sexta-feira, 11 de março de 2011
E A MAQUETE DO SERRA FOI --SE ÁGUAS ABAIXO
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
O QUE UMA DERROTA É CAPAZ DE FAZER
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
SE ATAQUES FOSSEM NO RIO, A MÍDIA DIRIA QUE FOI O CV
O PCC é a maior facção criminosa de São Paulo.
Tão temeroso e repulsivo quanto a violência do PCC é a resistência da mídia serrista em esconder sua sigla.
E não pronunciar o nome Primeiro Comando da Capital.
Porque a mídia serrista sabe que o PCC está intrinsecamente relacionado aos tucanos que (des)governam São Paulo.
Há quase duas décadas.
PCC leva a lembrar de Alckmin.
PCC leva a José Serra.
PCC em São Paulo tem a ver com PSDB em São Paulo.
Logo, violência em São Paulo tem ligações com violência no Brasil.
Traduzindo: PCC lembra eleição. Eleição é uma coisa na qual Alckmin e Serra estão correndo atrás.
Serra garantiu que o PCC estava extinto como quem falava do controle de uma endemia.
E não estava.
O PCC voltou.
Só falta agora setores da mídia serrista atribuir os ataques do PCC ao comando de algum quadro ligado ao PT. Ligado a Lula. Ligado á Dilma...
Já que ela – a mídia serrista – se reserva ao direito de fazer dela as palavras do Índio do Serra.
E o Índio Serra disse (e reiterou) que Dilma Rousseff e o PT tem ligações com o Comando Vermelho, com as Farc e com o narcotráfico.
A mídia serrista repercutiu com estardalhaço e reiteradamente as insanidades aborígines.
Se os ataques do PCC fossem no Rio, a mídia serrista diria – assim, num atmo de tempo – que foi ação do CV.
Para prejudicar a campanha do Governador Sérgio Cabral.
Porque ele apóia a Ministra Dilma.
Seria uma mão na luva.
Mas não são no Rio.
Os ataques são em São Paulo.
E são praticados pelo PCC.
Nascido nos presídios paulistas.
Nos (dês)governos tucanos.
Que acabaram São Paulo.
Mas não acabaram com a violência.
Muito menos com o PCC.
Nome impronunciável pela mídia serrista.
A mídia serrista esconde o PCC – fala somente de uma organização criminosa – para não atrapalhar a campanha dos seus dois candidatos tucanos.
O “Fantástico” da Globo não falou a palavra PCC.
Ridículo e patético.
O patético e ridículo Alberto Goldman, Governador de São Paulo, que para variar é um tucano, aparvalhadamente tentava garantir que São Paulo estava segura.
Não há segurança em São Paulo.
Há 16 anos.
Há 16 anos os tucanos chegaram a São Paulo.
E, com eles, o PCC.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
BASE ALIADA DE DILMA SERÁ MAIOR NO SENADO
A oposição corre o risco de minguar à metade.
Pesquisa Datafolha – a do empate técnico que jogou no lixo os oito pontos da Vox Populi que separa Dilma do Serra – mostrou que em sete Estados (SP, MG, RJ, PE, BA, RS e PR) e no Distrito Federal, as bancadas de PSDB e DEM teriam uma redução de 50%, (caindo de seis para três senadores) se a eleição fosse hoje.
O ex-presidente Itamar Franco, por Minas Gerais, salvaria o PPS da humilhação que seria para o partido não eleger um único senador.
Por outro lado, a bancada do PT dobraria, de dois para quatro senadores.
Eleita, o apoio à Dilma nesses colégios eleitorais subiria de oito para dez em relação à base governista atual.
A oposição cairia de seis para quatro.
Entre essas 16 vagas em disputa (duas para cada colégio), haverá renovação de, no mínimo, 62% e a eleição de ao menos nove novatos.
O chefão do Serra e eterno discípulo de Fernando Henrique Cardoso, Aloysio Nunes Ferreira revela-se o maior mico eleitoral e amarga um ínfimo sétimo lugar, com apenas 4%, e tecnicamente empatado com Ana Luiza, do PSTU, em São Paulo.
Os tucanos só teriam o que comemorar em Minas, onde o ex-governador – que elogia Lula e esquece o Serra – Aécio Neves, está com 62%.
Fernando Pimentel (PT) tem 23% e ocupa a 3ª colocação.
Registre-se que 16% dos mineiros afirmaram que anulariam o voto ou votariam em branco e nada menos do que 40% ainda não sabem em quem votarão para senador.
Na Bahia o estrago na ceara da oposição que a TV Globo e a Folha tentam disfarçar é uma catástrofe. O senador Cesar Borges (PR) lidera, com 34%.
Os dois candidatos do DEM juntos somam pífios 13%.
No Rio, Marcelo Crivella (PRB) tem 42%, e mentor do desastrado vice do Serra, o ex-prefeito Cesar Maia (DEM), salva os anti-Lula com 31%.
O tucano e herói das CPI’s natimortas – eles se multiplicam na Câmara e no Senado! – Gustavo Fruet é outro fiasco oposicionista no Paraná.
Amarga seus minguados 16%.
No Distrito Federal, o tucanato sofre com a sua Abadia. Ela tem 23% - mais que o dobro do delegado e truculento Alberto Fraga do PFL.
O aliado dos tucanos, o PFL suspira um pouco em Pernambuco, com Marco Maciel e no RJ, com Cesar Maia.
A oposição gaúcha há muito entregou os pontos. No Rio Grande do Sul tucano é uma espécie quase extinta.
Quem dão as cartas pelos pampas é Germano Rigotto e o Senador Paim.
Os serristas fazem a festa da candidata do PT, Dilma Rousseff, em São Paulo. Na terra (des)governada pelos tucanos há dezesseis anos, Marta Suplicy (PT) lidera, com 32% das intenções de voto e Romeu Tuma pode ser reeleito. Ele teria 22% dos votos, se a eleição fosse hoje.
A eleição será em outubro.
Uma festa.
terça-feira, 15 de junho de 2010
CANDIDATURA DE SERRA SE ESFACELA
A provável adesão do DEM à reeleição da governadora Ana Júlia Carepa (PT) no Pará, e o apoio declarado do líder do partido na Câmara paulistana, vereador Carlos Apolinário (DEM) ao candidato a governador de São Paulo, senador Aloizio Mercadante (PT e aliados) evidenciam o crescimento da crise vivida pelos demos e pelas candidaturas tucanas de José Serra-presidente / Geraldo Alckmin-governador.
A dissidência do DEM só se amplia em São Paulo desde que há duas semanas Mercadante tomou café da manhã com 13 vereadores paulistanos, entre os quais outros integrantes de legendas que oficialmente apoiam Serra-Alckmin mas seus vereadores aderiram ao candidato a governador pelo PT.
Serra vê assim desmilinguir-se seu principal aliado, o DEM, num momento em que está cercado de crises por todos os lados: permanece em queda contínua nas pesquisas eleitorais há um ano e meio; Alckmin, principal candidato a governador por seu partido no maior colégio eleitoral do país tem sido acusado de fazer corpo mole e se negar a entrar em sua campanha; além do fato de que até agora não tem vice e o DEM não aceita abrir mão da vaga para um tucano ou tucana.
As candidaturas Serra-Alckmin tem problemas ainda mais acentuados em São Paulo onde enfrentam: divisões dentro do PSDB; apoio apenas formal do prefeito paulistano Gilberto Kassab (DEM) a Alckmin; e crise com o PTB pela exclusão de Romeu Tuma da chapa para o Senado e da coligação que apoia Alckmin.
Indefinição amplia encrenca
A falta de um nome para ser o vice na chapa do PSDB e a relutância em escolher alguém do DEM para o posto estão tornando o atual momentoi da candidatura Serra bastante difícil, bem ao contrário do que previam os analistas que, no mês passado, profetizaram que se maio tinha sido o mês bom de Dilma, junho seria o mês bom de Serra.
Serra teria comentado com pessoas de seu círculo mais próximo que não vê nos quadros do DEM nenhum nome que possa somar com a sua candidatura. Setores do partido de direita, no entanto, cobram do aliado paulista o cumprimento do acordo que lhe assegurou a parcela de 40% do tempo de TV para os programas da campanha eleitoral.
O único nome passível de aceitação por parte do DEM, segundo interlocutores de ambas as legendas, seria o do ex-governador Aécio Neves, que já declinou do convite, sugerindo que o senador Tasso Jeireissati ocupasse a vaga. Tasso, por sua vez, também não aceitou a missão por considerar que não tem "o perfil do Marco Maciel (vice-presidente no mandato José Sarney)", em referência ao seu temperamento difícil e conturbado. À exceção de Aécio, qualquer outro nome poderá significar o rompimento do acordo com os democratas, segundo dirigentes da legenda ouvidos pelo site Correio do Brasil.
Serra tem sido taxado, dentro do próprio partido, como centralizador e dono de um humor irascível, fato que o levou a desmentir a versão de mau humorado em seu discurso de lançamento da campanha eleitoral, durante o qual pediu a confirmação ao senador Jereissati, ex-desafeto político nas últimas eleições presidenciais, há quatro anos, e considerado ainda mais irritadiço. Também o acusam de se manter longe da máquina partidária e a decidir a agenda de viagens sem consultar as bases da legenda.
Não têm sido poucas as reclamações, em público, de integrantes do DEM contra a indecisão tucana. Um dos dirigentes do partido aliado aos tucanos disse a um jornalista, na segunda-feira, que já teria "mandado o Serra para os infernos" se o partido tivesse a menor chance de lançar um candidato ao cargo majoritário do Executivo. Setores da direção partidária do DEM, no entanto, ainda tentam negociar as condições para que a legenda se mantenha ao lado dos tucanos, em condições menos desvantajosas do que aquelas apresentadas, até agora, pela direção da campanha serrista.
Um dos bombeiros tem sido o senador José Agripino Maia, líder do DEM no Senado. Ele defende a idéia de que um vice tucano para José Serra não seria um mau negócio, desde que ficassem acordadas as vantagens do partido no caso de vitória da coligação, nas urnas, em outubro. Já o presidente da legenda, Rodrigo Maia, e o senador ultraconservador Jorge Bornhausen, no entanto, têm buscado nomes para indicar ao posto, que querem ver ocupados por alguém do partido, o quanto antes. Filho de César Maia, ex-prefeito do Rio e líder da extrema-direita brasileira, Rodrigo não nutre a admiração que Serra desejaria de um aliado. Ele era cabo eleitoral de Aécio para o posto hoje ocupado pelo tucano paulista.
Enquanto isso, o tempo para Serra decidir quem será o seu vice se afunila. A convenção nacional do DEM está marcada para o próximo dia 27. No edital de convocação está a aprovação da aliança com o PSDB e a homologação do candidato a vice-presidente na chapa que concorrerá à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Se não houver a escolha deste nome, os convencionais do DEM não terão o que votar, assegurou um dos dirigentes do partido. Sem votação não há aliança e, sem aliança, a direita terá registrado o maior golpe desde as eleições diretas para o cargo que, hoje, vêem ficando cada vez mais distante.
Do Vermelho, com informações do Correio do Brasil
quarta-feira, 9 de junho de 2010
TRISTE SÃO PAULO
O comitê paulista para a Copa do Mundo de 2014 desistiu de tocar o projeto de reforma do Morumbi aprovado pela Fifa para receber as semifinais e que credenciaria tecnicamente o estádio a ser forte concorrente ao jogo de abertura do Mundial.
Sendo assim, enviará à Fifa um projeto mais modesto, no qual as obras no estádio deverão custar entre R$ 250 milhões e R$ 280 milhões. O projeto anterior, aprovado pela Fifa, previa gastos de R$ 630 milhões, valor considerado economicamente inviável pela cúpula do São Paulo.
Tanto o clube quanto o comitê refutam a tese de que, com esse projeto mais modesto, estariam abrindo mão da abertura da Copa. Nos bastidores, apostam que, no futuro, a Fifa e o Comitê Organizador Local (COL) flexibilizarão as suas exigências.
O novo projeto que será levado à Fifa não apresentará as soluções que foram previstas na versão aprovada. Não haverá, por exemplo, rebaixamento do gramado nem a demolição de dois níveis de arquibancada para a construção de apenas um nível. Eram justamente essas duas intervenções que encareciam tanto o projeto.
A Folha teve acesso a uma nota do comitê paulista na qual o órgão diz que "as exigências da Fifa para um estádio ter direito ao jogo de abertura da Copa são grandes e demandam intervenções excessivamente dispendiosas".
Assim, a entidade continuará a apoiar o Morumbi como sede paulista, "ainda que seu projeto de requalificação não atenda a todas as exigências da Fifa para sediar a partida de abertura".
A Folha apurou que as garantias financeiras que vão ser apresentadas ao Comitê Organizador Local preveem que R$ 60 milhões serão provenientes do financiamento do BNDES e que o resto virá de parceiros do São Paulo.
O clube já firmou parceria com Nestlé, Visa e Volkswagen e está em negociação com mais três empresas.
Quanto à linha de crédito do BNDES, o São Paulo ainda não definiu se usará um banco repassador ou solicitará à Camargo Corrêa que tome o empréstimo em seu lugar.
PIRITUBÃO
Na nota, o comitê paulista mais uma vez refutou a possibilidade de que seja erguido um estádio em Pirituba (zona norte). Segundo o órgão, a construção de uma nova arena habilitada para receber a abertura da Copa consumiria mais de R$ 1 bilhão, quantia que inviabilizaria o projeto.
Concorrentes de São Paulo a receber o jogo de abertura, Belo Horizonte e Brasília trabalham com o cenário de que receberão o primeiro jogo.
sábado, 20 de março de 2010
NUM FESTIVAL DE TRÓ LÓ LÓ DATENA LANÇA CANDIDATURA DE SERRA
O Boechat não se continha e anunciou como “exclusivo” o anúncio da candidatura à Presidência do (des)governador paulista.
O Jornal da Band se transformou numa espécie de programa partidário do PSDB e o Datena desnudou mais que uma opção e simpatia, a sua paixão pelo Serra.
Patético, aquilo.
Presumi que o vampirão não falasse a língua tupiniquim, tal o desvairado interesse do jornalista da Band em traduzí-lo.
E fazê-lo proclamar que é candidato a Presidente.
O destemidão da Band que manda por na tela, foi além.
Levado pelo tró ló ló de que Serra não faz campanha antecipada e que ora cuida de (des)governar São Paulo, como o próprio acabara de afirmar, datenão resumiu, num raciocínio rápido, os eloquentes e edificantes artigos de FHC publicados ultimamente pelo PIG nos quais ele fala pelo Zé Alagão para atacar a pré-candidata pelo PT, a ministra Dilma Rousseff.
Dantena disse que Dilma não é o Lula.
E que não sendo Lula, ela não tem condições de ser presidente.
Que Lula não vai governar nem decidir por ela.
Ou seja, enquanto Lula vai pendurar FHC no pescoço do Serra (como diz o impagável Paulo Henrique Amorim), Datena quer separar Lula de Dilma.
Datena disse para Serra confirmar que a história do Serra é maior que a da Dilma.
Um espetáculo do mais puro e ridículo besteirol jornalístico com o DNA do PIG.
Depois do Boris humilhar os garis, a Band se supera com os paparicos do Datena a Serra.
Um nojo.
Serra é um cara legal, simpático – para o Datena.
Para ele Serra está mais alegre, feliz e com aparência bonita.
Só mesmo um bajulador do quilate de um Datena para encontar algum vestígio de beleza na cara do Serra.
Datena é um desastrado.
Falando pelo Serra e poupando-o de dizer o que não deve porque continua no governo e no governo ele não faz campanha, Datena, no mínimo, postula a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.
E finda por ser forte candidato ao Ministério das Comunicações.
Afinal, ele se diz amigo do presidente Lula e que aprendeu a gostar do Serra – um político bom e honesto, como Lula e Dilma – que deve ser preservado.
O Datena também é chegado a um tró ló ló.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
PSIU! A OPOSIÇÃO QUER SILENCIAR O GOVERNO
PIG: DEMOROU, MAS ELE DESCOBRIU QUE FALTA GOVERNO EM SP
Saiu no blog do Josias de Sousa
Contou: “Fui até a estrada de Itapevi, onde o temporal abriu uma cratera impressionante. Prevendo o risco, o DER havia feito uma interdição na via”.
domingo, 20 de dezembro de 2009
INCÊNDIO NA ÁGUA É FOGO
Com um fator intrigante e uma coincidência alarmante: são da mesma classe e se inserem na categoria de pobres e/ou nordestinos, os que perdem suas casas, dignidade e a vida nos “alagões” e nas “queimadas” na maior cidade brasileira.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
A PARCIALIDADE DA MÍDIA E O MÉRITO DO ZÉ GENGIVA
Enquanto seis pessoas morriam vítimas do seu “alagão”, o governador paulista, Zé Gengiva, era condecorado em Brasília pelo ministro tucano da Defesa, Nelson Jobim.Jobim é aquele que ajudou Lula a defenestrar da Polícia Federal dois dos seus maiores delegados por terem comandado a prisão do banqueiro e criminoso Daniel Dantas.
Um está hoje “exilado” na embaixada brasileira em Portugal. O outro, quase exluído dos quadros da PF. Tudo por serem honestos, dignos e profissionalmente competentes.
Certamente não haverá autoridade política em Brasília com autoridade moral capaz de explicar as razões que justifiquem a entrega de uma medalha condecorativa a um político com incotáveis deméritos tipo um Zé Serra.
Serra foi agraciado com a Medalha da Ordem do Mérito da Defesa!
Talvez porque não defendeu a população paulista do PCC.
Nem das crateras ou das vigas – e agora dos alagados - que se criam, despencam e se formam por obra das intermináveis obras do seu (des)governo.
Como se um tucano fosse coisa pouca, Jobim resolveu abusar e condecorou também o senador mineiro Eduardo Azeredo. Esse, com certeza, merece uma meldalha pelo mérito de ter sido agraciado com o título de réu e pai dos mensaleiros de Minas, pelo STF.
Especula-se a possibilidade de José Serra ter aproveitdado sua ida à capital para visitar o governador José Roberto Arruda (DEMos/DF), e participar do "gabinete de crise" da oposição sobre o mensalão do DEM.
Afinal de contas, Arruda seria o seu vice na eleição presidencial não fosse a extremada generosidade desse hipinótico empreendedor que eleva um patrimônio pessoal em 1000% no exíguo período de seis anos ao distribuir de forma descomunal centenas de milhares de panetone aos pobres.
Estima-se que tantos panetones fossem entregues por centenas e centenas de cavalos em suas charretes enfeitadas com ramos de arruda. Daí a existência de um haras nas proximidades da Capital.
Só que a população não viu nem recebeu sequer um pãozinho...
Porque eles estavam acondicionados em uma Caixa... de Pandora.
Mas ainda bem que a Polícia Federal viu.
E a Mídia? Aonde está a mídia? O que a mídia está vendo ou querendo ver?
O que ela está dizendo e fazendo já que ela se diz o quarto “poder?”
A Mídia está fazendo o que pode e tudo o que ela não pode para blindar o Zé Gengiva pelo alagão em São Paulo e o Zé Panetone em Brasília.
A Mídia “escondeu” o Zé Gengiva a ponto de quase ninguém imaginar que aquilo estava ocorrendo no maior Estado da Federação. Ao contrário de quando desabam os morros do Rio de Janeiro... que a Globo vai “atrás” do Sérgio Cabral para ele se explicar.
Sobrou para um pálido e desculposo Kassab falar um punhado de asneiras na TV. Ele mais agradeceu às autoridades – talvez por terem morrido somente seis mizeráveis soterrados – do que prometeu soluções.
Por outro lado, o Zé Gengiva... nem isso.
Enquanto São Paulo se afogava ele estava sendo condecorado por um Ministro do Presidentre Lula, em Brasília.
Já Zé Panetone, preparava a sua trupe de apaninguados, muitos identificados como servidores do governo, alguns em cargo de confiança e certamente recebendo propina para estarem ali, aparentemente como um grupo de manifestantes pró-arruda, segundo denominação da mídia escudeira e parcial.
Sim! A mídia é sumamente parcial e atua como escudo para proteger e blindar – e vem fazendo isso de forma servil e vergonhosa – os dois Zés: o de São Paulo do Alagão e o de Brasília do Panetone.



