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segunda-feira, 28 de março de 2011

CONSELHO DE SEGURANÇA NA PAUTA DO BRASIL

Conselho de Segurança e investimentos são pauta de Dilma na China


Conselho de Segurança - a menina dos olhos de Dilma



Na sua primeira visita à China, a presidenta Dilma Rousseff vai tratar de temas políticos, sociais, econômicos e comerciais. De 11 a 15 de abril, Dilma passará por pelo menos três cidades chinesas. Nas conversas, ela cobrará o apoio para as reformas do Conselho de Segurança das Nações Unidas e do Fundo Monetário Internacional (FMI), assim como a diversificação dos investimentos no Brasil.

Dilma tem reuniões com o presidente chinês, Hu Jintao, e o primeiro-ministro, Wen jiabao, e várias autoridades. O objetivo é intensificar as relações políticas e econômicas que se consolidaram como a mais fértil parceria do Brasil. A expectativa, segundo assessores que preparam a visita, é os chineses sinalizem em favor do Brasil em vários campos no cenário internacional.

Depois da posição favorável do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, à reforma do Conselho de Segurança, Dilma pretende abordar o assunto com Hu Jintao e Oishan. Criado em 1945, o conselho é formado por cinco países que ocupam assentos permanentes e dez que assumem as cadeiras de forma rotativa - por dois anos.

Pela atual estrutura ocupam vagas permanentes no conselho Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido. São integrantes provisórios Brasil, Turquia, Bósnia Herzegovina, Gabão, Nigéria, Áustria, Japão, México, Líbano e Uganda. Há uma série de propostas para a reforma do conselho. O governo brasileiro é favorável a aumentar de 15 para 25 vagas no órgão, sendo seis permanentes.

De forma semelhante, o Brasil e a China defendem mais espaço para os emergentes no FMI. Em dezembro de 2010, a União Europeia se comprometeu a ceder nove lugares para os emergentes. No total, são 24 assentos.

Confirmando a importância da viagem, Dilma deverá estar acompanhada por seis ministros e 300 empresários brasileiros de diversos setores. A presidenta encerrará o Fórum Empresarial Brasil-China na presença de cerca de 600 pessoas. Para os empresários brasileiros, o mercado chinês é fundamental, mas eles também cobram limites para as importações oriundas da China.

Segundo os empresários brasileiros, os baixos preços dos produtos chineses impedem a competição dos produtos nacionais. Paralelamente, os empresários brasileiros reivindicam mais espaço para ingressar no mercado da China principalmente na área de manufaturados de alto valor agregado, como as aeronaves e produtos de tecnologia avançada.

Para a equipe de Dilma, há espaço ainda para negociar acordos nas áreas de investimentos em energia, mineração e agricultura, além de ciência, tecnologia e inovação, assim como parcerias na área social. Alguns textos estão em fase de elaboração como os que envolvem parcerias na cooperação de defesa, nanotecnologia, recursos hídricos, ampliação na concessão de bolsas de estudo e turismo.

Líbia e Bric

A crise na Líbia agravada pelos ataques aéreos da coalizão ocidental também será tema de reunião. Na mesma ocasião, na cidade de Sanya, na Ilha de Hainã, na China, a África do Sul será formalmente incorporado ao bloco econômico que reúne Brasil, Rússia, Índia e China – o Bric.

Dilma e os presidentes da China, Hu Jintao, da Rússia, Dmitri Medvedev, da África do Sul, Jacob Zuma, e o primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, pretendem sinalizar para a comunidade internacional quais são as metas para 2011 e as preocupações do grupo. Na lista de preocupações está a Líbia, assim como o Brasil, a China e a Índia são contrários à ação militar internacional na região.

Com um total de população que representa 40% do mundo, China, Índia, Brasil e Rússia, em conjunto, apelam para a definição de uma ordem mundial que não se concentre apenas nas regiões consideradas desenvolvidas, mas amplie esta visão.

No bloco, o Brasil ocupa a função de país exportador agropecuário com base na produção de soja e de carne bovina, além de cana-de-açúcar, combustíveis renováveis e ambientalmente sustentáveis - como o álcool e o biodiesel. A Rússia é o fornecedor de matérias-primas, como hidrocarbonetos. Mas também é o responsável pela exportação de mão de obra qualificada e de tecnologia, além de potência militar.

A Índia além de potência militar, também desempenha o papel de investidora em tecnologia e qualificação de mão de obra em serviços especializados. Pelas estimativas de especialistas, a China deve ser, em 2050, a maior economia mundial.

Fonte: Agência Brasil

sábado, 12 de junho de 2010

MAIS QUE PARCIAL O CONSELHEIRO DE SEGURANÇA DA ONU É FÚTIL E OMISSO

Bandeira da ONU hasteada na Casa Branca
Portal Vermelho: A futilidade das resoluções do Conselho de Segurança da ONU


Embora o Conselho de Segurança da ONU, que alguns acreditam ser uma das organizações mais democráticas do mundo, tenha votado a favor de uma quarta rodada de sanções contra o Irã por causa de seu programa nuclear, a opinião pública global está ciente do fato de que, das 15 nações que fazem parte dele, cinco têm um inquestionável monopólio e domínio da situação, o que realmente não representa os interesses da comunidade internacional.

Por Kourosh Ziabari, para o Global Research

O Conselho de Segurança, que desde seu estabelecimento tem tomado decisões discriminatórias contra vários países do mundo, especialmente em relação às nações não alinhadas que tentam escapar da hegemonia das superpotências, é notório por seu habitual padrão de um peso e duas medidas e está claro para todo mundo que suas resoluções são, na maioria das vezes, nada mais que fúteis, ineficazes, tendenciosas e não vinculantes.

Desde 1948, o Conselho de Segurança adotou 223 resoluções condenando as violações de Israel à lei internacional, inclusive a ocupação de território palestino, incursões unilaterais em territórios libaneses e sírios, desenvolvimento de armas nucleares, deportação de cidadãos palestinos de seus lares e construção ilegal de assentamentos na Cisjordânia. Curiosamente, o regime israelense não deu atenção a qualquer uma dessas resoluções e o CS nunca colocou em prática as suas exigências para responsabilizar Telavive pela manutenção contínua de flagrante rebeldia em relação às leis internacionais.

Por exemplo, a resolução de número 487 exigiu que Israel colocasse suas instalações nucleares sob abrangente vigilância da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). Israel nunca atendeu à demanda e o CS nunca processou Israel pela sua desobediência à resolução.

Em outro exemplo, o Conselho de Segurança adotou seis resoluções seguidas, após a invasão do Líbano por Israel, em 1982, exigindo que o país cessasse as atividades militares e retirasse suas forças do território do país vizinho, mas Israel se recusou a aceitar as resoluções, até que a de número 517 foi aprovada, na qual Telavive foi fortemente censurada por sua recusa em obedecer as resoluções do CS emitidas a partir de março de 1982.

O estado criminoso de Israel, desde seu estabelecimento, atacou todas as suas nações vizinhas em várias ocasiões, levando o CS a adotar várias resoluções, entretanto, elas nunca foram além de declarações políticas, que eram no mínimo meras reações espontâneas à brutalidade de Israel no Oriente Médio.

Em 21 de março de 1968, Israel iniciou a chamada Batalha de Karameh, ao atacar a cidade de mesmo nome na Jordânia, do outro lado do rio Jordão. O ataque matou de 40 a 84 jordanianos e de 100 a 200 palestinos. Em seguida ao ataque, o CS adotou a resolução 248, na qual a "flagrante violação à Carta das Nações Unidas" foi energicamente condenada por todos os membros do Conselho de Segurança, até mesmo pelos Estados Unidos. Entretanto, a condenação verbal foi a única reação do Conselho de Segurança à violência de Israel.

Em dezembro de 1968, as Forças de Defesa de Israel (nome fantasia do exército israelense), fizeram um raide no aeroporto Internacional de Beirute, destruindo 13 aeronaves civis que pertenciam à empresa nacional libanesa de aviação Middle East Airlines. O assalto também foi 'condenado' mais uma vez por mais uma resolução do CS, a de número 262. A resolução ameaçava punir Israel de forma categórica se seu exército não se retirasse do local. Porém, a resolução não foi obedecida e outras ações consequentes jamais foram tomadas, mesmo quando Israel repetiu as mesas ações criminosas.

Em 1985 Israel desferiu um ataque aéreo contra a Tunísia, tendo como alvo a liderança da Organização para a Libertação da Palestina. O CS adotou mais uma resolução, condenando Israel e exigindo que Telavive contivesse novos ataques semelhantes. A resolução também destacou que a Tunísia tinha o direito a uma indenização, considerando as perdas de vidas e os danos causados.

Tendo assassinado milhares de civis desde sua criação, o recorde criminoso do regime israelense é claro para o mundo e todo ser humano consciente admite que esse regime brutal merece sofrer as mais enérgicas medidas.

O Conselho de Segurança das Nações Unidas nunca foi além de declarações propagandísticas em relação às ações ilegais e desumanas de Telavive, da morte de civis inocentes e da violação das leis humanitárias internacionais. Se não fosse a pressão da comunidade internacional, o CS jamais teria emitido essas resoluções, mesmo que frágeis e ineficazes, contra Israel.

O CS jamais aprovou qualquer resolução que impusesse sanções contra Israel, embora as transgressões e crimes do país sejam tão flagrantes e evidentes que ninguém pode negar a alegação de que Israel é o regime mais violento e vicioso do mundo, uma cópia idêntica e indistinguível do regime de apartheid que existiu na África do Sul.

A recente resolução do Conselho de Segurança contra o Irã foi um exercício claro de um peso e duas medidas pelo cada vez mais enfraquecido organismo internacional e deve ser respondida pela república islâmica de forma categórica. A postura de China e Rússia sobre o programa nuclear iraniano e o surpreendente acompanhamento de nações como Gabão, Nigéria, Uganda, Bósnia e Herzogovina e o México da trajetória falaciosa dos cinco grandes não deixam espaço para a continuação da diplomacia e uma interação pacífica com o Irã.

O país persa demonstrou uma cooperação construtiva e produtiva com a AIEA, com o Grupo dos 5 mais 1 (China, Rússia, EUA, Reino Unido e França mais a Alemanha) e com a União Europeia, mantendo as portas abertas para a negociação, porém o tempo da diplomacia chegou ao fim. Agora, que as cinco potências tomaram uma postura de confronto, decidindo por um caminho unilateral, o Irã deve mudar sua tática e a solução que pode escolher é retirar-se do Tratado de Não Proliferação Nuclear e da AIEA.

Se o Paquistão, a Índia e Israel podem gozar de impunidade internacional para desenvolver armas atômicas, simplesmente porque não são signatários do TNP, o Irã tem todo o direito de dar prosseguimento ao seu programa retirando-se um tratado que o país ratificou voluntariamente.

Kourosh Ziabari é um jovem jornalista iraniano de 19 anos, nascido no litoral do Mar Cáspio, que já publicou várias traduções do inglês para o persa e entrevistou personalidades como Noam Chomsky, o ex-presidente mexicano Vicente Fox, o prêmio nobel de Física Wolfgang Ketterle, o cartunista brasileiro o jornalista Eric Margolis e o ex-assistente do Departamento do Tesouro dos EUA Paul Craig Roberts, dentre várias outras personalidades mundiais.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

A DESMORALIZAÇÃO DA ONU TEM A SUA IDADE

Conselho de Segurança da ONU em visita ao Irã
Carta Maior: Assim se desmoralizam as Nações Unidas

A ONU nasceu, no segundo pós-guerrra, para administrar o mundo conforme os interesses e as visões das potências vencedoras na guerra. Embora aparecesse como um instrumento de democratização nas relações políticas internacionais – de que a existência da Assembléia Geral é a expressão mais direta -, ela reproduziu as relações de poder existentes no mundo, ao depositar em um Conselho de Segurança o poder real da organização.
Por Emir Sader

Composto pelos 4 países vencedores da Segunda Guerra como seus membros permanentes, – EUA, Inglaterra, França, Rússia, aos que se acrescentou a China, ao se tornar potência nuclear a normalizar suas relações com os EUA -, que detêm poder de veto – a que basta um voto contra – sobre qualquer decisão que tome a Assembléia Geral.

Significativas são as decisões anuais de fim do bloqueio norteamericano sobre Cuba e de retirada das tropas israelenses dos territórios palestinos, para que se funde um Estado palestino, que são reiteradamente aprovadas por esmagadora maioria, contra o voto dos EUA, de Israel e de algum país exótico, às vezes. Mas basta o poder de veto dos EUA, para inviabilizar sua aprovação.

Sem ir muito longe no tempo, - quando a ONU foi instrumento das potências ocidentais na guerra fria – recordemos apenas que os EUA e a Inglaterra não conseguiram maioria no Conselho de Segurança para invadir o Iraque, com alegações que rapidamente se revelaram falsas.

Ainda assim essas duas potências invadiram, destruíram o Iraque, onde se encontram até hoje, provocando centenas de milhares de mortos. Que punição adotou a ONU em relação a essa tremenda brutalidade, não apenas por ter sido tomada contra a posição da ONU, mas pelos massacres que produziu e segue produzindo, além da destruição de lugares históricos, da mais antiga civilização do mundo? Nem formalmente tomaram decisão alguma de punição.

É agora essa mesma instituição, - que tem no seu Conselho de Segurança, como membros permanentes, com poder de veto, às maiores potências bélicas, aos maiores fabricantes de armamentos do mundo, aqueles que abastecem a todos os conflitos bélicos existentes no mundo, a que se supõe que a ONU deveria tratar de que não existissem ou que os pacificasse -, aprova punições ao Irã sob suspeita de que esse país poderia chegar a fabricar armamento nuclear. Isso, depois dos governos do Brasil e da Turquia terem conseguido do governo do Irã as exigências que as próprias Nações Unidas haviam solicitado.

Uma instituição que nada faz para punir a Israel, que assumidamente possui armamento nuclear – com que ameaça, regularmente, de bombardear o Irã -, que ofereceu esse armamento à Africa do Sul na época dos governos racistas – conforme provas recentes de um livro, que publica documentos que deixam claro esse oferecimento, que ocupa violentamente os territórios palestinos. Não faz e atende as demandas de Israel de que o Irã seja punido.

Uma decisão promovida pela maior potência bélica da história da humanidade, que possui bases militares em mais de 150 países, que foi o único pais que atirou bombas atômicas sobre outro – em Hiroshima e Nagasaki -, matando milhões de pessoas, que tem um histórico de agressões, invasões – como até hoje ocorre também no Afeganistão, com aprovação da ONU -, de golpes militares, de assassinatos de mandatários de países estrangeiros, de guerras, invasões e ocupações de outros países.

Essa instituição, hegemonizada por essa potência, aprovou sanções contra o Irã, depois de deixar impune a todos os atos de agressão militar dos EUA, cujo arsenal de guerra não deixa de se aperfeiçoar e se multiplicar. O que esperar de uma instituição assim, controlada pelas potências que protagonizaram as grandes guerras e seguem com seu papel imperialista, contra a grande maioria dos países do mundo? Por que não submetem essa decisão à Assembléia Geral, para constatar a reação de todos os governos do mundo, vítimas da dominação imperial dessas potências bélicas que, como disse Lula, necessitam inimigos, a quem diabolizar, para tentar evitar que sejam elas mesmas julgadas e condenadas como as maiores responsáveis pelas guerras que ainda assolam o mundo, fomentadas por elas mesmas.

sábado, 15 de maio de 2010

EUA PRECISAM SABER QUE NINGUÉM É DONO DO MUNDO. NEM ELES, INCLUSIVE

Lula, amado e respeitado pelo mundo
Portal Vermelho: Lula critica EUA e diz que quer Irã igual ao Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez críticas indiretas à forma como os Estados Unidos negociaram até aqui uma solução para o impasse em torno do programa nuclear do Irã.
Questionado sobre a declaração da secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, que afirmara não esperar uma resposta séria do presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad após o diálogo com o Brasil, Lula reprovou o envio de "funcionários de terceiro escalão" para discussões diplomáticas tratadas pelo Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).


As críticas foram feitas em Doha, minutos após o encontro oficial com o emir do Catar, Hamad Bin Khalifa Al Thani. Em rápida entrevista a jornalistas brasileiros, Lula voltou a se manifestar sobre sua visita ao Irã, cuja agenda oficial começa hoje. Dizendo-se tranquilo sobre o papel do Brasil - que intermedeia um diálogo, ao lado da Turquia - o presidente disse que se criou "uma expectativa exagerada sobre o assunto". "O Brasil é um país que não tem armas nucleares, não é membro do Conselho de Segurança da ONU. O Brasil pode é contribuir. Não é uma negociação entre o Brasil e o Irã", afirmou, definindo a missão brasileira como "tranquila e de responsabilidade".

"Vou conversar com muita franqueza com o presidente iraniano, com a franqueza que uma conversa dessas precisa ter, lamentando que os outros presidentes não tenham conversado com o presidente do Irã", argumentou, em uma primeira crítica aos chefes de Estado e de governo dos Estados Unidos, da França e do Reino Unido, países-membros do Conselho de Segurança da ONU e que pregam sanções ao Irã em decorrência de seu programa nuclear.

Indagado sobre a expectativa negativa de Hillary Clinton sobre o encontro entre Lula e Ahmadinejad, o presidente retrucou: "Eu não sei com base no que as pessoas falam". "A política existe exatamente para você exercitá-la na sua plenitude, para tentar conversar, convencer", afirmou. "Política não é uma coisa de que se pode fazer transferência, terceirizando. Eu mando um funcionário de terceiro escalão do governo para negociar uma coisa grave que o Conselho de Segurança está decidindo."

O presidente disse ainda que não sabe se o encontro com Ahmadinejad é de fato a última chance de o governo do Irã evitar sanções econômicas contra o país, como afirmaram nos últimos dias Hillary Clinton e o presidente da Rússia, Dmitri Medvedev. "Não sei. Não queria ser tão fatalista."

Lula lembrou que a constituição brasileira impede o país de ter armas nucleares e, falando sobre seus propósitos em Teerã, foi claro, repetindo o que tem afirmado sobre o direito de o país ter acesso à energia nuclear para fins pacíficos. "O que eu quero é que o Irã faça o mesmo que o Brasil faz. É isso."

Em sua primeira visita oficial a Doha - uma primeira, em 2009, não tinha esse caráter -, o presidente participou pela manhã do Seminário Empresarial Brasil-Catar.

Fonte: O Estado de S. Paulo