quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

NUNCA ANTES

Nunca antes um presidente foi tão amado pelo povo


Nunca antes na história deste país um presidente fez tanto pela educação.
A incomparável, insuperável e notável obra do maior presidente do Brasil de todos os tempos está na postagem abaixo, publicada no excelente Blog Os Amigos do Presidente Lula.

Série "Nunca Antes...": recursos em Educação triplicaram.


No mês de dezembro o Blog do Planalto publica a série "Nunca antes…" com as principais realizações do governo do presidente Lula.

A série abre com a área da educação.

Nunca antes na história deste País, como bem diria o presidente...

- 750 mil jovens (metade afrodescendentes) ingressaram na Universidade pelo PROUNI;

- Entre 2003 e 2009, as matrículas em universidades de todo o País aumentaram de 3,94 milhões para 5,95 milhões;

- o número de vagas nas Universidade Federais mais que dobrou com o REUNI, passando de 109,2 mil em 2003 para 222,4 em 2010. Até 2012, a expectativa é de que as vagas anuais ultrapassem a marca de 240 mil;

- O Programa de Financiamento Estudantil (Fies) dispensou fiador, e facilitou as condições de pagamento;

- somente em 2010 mais de 60 mil brasileiros estão estudando com a ajuda do Fies;

- o Brasil ganhou 14 novas universidades federais nos últimos 8 anos (10 delas são voltadas para o interior do País);

- 126 novos campi universitários foram criados;

- hoje, as universidades federais estão presentes em 230 municípios nas 27 unidades federativas;

- 240 novas escolas técnicas federais foram criadas;

- o número de estudantes no ensino técnico passou de 140 mil em 2003 para 348 mil este ano.
























quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

O BRASIL MUDOU, O IDH AVANÇOU

Os dados divulgados nesta quarta feira pelo IBGE só não causam orgulho na mídia do contra.
Ou seja, na imprensa que perdeu a eleição para a Dilma.
Que menospreza o Lula.
Odeia nordestino.
E que por muito pouco não canoniza o Serra, aos pés de Bento XVI.

Porque o Serra é contra o aborto e a favor da vida, não é mesmo?

Os números do IBGE refletem o processo da palpável transformação que se pôs em marcha no Brasil sob o governo do mais admirável dos nordestinos, aquele vindo dos confins de Pernambuco.
Um cara metido a se preocupar com esse patrimônio indelével cujo valor não se pode atribuir, chamado vida.

A vida de gente.
A vida das pessoas.
Dos brasileiros.

Graças à políticas públicas do Governo Lula – como saneamento básico, aumento da escolaridade, campanhas de vacinação e acesso aos programas de saúde – a ONU declarou que o Brasil foi o país onde o IDH mais avançou.
E avançou bastante.

A ONU classifica o Brasil como membro do “grupo de desenvolvimento humano elevado”.
Nos últimos 30 anos a expectativa de vida do brasileiro aumentou em mais de 10 anos.
E, em um ano somente, de 2008 a 2009, a expectativa de vida no Brasil cresceu 0,31%.
O que, em tese, se mantidos tais índices, daria um aumento de 31 anos em 10 apenas.
O brasileiro que nasceu em 2009 tem uma esperança de viver em torno de 71 anos.
A esperança de vida dos brasileiros, segundo o IBGE, poderá chegar a 81,29 anos em 2050.

Quem viver, verá.

Não há como haver esperança sem que o presente sinalize os meios para se chegar ao futuro desejado.
O Brasil e a ONU vêem o Brasil de amanhã a partir do que o Brasil é hoje.
Um país que cresce economicamente e se desenvolve socialmente, que distribui renda e promove a inserção de classes dando cidadania às pessoas.

Todavia, nada disso importa para a estrábica imprensa tucana que prefere ler os números com lentes opacas.
E pôr as tabelas gráficas de ponta-cabeça.

A mídia nacional opta, diante da obviedade dos dados crescentes que denotam o crescimento do País, por ver apenas o que lhe convém.
Como a morte de jovens por causas violentas ocorrida em determinada faixa etária.

Sobretudo de jovens do sexo masculino.
Dos jovens com idade entre os 15 aos 29 anos.

As páginas midiáticas vertem sangue quando mostram que 61,29% dos óbitos de jovens na casa dos 20 aos 24 anos são motivados por causas violentas.
É a vil maneira engendrada para atribuir ao Governo sua carga de responsabilidade e um meio de obscurecer suas virtudes pelas conquistas e melhorias obtidas.

Quem lê e vê a mídia brasileira – e somente a ela se apega – é capaz de acreditar e, ainda querer que os outros acreditem, que o Brasil o Brasil não passa do país do futuro.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

O RIO DE JANEIRO PRECISA DA SOLIDARIEDADE DO BRASIL

O Rio é uma das mais lindas cidades do mundo.
De lá, o Cristo Redentor, de braços abertos, abençoa o Brasil e acolhe quem o visita.
Os olhos do mundo se voltam esta semana para a cidade maravilhosa não para contemplar suas maravilhas, mas estarrecidos pela violência que lhe assola.

O que ocorre no Rio já ocorreu há dois anos em São Paulo quando o PCC assumiu o lugar do Estado e tirou do cidadão o que este tem de mais sagrado: a paz e a liberdade.

O Rio está sendo vítima do mal que insiste em se sobrepor ao bem.
O errado querendo prevalecer sobre o certo.
Dos bandidos tentando expulsar os mocinhos.
É a guerra do tráfico e suas milícias comandadas de dentro dos presídios, alguns chamados de segurança máxima.
Onde a entrada do celular deveria ser proibida, todavia, toda preparação e ordem de comando para os ataques são feitas, em 98% dos casos, via telefone.

Uma guerra que começou ninguém sabe bem ao certo, assim como não sabemos precisar quando e como acabará.
O certo é que o crime organizado no Rio sofreu sérios revezes e teve que recuar, a despeito de afrontar o estado de direito, causar prejuízos ao País, além de levar a perda de vidas humanas, desestruturando e destruindo os sonhos de centenas de famílias .

Quem assistiu na TV ao choro desesperado dos pais daquela jovem morta dentro da própria casa por uma bala perdida se emocionou e sofreu com eles e por eles.

Não quero indenização, quero minha filha de volta, lamentou o pai da garota.
Ela se chamava Rosângela Alves, tinha somente 14 anos de idade e toda uma vida pela frente.

Não há como não ser solidário com a dor sofrida por nossos irmãos numa tragédia como esta.

O povo carioca não merece passar por isso.
O Brasil não precisa viver tantas experiências marcadas pelo horror e a covardia de criminosos sem alma nem sentimento.

Numa assombrosa estatística numérica da violência a polícia carioca contabiliza a apreensão de duas toneladas de drogas em uma única região da cidade, somados a mais 800 quilos de cocaína encontrados em uma destilaria.

A polícia apreendeu também 44 armas – incluindo 8 granadas, 200 motos roubadas e até localizou um hospital do tráfico que oferecia tratamento aos traficantes feridos.

Os governos estadual e federal se unem numa ofensiva impressionante.

Um total de 20 mil policiais, inclusive das Forças Armadas, polícias rodoviária e federal, formam um contingente jamais visto no Brasil para combater esse câncer da droga que se alastrou no Rio de Janeiro.

É o dobro dos homens que compunham a força de paz para pacificar o Haiti.

Pelos menos 100 carros foram incendiados.
194 pessoas foram presas e 45 morreram.
Do total de mortos, 4 são moradores, pessoas de bem e trabalhadoras, o que é profundamente lamentável.

Quanto aos 41 restantes, ou são bandidos e membros do tráfico ou suspeitos de trabalharem para os criminosos.

E sinto muito em dizer que não tenho certeza se devo lamentar as suas perdas.

Diante do quadro brutal e desumano que estarrece a população carioca e o país, resta, no final desta desimportante e desnecessária crônica, refletir a respeito dos valores éticos e morais de presença tão indispensável às famílias na formação do caráter de seus membros.
Pensar na ação de um Estado cada vez mais comprometido com a educação do seu povo, capaz de propiciar bem estar, emprego e renda, equilíbrio e segurança à sociedade.
Uma sociedade onde o cidadão seja protagonista da sua liberdade e experimente, com incontida alegria, o doce e indescritível sabor da paz.

UM NOVO MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES

Franklin diz que é preciso refundar o Ministério das Comunicações

O ministro chefe da Secretaria de Comunicação Social (Secom) do governo federal, Franklin Martins, afirmou nesta quarta-feira que o Ministério das Comunicações precisa ser refundado e abarcar as discussões sobre o marco regulatório da mídia e todos os temas de convergência digital que deverão ser discutidos no governo de Dilma Rousseff.

Franklin Martins: "Eu faço parte de um governo que garantiu a liberdade de imprensa o tempo todo, mesmo apanhando muito"
Martins participou nesta manhã de um seminário sobre liberdade de imprensa no Brasil, promovido pela TV Cultura de São Paulo, e disse que o governo Lula “ficou devendo muito” na área de Comunicação Social, não avançando nas discussões pertinentes ao setor. O ministro afirmou que o Ministério das Comunicações, que até o ano passado foi gerido pelo peemedebista Hélio Costa, precisa de “transformações sérias” que modernizem as discussões sobre futuro do setor.

“O Ministério das Comunicações precisa passar pelo mesmo processo do Ministério das Minas e Energia no primeiro mandato do presidente Lula. Se o governo não tivesse refundado o Ministério das Minas e Energia, dando condições de planejar, acompanhar, estudar e elaborar políticas públicas, nós teríamos tido uma sucessão de apagões no País. E não haveria tranquilidade jurídica, não haveria segurança jurídica para que tivesse investimentos do porte das hidrelétricas que estamos tendo hoje no País”, disse o ministro.

Legislação da mídia

Para Martins, o Brasil passa por um momento delicado sobre a legislação midiática e precisa discutir a incorporação das empresas de telecomunicações no mercado de TV, a abertura de capital midiático para empresas estrangeiras, além da propriedade cruzada de mídia e a concentração dos meios de comunicação. “O Ministério das Comunicações tem que voltar ou passar a ser o centro formulador das políticas nacionais de comunicação, que entra nesses assuntos que nós estamos discutindo aqui no seminário. Se nós não tivermos um centro de referência que formule e comande esse processo, nós desperdiçaremos essa oportunidade (de discutir a mídia), que não voltará”, analisou o ministro. “O Brasil está há quarenta anos sem discutir a mídia", disse Martins.

O ministro também defendeu a regulação dos meios eletrônicos. "Ao regular, você estará aumentando o que existe. Nós temos uma grande pulverização de grupos de comunicação no Brasil? É altamente concentrado. Não é bom para o País", disse. Para ele, é preciso criar um ambiente que abra espaço para mais competidores entrarem em cena, além de garantir princípios que diversos países já estabelecem. "Não entendo porque a Constituição nesses artigos não precisa ser objeto de lei e ser aplicada. Por que não temos que ter produção regional, nacional, independente? Por que não temos que observar princípios de equilíbrio, de proteção ao menor, de não permitir estímulo à discriminação, coisas gerais que existem em todos o países democráticos no mundo", questionou.

Martins citou ainda o processo de convergência de mídias como justificativa para fazer a regulação, bem como a diferença de faturamente entre o setor de radiodifusão – R$ 13 bilhões no ano passado - e de telecomunicações R$ 180 bilhões.

O ministro criticou ainda interpretação dada a declaração sua sobre a necessidade de se discutir a regulação. “Eu disse que preferia fazer a regulação num clima de entendimento que num clima de enfrentamento. E isso foi tomado como agressão, não entendo”, afirmou.

Fim de mandato

Ele afirmou que prepara um antiprojeto de lei junto com a equipe para regulamentar os meios de comunicação e, principalmente, modernizar a legislação midiática atual. Segundo Martins, a intenção é que o governo Dilma já assuma com este tem em debate no legislativo.

O antiprojeto de lei preparado pela equipe de comunicação do atual governo pretende apenas nortear os trabalhados da futura equipe de governo, segundo Franklin Martins. O ministro afirmou que o documento não vai mudar o atual modelo de participação do capital estrangeiro nas empresas de comunicação, que é limitado a 30% do valor total da companhia.

Franklin Martins também admitiu pela primeira vez em público que deixará o governo federal assim que terminar o mandato do presidente Lula. Alegando razões pessoais, o ministro afirmou que não fará parte da equipe da presidenta eleita Dilma Rousseff.

Liberdade de imprensa

Sobre liberdade de imprensa, o ministro da Secom voltou a afirmar que não há nenhuma tentativa de cerceamento do trabalho da imprensa no Brasil.

“Não consigo ver nenhum problema do presidente Lula criticar tal ou qual revista”, disse Franklin Martins durante sua palestra. ”A imprensa não está acima da crítica. aliás, nem o presidente Lula, nem eu, nem a Dilma. É normal ser criticado. Isso não afeta em nada a liberdade de imprensa. Há pessoas que diante da crítica acham que a liberdade de imprensa está ameaçada. eu não acredito nisso. A crítica ajuda a crescer”, completou.

Ele atribuiu o suposto “clima de censura” apregoado por alguns veículos de imprensa como “fantasmas que querem atrapalhar o debate legítimo da atual legislação”.

“Não há no Brasil nenhum obstáculo para a liberdade de imprensa. Se nós colocarmos os fantasmas na frente das discussões, não dá para debater os problemas reais do setor (...) A regulamentação é necessária para que novos 'players' sejam introduzidos no mercado. Quanto mais veículos atuando, mais liberdade de imprensa nós teremos”, argumentou Martins sobre a atuação de operadoras de telecomunicações no setor de radiodifusão.

Martins se declarou ainda “inteiramente contra a expressão controle social da mídia”. “Essa expressão é confusa. Se estão querendo debater, discutir a mídia, tudo bem. Se estão querendo dizer controle de conteúdo, o governo é inteiramente contra. O governo não votará a favor de nenhuma proposta que inclua o termo controle social da mídia, porque é ambígua”, setenciou.

“Nós estamos formando um mercado de massa gigantesco, que antes não tinha opinião, não tinha voz. Tudo isso está nos colocando um desafio e nós temos que sentar para discutir. O governo tem procurado chamar todos os atores. O Antônio Carlos Magalhães dizia o seguinte: “Almoço do PFL que eu não for não existe’. Isso não existe mais. O que existe é o tempo da classe C”, opinou.

Internet, novas mídias e o novo jornalismo

Para Martins, o momento vivido pela imprensa é de transição de modelo. Segundo ele, as novas mídias permitem que formem grupos de consumidores que questionam a informação.

“Há uns seis sete meses o depuptado Roberto Jefferson escreveu um artigo na Folha de S.Paulo, nem lembro sobre o que. No dia seguinte, ele foi obrigado a reconhecer que era um plágio, afirmou que o assessor se confundiu. Um leitor lembrou que já tinha lido isso em algum lugar, buscou no Google e em pouco tempo isso circulava em toda a rede”, conta.

Martins citou ainda o episódio da bolinha de papel como exemplo. ”A TV Globo coloca no ar uma reportagem de sete minutos que há anos atrás seria incontestável. No dia seguinte, outras pessoas já haviam decomposto quadro a quadro e viram que não havia a trajetória do segundo objeto. Quer dizer, a informação foi questionada”.

Segundo ele, essa alteração na forma de produzir a informação gera desconforto. “Vamos ter de nos adaptar a fazer um novo jornalismo. O leitor terá mais filtros, mais questionamentos”, disse.

“Teremos muito mais imprensa do que temos hoje. A digitalização e a internet significam mais e não menos. A produção em internet vai reduzir os custos de produção para um terço. Existe a possibilidade de que os tempos heroicos do jornalismo possam voltar, está acontecendo em outros países. É um processo de extraordinária riqueza. Custos de produção caem brutalmente também na TV”, avaliou.

O seminário Cultura sobre Liberdade de Imprensa acontece nesta quarta e quinta-feira, com participação de representantes de vários veículos de comunicação, como jornais, revistas e portais de internet, como o iG. O evento acontece na sede da TV Cultura, no bairro da Lapa, em São Paulo.

Extraído do Vermelho, com agências

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

NADA MUDA. MUDAR PRA QUÊ?

Novos ministros priorizam emprego, gasto público menor e inflação baixa

Integrantes da equipe econômica do futuro governo foram oficializados.
Mantega ocupará Fazenda, Miriam Belchior, Planejamento, e Tombini, BC.

Do G1, em Brasília


Os três primeiros ministros cujas indicações foram oficializadas nesta quarta (24) pela presidente eleita Dilma Rousseff fizeram em Brasília pronunciamentos nos quais apresentaram as metas que perseguirão em suas pastas a partir de 1º de janeiro.
Guido Mantega, que permanecerá à frente da Fazenda, Miriam Belchior, do Planejamento, Orçamento e Gestão, e Alexandre Tombini, presidente do Banco Central (cujo cargo tem status de ministro), estavam acompanhados do deputado federal José Eduardo Cardozo (PT-SP), um dos coordenadores da campanha de Dilma.

Os três integrarão o núcleo da equipe econômica do futuro governo. O discurso do trio privilegiou três pontos: ampliação do crescimento econônico e da geração de empregos (Mantega); redução dos gastos públicos e melhoria do serviço prestado ao cidadão (Miriam Belchior); e a manutenção da inflação dentro da meta estabelecida pelo governo (Tombini).

Guido Mantega representa o 'desenvolvimentismo' no governo Saiba quem é Miriam Belchior, futura ministra do Planejamento Saiba quem é Alexandre Tombini, futuro presidente do Banco Central Guido Mantega afirmou que a “prioridade máxima” da nova gestão na pasta será expandir o crescimento da economia e a geração de emprego. "Queremos um crescimento de qualidade, um crescimento aumentando os investimentos e fortalecendo o mercado interno, de modo a gerar milhões de novos empregos”, afirmou Mantega.

Miriam Belchior defendeu melhorar a qualidade do gasto público. "É possível fazer mais com menos e é isso que nós vamos perseguir nos próximos quatro anos, no governo da presidente Dilma", declarou.

Alexandre Tombini estabeleceu como missão à frente da presidência do Banco Central perseguir a meta de inflação. "Eu tive longas e muito boas conversas com a presidente eleita Dilma Rousseff, e ela disse que o Banco Central sob a minha liderança deve continuar perseguindo a meta de inflação", afirmou.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

SE DEPENDER DO PIG, MEIRELLES FICA AONDE ESTÁ

Meirelles pode ir para ministério, se PMDB der o aval

Descartada a permanência de Henrique Meirelles no Banco Central, Dilma Rousseff voltou a considerar a hipótese de acomodá-lo num ministério.
Em privado, Dilma mencionou especificamente a pasta dos Transportes. Há, porém, um empecilho político.

Dilma quer empurrar Meirelles para dentro da cota de ministros do PMDB. E o partido resiste em apadrinhar a indicação.
Meirelles é, por assim dizer, um cristão novo no PMDB. Filiou-se à legenda em setembro de 2009, depois de flertar com o PP.

Àquela altura, o presidente do BC cogitava disputar o governo de Goiás. Desistiu. Imaginou que poderia tornar-se vice na chapa de Dilma Rousseff.
Lula preferia Meirelles a Michel Temer. Mas o PMDB levou o pé à porta. Na ocasião, um cacique do partido, da etnia leal a Temer, fez piada:
“O Meirelles mal entrou no ônibus e já quer sentar na janelinha!”

Temer unificou as duas alas do PMDB –a da Câmara e a do Senado. E prevaleceu sobre Meirelles, dobrando Lula.
A julgar pelo que diz entre quatro paredes, a troca do BC por um ministério voltado à infreaestrutura, como o dos Transportes, não desagrada a Meirelles.

Ao contrário. A migração o deixaria mais à vontade para casar a ação no governo com suas ambições políticas.
O PMDB também cobiça o ministério dos Transportes. Já informou que, em troca, admite inclusive abrir mão de outra pasta, a da Integração Nacional.

O problema é que a legenda olha para Meirelles de esguelha. Vê nele um jogador solitário, não uma pessoa com disposição para fazer o jogo partidário.
Se conseguir ultrapassar as resistências do PMDB, Dilma terá dee lidar com outro problema. Chama-se PR.

Sob Lula, a pasta dos Transportes foi confiada ao PR. E a legenda informou ao presidente do PT, José Eduardo Dutra, que deseja manter o ministério.
O senador Alfredo Nascimento (PR-AM), ministro até abril, saiu para concorrer ao governo do Amazonas. Derrotado, quer voltar ao antigo posto.

Obtendo o endosso do PMDB ao nome de Meirelles, Dilma terá de acomodar o PR noutra pasta. Não encontrará na Esplanada uma cadeira com tantos atrativo$.

 
por Josias de Souza, no seu blog.


















sexta-feira, 19 de novembro de 2010

O TELEFONE, ESSE INCRÍVEL OBJETO QUE FALA

Em outubro passado o Brasil viveu um momento histórico.
Não estou falando da eleição da primeira mulher para a Presidência da República.
Muito embora a vitória de Dilma Rousseff seja bem mais importante e representativa para o nosso país, sob vários aspectos.
Me refiro ao total de aparelhos celulares que ultrapassou ao número de habitantes.
Ou seja, há mais telefones do que gente no Brasil.

Por essa nem o escorcês Alexander Graham Bell esperava.

Graham Bell é o inventor do telefone.
Ele criou um aparelho rudimentar através do qual transmitiu pela primeira vez uma mensagem, em 1876.
E, acreditem, ninguém – com o perdão do trocadilho - nem ligou para ele, isto é, para o telefone de Graham Bell.
E imaginar que tudo aconteceu nos Estados Unidos!

Foi preciso o imperador brasileiro, D. Pedro II, visitar uma feira cultural na Filadélfia, para ver, experimentar e se encantar com o tal invento.
D. Pedro ficou tão maravilhado com o fato de ouvir a voz de quem estava na outra ponta de um fio que gritou: Meu Deus, isto fala!

E como fala!

No caminho dos grandes inventores encontramos sempre um brasileiro genial.
Se na aviação temos o magnífico Santos Dumont e o seu memorável 14 Bis, na telefonia surgiu um certo Pe. Landell de Moura.
Pe. Ladell, além de rezar missa era chegado a uma boa conversa entre duas pessoas através de uma linha elotromagnética.
Aí ele resolveu dar uma forcinha a Graham Bel e aperfeiçoar o uso do telefone.

A sacada do brasileiro foi registrar no Serviço de Patentes dos Estados Unidos três inventos originais, entre eles, o telefone sem fio.
Estava sendo fecundado ali o aparelho celular que temos hoje.
Do celular que, como praga, se alastra pelo país.

O IBGE informou que somos 185,7 milhões de um povo que tem entre si a absurda quantidade de 194,4 milhões de celulares.
Isto quer dizer que se cada brasileiro resolvesse dar um passeio com um celular na mão (ou no ouvido) praticamente 10 milhões de aparelhos ficariam em casa aguardando a próxima oportunidade para dar uma saidinha.
Desse total de celulares, 82,19% são pré-pagos, sendo que o restante paga a conta depois que usa o serviço.

Somente em outubro deste ano foram 3 milhões de linhas móveis e nos últimos 12 meses 26,4 milhões de novos aparelhos foram adquiridos.
Somente de janeiro a outubro de 2010 nada menos do que 20,4 milhões de celulares foram ativados.

Daí que a vitória da Dilma ser a vitória de um país cujo povo pode ter acesso a bens de consumo e de mercado.
Um povo que, com renda, ganha crédito e faz a roda da economia girar.

O Brasil superou proporcionalmente países como EUA, França, Alemanha e Canadá, e só perde para a Rússia.
Lá tem mais telefones sobrando entre os russos do que aqui.

E, para terminar: Brasília é a cidade brasileira que se destaca por oferecer os melhores salários pelos menores esforços.
Pois vem da Capital Federal também a notável descoberta: lá existe não apenas um, mais a proporção de dois celulares para cada habitante.
Deve ser porque Brasília é o cérebro pensante do país.

Quem pensa, logo fala.
Quem fala, o faz a um telefone.
E quem fala demais, usa os telefones...