) para concorrer ao governo de Minas Gerais nas eleições de outubro. Pimentel obteve 16.340 votos, 52% dos quase 31,4 mil filiados do PT em Minas. Patrus Ananias obteve 15.093 votos (48% do total).

Apesar da vitória sobre Patrus Ananias, Pimentel não está garantido na disputa ao governo mineiro. O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), afirmou nesta segunda que a definição sobre a candidaturas em Minas Gerais será tomada pelo diretório nacional do PT.

Meu sentimento é de que o partido está unificado, quer ter um candidato a governador e me escolheu. O PMDB também quer. Tanto um quanto o outro são legítimos. Com maturidade, temos que sentar os dois partidos e compor a melhor chapa"Fernando Pimentel, vencedor da prévia para o governo de Minas pelo PTO motivo de a decisão ficar a cargo da Executiva Nacional é a disputa entre Pimentel e o ex-ministro das Comunicações Hélio Costa (PMDB), que pretende concorrer ao governo do estado. O governo não pretende ver o palanque dividido em Minas. Vaccarezza já havia afirmado que defendia uma composição entre PT e PMDB, na qual Hélio Costa seria o candidato ao governo e o vencedor das prévias do PT, o candidato ao Senado.

“O Congresso Nacional do PT determinou que quem dá a palavra em última instância sobre aliança regional é o diretório nacional. Não tem intervenção, o que tem é um foro de decisão”, afirmou o líder do governo na Câmara.

Clique aqui para ler na íntegra.