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quarta-feira, 7 de julho de 2010

O MEDO DO MEDO DA MÍDIA

Serra mostrando sua plaquinha no Jornal Nacional
Em 1996 a Confederação Nacional da Indústria (CNI) elaborou um indicador para mensurar e quantificar o sentimento dos brasileiros e sua expectativa a respeito do futuro.
Como para o trabalhador não há perspectiva de futuro sem trabalho o indicador da CNI foi denominado de Índice de Medo do Desemprego.

A CNI obtém os dados para formulação dos índices, a partir de pesquisas de opinião pública.
Uma equipe de entrevistadores do IBOPE Inteligência é quem realiza, trimestralmente, as pesquisas domiciliares com 2002 pessoas em todo o País.

No segundo trimestre do ano, ou seja, em junho passado, a sondagem da CNI revelou algo que apavorou a mídia demotucana.
O IMD continua em queda.
Quer dizer, a quantidade dos trabalhadores que não tem medo de perder o emprego só faz aumentar.
Eles representam 53% dos entrevistados.
Ou 82 pontos no índice de avaliação.
Um dado histórico.

Sob o império FHC – quando Serra foi Ministro da Saúde e do Planejamento – o Índice de Medo do Desemprego bateu recorde e atingiu 119 pontos.
Era maio de 1999.
E pensar que a Regina Duarte tinha medo do Lula...
Do que será que a Regina sentirá medo dessa vez?!

Certamente dos mesmos fatores que tanto apavoram a mídia ultraconservadora.
Os índices de desemprego e inflacionários.
A inflação de junho também teve nível recorde de baixa.
Baixíssimo, aliás.

A variação, em relação a maio, foi igual a zero.
A menor taxa desde 2006.
(Somente para refrescar a mente: no mesmo período do último ano do governo FHC (2002), a inflação foi de 7,8%).
Só.

Se eu fosse o Paulo Henrique Amorim, diria que agora o Fernando Henrique corta dos pulsos.
Tudo leva a crer que ele e o Serra não resistirão o tranco.
Os tucanos quebrarão o bico.
Enquanto isso a mídia vai, derrota após derrota, criando novos factóides para desviar a atenção dos brasileiros e incriminar o Governo Lula.

Para concluir: o pior nível do índice da CNI ocorreu em 1999.
Esse 1999 persegue os tucanos e a mídia.
Naquele ano as taxas de desemprego nas regiões metropolitanas oscilavam em torno de 20%.
Em relação a 1994, o desastroso Governo FHC com seu ministro planejador, o Índice de Medo do Desemprego teve um aumento de 60%.

Está explicado o medo da Mídia.
É o mesmo que apavora a demotucanada.
O medo da derrota anunciada.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

IBGE: A INFORMALIDADE ESTÁ EM BAIXA

De Norte a Sul, os desempregados do Lula



Do site do PT: Metade dos trabalhadores das metrópoles já têm carteira assinada, aponta IBGE


Décimo terceiro salário, férias remuneradas, fundo de garantia e aposentadoria não são mais privilégios de uma minoria de brasileiros. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que, pela primeira vez em 16 anos, metade dos trabalhadores das metrópoles do País tem a carteira assinada pelas empresas do setor privado.A fatia de contratados em regime de CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) atingiu 50,3% do total de ocupados em janeiro e 50,7% em fevereiro, conforme o IBGE. A informalidade nas metrópoles está em um de seus níveis mais baixos: 36,7% dos ocupados (18,1% trabalham sem carteira assinada e 18,6% por conta própria). Em fevereiro, os empresários respondiam por 4,5% do total, militares e funcionários públicos por 7,5%.É a primeira vez que o setor privado emprega com registro metade dos trabalhadores das grandes cidades desde março de 1994, quando a abertura da economia, o câmbio valorizado, e a expansão dos serviços fechavam vagas nas indústrias. Em números absolutos, significa 11 milhões de pessoas com carteira assinada nas grandes cidades.O resultado de março será divulgado na quinta-feira (29). Para analistas, a previsão é de alta comparado aos 49,3% de vagas formais de março de 2009. A tendência de avanço da fatia de trabalhadores com carteira é consistente. Em março de 2004, respondia por 43,9% dos ocupados, saltou para 45,7% em março de 2006, 48,3% em março de 2008.
"A formalização do trabalho e a recuperação dos salários demonstram como o Brasil saiu rápido da crise", disse o secretário-geral da Confederação Única de Trabalhadores (CUT), Quintino Severo. Para o economista da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Flávio Castelo Branco, "é um círculo virtuoso, porque a expansão da economia gera mais formalização, que volta a alimentar o crescimento."Segundo especialistas, vários motivos explicam a disposição das empresas em assinar a carteira do trabalhador, apesar do peso dos impostos. O principal é o crescimento da economia, mas também influenciam inflação controlada (que traz previsibilidade), expansão do crédito (os investidores exigem o cumprimento das leis antes de colocar dinheiro em uma empresa) e maior fiscalização.Na realidade, a informalidade do trabalho no Brasil vem caindo desde 2004, como resultado positivo da política economica e de emprego do governo Lula. Em mais uma comparação inevitável com o governo tucano de Fernando Henrique Cardoso, é importante lembrar que ele assumiu o governo justamente em 1995 e colocou em prática uma política neoliberal no país que, entre outros males, restringiu o trabalho e a renda para o povo.
Com informações do jornal Estado de S. Paulo

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

O IBOPE É UMA EXCRESCÊNCIA

Impossível é um termo muito forte para definir qualquer grau de dificuldade. Todavia, não há outra definição que exprima o meu sentimento de contrariedade e exacerbada repulsa ao me deparar com matéria no G1 dando conta da nova pesquisa CNI/IBOPE.
Tal pesquisa, de maneira afrontosa, mentirosa e com evidentes características de manipulação aponta o Zé Serrágio em disparado crescimento nas intenções de voto. E o pior: com baixo índice de rejeição sem nada que justifique tecnicmente a situação.
(Deve ter sido pela sua possível ligação com o Mensalão dos Demos de Brasília e porque o Azeredo virou réu e se transformou, de fato e de direito, no Pai dos mensaleiros do País ou porque a viga do Robanel só destruiu cinco veículos e a enchente – sua nova aliada para destruir o Estado – matou apenas cinco pessoas em SP.)
E ainda tem o cinismo de dizer que nesse quesito (rejeição) a Ministra Dilma Rousseff ocupa o primeiro lugar.
Se fosse verdade o que o IBOPE diz – já que a encomenda dessa pseuda pesquisa pela CNI não passa de um embuste e tem a mão da própria Globo e do Zé Pedágio – 41% dos entrevistados não votariam de jeito nenhum na Ministra-Chefe da Casa Civil.
É necessário um grau elevadíssimo de descaratez para afirmar que um sujeito como Serra sobe numa pesquisa nacional e que sua rejeição só faz cair.
Qualquer débio mental sabe que a verdade está na inversão dos dados. Logo, o IBOBE/Globo/CNI/Direitona mente e manipula os números e a população.
Esse verborrágico senhor que aparece em primeiro lugar nas pesquisas do IBOPE é o mesmo que acabou com a Educação e trucidou as Polícias em São Paulo, que enche os cofres da Abril comprando-lhe tudo sem licitação e há quinze anos constroi o Robanel, a maior obra em andamento no País em matéria de desvio de recursos públicos e que vai acabar com o próprio Estado a depender do rigor das chuvas que bastam cair com ímpeto um pouco maior para dá origem a uma enchente com aspecto e efeito de tragédia.
Se vivêssemos em um país sério onde Parlamento e Judiciário fossem comprometidos com os valores éticos e morais e se fizessem respeitar, algo já teria sido feito para enquandrar essa vil organização de pesquisa.
O que ela faz com os números não tem uma definição que a qualifique.
Pode-se imaginar o que esse daninho instituto não fará até a eleição presidencial e se chegará o dia em que dará a Ministra Dilma como primeira colocada nas intenções de voto.

Tenho o pressentimento de que isso jamais ocorrerá.
Dilma Rousseff será eleita presidente ainda em primeiro turno sem que o IBOPE e a Globo a reconheçam como tal.
Até a boca de urna deles apontarão a vitória de Zé Pedágio...
Issso se ao menos ele for candidato.
O IBOPE é igual ao PIG. Não merece ser levado a sério.
O IBOPE é uma excrescência.