sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

PARABÉNS, PROFESSOR E AMIGO EDILSON AQUINO



A natureza tem a capacidade de desabrochar a cada nova estação.
Ao homem é concedido o milagre de recomeçar a cada ano uma nova etapa da vida.
Nos dois casos, natureza e homem não são nada além de seres privilegiados e objetos resultantes da infinita sabedoria de um Deus que os criou.
Hoje e agora, vivemos um sublime momento de renovação interior do Edilson a quem desejamos um ano cheio de boas amizades, muito amor e de não poucas alegrias.
O perfil de quem teve a graça de vir ao mundo nesta data, ainda que abstratamente, revela um ser iluminado pelas luzes do céu e em sintonia com a Mãe e sempre bela natureza.
Alguém devotado aos ideais da juventude, um utópico que acredita na paz e na justiça.

O Edilson encarna com majestosa fidelidade este homem.

Os sonhos e a poesia.
A esperança e visão íntima das possibilidades de futuro.
Criatividade e inspiração.
Intuição para resolver os problemas comuns da vida.
Entusiasmo e bom humor. Adaptação às necessidades: suporta-se alegremente qualquer dificuldade.
Confiança, inocência, ingenuidade, encanto, sensibilidade, ternura.
União entre a mente e o coração.

Eis que temos aí o perfil e a descrição sucinta do educador, escritor, autor e do admirável amigo e ser humano, Edilson.

Muito já foi dito que, mais do que somar idade, fazer aniversário é ter a chance de fazer novos amigos, ajudar mais pessoas, aprender e ensinar novas lições, vivenciar outras dores e suportar velhos problemas.
Talvez seja provável que tais afirmativas não se façam necessárias por tentarem dizer o que já foi dito outras vezes e se tornem palavras vãs.

Mas a verdade não foi feita para ficar escondida.

Por isso, cabe repetir que aniversariar é sorrir novos motivos e chorar outros.
Porque, amar o próximo é dar mais amparo, rezar mais preces e agradecer mais vezes.

Quem faz aniversário recebe como presente a oportunidade de amadurecer um pouco mais e olhar a vida como uma dádiva de Deus.

Fazer aniversário é ser grato, reconhecido, forte, destemido.

É ser rima, é ser verso, é ver Deus no universo no rosto de cada amigo ou pessoa.

Se “amigo é aquele que toca sua ferida, vibra com as suas vitórias, ou faz piadas para amenizar o problema” - esse amigo é o Edilson.

Parabéns, e Feliz Aniversário!

FREI BETO - PORTA-VOZ DOS BRASILEIROS

Nele, o sorriso do brasileiro


Obrigado, Lula

Republico postagem do Jornal do Brasil de autoria do Frei Beto. O teólogo presta um dos mais comoventes gesto de agradecimento e reconhecimento ao Presidente Lula pelo ineditismo que configurou seu governo ao longo desses frutíferos oito anos de mandato.

Lula conclui o mandato mais exitoso de um presidente brasileiro

Nunca antes na história deste país um metalúrgico havia ocupado a presidência da República. Quantos temores e terrores a cada vez que você se apresentava como candidato! Diziam que o PT, a ferro e fogo, implantaria o socialismo no Brasil.

Quanta esperança refletida na euforia que contaminou a Esplanada dos Ministérios no dia de sua posse! Decorridos oito anos, eis que a aprovação de seu governo alcança o admirável índice de 84% que o consideram ótimo e bom. Apenas 3% o reprovam.

O Brasil mudou para melhor. Cerca de 20 milhões de pessoas, graças ao Bolsa Família e outros programas sociais, saíram da miséria, e 30 milhões ingressaram na classe média. Ainda temos outros 30 milhões sobrevivendo sob o espectro da fome e quem sabe o Fome Zero, com seu caráter emancipatório, a tivesse erradicado se o seu governo não o trocasse pelo Bolsa Família, de caráter compensatório, e que até hoje não encontrou a porta de saída para as famílias beneficiárias.

Você resgatou o papel do Estado como indutor do desenvolvimento e, através dos programas sociais e da Previdência, promoveu a distribuição de renda que aqueceu o mercado interno de consumo. O BNDES tornou as grandes empresas brasileiras competitivas no mercado internacional. Tomara que no governo Dilma seja possível destinar recursos também a empreedimentos de pequeno e médio porte e favorecer nossas pesquisas em ciência e tecnologia.

Enquanto os países metropolitanos, afetados pela crise financeira, enxugam a liquidez do mercado e travam o aumento de salários, você ampliou o acesso ao crédito (R$ 1 trilhão disponíveis), aumentou o salário mínimo acima da inflação, manteve sob controle os preços da cesta básica e desonerou eletrodomésticos e carros. Hoje, 72% dos domicílios brasileiros possuem geladeira, televisor, fogão, máquina de lavar, embora 52% ainda careçam de saneamento básico.

Seu governo multiplicou o emprego formal, sobretudo no Nordeste, cuja perfil social sofre substancial mudança para melhor. Hoje, numa população de 190 milhões, 105 milhões são trabalhadores, dos quais 59,6% possuem carteira assinada. É verdade que, a muitos, falta melhor qualificação profissional. Contudo, avançou-se: 43,1% completaram o ensino médio e 11,1% o ensino superior.

Na política externa o Brasil afirmou-se como soberano e independente, livrando-se da órbita usamericana, rechaçando a ALCA proposta pela Casa Branca, apoiando a UNASUL e empenhando-se na unidade latino-americana e caribenha. Graças à sua vontade política, nosso país mira com simpatia a ascensão de novos governantes democráticos-populares na América Latina; condena o bloqueio dos EUA a Cuba e defende a autodeterminação deste país; investe em países da África; estreita relações com o mundo árabe; e denuncia a hipocrisia de se querer impedir o acesso do Irã ao urânio enriquecido, enquanto países vizinhos a ele, como Israel, dispõem de artefatos nucleares.

Seu governo, Lula, incutiu autoestima no povo brasileiro e, hoje, é admirado em todo o mundo. Poderia ter sido melhor se houvesse realizado reformas estruturais, como a agrária, a política e a tributária; determinado a abertura dos arquivos da ditadura em poder das Forças Armadas; duplicado o investimento em educação, saúde e cultura.

Nunca antes na história deste país um governo respaldou sua Polícia Federal para levar à cadeia dois governadores; prender políticos e empresários corruptos; combater com rigor o narcotráfico. Pena que o Plano Nacional dos Direitos Humanos 3 – quase um plágio dos 1 e 2 do governo FHC –tenha sido escanteado por preconceitos e covardia de ministros que o aprovaram previamente e não tiveram a honradez de defendê-lo quando escutaram protestos de vozes conservadoras.

Espero que o governo Dilma complemente o que faltou ao seu: a federalização dos crimes contra os direitos humanos; uma agenda mais agressiva em defesa da preservação ambiental, em especial da Amazônia; a melhoria do nosso sistema de saúde, tão deficiente que obriga 40 milhões de brasileiros a dependerem de planos de empresas privadas; a reforma das redes de ensino público municipais e estaduais.

Seu governo ousou criar, no ensino superior, o sistema de cotas; o ProUni e o ENEM; a ampliação do número de escolas técnicas; maior atenção às universidades federais. Mas é preciso que o governo Dilma cumpra o preceito constitucional de investir 8% do PIB em educação.

Obrigado, Lula, por jamais criminalizar movimentos sociais; preservar áreas indígenas como Raposa Serra do Sol; trazer Luz para Todos. Sim, sei que você não fez mais do que a obrigação. Para isso foi eleito. Mas considerando os demais governantes de nossa história republicana, tão reféns da elite e com nojo do “cheiro de povo”, como um deles confessou, há que reconhecer os avanços e méritos de sua administração.

Deus permita que, o quanto antes, você consiga desencarnar-se da presidência e voltar a ser um cidadão militante em prol do Brasil e de um mundo melhor.




quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

A EDUCAÇÃO COMO UM DIREITO SOCIAL

Educar para não excluir


O Estado existe em função do homem, e não o homem em função do Estado.
O homem não pode ser transformado em mero objeto do Estado.
Compete ao Estado prover o homem nas suas condições básicas para uma existência digna.

O direito à educação enquanto princípio constitucional equivale a um direito social que veicula a dignidade da pessoa humana a sua qualidade de vida em vários aspectos e dimensões.
Com certeza, quando se fala em dignidade da pessoa humana parece difícil compreender a complexidade que tal expressão abarca.
Não menos fácil, também, seja relacionar dignidade humana com educação.

Falar de direitos e dignidade da pessoa enquanto ser humano, passou a ser algo quase que superficialmente desconexo, uma linguagem conceitual recheada de lugar-comum e poucas vezes associadas à educação.

A educação como um direito social, por ser um conceito bastante amplo e genérico não pode ser esgotado nem definido no contexto da dignidade humana.
O que se faz necessário é que encontremos elementos no âmbito constitucional em que se vislumbrem o homem como ser humano: uma pessoa dotada de personalidade, com direitos e deveres, membro da sociedade em que vive e merecedora de uma existência humana, na melhor acepção do termo e do sentido.

Existência humana implica em condições mínimas para uma vida digna.
Implica em possuir, cada pessoa, as condições mínimas de sustento físico próprio e possa participar da vida social de seu Estado.

As condições sem as quais o homem não pode viver dignamente, estão expressas no art. 6º da Constituição Federal de 1988, que trata dos direitos sociais à educação, saúde, trabalho e lazer, entre outros.

A Carta Magna de 1988, nos termos do art. 1º, inciso III, consagrou o princípio da dignidade da pessoa humana, colocando-o como um dos fundamentos da República Federativa do Brasil constituída em Estado Democrático de Direito.

A educação faz parte deste elenco de direitos e garantias que se somam ao que dispõem no art. 5º que trata dos direitos individuais da pessoa e direitos sociais previstos no art. 6º da mesma Carta.
A educação como direito social é consagrada de maneira inequívoca e cristalina no art. 6º da CF/98 e visa possibilitar ao homem os meios necessários para que se desenvolva social, intelectual, cultural e economicamente.

É repetitivo dizer que ao Estado cabe proteger indistintamente a todos, mas em especial aos mais carentes e desprotegidos.
Neste sentido, a educação - sobretudo no que se refere ao ensino publico fundamental gratuito nos estabelecimentos oficiais de ensino – se reveste de substancial importância como uma das condições de que a pessoa necessita para viver em sociedade, para ter uma vida digna.

A educação como direito social é, acima de tudo, condição essencial para uma existência digna.
Contudo, não convém ao cidadão anular-se enquanto agente em evolução contínua no seu papel multiplicador do conhecimento e transformador de sua realidade.
Atribuir responsabilidade única e exclusiva ao Estado pela qualidade da educação implica em omitir-se ante sua complexa gama de problemas e dificuldades que identificamos país a fora.

Ainda que o Estado exista para servir ao homem e não o contrário, já não é condizente que este fique passivamente a requerer soluções mágicas e utópicas, vislumbrado uma vida digna apenas por apego a princípios constitucionais.

É hora de fazermos todos – e cada um pela educação – a nossa parte.

Fonte: PERES, Pedro Pereira Dos Santos. O direito à educação e o princípio constitucional da dignidade da pessoa humana. Jus Navigandi, Teresina, ano 9, n. 417, 28 ago. 2004.

O SILÊNCIO DO GOLPE OU O GOLPE DO SILÊNCIO

Eles persistem...



Do Conversa Afiada, via Blog da Cidadania, o texto abaixo constitui a ferramenta que desserra o pano que encobria a canalhice da mídia nacional.
Da mesma imprensa que se arvora em cobrar liberdade de expressão como se a esta houvesse ameaças.
Quando, efetivamente, não havia liberdade de imprensa, esta mídia não só foi omissa em cobrar o restabelcimento da ordem constitucional, mas se colocou ao lado dos golpistas e se transformou em agente de repressão à medida que a este servia e se deixava servir.

Kotscho afirma: O PiG (*) existe

Kotscho: o PiG não falava em liberdade de imprensa durante a ditadura

Extraído do Blog da Cidadania, de Eduardo Guimarães:
Kotscho diz a Jô Soares que imprensa foi golpista

Não pode passar batida a entrevista que o ex-assessor de imprensa e amigo do presidente Lula, o jornalista Ricardo Kotscho, concedeu ao programa do apresentador Jô Soares, na tevê Globo, na madrugada desta quarta-feira (08/12).

Que eu saiba, foi a primeira vez que alguém conseguiu dizer, na sede da imprensa conservadora de direita, que ela, que acusa o atual governo de censura, foi a única, entre os dois lados, que defendeu um estado de exceção que se baseava justamente em… Censura!

No segundo bloco do programa, diante de questionamento feito pelo apresentador sobre supostas intenções deste governo de impor censura a uma mídia que se notabilizou por tentar ser mais oposicionista do que a própria oposição, Kotscho não perdoou.

Abaixo, reproduzo o diálogo entre Ricardo Kotscho e Jô Soares no programa da Globo supramencionado.

Jô Soares – O governo, parece que o governo está estudando a criação de um órgão pra controle, pra controle de conteúdo de rádio e televisão. O que você sabe dessa proposta, o que é que há de concreto e o que você acha disso?

Ricardo Kotscho – Olha, de concreto não há nada – até é bom levantar isso. Participei de um congresso, semana passada, na TV Cultura, sobre liberdade de imprensa, e estava esse negócio – o medo, o pânico, a censura, a volta da censura… Mas, quem fala isso, não viveu aquele tempo – eu vivi e eu sei como é que é…

Jô – Não, eu também e eu sei, inclusive, que é inconstitucional…

Kotscho – É impossível, hoje nós vivemos em uma democracia…

Jô – Então por que é que há essa onda, que tem até nome?

Kotscho – Então eu vou te falar: controle social da mídia, são documentos que circulam em sindicatos… Da categoria de comunicação, em congressos, simpósios, seminários… Tem gente que quer isso mesmo. Mas é uma minoria que nunca consegue…

Jô – Sempre tem gente…

Kotscho – Sempre tem, sempre tem… Desde sempre, desde o começo, quando eu trabalhava lá com ele [Lula] como secretário de imprensa. Nunca houve nenhuma medida de controle da imprensa.

Aí vão dizer assim: “Ah, mas o Estadão…”; o Estadão é uma questão do Judiciário. Todos os problemas que existirem de controle da informação são da Justiça, não tem nada a ver com o governo federal. Nem do atual governo Lula. E conheço muito bem a presidente eleita, Dilma, e não vai ter.

O Franklin Martins, nesse seminário da TV Cultura, disse, com todas as letras: “Controle social da informação é bobagem por um motivo muito simples: é inviável”. Sabe, não dá pra fazer. Quem vai controlar? Como vai controlar? Quem controla, somos todos nós. O controlamos sempre…

Jô – Dá pra controlar, não precisa nem levantar, hoje…

[apresentador faz mímica simulando uso do controle remoto]

Kotscho – Não ta gostando da nossa conversa, muda lá no controle remoto, compra outro jornal amanhã… É esse o controle que existe.

Jô – Agora, tem uma coisa, por exemplo…

Kotscho – Só uma coisa, Jô, deixa eu só complementar. Quem ta falando isso, todo dia, em manchetes, esse negócio de ameaça, na campanha eleitoral se falou… Não tem.

Eu me lembro muito bem, que eu sou dessa época, o Estadão ajudou a dar o golpe de 64. Ele fez reuniões dentro do jornal, que acabaram implantando a censura no Brasil, a ditadura que ele não gostou.

A Folha de São Paulo, você vai se lembrar disso, demitiu o Cláudio Abramo, que era um grande diretor de Redação, a pedido dos militares. Aí ninguém fala em liberdade de imprensa.

A Veja…

Jô – Mas aí havia uma ditadura… Reinando.

Kotscho – Exatamente, isso que eu quero dizer. Aí havia censura, e aí ninguém falava em liberdade de imprensa…

Jô – Por isso tão rígido a…

Kotscho – A revista Veja, a editora Abril, também não falava em liberdade de imprensa, a pedido dos militares.

Jô – Foi tão rígida, na Constituição, a medida que se tomou pra que não houvesse mais…

Kotscho – Olha, eu tenho mais de cinqüenta anos de profissão. Eu tenho um nome a zelar. Eu não vou falar pra um grande público como o teu, aqui, uma coisa que eu acho que pode estar errada. Eu tenho certeza: não houve e não haverá nenhum risco (…)

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

COISAS DO PARÁ

Um círio de votos para nada


O Pará é protagonista da maior procissão religiosa do Planeta.
O Pará é o único lugar do mundo onde mais de dois milhões de pessoas rezam, cantam e choram atrás de uma berlinda.
Juntas e irmanadas em uníssona e comovente oração.

O Pará dá quase um Círio de votos a um candidato – do latim, cândido, puro – e o elege senador para só depois descobrir que sua ficha não é, como o manto da santinha, nada imaculado.
E a mesma Justiça, que numa demonstração atroz de incompetência e parcimônia permitiu e autorizou o registro de sua candidatura, caçou-a agora.
A Justiça do Pará – ela deve ter um espelho em casa – brinca de rodeio: o peão solta o touro para capturá-lo em seguida.
Uma judiação irracional, abjeta e inominável.

O Pará pode ter uma nova eleição para senador em fevereiro de 2011.

E quem teve a eleição anulada pode ser eleito novamente.
Coisas do Pará.

O Pará elege um governador que antes de sua posse sugere aos deputados que retirem suas emendas sob a inescrupulosa alegação de conter os gastos.

O Pará tem deputados que, legislando em causa própria, criam uma excrescência chamada décimo quarto salário.
Era só o que faltava!

O Pará dá aos seus deputados um salário mensal de aproximadamente treze mil reais.
Não sei bem por quê, confesso, mas isso me faz lembrar as práticas nada incomuns dos nobres congressistas do Planalto Central.
Os senhores de Brasília, mais do que o décimo quarto, tem o até o décimo sexto salário.

Em se tratando dos deputados federais, vejam o que cada um recebe, descontado o salário limpinho de R$ 16.512,00 a cada mês:

Ajuda de Custo para a cobertura de para passagens aéreas, fretamento de aeronaves, cota postal e telefônica, combustíveis, divulgação do mandato, aluguel de escritório político, assinatura de publicações e serviços de TV e internet e contratação de segurança: R$ 35.053,00.

Auxilio Moradia: R$ 3.000,00 (O cara é eleito, recebe uma grana mensalmente e é como se fosse um candango, sem ter uma casinha pra morar. Aí, nós damos uma forcinho... não é?)

Auxilio Gabinete: R$ 60.000,00 (Para contratrar de 5 a 25 funcionários )

Despesa Médica: Ilimitada! (Tá aí o Arthur Virgílio que não me deixa mentir).

Telefone Celular: Ilimitado! (Não existe restrição de uso, então o que gastar é pago. Está explicado por que suas excelências tanto falam ao celular enquanto seus pares discursam em plenário. A conta não é com eles).

Bônus anual: mais dois salários = 33.024,00

Só com os números divulgados são R$ 114.565,00 por mês, sem contar as bonificações anuais e os "ilimitados".
Multiplique-se tudo por 12 X 513 e você não conseguirá fazer a próxima refeição!

Isso é que é bota-fora!

Um desperdício que impressiona, constrange e revolta.
Coisas de Brasília.

Que os deputados paraenses, por extasiante admiração e despudor, querem importá-las.
Coisas do Pará.

Que a Senhora da Berlinda nos abençoe.
Amém!

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

NUNCA ANTES

Nunca antes um presidente foi tão amado pelo povo


Nunca antes na história deste país um presidente fez tanto pela educação.
A incomparável, insuperável e notável obra do maior presidente do Brasil de todos os tempos está na postagem abaixo, publicada no excelente Blog Os Amigos do Presidente Lula.

Série "Nunca Antes...": recursos em Educação triplicaram.


No mês de dezembro o Blog do Planalto publica a série "Nunca antes…" com as principais realizações do governo do presidente Lula.

A série abre com a área da educação.

Nunca antes na história deste País, como bem diria o presidente...

- 750 mil jovens (metade afrodescendentes) ingressaram na Universidade pelo PROUNI;

- Entre 2003 e 2009, as matrículas em universidades de todo o País aumentaram de 3,94 milhões para 5,95 milhões;

- o número de vagas nas Universidade Federais mais que dobrou com o REUNI, passando de 109,2 mil em 2003 para 222,4 em 2010. Até 2012, a expectativa é de que as vagas anuais ultrapassem a marca de 240 mil;

- O Programa de Financiamento Estudantil (Fies) dispensou fiador, e facilitou as condições de pagamento;

- somente em 2010 mais de 60 mil brasileiros estão estudando com a ajuda do Fies;

- o Brasil ganhou 14 novas universidades federais nos últimos 8 anos (10 delas são voltadas para o interior do País);

- 126 novos campi universitários foram criados;

- hoje, as universidades federais estão presentes em 230 municípios nas 27 unidades federativas;

- 240 novas escolas técnicas federais foram criadas;

- o número de estudantes no ensino técnico passou de 140 mil em 2003 para 348 mil este ano.
























quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

O BRASIL MUDOU, O IDH AVANÇOU

Os dados divulgados nesta quarta feira pelo IBGE só não causam orgulho na mídia do contra.
Ou seja, na imprensa que perdeu a eleição para a Dilma.
Que menospreza o Lula.
Odeia nordestino.
E que por muito pouco não canoniza o Serra, aos pés de Bento XVI.

Porque o Serra é contra o aborto e a favor da vida, não é mesmo?

Os números do IBGE refletem o processo da palpável transformação que se pôs em marcha no Brasil sob o governo do mais admirável dos nordestinos, aquele vindo dos confins de Pernambuco.
Um cara metido a se preocupar com esse patrimônio indelével cujo valor não se pode atribuir, chamado vida.

A vida de gente.
A vida das pessoas.
Dos brasileiros.

Graças à políticas públicas do Governo Lula – como saneamento básico, aumento da escolaridade, campanhas de vacinação e acesso aos programas de saúde – a ONU declarou que o Brasil foi o país onde o IDH mais avançou.
E avançou bastante.

A ONU classifica o Brasil como membro do “grupo de desenvolvimento humano elevado”.
Nos últimos 30 anos a expectativa de vida do brasileiro aumentou em mais de 10 anos.
E, em um ano somente, de 2008 a 2009, a expectativa de vida no Brasil cresceu 0,31%.
O que, em tese, se mantidos tais índices, daria um aumento de 31 anos em 10 apenas.
O brasileiro que nasceu em 2009 tem uma esperança de viver em torno de 71 anos.
A esperança de vida dos brasileiros, segundo o IBGE, poderá chegar a 81,29 anos em 2050.

Quem viver, verá.

Não há como haver esperança sem que o presente sinalize os meios para se chegar ao futuro desejado.
O Brasil e a ONU vêem o Brasil de amanhã a partir do que o Brasil é hoje.
Um país que cresce economicamente e se desenvolve socialmente, que distribui renda e promove a inserção de classes dando cidadania às pessoas.

Todavia, nada disso importa para a estrábica imprensa tucana que prefere ler os números com lentes opacas.
E pôr as tabelas gráficas de ponta-cabeça.

A mídia nacional opta, diante da obviedade dos dados crescentes que denotam o crescimento do País, por ver apenas o que lhe convém.
Como a morte de jovens por causas violentas ocorrida em determinada faixa etária.

Sobretudo de jovens do sexo masculino.
Dos jovens com idade entre os 15 aos 29 anos.

As páginas midiáticas vertem sangue quando mostram que 61,29% dos óbitos de jovens na casa dos 20 aos 24 anos são motivados por causas violentas.
É a vil maneira engendrada para atribuir ao Governo sua carga de responsabilidade e um meio de obscurecer suas virtudes pelas conquistas e melhorias obtidas.

Quem lê e vê a mídia brasileira – e somente a ela se apega – é capaz de acreditar e, ainda querer que os outros acreditem, que o Brasil o Brasil não passa do país do futuro.