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sexta-feira, 13 de maio de 2011

SIM! A GLOBO IMITA A RECORD

Globo, a gente desliga você!

A despeito dos desinformados, retrógados, mal amados e despeitados leitores da Folha para quem a Rede Record é "recópia", numa simulação de que a primeira copia a segunda, ninguém mais, ninguém menos que o todo-poderoso e arrogante diretor-geral da emissora carioca, Octavio Florisbal, para mostrar o contrário.
Para não cair do pedestal onde sempre esteve e de onde jamais imaginaria sair, a Globo é que passa a imitar a TV da Universal.
Leia a postagem abaixo e saiba como e por quê. Ainda que você ainda leia a Folha e veja a Globo.

Do Vermelho, o melhor site da esquerda brasileira: mais um pouco e a Globo vira Record.

Em entrevista a Mauricio Stycer, crítico de TV do UOL, o diretor-geral da Globo, Octavio Florisbal, assume, com aquele jeitão autossuficiente, que a emissora vai ter que correr atrás do prejuízo. E da Record, quem diria!
 
Por Marco Antonio Araujo, no Blog do Provocador.

Até que enfim o governo Lula começou para a Rede Globo. Como sempre, com décadas de atraso, a Velha Senhora percebe que o Brasil mudou. Mais um pouco e vai ter que aceitar que vivemos em uma democracia.
Observem o que diz o texto, logo no início:

“No embalo do crescimento econômico recente do país e das projeções otimistas para os próximos anos, a Rede Globo aprofundou um processo de modificações em sua programação para atender a uma nova clientela: a emergente classe C. As mudanças afetam as áreas de novelas, os programas de humor e o jornalismo. E objetivam deixar a programação mais popular. A nova classe C, na visão da emissora, quer se ver retratada nas telas.”

Eureka!

Então, quer dizer, finalmente, que a “popularização” que a Record pratica há anos, sempre sob o olhar arrogante e presunçoso dos oráculos globais, estava certa? Mais um pouco e a Globo renegará as elites deste país, a quem tão bem serviu.

Jornalismo popular a Record sempre fez, com a clara intenção de se comunicar com as classes C, D e E, que, para o executivo (vejam só), “têm uma vida própria, com características próprias. Nós precisamos atendê-los”. Incrível. Visionário, não é mesmo?

Telejornais conversados, reportagens com plano sequência, inteligíveis para todos, e com temas pertinentes à vida de qualquer cidadão comum fazem parte do noticiário da Record há anos. Por algum milagre, deixarão de ser apelidados de “sensacionalistas” e “apelativos”.

Percebam o quanto um homem pode se regenerar, nas sábias palavras de Florisbal: “Eles têm que ver a sua realidade retratada nos telejornais. Eles querem ter uma linguagem mais simples, para entender melhor.” Eles quem? A classe média “emergente”.

Mais um pouco e a Globo admitirá que existem pobres neste país! E é capaz até de colocá-los em sua programação, sempre tão elitista, repleta de milionários em seus jatinhos, nas novelas em que os ricos e canalhas sempre se dão bem.

Na Record, favela é cenário desde Vidas Opostas, novela de 2006. Repito: 2006. Pela entrevista, somos advertidos que a próxima novela de Aguinaldo Silva vai se passar na “periferia”. Uau. Que revolução.

Capaz de vermos gente humilde vestida com roupas humildes na tela da Globo. Como farão com os merchandisings? Fiquei curiosíssimo.

Florisbal, mediúnico como ele só, percebeu que houve em nosso país uma forte “mobilidade social ocorrida em função do crescimento da renda e do emprego”.

Talvez isso explique a crise por que passam o PSDB e o DEM (não, não mudei de assunto). Mais um pouco, uma década talvez, e a Globo vai perceber que o governo Lula acabou. Entrou uma mulher no lugar. É o que dizem por aí.

A Fantástica Máquina de Calcular

Já que a entrevista está sendo publicada em capítulos, volto a dar meus pitacos nessa novela, cujo nome bem poderia ser “Dissimulação”. Neste episódio, o diretor-geral da Globo vem a público falar sobre futebol e Olimpíadas.

E aqui cabe uma obviedade: quando um homem desses vem a público, é porque ele quer mandar recados. Ele é um profissional, não veio ao mundo para gentilezas. Nas entrelinhas e, principalmente, nos grifos da matéria, a intenção parece clara: justificar o injustificável.

Em vez de assumir que fugiu de uma licitação transparente pelo Campeonato Brasileiro, com regras oficialmente criadas por um órgão federal (o Cade), preferindo a tática de aliciamento dos clubes e de terra arrasada no Clube dos 13, Florisbal fica desfiando números como uma Velha Senhora fazendo tricô.

Mas o cachecol que agasalha seus argumentos ficou meio apertado. Ao justificar a perda do direito de transmissão em TV aberta dos Jogos Olímpicos de 2012 para a Record, ele diz:

“Nós tínhamos uma visão de que os Jogos Olímpicos de 2012 deviam valer, para o Brasil, entre US$ 25 milhões e US$ 30 milhões... E foi essa oferta que fizemos, dentro da realidade de mercado... Se passar daqui, vai dar prejuízo. A oferta vencedora foi o dobro disso.”

Ah, é? Mas o que li é que foram cerca de U$ 25 milhões o que a SporTV — canal a cabo das Organizações Globo — pagou pelo direito de transmissão. Repito: a cabo, em que os valores são bem menores. Por que a mesma Globo que Florisbal comanda aceitou pagar um valor tão alto no cabo? Caridade? Erro de estratégia? Desespero?

Mal informado o Florisbal não é. Vai ver esqueceu esse detalhe ou fecharam o negócio sem avisá-lo.
 
E quanto ao valor oferecido pela Globo para as Olimpíadas de 2016? O chefão da emissora não deve ler jornais. Se lesse, saberia o que é de domínio público: a Globo ofereceu R$ 160 milhões pelas Olimpíadas de 2016, sem exigir exclusividade. E detalhes: antes mesmo de saber que o Rio seria a cidade-sede.
 
Duvido que alguém em um cargo tão importante desconheça essas informações. Vai ver, mentiu mesmo. Ou se emaranhou na lã de seu casaquinho de tricô.

sábado, 10 de julho de 2010

TE ESPERO NA MINHA POSSE

Intrigante: ela não vai chamar o Serra para almoçar!
Folha.com: “Se recebi Fidel, por que não o PT?”, indaga Lily Marinho sobre Dilma

Me marcou fortemente a frase dita por um dos maiores e mais combativos blogueiros do País.
Ele afirmara certa vez que falta à bloguesfera independente a capacidade de bem informar.
É a título de informação, visto que apenas a Folha e o blog do Azenha o fizeram, que republico esta postagem.
Dilma Rousseff é recebida em almoço pela viúva do Roberto Marinho, D. Lily Marinho.
Ela é a dona da Globo.
Dilma, a futura presidenta do Brasil.
O amigo que me segue analise e tire as suas conclusões a respeito desse almoço e os interesses que o cercam.
Que bateu um ciúme de parte do Serra, isso bateu.
E que também criou crotroversas e gerou expliclações mil, isso é um fato inegável.
Te espero na minha posse.
Foi como Dilma se despediu de Lily Marinho.
Sou velha para votar, mas se votasse, acho que seria na Dilma, disse.
Um fato, contudo, me intrigou: se a mulher é a matrona dos Marinhos e dona do império, por que o JN - a vitrine do jornalismo da Globo - ignorou a realização de um evento organizado pela própria?
E se ao invez de Dilma o convidado tivesse sido o Serra?

Dilma Rousseff (PT) chegou antes de boa parte das convidadas ao almoço oferecido para ela ontem, no Rio, por Lily Marinho, viúva de Roberto Marinho, das Organizações Globo. Eram 13h quando a petista foi recebida pela anfitriã na porta da célebre mansão cor-de-rosa do Cosme Velho, aos pés do Cristo Redentor, onde o casal recebeu por décadas governantes do mundo todo para jantares memoráveis.

“Se o Roberto recebeu Fidel Castro aqui, por que eu não posso receber o PT?”, disse Lily à Folha, num cenário emoldurado por flamingos rosas que nadam nos lagos da mansão — as aves foram presente do cubano, que esteve no Rio em 1992.

Um músico dedilhava ao piano e garçons de luvas brancas serviam champanhe Dom Perignon. “Ô, Jandira, toma um golinho pra mim porque senão vou ficar gorda igual a um boi”, disse Dilma à ex-deputada Jandira Feghali (PC do B), passando discretamente a ela a “flûte”.

Dilma se sentou perto de Lily, em cadeira de rodas por causa de uma queda. “Que tipo de música você gosta?”, perguntou a anfitriã. “Clássica. Gosto de Bach”, respondeu a candidata. “Ela toca piano e fala francês”, revelou uma amiga de ambas a Lily. “Eu tinha curiosidade de conhecê-la”, explicava Lily.

Não, repetia, ela não vai oferecer almoço a José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV), adversários de Dilma na campanha presidencial. “Eu não sou política. Se ficarem com ciúmes, o que posso fazer? Nada.”

Aos poucos, o quorum aumentou. “A Lily estava um pouco ansiosa porque muitas têm até medo de chegar perto do PT e da Dilma. Mas todo mundo está chegando, graças a Deus”, dizia uma amiga da anfitriã.

Na hora do almoço, Dilma e Lily dividiram a mesa com a economista Maria da Conceição Tavares, a escritora Nélida Piñon, a produtora Lucy Barreto e a colunista Hildegard Angel, entre outras.

A conversa girou em torno de amenidades. “Todos os candidatos homens já fizeram plástica. To-dos”, dizia Dilma. E as pesquisas eleitorais?

“Deixa eu ficar no empate [com Serra] que tá bom”, respondeu a petista. No cardápio, tartare de salmão com maçã e funcho e filé de cherne com banana caramelada, passas e urucum do chef Claude Troisgros.

Antes da sobremesa, Lily leu um rápido discurso. Disse que ofereceu o almoço para homenagear “a senhora D, a senhora democracia”. E que seria um privilégio ouvir “a outra senhora D, Dilma Rousseff, que se propõe a ser a primeira mulher presidente do Brasil”.

Dilma fez um discurso sob medida. Falou de educação, família e cultura — e das “lutas de milhares de brasileiras anônimas”. “Eu acho que chegou a nossa hora!” Cantarolou com Alcione ao microfone — e se despediu de Lily: “Te espero na minha posse”.

A candidata se foi e as amigas formaram roda para comentar. “Ela está segura, senhora de si”, dizia Andrea Agnelli, mulher do presidente da Vale, Roger Agnelli. “Achei importante ela falar de educação”, disse Beth Floris, dona da editora Ediouro. Dona Lily gostou. “Vou fazer 90 anos. Sou velha para votar. Mas acho que, se votasse, seria na Dilma.”

sábado, 26 de junho de 2010

O CALA A BOCA FEZ A GLOBO CRIAR O BONECO DO GALVÃO. FALTOU O DO TADEU E O DO ESCOBAR


A Fátima Bernardes e equipe da Globo. É fantástico!
A internáutica campanha “CALA A BOCA GALVÃO” mexeu com as estruturas da Globo.
E obrigou a até então privilegiada EMISSORA OFICIAL a imprimir ajustes e mudanças na sua cobertura – antes exclusiva – da Copa do Mundo.
A Globo já fora para a África do Sul com o saudosista gostinho da era pré-Dunga, quando a Fátima Bernardes era “eleita” a musa da Seleção Brasileira num processo seletivo organizado não se sabe por quem e onde ela a única “candidata”.
Naqueles tempos idos a mulher do William Bonner tinha um prestígio tão grande quanto injustificado junto a CBF.
Ao ponto de mostrar os jogadores na sua intimidade.
No avião durante os vôos.
Nos refeitórios.
E até na intimidade de seus dormitórios.
Algo que ficou memorialmente para trás.
E que só existe agora no CEDOC da Globo.
Enquadrada pelo técnico brasileiro, com altos índices de rejeição no Brasil e sem alternativa, restou à Globo apelar.
Primeiro com o editorial do Tadeu Schmidt no Fantástico após a vitória brasileira sobre a Costa do Marfim e depois com a carranca de seus demais repórteres.
Isso somente piorou a situação e deu origem a uma nova campanha no twitter, o CALA A BOCA TADEU SCHIMIDT.
A Globo se viu apeada de um poder que por direito não lhe pertencia e que, ainda assim, jamais imaginava perdê-lo.
Para piorar, a voz da ex-musa quase desapareceu sob as gélidas noites africanas.
Ela “entrava” no Jornal Nacional, com aquela expressão sorumbática e ar desmotivado acompanhada do próprio Tadeu.
Mandado calar a bocha por milhões de twitteiros a Globo teve que tirá-lo às pressas do JN deixando sozinha a Fátima que rápida e coincidentemente reencontrou a voz perdida.
Para compensar o desgaste sofrido, a emissora dos marinhos apelou para “botar” algumas pessoas como se fossem torcedores brasileiros por trás da murcha Fátima Bernardes no Jornal Nacional.
São figurantes aos quais é vedada maiores manifestação de entusiasmo.
Pois é.
O pessoal da Globo não ultrapassa os umbrais da porta de entrada que dá acesso ao hotel da nossa delegação.
A Globo não engole o fato de não mais filmar os aposentos e fazer entrevistas com os jogadores as duas horas da manhã.
A Fátima Bernardes daria um sorvete para quem dissesse a cor das poltronas daquele ônibus que transporta os jogadores brasileiros na África do Sul.
Entretanto, nada feito pela Globo na sua tentativa de reaproximação do público foi pior do que aqueles três bonecos tipo os de Olinda representando Nelson Mandela, Pelé e o Galvão Bueno.
Eles surgiram no intervalo e após o jogo desta sexta, quando o Brasil empatou com os portugueses.
Aquilo foi de um inominável mau gosto.
Dificilmente a Globo repetirá a dose.
Quem é o Galvão Bueno para merecer uma homenagem dos pernambucanos em plena Copa do Mundo?
Se o povo do Recife tivesse tanto carinho pelo Galvão o óbvio seria que o manifestasse ao longo dos quase quarenta dias de carnaval quando milhares de bonecos vão às ruas.
É muita cara de pau!
Uma vez que não dá para disfarçar o fato de que a Globo, ela mesma mandou confeccionar os bonecos, seria menos hipócrita e dissimulada se, ao invés de Mandela e Pelé, tivesse feito o do Tadeu e do Alex Escobar, este escorraçado pelo Dunga e aquele mandado se calar pelo Brasil, via twitter.
Acho que essa era a real intenção da Globo.
Pegou mal.
Muito mal.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

DEPOIS DO GALVÃO, O TADEU. A GLOBO SOFRENDO NA ÁFRICA DO SUL

Jabulani murcha




Portal Vermelho: TV Globo agora sofre no Twitter com o "Cala boca, Tadeu Schmidt"
O tiro da TV Globo contra o técnico da seleção brasileira, Dunga, saiu pela culatra. Sites como o Twitter revelaram a desaprovação dos internautas ao editorial anti-Dunga lido neste domingo (20), no Fantástico, pelo jornalista Tadeu Schmidt.

Tudo ocorreu após a vitória do Brasil contra a Costa do Marfim, por 3 a 1, que classificou a seleção para segunda fase da Copa do Mundo. Na coletiva de imprensa, Dunga ironizou e falou palavrões para o jornalista Alex Escobar, da Globo — e a emissora, antes privilegiada pela seleção, saiu furiosa contra Dunga.

"O técnico Dunga, no comando da seleção há quase quatro anos, não apresenta nas entrevistas comportamento compatível com a imagem de alguém tão vitorioso no esporte. Com frequência, usa frases grosseiras e irônicas. Hoje, depois de uma vitória incontestável, mais uma vez foi assim", disse um entediante Schmidt. O discurso foi repetido por apresentadores da Globo News e da SporTV.

Foi o estopim para uma nova onda de protestos e brincadeiras no Twitter. Dentre os assuntos mais comentados do mundo no serviço de microblogs nesta segunda (21), a frase "Cala boca, Tadeu Schmidt" era líder absoluta. Superou até a antecessora "Cala Boca, Galvão", que liderou por dias seguidos os Trending Topics.

Novamente, a frase confundiu usuários internacionais. “Now, who is cala boca tadeu schmidt? Is a new project to save animals?” ("Agora, quem é cala boca tadeu schmidt? É um novo projeto para salvar animais?"), indagou um usuário norte-americano, em alusão à brincadeira propagada sobre o "Cala boca Galvão".

“Xingou o técnico, é jornalismo; xingou os jornalistas, é crime contra a liberdade de imprensa. Cala boca Tadeu Schmidt”, disse um usuário brasileiro, bastante retuitado. “Por ter levado mais de 300 000 000 ‘Cala Boca Tadeu Schmidt’ você tem o direito de pedir uma música, @tadeuschmidt?”, perguntou uma outra usuária.

“Dunga não faz média com ninguém. A Globo é que não tá acostumada a ser tratada como as outras emissoras. Bem feito! Cala boca Tadeu Schmidt”, sentenciou outro. Houve usuários que aproveitavam para fazer protestos de natureza política. "Meu povo do Cala boca Tadeu Schmidt! Senado aprovou aumento de 18% durante a Copa", disse um tuiteiro.

Parecia que o locutor Galvão Bueno e seu “Cala Boca Galvão” não seriam mais desbancados. Mas Tadeu Schmidt, em tom igualmente arrogante, chegou para tomar seu lugar na primeira posição dos Trending Topics mundial do Twitter.

Da Redação, com agências

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

QUEM HOJE DEFENDE OS TORTURADORES É PORQUE ONTEM APOIOU OS DITADORES

Ninguém tem dúvida de que a mídia brasileira está, nesse episódio por ela inflado para desgastar o Presidente Lula e atingir a ministra Dilma, chamado PNDH 3, do lado – mais uma vez – dos torturadores militares.
Parece até que a gente não está vendo o que é tão real aos nossos olhos!
A grande imprensa, escandalosamente, tomou partido e se abaixou, se rebaixou até os coturnos dos que aterrorizaram o País e escreveram com tintas negras a mais triste página da nossa História.
Os editorias, os apresentadores com seus semblantes cavernosos da mídia fazendo acusações ao governo de que este transgride as regras constitucionais vigentes, a ponto de envolver entidades como Igreja, OAB e tudo quanto mais for possível no afã de que manifestem sua contrariedade ao Decreto presidencial, chega a embasbacar.
É algo inacreditável. Surreal.
Quanta violência se comete contra a memória dos que deram a vida pela liberdade e pela democracia desse País.
Quanta ofensa e desrespeito aos seus familiares.
É inconcebível se imaginar os maiores veículos de comunicação como Globo, Band, Folha e Estadão, escancararem sua predilação por criminosos que assassinaram a democracia brasileira juntamente com os brasileiros por eles também assassinados, tudo para não permitir a continuidade de um governo que observa os princípios democráticos.
Se Lula fosse FHC ele teria mudado as regras do jogo sussessório e seria reeleito pela terceira vez presidente com extrema facilidade - facilidade só não superior a que o PIG tem para criar factóides que depois se esvaem com o soprar dos ventos.
É tudo a mesma troça. Gente que se revela sem o menor caráter e dona de um cinismo viceral, tipo um Boris Casoy, uma Mirian Leitão e um Willian Wack.
Some-se a um José Serra e um Fernando Henrique Cardoso da vida. O primeiro é escondido pelo PIG para não opinar sobre a crise que o próprio PIG idealizou à falta do que dizer por nada ter para contestar a respeito do Governo. O segundo, defende abertamente o não julgamento dos torturadores.
E ainda acusa o presidente Lula de implantar o terror e gerar “instabilidade” entre os militares.
É no mínimo intragável a gente ouvir as obcenidades do Boris ao dizer que até o nome de cidades como São Paulo, São Luís – e tudo quanto for nome de santo – vai ser mudado no Brasil.
Quer dizer, o cara fala uma estupidez dessas e a Band não faz nada!? Então, faça você: desligue-se da Band. E do PIG.
O que essa gente quer mesmo é criar o conflito, gerar ódios e desavenças. Implantar o terror.
Aliás, ela é chegada a um terrorista e a uma torutra.
Defendem golpes de estado e golpistas com tal eloquência tanto aqui quanto em Honduras.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

M... NÃO É PALAVRÃO. PALAVRÃO É MORTE. PALAVRÃO É ALAGÃO

Deu no G1:

O Presidente Lula disse nesta quinta feira, em São Luís, que quer tirar o povo da merda.

E o G1 – que é o desvairado representante da falsa mídia moralista – estampou a abjeta manchete: “Lula fala palavrão em cerimônia...”

O G1 faz parte do time daqueles que acreditam que o “panetone” dos demotucanos de Brasília é feito de massa e frutas cristalizadas.

E que o que inundou as ruas da capital paulista foi água a penas.

O jornal digital da Globo faz de conta que a cratera do metrô e a viga do roubanel com suas sucções e desabamentos causando mortes e pondo vidas em risco são obras do ocaso e fenômenos tão naturais o quanto é para a Globo blindar o governador paulista pelas mortes causados pelo seu alagão.

Palavrão é negligência.

Omissão também é palavrão.

Desviar recursos e superfaturar contratos em uma obra que já se prolonga por quinze anos é mais que palavrão e configura crime.

Crime equivalente à irresponsabilidade de quem permite que sete vidas sejam tragadas pelas águas de uma chuva que se precipita sobre a 5ª maior metrópole do Planeta.

Lula dizer que quer tirar o povo da merda é um palavrão na visão míope e distorcida do G1.

Tão míope que ainda não percebeu que Lula está conseguindo conquistar cada um de seus objetivos.

O G1 deixa transparecer que não sabe que o povo sabe disso porque grande parte dele não vive mais no mundo do qual o Presidente quer tirar a outra parte.

Só que quando o G1 despertar para a realidade, vai descobrir que o Brasil acabou de traçar uma curva acentuada da sua História e que Dilma Rousseff é que dará seguimento aos propósitos de seu sussessor.

O G1 é quem ficará onde hoje o povo ainda se encontra.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

O IBOPE É UMA EXCRESCÊNCIA

Impossível é um termo muito forte para definir qualquer grau de dificuldade. Todavia, não há outra definição que exprima o meu sentimento de contrariedade e exacerbada repulsa ao me deparar com matéria no G1 dando conta da nova pesquisa CNI/IBOPE.
Tal pesquisa, de maneira afrontosa, mentirosa e com evidentes características de manipulação aponta o Zé Serrágio em disparado crescimento nas intenções de voto. E o pior: com baixo índice de rejeição sem nada que justifique tecnicmente a situação.
(Deve ter sido pela sua possível ligação com o Mensalão dos Demos de Brasília e porque o Azeredo virou réu e se transformou, de fato e de direito, no Pai dos mensaleiros do País ou porque a viga do Robanel só destruiu cinco veículos e a enchente – sua nova aliada para destruir o Estado – matou apenas cinco pessoas em SP.)
E ainda tem o cinismo de dizer que nesse quesito (rejeição) a Ministra Dilma Rousseff ocupa o primeiro lugar.
Se fosse verdade o que o IBOPE diz – já que a encomenda dessa pseuda pesquisa pela CNI não passa de um embuste e tem a mão da própria Globo e do Zé Pedágio – 41% dos entrevistados não votariam de jeito nenhum na Ministra-Chefe da Casa Civil.
É necessário um grau elevadíssimo de descaratez para afirmar que um sujeito como Serra sobe numa pesquisa nacional e que sua rejeição só faz cair.
Qualquer débio mental sabe que a verdade está na inversão dos dados. Logo, o IBOBE/Globo/CNI/Direitona mente e manipula os números e a população.
Esse verborrágico senhor que aparece em primeiro lugar nas pesquisas do IBOPE é o mesmo que acabou com a Educação e trucidou as Polícias em São Paulo, que enche os cofres da Abril comprando-lhe tudo sem licitação e há quinze anos constroi o Robanel, a maior obra em andamento no País em matéria de desvio de recursos públicos e que vai acabar com o próprio Estado a depender do rigor das chuvas que bastam cair com ímpeto um pouco maior para dá origem a uma enchente com aspecto e efeito de tragédia.
Se vivêssemos em um país sério onde Parlamento e Judiciário fossem comprometidos com os valores éticos e morais e se fizessem respeitar, algo já teria sido feito para enquandrar essa vil organização de pesquisa.
O que ela faz com os números não tem uma definição que a qualifique.
Pode-se imaginar o que esse daninho instituto não fará até a eleição presidencial e se chegará o dia em que dará a Ministra Dilma como primeira colocada nas intenções de voto.

Tenho o pressentimento de que isso jamais ocorrerá.
Dilma Rousseff será eleita presidente ainda em primeiro turno sem que o IBOPE e a Globo a reconheçam como tal.
Até a boca de urna deles apontarão a vitória de Zé Pedágio...
Issso se ao menos ele for candidato.
O IBOPE é igual ao PIG. Não merece ser levado a sério.
O IBOPE é uma excrescência.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

ENQUANTO O PIG ATACA, A RECORD SE APEQUENA

A Rede Record é a pedra no sapato da Globo, há muito tempo.
A Globo que nunca se imaginava com uma concorrente a sua altura, não tolera o crescimento da Record que a incomoda não pela origem do capital que a financia, mas pela programação que exibe e pela audiência que conquista.
Tirando a audiência da Globo. E com a audiência, a verba publicitária.
Isso explica os ataques da Globo contra a Rede Record.
Enquanto a Record não incomodava ninguém, a Globo não se incomodava com a Record.

A Globo, você sabe, é a matrona do Pig. E o PIG é um Partido do qual fazem parte ainda a Folha, o Estadão e a Veja. Um grupo que se uniu por conveniências e interesses políticos cujo objetivo precípuo é o golpe contra o Governo do Presidente Lula, o que a essa altura significa eleger o governador paulista, José Serra e não permitir a vitória da Ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff na eleição presidencial de 2010.
Os ataques da Globo dirigidos à Rede Record, portanto, já não são somente da Globo, mas do PIG como um todo.
O lavajato onde mando lavar o meu carro usa jornais e revistas para forrar os carpetes, de acordo com o gosto do cliente.

Nesta terça feira, meu lavador me ofereceu uma revista antiga como leitura e passa-tempo enquanto lavava o meu veículo.
Era uma Veja de 2006.
Eu não tenho tempo para ler aquela revista nem nada que vem da Abril. Todavia, como caia uma chuva torrencial e eu não tinha para aonde ir, detive-me por alguns instantes a folhear aquelas páginas enegrecidas e maculadas por um jornalismo torpe e tendencioso.
E observei que a Veja já batia na Record e a ironizava ao dizer que a emissora do Bispo Macedo luta desesperadamente para ser a mini-Globo.
A Veja acusa a Igreja Universal do Reino de Deus de financiar a Record e que a Record quer imitar a Globo até na grade da sua programação.
Imitar a Globo é ter uma programação de qualidade e ter uma audiência que muitas vezes tem superado a da Globo.
É isso que incomoda a Globo e o PIG.

Em meio ao festival de ataques e denúncias feitos pela Globo e endossados ultimamente pela Folha, observa-se uma Rede Record que se deixa acuar e que se apequena em suas respostas defensivas.
É perceptível a falta de ousadia da Record.
Se a Globo exibe matéria requentada contra a Record, esta, não faz diferente ao se defender atacando. A Record apresenta sempre os mesmos fatos onde os personagens envolvidos não mudam nunca.
A Globo não tem nada de novo contra a Rede Record. Isso é fato.
Fato também é que a Rede Record deixa transparecer que se dá por satisfeita por ser a 2ª emissora de tv do País, e assim se autodenomina.
É verdade que a Record está no caminho certo. Ela só faz subir em audiência e a cada dia se consagra em credibilidade e popularidade, enquanto a Globo faz o percurso inverso.

Parece o Serra – ele despenca diariamente nas pesquisas.
É isso.
A Glogo é como o FHC: a inveja (e o ódio) o consome por dentro.
Se a Record não mudar o foco e deixar claro que não tem medo da Globo, mais cedo do que muitos imaginam, será a principal televisão brasileira.
Ela não pode se apequenar e tem que ser agressiva diante do resto do PIG.