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sexta-feira, 11 de março de 2011

E A MAQUETE DO SERRA FOI --SE ÁGUAS ABAIXO

Alckmin manda maquete de Cerra para o lixo.

Obra-prima de Serra, fez água


Post extraído do site Amigos do Presidente Lula, via Conversa Afiada. Impagável.
Alckmin manda para o lixo maquete inaugurada por Serra durante campanha eleitoral.

O governador de São Paulo Geraldo Alckmin(PSDB), resolveu dar o troco no tucano, candidato derrotado á presidência, José Serra. O governador tucano está barrando os projetos eleitoreiros anunciado por José Serra durante a campanha eleitoral de 2010. Inauguração da maquete da ponte é uma delas. 

Da ponte Santos-Guarujá ao aluguel de blindados para a sua escolta, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, determinou a revisão de uma série de medidas herdadas do antecessor e também tucano José Serra.

Antes restrita a um íntimo grupo, a divergência com Serra ficou notória e foi oficializada nos dois primeiros meses do governo Alckmin.

O governador fixou prazo de um mês para que sua equipe apresente proposta alternativa para duas obras anunciadas por Serra: a ponte Santos-Guarujá e a implantação da linha de VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) entre São Vicente e Santos.

Às vésperas de iniciar a corrida presidencial, Serra inaugurou a maquete da ponte que ligaria Santos a Guarujá. E foi ironizado pelo Presidente Lula.

No “Diário Oficial”, mais uma bicada entre tucanos: em fevereiro, saiu a rescisão do contrato de aluguel de carros blindados para transporte e escolta do governador e família.

Em outra decisão oposta à do antecessor, Alckmin decidiu vender o avião do Estado -jato que ele próprio tentara vender em 2006. Ao assumir, Serra cancelou o processo. No fim do mês, Alckmin reativará, na Assembleia Legislativa, projeto de criação da macrometrópole paulista, que Serra havia engavetado.

O governador tucano Geraldo Alckmin também identificou problemas técnicos em ações da gestão de José Serra. Trecho da linha 2 do Metrô, por exemplo, terá de ser redesenhado por questões ambientais. Foram identificadas 55 árvores nativas numa área reservada para a construção de um pátio.

Segundo aliados, a movimentação de Gilberto Kassab (DEM) precipitou a exposição dessas medidas. Contrariados com a disposição do prefeito de SP de concorrer ao governo em 2014, aliados de Alckmin reclamam da falta de empenho de Serra para deter seu afilhado político.

Kassab deve fundar um partido que servirá como trampolim legal para futura fusão com o PSB. Ele levará o vice de Alckmin, Afif Domingos. No Bandeirantes, há a certeza de que Afif atuará por Kassab caso ele concorra contra Alckmin em 2014. Sem um vice, Alckmin teria dificuldades, por exemplo, para disputar a Presidência.

José Serra mentiu… de novo

Durante a campanha eleitoral, o então governador José Serra (PSDB) convocou a imprensa com estardalhaço, apenas para inaugurar uma maquete de uma ponte Santos-Guarujá, mesmo sem ter sequer previsão para o início da construção, que dependia de licitação, que ainda não foi feita.José Serra disse que os motoristas “não devem pagar pedágio… o estado vai dar conta de todos os custos”.

Mas a realidade é outra. Durante a semana, o novo governador, também tucano, Geraldo Alckmin, anunciou que, a nova ponte prevê ainda pedágio na ponte, apesar de seus custos não serem bancados pelo Estado. A Ecovias se propõe a bancar a construção, com valor estimado hoje em R$ 1,2 bilhão. Em troca, obteria a prorrogação da concessão do Sistema Anchieta-Imigrantes em 15 anos, até 2033, conforme apurou o Estado. De acordo com a empresa, a obra poderá ser concluída em um prazo de dois a três anos.

sábado, 25 de setembro de 2010

BALA VERDE

Portal Carta Maior: FALTAM OITO DIAS


A BALA DE PRATA ERA VERDE


A direita brasileira raspou o fundo do tacho e chegou à seguinte conclusão: Marina é o último cartucho de Serra. Todas as pesquisas divulgadas até a 6ª feira convergem para um ponto de equilíbrio sedimentado: Dilma tem 50% das intenções de votos (oscilou apenas um ponto depois de toda fuzilaria das últimas duas semanas).
 
Serra patina em torno de 25%. Parece difícil ir além por suas próprias 'qualidades'. Depois de tudo o que tentou, a boa vontade estatística, leia-se, o versátil Ibope do transformista Carlos Montenegro, lhe deu uma oscilação de amigo do peito de 3 mais pontos.
 
Anima a militância da página 2 da Folha, mas é insuficiente. Para levar a eleição ao 2º turno, resta ao conservadorismo nativo pintar-se de verde e bombar Marina Silva pelo ar, por terra e por mar, 24 horas por dia nos próximos oito dias.
 
O mutirão já começou.
Faz parte desse tour de force, por exemplo, a retardatária adesão do neoecologista Pedro Simon à candidatura do PV, nesta 6ª feira.
 
O movimento ambientalista brasileiro encontra-se diante de uma encruzilhada histórica: tem oito dias para decidir se integra o campo de forças que lutam pela transformação do Brasil numa sociedade mais justa e sustentável, ou, ao contrário, como lamentavelmente sugere o comportamento de alguns de seus porta-vozes e lideranças lambuzadas com a atenção da mídia, se assume a condição subserviente de pé-de-palanque da direita e da extrema direita unidas no interior da coalizão demotucana.
 
Chico Mendes por certo não hesitaria em escolher seu lado se na reta final de uma disputa política, como agora, tivesse objetivamente duas opções de poder: um governo amarrado em torno dos compromissos históricos de Dilma e Lula ou um Brasil submetido ao comando da alarmante dupla Serra e Índio da Costa. Resta saber qual será a escolha de Marina Silva.
A ver.
 
(Carta Maior, 25-09).

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

OUTROS TEMPOS, O SCRIPT DE SEMPRE

VERMELHO: Mídia age de forma articulada para forçar um segundo turno

A menos de um mês das eleições presidenciais, a campanha de José Serra (PSDB) realiza uma tabela com os principais órgãos de imprensa, numa escalada de denúncias contra supostas irregularidades atribuídas a petistas.

Por Renato Godoy de Toledo

Órgãos de imprensa e campanha de José Serra fazem “dueto” para tentar evitar fracasso eleitoral

De concreto, até o momento, sabe-se que o sigilo fiscal do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, e da filha e do genro de José Serra, foram violados. No entanto, o próprio candidato admitiu que sabia das violações desde janeiro.

No final do ano passado, uma reportagem veiculada pelo SBT mostrava a venda de dados sigilosos por camelôs no centro de São Paulo. A matéria repercutiu com políticos o acontecimento. Entre eles, destacou-se a declaração de José Serra, afirmando ter tomado conhecimento do assunto e que deveriam investigar o caso. O tom das declarações da época são feitas de forma amena; nem de perto se comparam à atual indignação do candidato.

Por outro lado, a revista Carta Capital apontou que uma ex-empresa da filha de José Serra teria quebrado o sigilo de mais de 60 milhões de brasileiros. A notícia, no entanto, não foi repercutida por nenhum órgão da grande imprensa.

Após sucessivas rodadas de pesquisas de intenção de voto, foi constatado que a candidatura Dilma Rousseff (PT) estabilizou-se na casa dos 50%, enquanto Serra encontra-se mais perto dos 20% do que dos 30%. As constantes investidas da campanha, portanto, não surtiram efeito.

Parece haver um caminho “natural” das notícias: a denúncia surge numa revista semanal, é repercutida nos jornais impressos, ganha a manchete nos telejornais e é martelada durante toda a semana na campanha de José Serra.

Conspiração, sim

Para Venício Lima, professor de comunicação da Universidade de Brasília (UnB), sempre que algum membro da academia aponta para uma ação articulada dos meios de comunicações, alguém o critica por defender uma “teoria da conspiração”. “Mas o fato é que conspirações existem, e às vezes funcionam. No caso da cobertura do escândalo do mensalão, o [professor da USP] Bernardo Kucinski comprovou que havia uma articulação e um comando. Hoje, não posso dizer que exista algum dado concreto que comprove essa articulação, mas um observador atento pode perceber que há um dueto: os ‘jornalões’ publicam uma manchete e ela aparece no horário eleitoral”, explica.

Um exemplo dessa afirmação de Venício é a manchete da Folha de S. Paulo do dia 5 de setembro de 2010: “Consumidor de luz pagou R$ 1 bi por falha de Dilma”. A manchete foi criticada pela ombudsman do jornal, Suzana Singer, e gerou uma sátira ao jornal no Twitter. A hashtag #DilmaFactsByFolha foi a mais utilizada em todo o mundo e levou jornais como o inglês The Independent a noticiarem o assunto.

O professor de Direito Constitucional da PUC de São Paulo, Luiz Tarcísio Teixeira Ferreira, aponta que há motivação política na maneira como as quebras de sigilo vêm sendo abordadas, ainda que estas representem uma violação. “A mídia está certa em divulgar o fato, a população está certa em exigir que sejam punidos os responsáveis. Agora, o que não se pode é transformar esse fato em bandeira de luta eleitoral. O que eu vejo é que determinados veículos de comunicação estão exacerbando essa questão por conta dos interesses no candidato de oposição. A Veja e a Folha de S. Paulo têm esse perfil, como se não houvesse mais nada importante para ser divulgado em matéria de eleição, a não ser a violação do sigilo”, opina.

Efeito 2006?

Venício estudou os escândalos políticos midiáticos que pautaram os debates nas eleições de 2006 e aponta que há algumas semelhanças entre o que foi feito naquele momento com o atual cenário. “[O sociólogo John B.] Thompson, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, identifica várias situações em que os escândalos políticos midiáticos surgem com o intuito de provocar um estrago na reputação de pessoas que participam do processo. Não tenho nenhuma hesitação em dizer que se trata de um escândalo político midiático, mas não sei dizer se ele pode ter os mesmo efeitos de 2006”, aponta.

Em 2006, às vésperas da eleição presidencial, surgiu o chamado escândalo dos “aloprados”, em que alguns agentes ligados ao PT foram presos tentando comprar um dossiê contra o então candidato ao governo paulista José Serra. A revista Carta Capital denunciou que o Jornal Nacional, da Rede Globo, optou por se dedicar somente ao assunto e à divulgação da foto com o dinheiro dos petistas em detrimento de anunciar o acidente aéreo da companhia Gol. A vitória de Lula no primeiro turno era dada como certa, mas, após essa notícia e a exploração da cadeira vazia do petista no debate da TV Globo, às vésperas do pleito, Geraldo Alckmin (PSDB) conseguiu forçar um 2º turno.

“É muito difícil estabelecer uma comparação com 2006. Mas, pode-se dizer que, hoje, a mídia não tem mais o mesmo poder de 2006. E temos esse contrapoder que é a internet. Há muito mais informações políticas disponíveis hoje, e a internet atinge um tecido social muito maior”, analisa Venício.

O especialista comenta que o fato de as denúncias publicadas na mídia e pautadas na campanha de Serra ainda não terem afetado o desempenho da petista nas pesquisas pode estar relacionado com a falta de um apelo imagético. “Há quem considere que esses escândalos carecem de imagens, como no caso do dinheiro dos aloprados. Neste caso, não há uma imagem que confere um poder muito maior”, comenta. (Colaborou Aline Scarso, da Radioagência NP)

 
Fonte: Jornal Brasil de Fato

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

MARINA, A BOBA DA DIREITA

Camuflado de inveja que se transformou em descontrolado ódio e localizado bem no núcleo do conservadorismo da direita, ali o embrionário golpe contra Lula tomou corpo e ganhou forma nas palavras insultuosas de Fernando Henrique Cardoso.

FHC vem a ser o pretenso líder da facção oposicionista encabeçada por PSDB e PFL.

Papel no qual que lhe coube reivindicar e instar a Corte Suprema do País – o STF a intervir no processo eleitoral em função do discurso proferido pelo Presidente Lula em SC.

O Fernando Henrique esquece que o STF não é mais a espelunca do Gilmar.

Fernando Henrique propõe nada mais nada menos aquilo que a direita, sobretudo através da mídia aliada, sorrateiramente pregou nos últimos oito anos: a decretação do golpe.

O golpe contra a democracia e o estado de direito.

E o que disse Lula de tão grave a ponto de causar tamanho desespero e descontrole no pior presidente da história brasileira como se o metalúrgico tivesse posto em risco a segurança nacional?

Nada além que não tenha sido a verdade mais cristalina e necessária.

Lula sustentou que o DEM – antigo PFL, “herdeiro da Arena, sustentáculo da ditadura militar, e da UDN da oposição a Getúlio Vargas e do golpe contra João Goulart” – precisa se “extirpado” pelo voto.

O Presidente foi tomado pela emoção tão natural de quem pressente o cheiro da vitória que se avizinha.

Se tivesse avalizado que o PFL entrou em processo de extinção e definha há tempos, seria desnecessária sua exortação.

Mas, convenhamos, Lula se transformou em importante ator no desaparecimento do que vem a ser o mais retrógado e conservador partido da direita do cenário político brasileiro.

O PFL não subsiste à catástrofe em que será para ele a eleição 2010.

Nada há de tudo o que tem sido dito, das aleivosias, às insinuações, mentiras e acusações vazias vindas da direita que cause horror e maiores estranhezas por já serem esperados.

O FHC é o que é.

A Globo, O Globo, o Estadão, a Veja e a Folha são o quê?

Quais interesses defendem e quem representam?

O que o amigo que me segue esperaria ouvir do Zé Agripino Maia a não ser o que ele disse?

Para o hospedeiro-mor possuído pelo devasso espírito do ódio, o naturalmente irresponsável e enxovalhado Jorge Bornhausen, Lula estava tomado.

Tomado mesmo. Pelo espírito que lhe anuncia a vicejante vitória de Dilma.

Tomado de felicidade por ver se concretizar o sonho de uma vida.

Por saber que caberá à sua sucessora a proeza que ele jamais ousou alcançar: a de ser eleita no primeiro turno contra o mesmo candidato que, em 2002, só fora derrotado no segundo.

Com a mesma quantidade dos votos ou uma margem ainda mais superior.

É sabido que a oposição entrou na corte dos fatos e fez de suas versões a piada da hora.

A oposição é risível de tão atabalhoada e abobalhada que ficou.

E no seu centro, como se fosse a célula mãe engendrada no seio da direita vergonhosa está a verde-pálida-ameralada Marina Silva.

A senadora acreana é protagonista das cenas mais ridículas já vista nesta eleição.

A Marina não se enxerga, com todo respeito. O que esta senhora diz não vai além de forçassão de barra.

A Marina apela, é usada e se deixa usar.

A Marina fala o que o Serra e a mídia dizem e precisam ouvir.

Hipócrita e agindo como serviçal do PSDB se arvora em dizer que é preciso um segundo turno.

Repete o discurso da direita em 2006.

Marina é a boba da vez.

A boba da corte.

Marina Silva, candidata ao ostracismo a partir de 4 de outubro é a boba da direita.



Orlando

domingo, 12 de setembro de 2010

PARA NÃO AFOGAR AÉCIO O GLOBO RECUA E JN NÃO MUDA PAUTA

O ALMANAQUE da crônica republica postagem do também excelente blog Os Amigos da Presidente Dilma: "O Globo joga a bóia para Aécio no escândalo da quebra de sigilo".

A "reporcagem" da revista Veja, feita a toque de caixa, recheada de erros e com falta de apuração, não foi por acaso.
Se o factóide do sigilo fiscal estivesse rendendo votos para Serra, o "petista" Atella seria o assunto da capa da Veja.
O problema é que o escândalo do sigilo fiscal virou-se perigosamente contra a filha de Serra, com a revista Carta Capital que chegou às bancas na sexta-feira (a tempo da Veja ler, antes de soltar sua edição). A Carta Capital resgatou a sociedade na firma Decidir.com, da filha de Serra com a irmã de Daniel Dantas, presa na operação Satiagraha. A empresa vazou dados do cadastro de cheques sem fundo do Banco Central, e encontrou facilidades para ter acesso a informações de órgãos governamentais, na época em que o papai José Serra era o todo poderoso homem forte do governo FHC e escolhido para sucessor.

Por isso a revista Veja empenhou-se em mudar a pauta de factóides e escândalos no PIG, (Partido da Imprensa Golpista demo-tucana).

Além disso, o tucanato mineiro tornou-se alvo da "bala de prata" do vazamento dos sigilos fiscais, podendo abater Anastasia (PSDB/MG) e ferir Aécio Neves (PSDB/MG).
Por isso o Jornal Nacional não mudou a pauta de assuntos, mas tratou o vazamento de sigilo como questão policial esvaziando o viés político, mostrando pessoas comuns que também tiveram seus sigilos vazados. Para tirar Aécio da linha de fogo.

É sintomático a capa do Jornal O Globo deste domingo, "milagrosamente" defendendo a Receita Federal, mostrando que o órgão já demitiu diversos funcionários por delito semelhante, e que há centenas de processos administrativos semelhantes. Ou seja, o jornal também tirou o viés político do assunto, retirou as críticas à atuação da Receita Federal, que até pedia a cabeça do chefe do órgão.
Ficou óbvio que é para tirar Aécio da linha de fogo, porque se fosse só para mudar a pauta, simplesmente não tocaria no assunto.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

LULA: TEVE PRESIDENTE COM DOUTORADO, COM PÓS-GRADUAÇÃO QUE NÃO FEZ NENHUMA UNIVERSIDADE

Lula diz que ‘elite que governou SP’ não quis pobre em universidade

Ele criticou fato de apenas 96 mil paulistas estarem universidade pública.
Lula disse que governantes com doutorado não investiram em educação.

Do G1, em Brasília e em Suzano
 
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta sexta-feira (10), em Suzano (SP), que a “elite paulista que governou o estado de São Paulo nunca se importou em colocar os pobres na universidade”. Durante a inauguração do Campus Suzano do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), Lula criticou o fato de apenas 96 mil paulistas estudarem em universidades federais no estado.

Segundo ele, o número é menor do que a quantidade de pessoas inscritas no Prouni, programa do governo que prevê bolsas de estudo integrais e parciais a estudantes de baixa renda. “O estado que tem mais indústria, a maior renda per capita e só tem 96 mil alunos estudando em universidade é uma vergonha, sobretudo para a elite que sempre governou o estado de São Paulo”, disse.

Lula disse ainda que os governantes que possuiam diplomas universitários e títulos de mestrado e doutorado não queriam que os outros tivessem a mesma oportunidade educacional. "Achavam que apenas eles tinham direito de fazer graduação aqui e depois fazer pós-graduação em Chicago e Londres. E os pobres não tinham sequer como terminar o ensino fundamental", criticou.

Ele destacou a construção, durante seu governo, de 14 universidades federais e disse que alguns presidentes não fizeram sequer uma instituição de ensino superior. "Nós em oito anos já vamos passar para a história como o governo que mais fez universidade nesse país. Teve presidente com doutorado, com pós-graduação, que não fez nenhuma universidade. Ele já tinha aprendido, para que ensinar para os outros?"

De acordo com Lula, o povo brasileiro está "mais exigente" e não quer apenas emprego, deseja ser mão-de-obra qualificada. "Nós os mortais desse país, sempre tratados como cidadãos de segunda categoria, não queremos só ser pedreiro, temos o direito de ser médicos, engenheiros, professores", afirmou.

sábado, 14 de agosto de 2010

UM ALÔ PARA SANTA MARIA

De 4 em 4 anos ele é o "heroi" do povão



Desde 06 de julho a campanha eleitoral está nas ruas do Norte ao Sul do País.
O povo brasileiro irá eleger o novo Presidente da República, 26 governadores nos estados e no Distrito Federal, 54 senadores e 513 deputados federais nas eleições deste ano.
No Pará, os eleitores votarão nos Deputados Estaduais que formam a Assembleia Legislativa do Estado composta de 41 parlamentares.
Os paraenses – ou quem vota no nosso Estado – escolherão 02 Senadores e 17 Deputados Federais.
Nos estados onde nenhum dos candidatos ao Governo atingir 50% dos votos mais 01, haverá nova eleição.
O segundo turno ocorrerá 28 dias após o primeiro, em 31 de outubro.
O segundo turno ocorre apenas para os cargos de Governador e Presidente da República.
Numa democracia o eleitor é o principal protagonista das mudanças de perfil dos poderes eletivos.
Daí que a decantada decepção popular no que diz respeito a atuação dos nossos representantes políticos, especificamente ao Governo Federal, tem sido muito mais uma retórica patrocinada pela grande mídia.
Basta avaliar os níveis de satisfação e de decepção do povo brasileiro com o Governo Lula e compará-los com a avaliação das pesquisas de opinião.
Até o Datafolha dá 77% de aprovação para Lula e seu Governo.
Apenas 3% o consideram ruim ou péssimo.
Isto é uma avassaladora decepção. Para os contratantes de pesquisas desse tipo e caráter.
A gente se decepciona com alguém quando este frustra as nossas expectativas positivas.
E deixa de fazer o que esperávamos que fizesse ou quando faz o que não deveria ser feito.
Decepção rima com frustração para algumas centenas de pessoas.
E até gera arrependimentos noutras milhares delas.
Em todos os aspectos socais.
Na política não poucas tem sido as vezes que nos deparamos com os que criticam e malham os políticos simplesmente porque criticar e malhar políticos está na moda.
Pessoas que diminuem a imagem pública de outras pessoas gratuitamente.
Gratuito e irresponsavelmente.
Sem conhecimento de causa.
E atribuem a todo político a pecha de ladrão, desonesto e corrupto.
É tão verdadeiro dizer que não é preciso ser político para ser ladrão quanto não é inverdade nem injusto afirmar que a esmagadora maioria dos ladrões não são políticos.
Imprescindível se faz que o Brasil continue avançando e amadurecendo no nível de conscientização política dos seus eleitores e cidadão.
Cabe a todos ajudar, através do voto, a construir e consolidar a democracia brasileira.
Temos que lamentar os casos em que essa consicência, essa revolta e decepção com a classe política se dissolvem repentinamente como sal jogado na água.
O período eleitoral é pródigo em revelar histórias com enredos que levam a esse final.
Onde um candidato qualquer cai de pára-quedas no meio das massas e promete, inclusive, o que ele jamais fará para ganhar a simpatia – e o voto do povão.
São os demagogos que usam linguagem fácil e chula. São em geral, arrogantes, porém populistas, paternalistas e dados a valentões.
Tudo em nome e defesa do povo.
Não é necessário que o político picareta assim faça mesmo nada pelo povo.
Sobretudo quando este descobre que falar mal da administração municipal lhe rende ibope e o transforma ídolo e herói do povão.
Nem que depois vire as costas para quem o ajudou a eleger-se e só volte quatro anos depois.
A eleição de outubro é muito importante para o Brasil e os brasileiros.
Para o povo santamariense também.
A população escolherá quem irá representá-la nos parlamentos e nos Poderes Executivos, em quem formularão e executarão as leis que objetivem a nossa melhoria de vida.
Devemos dizer não ao candidato que descaradamente explora o nosso voto, as nossas consciências e depois nos mandam às favas.