sexta-feira, 12 de novembro de 2010
IMPÉRIO GLOBAL PERTO DO FIM
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
SERRA: DE TRAIDOR A PERDEDOR
sábado, 16 de outubro de 2010
QUEBRAR O SILÊNCIO E SAIR DA INÉRCIA PARA A LUTA
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
OUTROS TEMPOS, O SCRIPT DE SEMPRE
O GOLPE SENTIDO PELOS GOLPISTAS DA DIREITA
quarta-feira, 21 de julho de 2010
PATERNIDADE GENÉTICA
Por meio de seu blog oficial, a candidata garante que Eduardo Jorge (PV), secretário municipal do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo e colaborador da campanha de Marina, é o real autor da ideia. “A discussão começou em 1991, quando Eduardo Jorge, então deputado federal, propôs um projeto de lei sobre o assunto que teve o também deputado Fábio Feldmann (hoje candidato ao governo paulista pelo PV) como relator”, informa o site.
De acordo com o texto, o ex-ministro Jamil Haddad de fato colaborou com o projeto quando baixou um decreto em 1993 abrindo caminho para o assunto. O site da candidata também reconhece a participação de Serra na aprovação do projeto que criou os genéricos, mas destaca que Eduardo Jorge foi o idealizador.
Pelo Twitter, Marina Silva comentou: “Não gosto de fulanizar leis, mas com @joseserra_ e @dilmabr brigando pelo DNA dos genéricos, precisamos esclarecer. Eduardo Jorge, então deputado federal, foi o autor da Lei dos Genéricos”
Jamil Haddad
Na última segunda-feira, durante um evento com o PSB em Brasília, a ex-ministra afirmou que Serra não pode dizer que é o único responsável pela criação dos remédios genéricos no Brasil. “Certos processos começam e vão se desenvolvendo. Na verdade, tem várias pessoas que participam dessa trajetória. Cada um dá a sua contribuição. O que não é possível é alguém chegar e dizer ‘foi só eu que fiz’. Não foi, na verdade”, afirmou a petista.
Haddad foi ministro da Saúde no governo de Itamar Franco (de 1992 a 1995). Sua gestão foi marcada pela luta pela universalização do serviço médico gratuito, pela implantação do SUS e pela criação dos medicamentos genéricos. O PSB trava uma disputa particular com Serra, a quem acusa de tentar retirar de Haddad a paternidade dos genéricos.
Com agências
domingo, 27 de junho de 2010
ARROGÂNCIA E TRUCULÊNCIA ANTECIPA DERROTA DE SERRA
Confiante da submissão canina e humilhante do aliado, o tucano comunicou sua ausência somente de última hora, num telefonema ao presidente do PPS, Roberto Freire. Mensagens gravadas ou escritas aos militantes do partido? Que nada. Serra simplesmente esnobou o PPS.
O presidente do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ), também faltou à convenção – e sua ausência é emblemática dos novos tempos da coligação. "Estou cheio de coisas para fazer, atrás de voto para mim", desdenhou. Foi uma mostra claríssima de que, enquanto a chapa não desistir da indicação do senador Álvaro Dias (PSDB-PR) a vice de Serra, os “demos” não querem nada com nada.
Na próxima quarta-feira, o DEM realiza a sua convenção nacional, à espera de que Serra substitua Dias por um vice “demo” na chapa. "Vamos esperar que ele indique. Se ele não indicar, vamos aprovar o nosso nome na convenção do dia 30", reagiu Maia.
O PPS, correia de transmissão do PSDB, metralhou. “Serra mandou dizer que está firme e não vai se submeter a imposições de quem quer que seja”, disparou um provocativo Roberto Freire na convenção do PPS. No Twitter, o presidnete do PTB, Roberto Jefferson, foi ainda mais longe e chamou o DEM de partido “de merda”. O próprio Serra mandou os apelos do DEM às favas e orientou a coligação a manter tudo como está, com Álvaro Dias de vice.
Mas as reações contra a chapa puro-sangue persistem. “Se eles não querem estar com o DEM, não há motivo para o DEM ficar com eles. Assim sairíamos da aliança formal e não apoiaríamos oficialmente ninguém, como acontece com outros partidos”, ameaçou o senador Demóstenes Torres (DEM-GO). “Não queremos ficar só com o ônus da aliança, ainda mais hoje que a candidatura não é nenhuma Ferrari.”
Na mesma tecla bateu o deputado federal Ronaldo Caiado (DEM-GO): “Eles se acostumaram com um DEM que chia e depois se acomoda. Desta vez, não vamos deixar isso assim. Ou reagimos ou a sigla acaba como partido, vira subalterna, e não parceira do PSDB”. Mais radical é o deputado Efraim Filho (DEM-PB): "Tenho conversado com lideranças dos democratas. Cresce o sentimento para decidirmos pelo fim da aliança com o PSDB na convenção".
A saída do DEM da aliança representaria para Serra uma perda de dois minutos e nove segundos diários no horário eleitoral em rádio e TV. Sem os “demos”, o tempo de propaganda da chapa de oposição cairia de seis minutos e 46 segundos para quatro minutos e 38 segundos. A presidenciável do PT, Dilma Rousseff, deve ter cerca de oito minutos.
Da Redação, com agências
sábado, 26 de junho de 2010
VICE "PORCINA"
Álvaro Dias tem medo, muito medo de demoPor Ricardo Kotscho, no Balaio do Kotscho
Dezenas de nomes foram cogitados, até o de uma vereadora que é presidente do Flamengo, mas o candidato não se fixou em nenhum deles, deixando a decisão para a última hora.
A quatro dias do prazo fatal para indicar o nome do vice, o país ficou sabendo da indicação do senador Álvaro Dias (PSDB-PR) pelo Twitter do aliado petebista Roberto Jefferson, bem na hora do jogo do Brasil contra Portugal. Nem os roteiristas do Zorra Total ou do Renato Aragão, nem mesmo os marqueteiros dos adversários seriam capazes de montar tamanha sequência de trapalhadas.
A escolha do nome de Álvaro Dias se deu por eliminação, na noite de quinta-feira, numa reunião de José Serra com Sergio Guerra e Jutahy Magalhães, fiéis escudeiros do candidato. Consultados, os aliados PPS e PTB logo aprovaram a indicação, mas se esqueceram de combinar com o DEM, o principal partido da coligação, que só ficou sabendo da novidade pelo Twitter de Jefferson. Seus principais líderes botaram a boca no mundo e, a partir daí, a coisa desandou de vez.
Dava um filme, uma comédia de pastelão político. A seleção brasileira já estava em campo, quando Jefferson parou sua moto para abastecer no interior de Minas, a caminho de Tiradentes, onde iria participar de um encontro de motoqueiros, quando foi informado pelo celular por Guerra, e imediatamente jogou a notícia no ar.
Em Bragança Paulista, onde assistiria ao jogo do Brasil ao lado de Alckmin e Quércia, a cadeira reservada para Serra ficou vazia até os 12 minutos do segundo tempo, quando o candidato apareceu. Ao final, fez comentários sobre o jogo, mas nada falou sobre a escolha do vice. Jogou o abacaxi para Sergio Guerra.
Depois do jogo, cada um foi para um lado. Serra seguiu de helicóptero para Campinas e, de lá, voou para Parintins, nos confins da Amazonia. Sergio Guerra foi ao Rio para pegar Rodrigo Maia, o indignado presidente do PFL, e seguir com ele para Sergipe, onde iriam tentar resolver mais um problema de palanque estadual. No caminho, procurariam acertar os ponteiros. Pelo jeito, não acertaram.
Aliança abalada
O indicado Álvaro Dias voou para Cuiabá, onde participaria de uma convenção do PSDB. Ao ser informado sobre o imbroglio com o principal aliado, foi logo avisando: “Se o DEM tiver que sair, antes saio eu”.
No final da noite, sem conseguir acalmar os demos, que só aceitavam Aécio Neves numa chapa puro-sangue, colaboradores de Serra já admitiam a hipótese de um recuo, segundo o noticiário da Folha. Na coluna Painel, a novela virou motivo de chacota: Álvaro já estaria sendo chamado de “vice Porcina”, o que foi sem nunca ter sido.
O estrago causado na campanha de Serra pela escolha de Álvaro Dias e a forma como seu nome foi anunciado na hora do jogo do Brasil, sem que o DEM fosse consultado, ainda levará alguns dias para ser avaliado, mas uma coisa já é certa: a aliança, que já não ia bem das pernas, foi seriamente abalada.
Por que a escolha recaiu exatamente sobre Álvaro Dias, que colocou ele mesmo seu nome na mesa das discussões, quando a questão do vice já caminhava para um impasse?
A razão apresentada pelos tucanos não poderia ser mais frágil e singela: o objetivo principal seria atrair seu irmão, o senador Osmar Dias (PDT-PR), que há semanas balança entre ser candidato à reeleição em aliança com o PSDB ou se candidatar a governsador com o apoio do PT e do PMDB. Estariam em jogo 2 milhões de votos.
Na escolha do vice, sempre pesam três fatores: buscar um nome em região onde o candidato a presidente está mais fraco, atender a um partido aliado e somar mais votos para a chapa. No caso de Dias, nenhum dos três foi atendido, já que se partiu para uma chapa puro-sangue, com algúem de uma região (Sul) onde Serra já lidera as pesquisas e de um estado (Paraná) com colégio eleitoral limitado.
A ficha do vice
Na nota de apenas três linhas em que oficializou o nome de Álvaro Dias, já no final do dia, em Sergipe, Sergio Guerra o apresentou como “um senador de grande coerência e capacidade”. Já em Partintins, José Serra nada disse: “Estou fora do ar desde que embarquei”.
Antes disso, porém, o noticiário da internet já tinha dado a ficha de Álvaro Dias: expulso do PSDB em 2001, por defender a criação de uma CPI para investigar denúncias de corrupção no governo FHC, no ano seguinte ele foi candidato a governador do Paraná pelo PDT e apoiou Lula no segundo turno.
Em 2003, no começo do governo Lula, reivindicou uma embaixada na Europa e, como não foi atendido, tornou-se um dos mais ferozes opositores no Senado, com grande visibilidade no Jornal Nacional, onde aparece quase todo dia com sua voz de locutor de FM. Mas, se este fosse um critério, o da visibilidade na TV, a chapa William Bonner-Fátima Bernardes seria imbatível…
Assim como Dilma Rousseff teve problemas na largada da campanha, apontados aqui no Balaio, José Serra chega ao meio da corrida eleitoral em seu pior momento: em queda nas pesquisas (o último Ibope deu 40 a 35 para Dilma, com a rejeição já tendo batido nos 30%), os palanques estaduais ruindo e, agora, com a trapalhada da escolha do vice ameaçando a unidade da coligação que o apóia.
Pior do que tudo isso, foi a baixaria da vereadora tucana Mara Gabrilli, que perguntou esta semana em seu Twitter: “Você confiaria seus filhos para Dilma de babá?”. Se estas forem as novas armas empregadas na campanha eleitoral para desqualificar a candidata de Lula, é sinal de que já bateu o desespero no QG tucano.
Esta tática de amedrontar os eleitores, tentando fazer de Dilma uma bruxa malvada, tem tudo para dar errado, como já vimos com Regina Duarte na campanha de 2002.
O “espetáculo” de Dilma
Na mesma hora em que tucanos e demos se estranhavam sobre a indicação do vice, na tarde de sexta-feira, Dilma Rousseff era recebida na casa do megaempresário Abílio Diniz para um encontro com 38 mulheres representantes da chamada “elite branca” de Cláudio Lembo. Ninguém saiu de lá assustado.
Ao contrário: “Foi um espetáculo”, limitaram-se a dizer duas loiras de meia-idade que saíam apressadas em seus carros, segundo a Folha.
Ainda faltam três meses para os brasileiros irem às urnas. Claro que o candidato da oposição ainda pode reverter o quadro que, no momento, lhe é bastante desfavorável. A campanha na televisão ainda nem começou. Resta saber o que José Serra terá a apresentar como novidade, além de Álvaro Dias, tendo no outro programa Lula ao lado de Dilma.
domingo, 20 de junho de 2010
UM PALANQUE A MAIS DE SERRA QUE NÃO DECOLA
O governador Rogério Rosso, que resolveu apresentar seu nome como candidato, apesar de ter assinado um documento se comprometendo a não fazê-lo no processo de eleição indireta que o colocou no governo, em abril, teve apenas 22 votos. Houve dois votos em branco e um nulo. Rosso ainda corre o risco de ser punido pela Comissão de Ética do PMDB.
Mais partidos ainda poderão integrar a coligação que envolve o PCdoB, PDT e PSB, que realizaram convenções também no dia 18. “Estamos criando condições para uma vitória histórica em Brasília, envolvendo os partidos da base de apoio ao presidente Lula e apoiando a candidatura de Dilma Rousseff”, avalia Augusto Madeira, presidente do PCdoB-DF. “E poderemos voltar a eleger parlamentares comunistas na Capital Federal”, prevê.
Quadro eleitoral indefinido
O candidato que vem sendo apontado como preferido pelas pesquisas no Distrito Federal, Joaquim Roriz (PSC), e que quer dar palanque para José Serra (PSDB) na disputa presidencial, poderá estar sub judice, devido à Lei Ficha Limpa. O procurador regional eleitoral do DF, Renato Brill de Góes, disse vai impugnar o registro da candidatura do ex-governador sob o fundamento de que ele não atende os requisitos de elegibilidade previstos na legislação brasileira. A lei veda a participação em disputas eleitorais de quem renunciou ao mandato para escapar de processo de cassação por quebra de decoro parlamentar, caso de Roriz.
Dia 16, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) considerou que a Lei Ficha Limpa não cria punições para políticos e sim condições para as candidaturas. Dessa forma, os ministros decidiram que as situações ocorridas antes da vigência da lei também devem ser consideradas para efeito de vetos.
Portanto, o quadro eleitoral está indefinido – é uma indefinição que, no momento, favorece a coligação que dará o palanque a Dilma Rousseff. No dia 27 próximo haverá um grande ato político da coligação que tem Agnelo como candidato a governador, com a presença da candidata a presidenta do Brasil.
De Brasília,
Carlos Pompe
terça-feira, 15 de junho de 2010
CANDIDATURA DE SERRA SE ESFACELA
A provável adesão do DEM à reeleição da governadora Ana Júlia Carepa (PT) no Pará, e o apoio declarado do líder do partido na Câmara paulistana, vereador Carlos Apolinário (DEM) ao candidato a governador de São Paulo, senador Aloizio Mercadante (PT e aliados) evidenciam o crescimento da crise vivida pelos demos e pelas candidaturas tucanas de José Serra-presidente / Geraldo Alckmin-governador.
A dissidência do DEM só se amplia em São Paulo desde que há duas semanas Mercadante tomou café da manhã com 13 vereadores paulistanos, entre os quais outros integrantes de legendas que oficialmente apoiam Serra-Alckmin mas seus vereadores aderiram ao candidato a governador pelo PT.
Serra vê assim desmilinguir-se seu principal aliado, o DEM, num momento em que está cercado de crises por todos os lados: permanece em queda contínua nas pesquisas eleitorais há um ano e meio; Alckmin, principal candidato a governador por seu partido no maior colégio eleitoral do país tem sido acusado de fazer corpo mole e se negar a entrar em sua campanha; além do fato de que até agora não tem vice e o DEM não aceita abrir mão da vaga para um tucano ou tucana.
As candidaturas Serra-Alckmin tem problemas ainda mais acentuados em São Paulo onde enfrentam: divisões dentro do PSDB; apoio apenas formal do prefeito paulistano Gilberto Kassab (DEM) a Alckmin; e crise com o PTB pela exclusão de Romeu Tuma da chapa para o Senado e da coligação que apoia Alckmin.
Indefinição amplia encrenca
A falta de um nome para ser o vice na chapa do PSDB e a relutância em escolher alguém do DEM para o posto estão tornando o atual momentoi da candidatura Serra bastante difícil, bem ao contrário do que previam os analistas que, no mês passado, profetizaram que se maio tinha sido o mês bom de Dilma, junho seria o mês bom de Serra.
Serra teria comentado com pessoas de seu círculo mais próximo que não vê nos quadros do DEM nenhum nome que possa somar com a sua candidatura. Setores do partido de direita, no entanto, cobram do aliado paulista o cumprimento do acordo que lhe assegurou a parcela de 40% do tempo de TV para os programas da campanha eleitoral.
O único nome passível de aceitação por parte do DEM, segundo interlocutores de ambas as legendas, seria o do ex-governador Aécio Neves, que já declinou do convite, sugerindo que o senador Tasso Jeireissati ocupasse a vaga. Tasso, por sua vez, também não aceitou a missão por considerar que não tem "o perfil do Marco Maciel (vice-presidente no mandato José Sarney)", em referência ao seu temperamento difícil e conturbado. À exceção de Aécio, qualquer outro nome poderá significar o rompimento do acordo com os democratas, segundo dirigentes da legenda ouvidos pelo site Correio do Brasil.
Serra tem sido taxado, dentro do próprio partido, como centralizador e dono de um humor irascível, fato que o levou a desmentir a versão de mau humorado em seu discurso de lançamento da campanha eleitoral, durante o qual pediu a confirmação ao senador Jereissati, ex-desafeto político nas últimas eleições presidenciais, há quatro anos, e considerado ainda mais irritadiço. Também o acusam de se manter longe da máquina partidária e a decidir a agenda de viagens sem consultar as bases da legenda.
Não têm sido poucas as reclamações, em público, de integrantes do DEM contra a indecisão tucana. Um dos dirigentes do partido aliado aos tucanos disse a um jornalista, na segunda-feira, que já teria "mandado o Serra para os infernos" se o partido tivesse a menor chance de lançar um candidato ao cargo majoritário do Executivo. Setores da direção partidária do DEM, no entanto, ainda tentam negociar as condições para que a legenda se mantenha ao lado dos tucanos, em condições menos desvantajosas do que aquelas apresentadas, até agora, pela direção da campanha serrista.
Um dos bombeiros tem sido o senador José Agripino Maia, líder do DEM no Senado. Ele defende a idéia de que um vice tucano para José Serra não seria um mau negócio, desde que ficassem acordadas as vantagens do partido no caso de vitória da coligação, nas urnas, em outubro. Já o presidente da legenda, Rodrigo Maia, e o senador ultraconservador Jorge Bornhausen, no entanto, têm buscado nomes para indicar ao posto, que querem ver ocupados por alguém do partido, o quanto antes. Filho de César Maia, ex-prefeito do Rio e líder da extrema-direita brasileira, Rodrigo não nutre a admiração que Serra desejaria de um aliado. Ele era cabo eleitoral de Aécio para o posto hoje ocupado pelo tucano paulista.
Enquanto isso, o tempo para Serra decidir quem será o seu vice se afunila. A convenção nacional do DEM está marcada para o próximo dia 27. No edital de convocação está a aprovação da aliança com o PSDB e a homologação do candidato a vice-presidente na chapa que concorrerá à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Se não houver a escolha deste nome, os convencionais do DEM não terão o que votar, assegurou um dos dirigentes do partido. Sem votação não há aliança e, sem aliança, a direita terá registrado o maior golpe desde as eleições diretas para o cargo que, hoje, vêem ficando cada vez mais distante.
Do Vermelho, com informações do Correio do Brasil
sábado, 12 de junho de 2010
MAIS QUE PARCIAL O CONSELHEIRO DE SEGURANÇA DA ONU É FÚTIL E OMISSO
Embora o Conselho de Segurança da ONU, que alguns acreditam ser uma das organizações mais democráticas do mundo, tenha votado a favor de uma quarta rodada de sanções contra o Irã por causa de seu programa nuclear, a opinião pública global está ciente do fato de que, das 15 nações que fazem parte dele, cinco têm um inquestionável monopólio e domínio da situação, o que realmente não representa os interesses da comunidade internacional.
Por Kourosh Ziabari, para o Global Research
O Conselho de Segurança, que desde seu estabelecimento tem tomado decisões discriminatórias contra vários países do mundo, especialmente em relação às nações não alinhadas que tentam escapar da hegemonia das superpotências, é notório por seu habitual padrão de um peso e duas medidas e está claro para todo mundo que suas resoluções são, na maioria das vezes, nada mais que fúteis, ineficazes, tendenciosas e não vinculantes.
Desde 1948, o Conselho de Segurança adotou 223 resoluções condenando as violações de Israel à lei internacional, inclusive a ocupação de território palestino, incursões unilaterais em territórios libaneses e sírios, desenvolvimento de armas nucleares, deportação de cidadãos palestinos de seus lares e construção ilegal de assentamentos na Cisjordânia. Curiosamente, o regime israelense não deu atenção a qualquer uma dessas resoluções e o CS nunca colocou em prática as suas exigências para responsabilizar Telavive pela manutenção contínua de flagrante rebeldia em relação às leis internacionais.
Por exemplo, a resolução de número 487 exigiu que Israel colocasse suas instalações nucleares sob abrangente vigilância da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). Israel nunca atendeu à demanda e o CS nunca processou Israel pela sua desobediência à resolução.
Em outro exemplo, o Conselho de Segurança adotou seis resoluções seguidas, após a invasão do Líbano por Israel, em 1982, exigindo que o país cessasse as atividades militares e retirasse suas forças do território do país vizinho, mas Israel se recusou a aceitar as resoluções, até que a de número 517 foi aprovada, na qual Telavive foi fortemente censurada por sua recusa em obedecer as resoluções do CS emitidas a partir de março de 1982.
O estado criminoso de Israel, desde seu estabelecimento, atacou todas as suas nações vizinhas em várias ocasiões, levando o CS a adotar várias resoluções, entretanto, elas nunca foram além de declarações políticas, que eram no mínimo meras reações espontâneas à brutalidade de Israel no Oriente Médio.
Em 21 de março de 1968, Israel iniciou a chamada Batalha de Karameh, ao atacar a cidade de mesmo nome na Jordânia, do outro lado do rio Jordão. O ataque matou de 40 a 84 jordanianos e de 100 a 200 palestinos. Em seguida ao ataque, o CS adotou a resolução 248, na qual a "flagrante violação à Carta das Nações Unidas" foi energicamente condenada por todos os membros do Conselho de Segurança, até mesmo pelos Estados Unidos. Entretanto, a condenação verbal foi a única reação do Conselho de Segurança à violência de Israel.
Em dezembro de 1968, as Forças de Defesa de Israel (nome fantasia do exército israelense), fizeram um raide no aeroporto Internacional de Beirute, destruindo 13 aeronaves civis que pertenciam à empresa nacional libanesa de aviação Middle East Airlines. O assalto também foi 'condenado' mais uma vez por mais uma resolução do CS, a de número 262. A resolução ameaçava punir Israel de forma categórica se seu exército não se retirasse do local. Porém, a resolução não foi obedecida e outras ações consequentes jamais foram tomadas, mesmo quando Israel repetiu as mesas ações criminosas.
Em 1985 Israel desferiu um ataque aéreo contra a Tunísia, tendo como alvo a liderança da Organização para a Libertação da Palestina. O CS adotou mais uma resolução, condenando Israel e exigindo que Telavive contivesse novos ataques semelhantes. A resolução também destacou que a Tunísia tinha o direito a uma indenização, considerando as perdas de vidas e os danos causados.
Tendo assassinado milhares de civis desde sua criação, o recorde criminoso do regime israelense é claro para o mundo e todo ser humano consciente admite que esse regime brutal merece sofrer as mais enérgicas medidas.
O Conselho de Segurança das Nações Unidas nunca foi além de declarações propagandísticas em relação às ações ilegais e desumanas de Telavive, da morte de civis inocentes e da violação das leis humanitárias internacionais. Se não fosse a pressão da comunidade internacional, o CS jamais teria emitido essas resoluções, mesmo que frágeis e ineficazes, contra Israel.
O CS jamais aprovou qualquer resolução que impusesse sanções contra Israel, embora as transgressões e crimes do país sejam tão flagrantes e evidentes que ninguém pode negar a alegação de que Israel é o regime mais violento e vicioso do mundo, uma cópia idêntica e indistinguível do regime de apartheid que existiu na África do Sul.
A recente resolução do Conselho de Segurança contra o Irã foi um exercício claro de um peso e duas medidas pelo cada vez mais enfraquecido organismo internacional e deve ser respondida pela república islâmica de forma categórica. A postura de China e Rússia sobre o programa nuclear iraniano e o surpreendente acompanhamento de nações como Gabão, Nigéria, Uganda, Bósnia e Herzogovina e o México da trajetória falaciosa dos cinco grandes não deixam espaço para a continuação da diplomacia e uma interação pacífica com o Irã.
O país persa demonstrou uma cooperação construtiva e produtiva com a AIEA, com o Grupo dos 5 mais 1 (China, Rússia, EUA, Reino Unido e França mais a Alemanha) e com a União Europeia, mantendo as portas abertas para a negociação, porém o tempo da diplomacia chegou ao fim. Agora, que as cinco potências tomaram uma postura de confronto, decidindo por um caminho unilateral, o Irã deve mudar sua tática e a solução que pode escolher é retirar-se do Tratado de Não Proliferação Nuclear e da AIEA.
Se o Paquistão, a Índia e Israel podem gozar de impunidade internacional para desenvolver armas atômicas, simplesmente porque não são signatários do TNP, o Irã tem todo o direito de dar prosseguimento ao seu programa retirando-se um tratado que o país ratificou voluntariamente.
Kourosh Ziabari é um jovem jornalista iraniano de 19 anos, nascido no litoral do Mar Cáspio, que já publicou várias traduções do inglês para o persa e entrevistou personalidades como Noam Chomsky, o ex-presidente mexicano Vicente Fox, o prêmio nobel de Física Wolfgang Ketterle, o cartunista brasileiro o jornalista Eric Margolis e o ex-assistente do Departamento do Tesouro dos EUA Paul Craig Roberts, dentre várias outras personalidades mundiais.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
SERRA, HISTÉRICO, DESORIENTADO E IRRESPONSÁVEL
"Decidimos interpelar o Serra judicialmente, pelas suas acusações a Dilma e ao PT, sobre o tal dossiê. Quem não deve, não teme", declarou Dutra, em seu microblog.
Outro coordenador da campanha petista, o deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP) também comentou o caso na último hora, também pelo Twitter:
"Declarações do candidato tucano imputando à Dilma responsabilidade sobre o dossiê que sequer existe mostra histeria e falta de orientação política", disse Cardozo. "É muito ruim para um candidato agir dessa forma. Mostra que nossos adversários políticos estão perdidos e desesperados", completou.
Serra atribuiu nesta quarta-feira (2) à adversária petista a responsabilidade pelo pseudo-dossiê. "A principal responsabilidade por esse novo dossiê é da candidata Dilma Rousseff, disso eu não tenho dúvida. Como a principal responsabilidade pelo dossiê dos aloprados é de Aloizio Mercadante, assim como a principal responsabilidade do dossiê de 2002 foi de Ricardo Berzoini. O PT tem uma longa tradição nessa matéria. Então caberá a eles explicarem o que aconteceu", afirmou o tucano.
Em nota oficial da legenda assinada por Dutra, o PT reafirmou nesta tarde que nem a direção nacional nem a coordenação da campanha de Dilma Rousseff nunca "determinaram a elaboração de qualquer dossiê".
Dutra afirma que as especulações acerca do suposto dossiê estão sendo alimentadas pela oposição em "uma tentativa desesperada de buscar reverter um quadro eleitoral adverso".
Por sua vez, Dilma rebateu nesta quarta-feira (2) as declarações de Serra e classificou os ataques do tucano como "falsidade". "Isso é uma falsidade. Não vou ficar batendo boca, mas isso é uma falsidade", disse a presidenciável em Goiânia.
Também nesta quarta, Dutra repudiou os comentários do presidenciável tucano sobre a existência do suposto dossiê e atribui a atitude de Serra a uma "pesquisite aguda".
"Não há nenhuma ação do PT nesse sentido. Não há e nunca haverá. Quero registrar que lamento esse tipo de declaração do Serra", disse ontem o presidente petista. E aproveitou para provocar o tucano. "O episódio desvendou que a fase do 'Serrinha paz e amor' não está dando certo", atribuindo a Serra um "estresse acima do suportável em relação ao crescimento de Dilma nas pesquisas".
Com agências
sábado, 29 de maio de 2010
OS DOIS DESAFIOS DE SERRA
Serra continua à cata de um vice.
Não há quem queira compor uma chapa de um inacabado.
O risco de acabar no limbo é astronômico.
Serra tem pela frente dois grandes desafios.
E – o quase impossível e improvável dos dois – evitar uma derrota antecipada, levando a disputa com Dilma Rousseff para o segundo turno.
Serra espera reunir 4.500 em Salvador onde será realizada a convenção dos demotucanos, dia 12.
Essa caçada nervosa por um vice virou uma coisa meio insana para os tuca-midi-demos.
Não à-toa, Zé Inacabado está cada vez mais histérico e truculento.
Ele e a mídia conservadora que lhe é simpática e simpatizante.
O tempo fechou na horta da direita com o que parece ser o não definitivo dado por Aécio Neves, o "vice dos sonhos" do ex-governador de SP.
Pela enésima vez, na linguagem do Vermelho, Aécio deu sua negativa e, finalmente, acreditaram nele.
Eu, de minha parte, não acreditei.
Ainda vejo possibilidades num sim de Aécio.
O limbo também o espera.
Imagino quanto deve ser horrível uma situação dessas.
Aí, levados pelo desespero caranl, bateram na porta de outro brucutu que atende pelo sugestivo nome de Sérgio Guerra.
Mas este prefere a paz do Congresso Nacional.
Na verdade, a Folha de S. Paulo – sempre ela – foi quem fez o arranjo ao atribuir a “empresários” – sem nomes nem setores, logicamente – a opinião de que seria impatriótica a recusa de Aécio Neves.
Se aceitar, será por um ato humanitário e não patriótico. Uma ação partilhada de solidariedade.
Porque, como o fez o Cristo, se oferecerá em holocausto e “dará” a própria vida por uma causa.
Só que a de Aécio não vale apena, não faz sentido algum.
E ele não terá a recompensa merecida.
Veja, você que me acompanha, a que ponto chegou o desespero tucano.
Rejeitado pelos próprios pares, só lhe resta os demos, fieis aliados e o PPS do “ex-comunista e hoje serrista de carteirinha”.
Este, inclusive, já manifestou desinteresse em ser vice do seu grande líder.
Já no que diz respeito ao PFL, o partido de Agripino Maia tem na ponta da língua uma relação de nomes que vão desde Demóstenes Torres, passando pelo do próprio Agripino, do deputado José Carlos Aleluia ao da “Musa da Motosserra”, Kátia Abreu.
A situação não é nada boa.
É de fazer rir.
Ou de dar dó.
Fico com a primeira alternativa.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
ELEGER PROTÓGENES, O DESAFIO DO PC do B
Na última sexta-feira (21) o delegado e pré-candidato à Câmara Federal pelo PCdoB, Protógenes Queiroz, proferiu uma palestra sobre a corrupção no Brasil, na Ordem dos Advogados de Bragança Paulista. O evento reuniu representantes das forças de segurança da região, advogados e estudantes de Direito. Também participaram do encontro o deputado estadual Pedro Bigardi, e o presidente do Comitê Municipal do PCdoB, Kelmer de Lima.
“Chegamos a um ponto neste país onde o certo é o errado, e o errado se tornou o certo. Vivemos um momento em que a corrupção passou a ser regra e os políticos não temem mais a justiça”.
O delegado defendeu também o envolvimento e a união de diversos segmentos da sociedade brasileira no combate à corrupção. Protógenes criticou as alterações no projeto Ficha Limpa aprovado recentemente pelo Senado. “Esse é um projeto de iniciativa popular que reuniu mais de dois milhões de assinaturas. Devemos lutar pela aprovação do texto original, para impedir que esses políticos processados voltem à política”.
Protógenes criticou também a política neoliberal de sucateamentos de serviços públicos brasileiros e voltou a falar sobre os motivos que o levaram a se filiar ao PCdoB. “O PCdoB tem uma história de luta pela ética e pela moral semelhante à minha própria história”.
Mariana Viel, da Redação
quarta-feira, 19 de maio de 2010
O PIG NÃO É DA PAZ. A GUERRA DELE É CONTRA O BRASIL
Tudo a penas e tão-somente porque o Brasil interviu no acordo em favor da paz ao intermediar as negociações que evitariam novas sações ao Irã pelos EUA.
"Lula pensou que era Deus!"
"Ah! Eu sou o cara, eu posso tudo", debochou o el loco Jabor.
"O Brasil não passa de um ingênuo querendo se envolver em coisa de gente grande".
"Hilary Clinton botou o Brasil no seu devido lugar."
"As cinco grandes potências ignoraram e atropelaram o Brasil".
"Foi como se nada tivesse sido feito".
"O Brasil irritou as grandes potências".
"O Brasil está isoloado. E agora?"
O PIG pensa assim. Assim o PIG vê o Brasil.
O PIG torce contra o Brasil.
O PIG é pró guerra.
Mas, um grande brasileiro pensa diferente. Seu nome é José Alencar.
Ele é mineiro e Vice-Presidente da República.
Enquanto Alencar diz que o "nome do Brasil cresce após acordo com Irã", o PIG vai na contramão dos fatos e da História.
"José Alencar, disse nesta quarta-feira em São Paulo que o nome do Brasil cresceu com o acordo firmado com o Irã. "O Brasil fez muito bem. O nome do nosso País cresceu mais uma vez, mostrou que é um país a favor da paz, que tem tradição de paz. Nossa independência foi feita com paz, nossa proclamação da Reública foi com paz", afirmou o vice-presidente.
"Apesar da declaração, Alencar disse que ainda é cedo para dizer que o Brasil está isolado na posição de defender o acordo sobre enriquecimento de urânio estabelecido com o Irã, apesar de os Estados Unidos terem anunciado que tem o apoio de outros países para que o Conselho de Segurança das Nações Unidas aplique novas sanções ao país.
"Acho que é muito cedo para considerar que o Brasil esteja em uma posição isolada e mesmo que estivesse, estaria isolado ao lado de alguma coisa importante que é o diálogo e a paz", disse Alencar após cerimônia de comemoração dos 23 anos do Hospital da Força Aérea de Brasília.
"Alencar foi de Brasília ao Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, para realizar procedimentos de rotina, relativos ao tratamento de um câncer no aparelho digestivo. Ele afirmou que seu estado de saúde é "bom".
"Questionado sobre o ceticismo americano no acordo firmando com o Irã, Alencar disse que esse é um direito dos Estados Unidos, mas que o Irã também deve ter o direito à credibilidade e defendeu os esforços pelo diálogo estabelecidos pelo Brasil.
"Alencar definiu o país do Oriente Médio como "de responsabilidade" e disse que há boa vontade do presidente Mahmoud Ahmadinejad na condução do programa nuclear: "Nós acreditamos que o Irã, com todas as tradições de berço da civilização oriental, tem direito a uma credibilidade. O que o Brasil está tentando é continuar um diálogo, ou melhorar o diálogo para que se verifique se de fato o que o Irã deseja é o que ele se compromete no tratado que assinou com o Brasil", afirmou".
Do Portal Vermelho.
Fonte: Terra
terça-feira, 18 de maio de 2010
TODOS CONTRA A EXPLORAÇÃO SEXUAL INFANTIL
As obras podem ter os impactos negativos reduzidos com a implementação de ações a serem desenvolvidas junto com a Comissão Especial de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes. A Declaração de compromisso, que também vem sendo chamada de Código de Ética, é a primeira delas.
A coordenadora espera que as empresas assinem o documento, a exemplo do que ocorreu na área de turismo. Em um segundo momento serão realizadas campanhas voltadas especificamente para os trabalhadores das obras, sensibilizando, mas também mostrando a legislação e quais são os mecanismos de repressão e penalidades que existem para reduzir o problema.
A psicóloga Valéria Brahim, gerente de Programas sociais da Associação Brasileira Terra dos Homens, com sede no Rio de Janeiro, instituição parceira no projeto da Secretaria de Direitos Humanos, acredita que a exploração sexual é um tema invisível que precisa ser debatido com a sociedade.
Para ela, as empresas estão cada vez mais voltadas para a responsabilidade social. “Se nós inserirmos esse tema na pauta das empresas, trabalhando em conjunto com a sociedade civil organizada e o governo o que está
acontecendo dentro desse projeto, temos como solucionar ou pelo menos minimizar os efeitos dessa situação”, ressalta.
A exploração sexual de crianças e adolescentes é considerado um problema ainda maior no Norte do país, nas chamadas fronteiras secas, e também no Sul, na região de Foz do Iguaçu, na tríplice fronteira – revela uma pesquisa feita pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Para denunciar a exploração sexual de crianças e adolescentes, a população tem o serviço Disque 100 ou os conselhos tutelares da região. É possível contar ainda com a força policial.
O dia 18 de maio foi instituído pela Lei Federal 9970/00 como Dia Nacional de Luta Contra o Abuso e a Exploração Sexual. A data foi escolhida para lembrar a morte, em 1973, em Vitória (ES), da menina Araceli, de apenas oito anos. Ela foi raptada, drogada, estuprada, morta e carbonizada. Os responsáveis, jovens de classe média alta, ficaram impunes.
Agência Brasil


