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sexta-feira, 22 de outubro de 2010

UMA BOLA DE PAPEL: PERIGO!

O papel é uma das maiores invenções já feitas pelo homem.
O papel foi inventado a 105 anos antes de Cristo, na China.
E os chineses mantiveram em segredo as técnicas de sua fabricação durante 500 anos.
Até que os japoneses, muito tempo depois, conseguiram produzir a primeira publicação, em 770 d.C.
Eles imprimiram a incrível quantidade de 1 milhão de exemplares de uma oração budista.

As grandes revoluções – cultural, industrial e tecnológica – tem no papel seu primeiro aliado e objeto impulsionador dos avanços alcançados pelo homem.
Todas as notáveis mudanças que perpassaram o mundo e influenciaram a vida humana e seu ritmo de conhecimento e desenvolvimento não teriam ocorrido jamais sem a descoberta do papel.

O papel é tão importante e indispensável quanto a escrita.

Mesmo fazendo uso das grandes tecnologias digitais e explorando assombrosamente as comunicações virtuais – marcas do seu mundo contemporâneo – ainda assim, o homem não pode prescindir daquela ínfima folinha de papel.
O papel alcançou sua escala de produção industrial faz tempo.
Com ele surgiram jornais, livros e revistas.
E iniciou-se o atual processo democratizado do qual fazemos parte, em que se difundiu a cultura generalizada, a ciência, a fé, o terror e a publicidade impressa.

Ninguém experimentaria a aventura de viver sem o papel.
Sobretudo em tempo de eleição quando ele cumpre destacado papel.
O papel é usado na confecção de santinhos e para imprimir documentos contento programas e propostas de candidatos.
Políticos lançam mão do papel para semear mentiras e difamar seus adversários.

O peso do papel é medido pela sua capacidade de espalhar boatos e disseminar mensagens de ódio em forma de panfletos falsos e apócrifos.
Mas o papel em si é tolerante, inofensivo e incapaz de ferir quem quer que seja.
Salvo um acidental corte aqui e outro ali no dedo de algum desatento usuário devido sua finíssima espessura.
Há ocasião no ambiente de trabalho que uma simples folha de papel assume o papel de verdadeira lâmina afiada.

Não se tinha, todavia, notícia no mundo, de alguém que tenha ido parar no hospital em virtude de um acidente sofrido por uma folha de papel.
Isso até o 20º dia do 10º mês do ano de 2010 do calendário cristão.
Naquela inesquecível e histórica quarta feira, na cidade do Rio de Janeiro, um homem aparentando boa saúde física e mental foi vítima de uma reles folha de papel tipo A4.

Uma folha de papel amassada em forma de bola.

Seu nome: José Serra.
Candidato à Presidência da República pelo PSDB.

Jogada contra sua cabeça, aquela levíssima e insignificante bolinha branca estarreceu o País inteiro ao causar um incomum e injustificado impacto – mais na mídia do que na própria cabeça do tucano.
Serra foi levado ao hospital e submetido a uma tomografia craniana.
O Jornal Nacional trouxe até um deus “especialistas”, Ricardo Molina, para demonstrar que Serra fora atingido por outro objeto.
Tudo para criar um fato novo capaz de incriminar sua adversária, Dilma Rousseff, depois que o feitiço do aborto virou contra o feiticeiro.

A questão do aborto tirou votos da Dilma e passou a tirá-los do Serra quando se descobriu que sua mulher, D. Mônica Serra, fizera um aborto no Chile.

A máscara do Serra caiu.
O Serra é uma farsa.
A Globo não conseguiu provar nada.
A Globo desaprendeu a arte de manipular o telespectador porque o brasileiro aprendeu a deixar de ser bobo.

 
O que se comprovou foi a fragilidade do caráter de um homem que simula situações de gravidade sofrida por agressões forjadas por sua própria campanha.
Serra foi a nocaute por uma bolinha de papel.

E com ele, sucumbe a ética e a credibilidade de uma imprensa parcial e partidária.
Que não cumpre com isenção o seu papel.
Triste papel – um papelão – esse do Serra e da imprensa brasileira.

















segunda-feira, 5 de julho de 2010

SERÁ CHEGADO O DIA EM QUE A MÁSCARA VAI CAIR. A MÁSCARA DO SERRA

Foi ele quem criou o genérico, a penicilina, pólvora, a roda, o FAT...
A probabilidade de que sua mentira seja de uma hora para outra desmascarada o persegue como sombra e deixa em estado de permanente instabilidade moral e emocional o mentiroso.
Não há mentira perfeita.
Por mais bem arquitetada que seja um dia a mentira sofrerá o processo corrosivo causado pelo tempo.
Desgastar-se-á e será descoberta.
A máscara do mentiroso que ficava por trás dela cairá.
O candidato à Presidência da República pelo PSDB, José Serra, tenta manter a farsa de ser ele o idealizador dos maiores projetos ou programas sociais realizados no Brasil nos últimos 500 anos.
Já o ouvi se denominar criador dos genéricos e do programa da Aids.
Repetindo esse mesmo “índice” de criações, Serra levou uma surra inimaginável há exatos oito anos.
O tempo, ao que parece, não foi suficiente para fazer Serra perceber que as pessoas já perceberam que ele mente.
O País descobriu que, ao contrário do que diz Serra, os genéricos foram criados pelo Ministro da Saúde, Jamil Addad.
Ninguém tem mais dúvida de que quem fez o programa contra a Aids, de novo, não foi o Serra, mas o Ministro da Saúde Adib Jatene.
A última cartada – e também já desmascarada – do Serra foi dizer que ele criou o FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador).
Como se até as pedras não soubessem da aversão que o Serra tem por quem trabalha.
Ele e seu cabo eleitoral, FHC.
Que chamou os aposentados de vagabundos.
A bem da verdade sôa mal aos ouvidos a frase que relacione qualquer ação de Serra com algum benefício extensivo aos trabalhadores.
A última mentira – a da criação do FAT – foi espetacularmente desmentida pelo site “Amigos da Dilma” e pelo Paulo Henrique Amorim, no seu blog.
O autor do Projeto na Câmara que cria o FAT é do então Deputado Federal pelo PMDB gaúcho, Jorge Uequed.
Serra, o mais notável entre os caras de pau da política brasileira contemporânea, aprontou mais esta.
Mentiu de novo.
Por que ele não contou essa mentira logo em 2002?
Seria ela uma espécie de “carta na manga” ou a última cartada?
Seja o que for, não colou.
As mentiras do Serra “descobriram” ser verdadeiro o adágio que diz que a mentira tem pernas curtas.
As mentiras do Serra já não vão tão longe e não o levarão a lugar nenhum.
Como diz um leitor do Conversa Afiada, Serra é um estelionatário.
Ele comete estelionato eleitoral ao mentir e mente quando diz que criou o que foi criado pelos outros.
Os outros, aliás, são as maiores vítimas das mentiras do Serra.
Como não fez nada ele se apropria das idéias... dos outros.
Dilma acabará de desmascará-lo quando chegar a hora.
Nos debates.









sexta-feira, 2 de abril de 2010

NÃO COMETE BLASFÊMEA QUEM DUVIDA DO SUDÁRIO DE JESUS

O vaticano poderia se dignar e deixar de ser conivente com uma inverdade inexorável.
Há dois mil anos – só um atimo de tempo menos – surgiu na Judéia um jovem que revolucionou o mundo.
Ele quebrou as regras e os padrões culturais, sociais, políticos e religiosos de sua época.
Sua agitada e controversa vida configura um novo paradigma a ser seguida. .
Ela, inegavelmente, vem a ser a mais bela e completa – porém nem menos inexplicável – história jamais vista e contada.
Uma história que resiste ao tempo e se renova.
Que tem a faculdade de contagiar, de emocionar e encantar mentes e espíritos.

A tradição a mantém quase que por milagre viva sobre a Terra.
Essa tradição é fortemente simbolizada pelo cristianismo.
E quando se fala de cristianismo é impossível não associá-lo ao catolicismo.
O epicentro do catolicismo, todos sabem. é o Vaticano, em Roma.
O ponto central onde eclode o fenômeno da fé cujas ondas circundam o mundo e atingem o coração dos fiéis pelos confins da Terra.

Certa certa vez, segundo as Escrituras, Jesus se dirigindo aos seus discípulos disse: “Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará”.
E concluiu: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”.
A gente aprendeu com nossos pais, com nossos educadores e orientadores espirituais que Jesus é a Verdade.
Que só a verdade vence e liberta.
E sobretudo que não devemos mentir. Nem acreditar em mentiras.
A história do lençol de linho com o qual José de Arimatéia enrolou o corpo de Jesus no sepulcro é atritamente um atentado à boa fé do mais devoto e fervoroso dos cristãos.
Não seria de todo possível um lençol subsistir a tão longo tempo ainda que fosse tecido em material plástico.

Ainda mais difícil – para não dizer impossível – é crer que as fibras de um tecido em algodão, configure, sob o ponto de vista anatômico e fisiológico, qualquer autenticidade nem tampouco enseje uma verdade científica.
Igualmente improvável é que o Sudário resistisse aos naturais ataques acometidos por fungos e bactérias que a degradariam facilmente no máximo no período de 100 anos e conservasse a marca clara e evidente de um rosto humano.
Como se fosse a “fotografia” da face de Jesus nele impressa.
O vaticano alimenta, pelo seu silêncio e omissão, uma inverossimilhança desmedida.
Uma mentira aterrorizante.
Milagres acontecem e o maior deles é a contemplação da própria vida.
A dinâmica e o ciclo das coisas na natureza.
Supõe-se que a Igreja não necessitasse de um lençol supostamente manchado de sangue para manter a fé de seu rebanho.
Muito menos da ideia de que neste lençol tem-se a marca da face do Filho de Deus.

O vaticano é o guardião do Santo Sudário.
É também o responsável pela manutenção de uma farsa absolutamente dispensável.
Quem está por trás dessa controvertida e inacreditável história tem como foco a promoção pessoal e não o bem estar das almas.
E sequer são católicos, quando muito, cristãos.

Redes de televisão que “adquiriram” os direitos de exibir imagens e explorar o assunto, não sem antes desembolsarem cifras astronômicas.
Exploram a fé e apostam na santa ingenuidade de milhares de pessoas vislumbrando a obetnção de audiência pura e simplesmente.

O vaticano não tem tido tempo de excomungar os pedófilos que se escondem sob túnicas e mancham o Santo nome de Cristo e da Igreja.
É natural que o vaticano não se manifeste contra esse sensacionalismo voraz, que nos consome de vergonha.
Talvez por ser algo desinteressante para o vaticano.