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sexta-feira, 11 de março de 2011

E A MAQUETE DO SERRA FOI --SE ÁGUAS ABAIXO

Alckmin manda maquete de Cerra para o lixo.

Obra-prima de Serra, fez água


Post extraído do site Amigos do Presidente Lula, via Conversa Afiada. Impagável.
Alckmin manda para o lixo maquete inaugurada por Serra durante campanha eleitoral.

O governador de São Paulo Geraldo Alckmin(PSDB), resolveu dar o troco no tucano, candidato derrotado á presidência, José Serra. O governador tucano está barrando os projetos eleitoreiros anunciado por José Serra durante a campanha eleitoral de 2010. Inauguração da maquete da ponte é uma delas. 

Da ponte Santos-Guarujá ao aluguel de blindados para a sua escolta, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, determinou a revisão de uma série de medidas herdadas do antecessor e também tucano José Serra.

Antes restrita a um íntimo grupo, a divergência com Serra ficou notória e foi oficializada nos dois primeiros meses do governo Alckmin.

O governador fixou prazo de um mês para que sua equipe apresente proposta alternativa para duas obras anunciadas por Serra: a ponte Santos-Guarujá e a implantação da linha de VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) entre São Vicente e Santos.

Às vésperas de iniciar a corrida presidencial, Serra inaugurou a maquete da ponte que ligaria Santos a Guarujá. E foi ironizado pelo Presidente Lula.

No “Diário Oficial”, mais uma bicada entre tucanos: em fevereiro, saiu a rescisão do contrato de aluguel de carros blindados para transporte e escolta do governador e família.

Em outra decisão oposta à do antecessor, Alckmin decidiu vender o avião do Estado -jato que ele próprio tentara vender em 2006. Ao assumir, Serra cancelou o processo. No fim do mês, Alckmin reativará, na Assembleia Legislativa, projeto de criação da macrometrópole paulista, que Serra havia engavetado.

O governador tucano Geraldo Alckmin também identificou problemas técnicos em ações da gestão de José Serra. Trecho da linha 2 do Metrô, por exemplo, terá de ser redesenhado por questões ambientais. Foram identificadas 55 árvores nativas numa área reservada para a construção de um pátio.

Segundo aliados, a movimentação de Gilberto Kassab (DEM) precipitou a exposição dessas medidas. Contrariados com a disposição do prefeito de SP de concorrer ao governo em 2014, aliados de Alckmin reclamam da falta de empenho de Serra para deter seu afilhado político.

Kassab deve fundar um partido que servirá como trampolim legal para futura fusão com o PSB. Ele levará o vice de Alckmin, Afif Domingos. No Bandeirantes, há a certeza de que Afif atuará por Kassab caso ele concorra contra Alckmin em 2014. Sem um vice, Alckmin teria dificuldades, por exemplo, para disputar a Presidência.

José Serra mentiu… de novo

Durante a campanha eleitoral, o então governador José Serra (PSDB) convocou a imprensa com estardalhaço, apenas para inaugurar uma maquete de uma ponte Santos-Guarujá, mesmo sem ter sequer previsão para o início da construção, que dependia de licitação, que ainda não foi feita.José Serra disse que os motoristas “não devem pagar pedágio… o estado vai dar conta de todos os custos”.

Mas a realidade é outra. Durante a semana, o novo governador, também tucano, Geraldo Alckmin, anunciou que, a nova ponte prevê ainda pedágio na ponte, apesar de seus custos não serem bancados pelo Estado. A Ecovias se propõe a bancar a construção, com valor estimado hoje em R$ 1,2 bilhão. Em troca, obteria a prorrogação da concessão do Sistema Anchieta-Imigrantes em 15 anos, até 2033, conforme apurou o Estado. De acordo com a empresa, a obra poderá ser concluída em um prazo de dois a três anos.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

O QUE UMA DERROTA É CAPAZ DE FAZER

Do Portal Vermelho, via blog Os Amigos do Presidente Lula: "Folha vira piada no Twitter - #DilmaFactsbyFolha"


Em sua busca desesperada para tentar derrubar a candidatura de Dilma Rousseff, o jornal Folha de São Paulo acabou dando um tiro no pé.

Faz tempo que a Folha menospreza a inteligência de seus leitores, mas ao estampar na sua edição deste domingo (5) uma manchete atacando Dilma a partir de uma acusação sem pé nem cabeça, provocou a "ira", ou melhor, o humor de milhares de internautas que ocuparam o twitter para ironizar o jornal e lançar "apostas" bem humoradas sobre qual será a próxima manchete da Folha.

As hachtag #DilmaFactsbyFolha foi usada pelos twitteiros para "sugerir" à Folha algumas manchetes.

A brincadeira alcançou rapidamente os Trending Topics (TTs) do Twitter entre os assuntos mais comentados do mundo.

Como é próprio dos jovens internautas, o humor dominou a brincadeira. Mas por trás do tom bem humorado, está uma crítica ao jornalismo irresponsável e partidarizado praticado por jornais como a Folha de S. Paulo.

A Folha manipulou informações para dar a entender que Dilma teria sido responsável por um prejuízo de R$ 1 bilhão nas despesas do governo com energia por supostamente ter demorado para mudar uma lei criada no último ano do governo Fernando Henrique. A campanha de Dilma respondeu à Folha e mostrou que desde 2003 o Ministério de Minas e Energia agiu em consonância com o TCU para corrigir o problema criado pela gestão tucana de FHC.

No Twitter, a "acusação" da Folha, de tão descabida e parcial, virou motivo de piada. Veja abaixo algumas outras "acusações" que os internautas sugerem que a Folha investigue:

Encontrada picareta que Dilma usou para derrubar viga do Rodoanel

Folha Ecologia - Dilma ameaça extinção dos TUCANOS

Folha Esportes : Foi Dilma quem mandou Felipe Massa deixar Fernando Alonso ultrapassar

Dilma pagou a Brahma c/dinheiro público p/pintar as latinhas de onda vermelha.

Folha: Nova investigação da Polícia Federal liga Dilma Rousseff à "década perdida" do Atlético Mineiro

Dilma planejou o ataque ao 11 de setembro

EXCLUSIVO: Dilma foi a responsável pela fórmula química do xampu usado por Serra

Folha: Dilma sequestrou Carbono.

"Além de petista, Dilma é filiada ao PT", acusa Serra

Folha: Encontrado documento que comprova filiação de Judas Iscariote ao PT de Cafarnaum

Folha de S. Paulo: Dilma vendia Marlboro para bebê fumante


segunda-feira, 2 de agosto de 2010

SE ATAQUES FOSSEM NO RIO, A MÍDIA DIRIA QUE FOI O CV

Serra disse que o PCC tinha acabado. Só não disse que era com mais um ônibus
Os ataques contra a ROTA e seu comandante em São Paulo foram praticados pelo PCC.
O PCC é a maior facção criminosa de São Paulo.
Tão temeroso e repulsivo quanto a violência do PCC é a resistência da mídia serrista em esconder sua sigla.
E não pronunciar o nome Primeiro Comando da Capital.
Porque a mídia serrista sabe que o PCC está intrinsecamente relacionado aos tucanos que (des)governam São Paulo.
Há quase duas décadas.
PCC leva a lembrar de Alckmin.
PCC leva a José Serra.
PCC em São Paulo tem a ver com PSDB em São Paulo.
Logo, violência em São Paulo tem ligações com violência no Brasil.
Traduzindo: PCC lembra eleição. Eleição é uma coisa na qual Alckmin e Serra estão correndo atrás.
Serra garantiu que o PCC estava extinto como quem falava do controle de uma endemia.
E não estava.
O PCC voltou.
Só falta agora setores da mídia serrista atribuir os ataques do PCC ao comando de algum quadro ligado ao PT. Ligado a Lula. Ligado á Dilma...
Já que ela – a mídia serrista – se reserva ao direito de fazer dela as palavras do Índio do Serra.
E o Índio Serra disse (e reiterou) que Dilma Rousseff e o PT tem ligações com o Comando Vermelho, com as Farc e com o narcotráfico.
A mídia serrista repercutiu com estardalhaço e reiteradamente as insanidades aborígines.
Se os ataques do PCC fossem no Rio, a mídia serrista diria – assim, num atmo de tempo – que foi ação do CV.
Para prejudicar a campanha do Governador Sérgio Cabral.
Porque ele apóia a Ministra Dilma.
Seria uma mão na luva.
Mas não são no Rio.
Os ataques são em São Paulo.
E são praticados pelo PCC.
Nascido nos presídios paulistas.
Nos (dês)governos tucanos.
Que acabaram São Paulo.
Mas não acabaram com a violência.
Muito menos com o PCC.
Nome impronunciável pela mídia serrista.
A mídia serrista esconde o PCC – fala somente de uma organização criminosa – para não atrapalhar a campanha dos seus dois candidatos tucanos.
O “Fantástico” da Globo não falou a palavra PCC.
Ridículo e patético.
O patético e ridículo Alberto Goldman, Governador de São Paulo, que para variar é um tucano, aparvalhadamente tentava garantir que São Paulo estava segura.
Não há segurança em São Paulo.
Há 16 anos.
Há 16 anos os tucanos chegaram a São Paulo.
E, com eles, o PCC.





segunda-feira, 26 de julho de 2010

BASE ALIADA DE DILMA SERÁ MAIOR NO SENADO

Ele lidera o grupo que tem nojo de pobre



É apavorante: Datafolha aponta perda de vagas da oposição no Senado
A oposição corre o risco de minguar à metade.
Pesquisa Datafolha – a do empate técnico que jogou no lixo os oito pontos da Vox Populi que separa Dilma do Serra – mostrou que em sete Estados (SP, MG, RJ, PE, BA, RS e PR) e no Distrito Federal, as bancadas de PSDB e DEM teriam uma redução de 50%, (caindo de seis para três senadores) se a eleição fosse hoje.
O ex-presidente Itamar Franco, por Minas Gerais, salvaria o PPS da humilhação que seria para o partido não eleger um único senador.
Por outro lado, a bancada do PT dobraria, de dois para quatro senadores.
Eleita, o apoio à Dilma nesses colégios eleitorais subiria de oito para dez em relação à base governista atual.
A oposição cairia de seis para quatro.
Entre essas 16 vagas em disputa (duas para cada colégio), haverá renovação de, no mínimo, 62% e a eleição de ao menos nove novatos.
O chefão do Serra e eterno discípulo de Fernando Henrique Cardoso, Aloysio Nunes Ferreira revela-se o maior mico eleitoral e amarga um ínfimo sétimo lugar, com apenas 4%, e tecnicamente empatado com Ana Luiza, do PSTU, em São Paulo.
Os tucanos só teriam o que comemorar em Minas, onde o ex-governador – que elogia Lula e esquece o Serra – Aécio Neves, está com 62%.
Fernando Pimentel (PT) tem 23% e ocupa a 3ª colocação.
Registre-se que 16% dos mineiros afirmaram que anulariam o voto ou votariam em branco e nada menos do que 40% ainda não sabem em quem votarão para senador.
Na Bahia o estrago na ceara da oposição que a TV Globo e a Folha tentam disfarçar é uma catástrofe. O senador Cesar Borges (PR) lidera, com 34%.
Os dois candidatos do DEM juntos somam pífios 13%.
No Rio, Marcelo Crivella (PRB) tem 42%, e mentor do desastrado vice do Serra, o ex-prefeito Cesar Maia (DEM), salva os anti-Lula com 31%.
O tucano e herói das CPI’s natimortas – eles se multiplicam na Câmara e no Senado! – Gustavo Fruet é outro fiasco oposicionista no Paraná.
Amarga seus minguados 16%.
No Distrito Federal, o tucanato sofre com a sua Abadia. Ela tem 23% - mais que o dobro do delegado e truculento Alberto Fraga do PFL.
O aliado dos tucanos, o PFL suspira um pouco em Pernambuco, com Marco Maciel e no RJ, com Cesar Maia.
A oposição gaúcha há muito entregou os pontos. No Rio Grande do Sul tucano é uma espécie quase extinta.
Quem dão as cartas pelos pampas é Germano Rigotto e o Senador Paim.
Os serristas fazem a festa da candidata do PT, Dilma Rousseff, em São Paulo. Na terra (des)governada pelos tucanos há dezesseis anos, Marta Suplicy (PT) lidera, com 32% das intenções de voto e Romeu Tuma pode ser reeleito. Ele teria 22% dos votos, se a eleição fosse hoje.
A eleição será em outubro.
Uma festa.

terça-feira, 15 de junho de 2010

CANDIDATURA DE SERRA SE ESFACELA

CONFIRMA


Insatisfeito com Serra, DEM começa a se desgrudar de tucanos

A provável adesão do DEM à reeleição da governadora Ana Júlia Carepa (PT) no Pará, e o apoio declarado do líder do partido na Câmara paulistana, vereador Carlos Apolinário (DEM) ao candidato a governador de São Paulo, senador Aloizio Mercadante (PT e aliados) evidenciam o crescimento da crise vivida pelos demos e pelas candidaturas tucanas de José Serra-presidente / Geraldo Alckmin-governador.
A dissidência do DEM só se amplia em São Paulo desde que há duas semanas Mercadante tomou café da manhã com 13 vereadores paulistanos, entre os quais outros integrantes de legendas que oficialmente apoiam Serra-Alckmin mas seus vereadores aderiram ao candidato a governador pelo PT.

Serra vê assim desmilinguir-se seu principal aliado, o DEM, num momento em que está cercado de crises por todos os lados: permanece em queda contínua nas pesquisas eleitorais há um ano e meio; Alckmin, principal candidato a governador por seu partido no maior colégio eleitoral do país tem sido acusado de fazer corpo mole e se negar a entrar em sua campanha; além do fato de que até agora não tem vice e o DEM não aceita abrir mão da vaga para um tucano ou tucana.

As candidaturas Serra-Alckmin tem problemas ainda mais acentuados em São Paulo onde enfrentam: divisões dentro do PSDB; apoio apenas formal do prefeito paulistano Gilberto Kassab (DEM) a Alckmin; e crise com o PTB pela exclusão de Romeu Tuma da chapa para o Senado e da coligação que apoia Alckmin.

Indefinição amplia encrenca

A falta de um nome para ser o vice na chapa do PSDB e a relutância em escolher alguém do DEM para o posto estão tornando o atual momentoi da candidatura Serra bastante difícil, bem ao contrário do que previam os analistas que, no mês passado, profetizaram que se maio tinha sido o mês bom de Dilma, junho seria o mês bom de Serra.

Serra teria comentado com pessoas de seu círculo mais próximo que não vê nos quadros do DEM nenhum nome que possa somar com a sua candidatura. Setores do partido de direita, no entanto, cobram do aliado paulista o cumprimento do acordo que lhe assegurou a parcela de 40% do tempo de TV para os programas da campanha eleitoral.

O único nome passível de aceitação por parte do DEM, segundo interlocutores de ambas as legendas, seria o do ex-governador Aécio Neves, que já declinou do convite, sugerindo que o senador Tasso Jeireissati ocupasse a vaga. Tasso, por sua vez, também não aceitou a missão por considerar que não tem "o perfil do Marco Maciel (vice-presidente no mandato José Sarney)", em referência ao seu temperamento difícil e conturbado. À exceção de Aécio, qualquer outro nome poderá significar o rompimento do acordo com os democratas, segundo dirigentes da legenda ouvidos pelo site Correio do Brasil.

Serra tem sido taxado, dentro do próprio partido, como centralizador e dono de um humor irascível, fato que o levou a desmentir a versão de mau humorado em seu discurso de lançamento da campanha eleitoral, durante o qual pediu a confirmação ao senador Jereissati, ex-desafeto político nas últimas eleições presidenciais, há quatro anos, e considerado ainda mais irritadiço. Também o acusam de se manter longe da máquina partidária e a decidir a agenda de viagens sem consultar as bases da legenda.

Não têm sido poucas as reclamações, em público, de integrantes do DEM contra a indecisão tucana. Um dos dirigentes do partido aliado aos tucanos disse a um jornalista, na segunda-feira, que já teria "mandado o Serra para os infernos" se o partido tivesse a menor chance de lançar um candidato ao cargo majoritário do Executivo. Setores da direção partidária do DEM, no entanto, ainda tentam negociar as condições para que a legenda se mantenha ao lado dos tucanos, em condições menos desvantajosas do que aquelas apresentadas, até agora, pela direção da campanha serrista.

Um dos bombeiros tem sido o senador José Agripino Maia, líder do DEM no Senado. Ele defende a idéia de que um vice tucano para José Serra não seria um mau negócio, desde que ficassem acordadas as vantagens do partido no caso de vitória da coligação, nas urnas, em outubro. Já o presidente da legenda, Rodrigo Maia, e o senador ultraconservador Jorge Bornhausen, no entanto, têm buscado nomes para indicar ao posto, que querem ver ocupados por alguém do partido, o quanto antes. Filho de César Maia, ex-prefeito do Rio e líder da extrema-direita brasileira, Rodrigo não nutre a admiração que Serra desejaria de um aliado. Ele era cabo eleitoral de Aécio para o posto hoje ocupado pelo tucano paulista.

Enquanto isso, o tempo para Serra decidir quem será o seu vice se afunila. A convenção nacional do DEM está marcada para o próximo dia 27. No edital de convocação está a aprovação da aliança com o PSDB e a homologação do candidato a vice-presidente na chapa que concorrerá à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Se não houver a escolha deste nome, os convencionais do DEM não terão o que votar, assegurou um dos dirigentes do partido. Sem votação não há aliança e, sem aliança, a direita terá registrado o maior golpe desde as eleições diretas para o cargo que, hoje, vêem ficando cada vez mais distante.

Do Vermelho, com informações do Correio do Brasil

quarta-feira, 9 de junho de 2010

TRISTE SÃO PAULO

Em SP mesmo, só se for o Seminário



SP desiste de projeto para a abertura da Copa-2014

São Paulo, o maior e mais importante centro urbano do país.
São Paulo, a principal cidade da América Latina.
São Paulo, a terceira maior metrópole do mundo.
São Paulo gera cerca de 20% do PIB nacional.
São Paulo, 16 anos sob o domínio demo-tucano, deu nisso.
São Paulo não reúne meios de, sequer, abrir a Copa do Mundo em 2014.

Que dirá uma Olimpíada!
É nisso que os tucanos se notabilizam: arruinar o estado e desconstruir os sonhos do povo.
Triste São Paulo que poderá perder a disputa até para Brasília.
É o choque de gestão deles.
Triste São Paulo.


Vejam o que saiu na Folha.
A reportagem é de EDUARDO OHATA e MARIANA BASTOS

O comitê paulista para a Copa do Mundo de 2014 desistiu de tocar o projeto de reforma do Morumbi aprovado pela Fifa para receber as semifinais e que credenciaria tecnicamente o estádio a ser forte concorrente ao jogo de abertura do Mundial.

Sendo assim, enviará à Fifa um projeto mais modesto, no qual as obras no estádio deverão custar entre R$ 250 milhões e R$ 280 milhões. O projeto anterior, aprovado pela Fifa, previa gastos de R$ 630 milhões, valor considerado economicamente inviável pela cúpula do São Paulo.

Tanto o clube quanto o comitê refutam a tese de que, com esse projeto mais modesto, estariam abrindo mão da abertura da Copa. Nos bastidores, apostam que, no futuro, a Fifa e o Comitê Organizador Local (COL) flexibilizarão as suas exigências.

O novo projeto que será levado à Fifa não apresentará as soluções que foram previstas na versão aprovada. Não haverá, por exemplo, rebaixamento do gramado nem a demolição de dois níveis de arquibancada para a construção de apenas um nível. Eram justamente essas duas intervenções que encareciam tanto o projeto.

A Folha teve acesso a uma nota do comitê paulista na qual o órgão diz que "as exigências da Fifa para um estádio ter direito ao jogo de abertura da Copa são grandes e demandam intervenções excessivamente dispendiosas".

Assim, a entidade continuará a apoiar o Morumbi como sede paulista, "ainda que seu projeto de requalificação não atenda a todas as exigências da Fifa para sediar a partida de abertura".

A Folha apurou que as garantias financeiras que vão ser apresentadas ao Comitê Organizador Local preveem que R$ 60 milhões serão provenientes do financiamento do BNDES e que o resto virá de parceiros do São Paulo.

O clube já firmou parceria com Nestlé, Visa e Volkswagen e está em negociação com mais três empresas.

Quanto à linha de crédito do BNDES, o São Paulo ainda não definiu se usará um banco repassador ou solicitará à Camargo Corrêa que tome o empréstimo em seu lugar.

PIRITUBÃO

Na nota, o comitê paulista mais uma vez refutou a possibilidade de que seja erguido um estádio em Pirituba (zona norte). Segundo o órgão, a construção de uma nova arena habilitada para receber a abertura da Copa consumiria mais de R$ 1 bilhão, quantia que inviabilizaria o projeto.

Concorrentes de São Paulo a receber o jogo de abertura, Belo Horizonte e Brasília trabalham com o cenário de que receberão o primeiro jogo.

sábado, 20 de março de 2010

NUM FESTIVAL DE TRÓ LÓ LÓ DATENA LANÇA CANDIDATURA DE SERRA

Um quer ser ministro das comunicações, o outro, presidente

O Boechat não se continha e anunciou como “exclusivo” o anúncio da candidatura à Presidência do (des)governador paulista.
O Jornal da Band se transformou numa espécie de programa partidário do PSDB e o Datena desnudou mais que uma opção e simpatia, a sua paixão pelo Serra.
Patético, aquilo.
Presumi que o vampirão não falasse a língua tupiniquim, tal o desvairado interesse do jornalista da Band em traduzí-lo.
E fazê-lo proclamar que é candidato a Presidente.
O destemidão da Band que manda por na tela, foi além.
Levado pelo tró ló ló de que Serra não faz campanha antecipada e que ora cuida de (des)governar São Paulo, como o próprio acabara de afirmar, datenão resumiu, num raciocínio rápido, os eloquentes e edificantes artigos de FHC publicados ultimamente pelo PIG nos quais ele fala pelo Zé Alagão para atacar a pré-candidata pelo PT, a ministra Dilma Rousseff.
Dantena disse que Dilma não é o Lula.
E que não sendo Lula, ela não tem condições de ser presidente.
Que Lula não vai governar nem decidir por ela.
Ou seja, enquanto Lula vai pendurar FHC no pescoço do Serra (como diz o impagável Paulo Henrique Amorim), Datena quer separar Lula de Dilma.
Datena disse para Serra confirmar que a história do Serra é maior que a da Dilma.
Um espetáculo do mais puro e ridículo besteirol jornalístico com o DNA do PIG.
Depois do Boris humilhar os garis, a Band se supera com os paparicos do Datena a Serra.
Um nojo.
Serra é um cara legal, simpático – para o Datena.
Para ele Serra está mais alegre, feliz e com aparência bonita.
Só mesmo um bajulador do quilate de um Datena para encontar algum vestígio de beleza na cara do Serra.
Datena é um desastrado.
Falando pelo Serra e poupando-o de dizer o que não deve porque continua no governo e no governo ele não faz campanha, Datena, no mínimo, postula a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.
E finda por ser forte candidato ao Ministério das Comunicações.
Afinal, ele se diz amigo do presidente Lula e que aprendeu a gostar do Serra – um político bom e honesto, como Lula e Dilma – que deve ser preservado.
O Datena também é chegado a um tró ló ló.











quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

PSIU! A OPOSIÇÃO QUER SILENCIAR O GOVERNO

A probabilide que Lula teria para não concluir o que lhe resta de mandato iria a dez numa escala de um a dez.
Isso se a Justiça Eleitoral fosse chefiada por aquele que concede facilidades a quem, de investigado por um delegado, passa a investigador deste.
E que no recesso dá mais entrevista à Globo do que o Ronaldo Fenômeno quando chegou ao Corinthians... porque ele personifica a Justiça, ele se acha o dono do Poder e da Justiça. E opina sobre qualquer assunto que a Globo imagina importante, sempre seguido do José dos Alagamentos – que também acha que sabe e entende tudo e de tudo.
Sob a sua e a tutela de quem alagou São Paulo, a oposição – que se fosse uma pessoa teria a cara do Roberto Freire e o cérebro do José Agripino Maia – engatilhou a marcha que deu rumo a uma onda de representações no STE contra Lula e a ministra Dilma.

A última foi dada entrada nesta terça feira."Mais uma vez, o presidente da República estava, sim, fazendo comício em prol da candidata 'de fato' do Partido dos Trabalhadores - PT para o próximo pleito presidencial, vocifera os demotucanos.

Esse Lula não se emenda mesmo!
"Eu penso que a cara do Brasil vai mudar muito e quem vier depois de mim, eu por questões legais não posso dizer quem é, espero que vocês adivinhem, vai encontrar um programa pronto, com dinheiro no Orçamento", disse o Presidente.
Lula falava do PAC II cuja vida estaria correndo riscos se o alagador de metrópoli conseguisse a façanha de vencer a sua candidata.

Foi o que afirmou à Veja o “babaca” presidente do PSDB. Foi o suficiente para o Jobim mandar o Serra dizer para o Sérgio Guerra e o Rodrigo Maia fazerem alguma coisa. Uma coisa que, por acaso, atende pelo nome de factóide.

É disso que a oposição precisa. Um factóide. Então entraram com tão sapiente e providencial representação.
Ela (oposição) e o PIG.
Já que as notícias boas do Governo incomoda e são um tormento para eles.
Não exatamente na mesma proporção que os alagamentos os incomoda e incomodam o povo de São Paulo.

Para a raivosa oposição Lula faz campanha (antecipada) em favor de Dilma – enquanto São Pedro, ao mandar irresponsavelmente chuver sobre São Paulo, manda os paulistas votarem contra o pobre do Zé.
Somando-se de maio de 2009 até a última, já passa de uma dezena o número de ações e representações contra Lula e a Ministra.
Tem até ação que pede a proibição do programa partidário de Rádio e TV do PT que vai ao ar em maio.
Todas tem dado em nada. Por falta de fundamentação. De razão e de lógica.

A oposição age por açodamento e por intepestividade. Na ânsia de preencher um vazio que a sua incompetência e insignificância produziu.
Ela cria o vacuo e se afunda no caos. O caos que se materializa nas enchentes e nas crateras, nas valas e nos precipícios de São Paulo.
No abandono de São Paulo.

A oposição quer calar o Governo. E proibí-lo de trabalhar e inaugurar as obras resultado de suas ações.
Tudo sob o silêncio conivente do PIG e de um certo personagem de Diamantino que é chegado a livrar gente rica da cadeia.

PIG: DEMOROU, MAS ELE DESCOBRIU QUE FALTA GOVERNO EM SP

Parece coisa do PIG em relação ao presidente Lula.
Mas, quem diria! Se trata do PIG com o PIG. Quer dizer, com o Serra.
Quando ambos olharam ao redor e perceberam que o caos é resultado da falta de gestão, foi um choque!
Se Zé Alagão não se digna em pedir perdão ao povo de São Paulo por ter deixado o estado sem governo, não me cabe pedir desculpas pelo trocadilho quase fútil cuja inutilidade nos leva a pensar como não seria os governos demotucanos sem o “choque de gestão” que os caracteriza.
Os alagamentos que transformou São Paulo num verdadeiro “inferno submerso” desde os primeiros dias de dezembro passado revela que o Zé é um homem arrojado, genial e pronto a tomar sempre iniciativas impactantes.
É só olhar o que ele escreveu no seu microblog esta manhã.

Saiu no blog do Josias de Sousa
Folha oline:

Serra adota discurso de vítima diante das enchentes
Existe São Paulo. E existe “São Paulo”. Há a cidade e o coletivo em que ela se transformou.
Pode ser coletivo majestático ou pejorativo. Depende do lado que você está e do que lhe vem à mente quando ouve “São Paulo”.
Sem aspas, São Paulo é trabalho, é locomotiva, é PIB. Com aspas, pode ser poluição, engarrafamento, caos urbano.Nos dias que correm, “São Paulo” é enchente, é morte.
A água penetra todas as suas residências.
Nalgumas, chega pela TV. Noutras, faz boiar os móveis.
José Serra levou ao microblog, na madrugada desta quarta (27), meia dúzia de palavras sobre o flagelo. Escreveu como vítima, não como governador.

Contou: “Fui até a estrada de Itapevi, onde o temporal abriu uma cratera impressionante. Prevendo o risco, o DER havia feito uma interdição na via”.
Celebrou: “Só por isso não houve maior tragédia. O carro com dois funcionários do DER despencou, mas felizmente eles foram resgatados e passam bem”.

Esmiuçou: “Tentei ir a Bauru, mas não consegui. Com o temporal, o aeroporto de Congonhas estava feito sanfona: abria e fechava o tempo todo”.

Contabilizou: “Este é o mês de janeiro mais chuvoso em SP, desde 1995, quando o Centro de Gerenciamento de Emergências passou a fazer medições.”

Comparou: “Pra vocês terem uma idéia: o previsto para todo o mês de janeiro eram 239 mm. Na zona norte de SP, choveu 43 mm só nesta terça-feira!”

Espantou-se: “A Estação Meteorológica da USP registrou, 5ª feira passada, o maior volume acumulado de chuva em janeiro desde 1932, quando começou a medir”.

Quem teve a ventura de ler José Serra sentiu falta de um governador. Alguém que discorresse sobre planos e medidas.
Quem leu José Serra teve a impressão de que ele não é propriamente um governador. É apenas mais uma vítima. Ou, por outra, é a ausência de solução com doutorado.
Uma espécie de nada com PhD, a contemplar a cidade desde a janela do Palácio dos Bandeirantes.
José Serra talvez ainda não tenha se dado conta, mas o cargo de governador tirou dele o conforto de habitar o mundo acadêmico.
Para um "scholar", habituado a observar os paradoxos do caos social de longe, com distanciamento brechtiano, o diagnóstico é o Éden.
Mas o cidadão que se encontra cercado de água por todos os lados anseia pela resolução de seus problemas. Espera, quando menos, por um lenitivo.
Poder-se-ia objetar que o despreparo de “São Paulo” para lidar com as enchentes é produto do descaso de muitos governos.
A objeção não socorre, porém, o tucanato de José Serra, no poder em “São Paulo” há uma década e meia.
Assim, as divagações noturnas de José Serra não tem senão a utilidade de dar ao seu autor a sensação de que seus relatos são úteis.
De resto, enquanto estiver empilhando estatísticas e relatos molhados, José Serra pode eximir-se de tarefas menores.
Apresentar providências, por exemplo.

domingo, 20 de dezembro de 2009

INCÊNDIO NA ÁGUA É FOGO


Moro no coração da Amazônia.Belém é chamada a “Metrópole da Amazônia”.
Eu não moro em Belém.
Moro no “Portal de Belém”.
Numa cidade distante apenas 100 quilômetros da capital paraense.
No meu estado e em toda a Amazônia estamos no período das grandes estiagens.
Com poucos ou baixíssimos índices pluviométricos.
A chuva raramente cai nessa estação do ano, chamada verão, na região Norte do Brasil.
Aí explodem e se disseminam as queimadas.
Os incêndios se dão natural e criminosamente.
Os fazendeiros derrubam a floresta e a queimam para o plantio de pastagem.
Os pequenos agricultores fazem o mesmo, para o cultivo de culturas de subsistência.
Traduzindo: está a todo vapor a “cultura do extermínio” das florestas amazônicas.
E assim os incêndios são vistos por todos os lados, em todos os lugares.
A toda hora.
Na Ilha do Marajó, o maior arquipélago do Mundo, com o maior rebanho de búfalos do País a “seca” já dizimou mais de 300 mil cabeças de gado.
O chão rachou, a vegetação desapareceu... e a vida não resiste sem água.
E a pobreza, com sede, só faz crescer e aumentar quantitativamente o número dos empobrecidos sedentos por dignidade.

É a Amazônia, o maior reservatório de água do Planeta pegando fogo.

Mas isso tem todoa uma explicação.
A vegetação ressecada, por sí já consiste em um excelente “combustível” para a propagação dos incêndios.
Só que eu estou falando da Amazônia.
A região dos contrastes naturais, econômicos e sociais.
Ver a Amzônia submersa pelas águas numa determinada estação do ano e percebê-la depois imersa pelo fogo, noutra, é uma coisa.
Outra coisa para a qual não se tem explicação é ver São Paulo dividido por zonas, ser tomado pelas “enchentes”, umas e, sistematicamente consumidas pelas chamas, outras.
Com um fator intrigante e uma coincidência alarmante: são da mesma classe e se inserem na categoria de pobres e/ou nordestinos, os que perdem suas casas, dignidade e a vida nos “alagões” e nas “queimadas” na maior cidade brasileira.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

A PARCIALIDADE DA MÍDIA E O MÉRITO DO ZÉ GENGIVA

Enquanto seis pessoas morriam vítimas do seu “alagão”, o governador paulista, Zé Gengiva, era condecorado em Brasília pelo ministro tucano da Defesa, Nelson Jobim.
Jobim é aquele que ajudou Lula a defenestrar da Polícia Federal dois dos seus maiores delegados por terem comandado a prisão do banqueiro e criminoso Daniel Dantas.
Um está hoje “exilado” na embaixada brasileira em Portugal. O outro, quase exluído dos quadros da PF. Tudo por serem honestos, dignos e profissionalmente competentes.
Certamente não haverá autoridade política em Brasília com autoridade moral capaz de explicar as razões que justifiquem a entrega de uma medalha condecorativa a um político com incotáveis deméritos tipo um Zé Serra.
Serra foi agraciado com a Medalha da Ordem do Mérito da Defesa!
Talvez porque não defendeu a população paulista do PCC.
Nem das crateras ou das vigas – e agora dos alagados - que se criam, despencam e se formam por obra das intermináveis obras do seu (des)governo.
Como se um tucano fosse coisa pouca, Jobim resolveu abusar e condecorou também o senador mineiro Eduardo Azeredo. Esse, com certeza, merece uma meldalha pelo mérito de ter sido agraciado com o título de réu e pai dos mensaleiros de Minas, pelo STF.
Especula-se a possibilidade de José Serra ter aproveitdado sua ida à capital para visitar o governador José Roberto Arruda (DEMos/DF), e participar do "gabinete de crise" da oposição sobre o mensalão do DEM.
Afinal de contas, Arruda seria o seu vice na eleição presidencial não fosse a extremada generosidade desse hipinótico empreendedor que eleva um patrimônio pessoal em 1000% no exíguo período de seis anos ao distribuir de forma descomunal centenas de milhares de panetone aos pobres.
Estima-se que tantos panetones fossem entregues por centenas e centenas de cavalos em suas charretes enfeitadas com ramos de arruda. Daí a existência de um haras nas proximidades da Capital.
Só que a população não viu nem recebeu sequer um pãozinho...
Porque eles estavam acondicionados em uma Caixa... de Pandora.
Mas ainda bem que a Polícia Federal viu.
E a Mídia? Aonde está a mídia? O que a mídia está vendo ou querendo ver?
O que ela está dizendo e fazendo já que ela se diz o quarto “poder?”
A Mídia está fazendo o que pode e tudo o que ela não pode para blindar o Zé Gengiva pelo alagão em São Paulo e o Zé Panetone em Brasília.
A Mídia “escondeu” o Zé Gengiva a ponto de quase ninguém imaginar que aquilo estava ocorrendo no maior Estado da Federação. Ao contrário de quando desabam os morros do Rio de Janeiro... que a Globo vai “atrás” do Sérgio Cabral para ele se explicar.
Sobrou para um pálido e desculposo Kassab falar um punhado de asneiras na TV. Ele mais agradeceu às autoridades – talvez por terem morrido somente seis mizeráveis soterrados – do que prometeu soluções.
Por outro lado, o Zé Gengiva... nem isso.
Enquanto São Paulo se afogava ele estava sendo condecorado por um Ministro do Presidentre Lula, em Brasília.
Já Zé Panetone, preparava a sua trupe de apaninguados, muitos identificados como servidores do governo, alguns em cargo de confiança e certamente recebendo propina para estarem ali, aparentemente como um grupo de manifestantes pró-arruda, segundo denominação da mídia escudeira e parcial.
Sim! A mídia é sumamente parcial e atua como escudo para proteger e blindar – e vem fazendo isso de forma servil e vergonhosa – os dois Zés: o de São Paulo do Alagão e o de Brasília do Panetone.