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terça-feira, 15 de junho de 2010

CANDIDATURA DE SERRA SE ESFACELA

CONFIRMA


Insatisfeito com Serra, DEM começa a se desgrudar de tucanos

A provável adesão do DEM à reeleição da governadora Ana Júlia Carepa (PT) no Pará, e o apoio declarado do líder do partido na Câmara paulistana, vereador Carlos Apolinário (DEM) ao candidato a governador de São Paulo, senador Aloizio Mercadante (PT e aliados) evidenciam o crescimento da crise vivida pelos demos e pelas candidaturas tucanas de José Serra-presidente / Geraldo Alckmin-governador.
A dissidência do DEM só se amplia em São Paulo desde que há duas semanas Mercadante tomou café da manhã com 13 vereadores paulistanos, entre os quais outros integrantes de legendas que oficialmente apoiam Serra-Alckmin mas seus vereadores aderiram ao candidato a governador pelo PT.

Serra vê assim desmilinguir-se seu principal aliado, o DEM, num momento em que está cercado de crises por todos os lados: permanece em queda contínua nas pesquisas eleitorais há um ano e meio; Alckmin, principal candidato a governador por seu partido no maior colégio eleitoral do país tem sido acusado de fazer corpo mole e se negar a entrar em sua campanha; além do fato de que até agora não tem vice e o DEM não aceita abrir mão da vaga para um tucano ou tucana.

As candidaturas Serra-Alckmin tem problemas ainda mais acentuados em São Paulo onde enfrentam: divisões dentro do PSDB; apoio apenas formal do prefeito paulistano Gilberto Kassab (DEM) a Alckmin; e crise com o PTB pela exclusão de Romeu Tuma da chapa para o Senado e da coligação que apoia Alckmin.

Indefinição amplia encrenca

A falta de um nome para ser o vice na chapa do PSDB e a relutância em escolher alguém do DEM para o posto estão tornando o atual momentoi da candidatura Serra bastante difícil, bem ao contrário do que previam os analistas que, no mês passado, profetizaram que se maio tinha sido o mês bom de Dilma, junho seria o mês bom de Serra.

Serra teria comentado com pessoas de seu círculo mais próximo que não vê nos quadros do DEM nenhum nome que possa somar com a sua candidatura. Setores do partido de direita, no entanto, cobram do aliado paulista o cumprimento do acordo que lhe assegurou a parcela de 40% do tempo de TV para os programas da campanha eleitoral.

O único nome passível de aceitação por parte do DEM, segundo interlocutores de ambas as legendas, seria o do ex-governador Aécio Neves, que já declinou do convite, sugerindo que o senador Tasso Jeireissati ocupasse a vaga. Tasso, por sua vez, também não aceitou a missão por considerar que não tem "o perfil do Marco Maciel (vice-presidente no mandato José Sarney)", em referência ao seu temperamento difícil e conturbado. À exceção de Aécio, qualquer outro nome poderá significar o rompimento do acordo com os democratas, segundo dirigentes da legenda ouvidos pelo site Correio do Brasil.

Serra tem sido taxado, dentro do próprio partido, como centralizador e dono de um humor irascível, fato que o levou a desmentir a versão de mau humorado em seu discurso de lançamento da campanha eleitoral, durante o qual pediu a confirmação ao senador Jereissati, ex-desafeto político nas últimas eleições presidenciais, há quatro anos, e considerado ainda mais irritadiço. Também o acusam de se manter longe da máquina partidária e a decidir a agenda de viagens sem consultar as bases da legenda.

Não têm sido poucas as reclamações, em público, de integrantes do DEM contra a indecisão tucana. Um dos dirigentes do partido aliado aos tucanos disse a um jornalista, na segunda-feira, que já teria "mandado o Serra para os infernos" se o partido tivesse a menor chance de lançar um candidato ao cargo majoritário do Executivo. Setores da direção partidária do DEM, no entanto, ainda tentam negociar as condições para que a legenda se mantenha ao lado dos tucanos, em condições menos desvantajosas do que aquelas apresentadas, até agora, pela direção da campanha serrista.

Um dos bombeiros tem sido o senador José Agripino Maia, líder do DEM no Senado. Ele defende a idéia de que um vice tucano para José Serra não seria um mau negócio, desde que ficassem acordadas as vantagens do partido no caso de vitória da coligação, nas urnas, em outubro. Já o presidente da legenda, Rodrigo Maia, e o senador ultraconservador Jorge Bornhausen, no entanto, têm buscado nomes para indicar ao posto, que querem ver ocupados por alguém do partido, o quanto antes. Filho de César Maia, ex-prefeito do Rio e líder da extrema-direita brasileira, Rodrigo não nutre a admiração que Serra desejaria de um aliado. Ele era cabo eleitoral de Aécio para o posto hoje ocupado pelo tucano paulista.

Enquanto isso, o tempo para Serra decidir quem será o seu vice se afunila. A convenção nacional do DEM está marcada para o próximo dia 27. No edital de convocação está a aprovação da aliança com o PSDB e a homologação do candidato a vice-presidente na chapa que concorrerá à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Se não houver a escolha deste nome, os convencionais do DEM não terão o que votar, assegurou um dos dirigentes do partido. Sem votação não há aliança e, sem aliança, a direita terá registrado o maior golpe desde as eleições diretas para o cargo que, hoje, vêem ficando cada vez mais distante.

Do Vermelho, com informações do Correio do Brasil

sexta-feira, 28 de maio de 2010

MAIS UM DOS "VICES" DE SERRA NO MENSALÃO DOS DEMOS

Calminha! O jogo pode está apenas começando



Para quem gosta de jogo de siglas, mais um dos "ético-demos" pode estar com um pé no MP do DF e, por tabela, na PF.
Seguindo a trilha de seu até então maior quadro e estrela exponencial a ponto de ser requisitado publicamente por José Serra para compor sua chapa como vice, na célebre frase "compre um careca e leve dois", vem aí - segundo Durval Barbosa - a bomba que poderá, mais que explodir, implodir a candiatura do aliado e careca nº 1.

A bola da vez seria ninguém menos que o presidente dos demos, o filho do César Maia, o Rodrigo.
Do Estadão: Comando do DEM sai em defesa de Rodrigo Maia
O comando do DEM divulgou nota hoje em defesa do presidente da legenda, deputado Rodrigo Maia (RJ), acusado por Durval Barbosa de envolvimento no esquema de corrupção no Distrito Federal. A sigla diz que reafirma "em nome de todo o partido, a mais absoluta e inabalável confiança na correição de nosso presidente, o deputado Rodrigo Maia (RJ), e nossa irrestrita solidariedade a ele".

Em declaração ao jornal O Estado de S. Paulo, publicada na edição de hoje, Durval Barbosa, delator do esquema do "mensalão do DEM" no DF, afirmou que Rodrigo Maia era um dos beneficiários do esquema montado pelo governador cassado José Roberto Arruda. "O acerto do Rodrigo era direto com o Arruda", disse Barbosa.

Na nota, a direção do DEM afirma ainda "repudiar, com veemência, a atitude leviana e irresponsável com a qual o indivíduo Durval Barbosa se apresenta e trata de um assunto da natureza do que ele está envolvido". O manifesto foi assinado pelos líderes do partido na Câmara, Paulo Bornhausen (SC), no Senado, José Agripino (RN), pelo senador Marco Maciel (PE) e pelo presidente de honra da legenda, Jorge Bornhausen.

Autor dos vídeos que levaram à queda de Arruda, de quem foi secretário de Relações Institucionais, Barbosa afirmou que a participação do presidente nacional do DEM é uma das vertentes da nova fase das investigações, com as quais colabora por meio de um acordo de delação premiada firmado com o Ministério Público Federal (MPF). "O Ministério Público vai pegar", afirmou, referindo-se à suposta participação de Rodrigo Maia no desvio de dinheiro do governo do Distrito Federal. O ex-secretário também acusou o PMDB de receber pagamentos mensais do esquema de Arruda.

'Notoriedade'

A direção do DEM diz ainda "repudiar e manifestar estranheza com a forma com que o referido sujeito busca notoriedade - e encontra -, se valendo da condição de criminoso protegido pelo regime de delação premiada para tentar enlamear pessoas que têm o respeito de todos justamente por sua reputação ilibada". E ressalta "a crença na Justiça, esperando que sejam tomadas medidas para que réus confessos não confundam o regime de delação premiada com licença para a prática de leviandades como a registrada pelo jornal".

Barbosa conversou com o jornal O Estado de S. Paulo na última quarta-feira à noite, quando participava de uma festa para mais de 500 pessoas numa das casas de eventos mais badaladas de Brasília, sem constrangimento. "O constrangimento é de quem roubou", disse. A metralhadora do delator do mensalão candango segue ativa. Além de disparar contra o presidente nacional do DEM, Barbosa afirmou que dirigentes do PMDB se beneficiavam do esquema de corrupção montado no governo Arruda.

O dinheiro, segundo ele, era entregue ao presidente do diretório do partido no DF, o deputado federal Tadeu Filippelli. "Filippelli recebia R$ 1 milhão por mês para o PMDB", afirmou Barbosa. "Inclusive tem um áudio sobre isso", emendou. O ex-secretário se recusou a dar detalhes sobre os supostos pagamentos ao DEM e ao PMDB sob o argumento de que o acordo de delação premiada o impede de falar a respeito de assuntos sob investigação. Ele indicou, porém, que está contando o que sabe ao Ministério Público e à Polícia Federal.

Indagado sobre o que tem acrescentado às investigações da Operação Caixa de Pandora, deflagrada pela PF em novembro passado, Barbosa fez mistério. "Vem muito mais por aí", declarou. Depois, fez mais uma de suas profecias: "Mais uns 60 vão ser presos."

quarta-feira, 5 de maio de 2010

POR FALTA DO QUE DIZER SERRA REPETE MECANICAMENTE O QUE SEMPRE DIZ

Serra esteve no Rio Grande do Sul, nesta quarta.
Não custa crer que tenha ido felicitar sua maior cabo eleitoral no Estado e modelo de honestidade tucana, a governadora Yeda Crusius.
A entrevista que o presidenciável, no finíssimo tratamento a ele dado pelo Estadão, é um gêiser de relevantes e contundentes revelações.
Uma avalanche de idéias lhe brotam. Aos borbotões.
Serra fala e não diz nada.
De novo.
É o mesmo besteirol de sempre.
Para Serra é até bom que o presidente venezuelano manifeste apoio à ministra Dilma.
O porquê, nem ele sabe.
Isso não lhe foi perguntado, e meso que alguém lhe perguntasse, não responderia.
Quando muito, devolveria, grosseiramente, bem ao seu estilo, a pergunta ao seu interlocutor.
Se fosse – se fosse, porque não será – ele não receberia Mahmoud Ahmadinejad no Brasil.
Porque “devemos sempre ser contra a bomba”
A Rússia pode ter a bomba. Os EUA também.
Os iranianos não. Isso é proliferação das armas. E “pode dificultar o controle”.
Às vezes fico imaginando o que seria desse pobre e mesquinho mundo se Deus não tivesse criado uma mente tão fértil e genial como José Serra.
Sabiamente, Serra afirmou que vai reduzir a máquina pública.
Porque tem muita gordura bovina européia para cortar.
Que esplendorosa idéia! Que discurso pomposo, inventivo e convincente.
Que tom professoral!
Agora, se existe um tema o qual Serra domina de forma impecável, é a corrupção no PSDB e no DEM.
Mesmo porque não existiu mensalão em Minas Gerais. Ele não sabe o que é isso. Sua afirmativa é uma interrogação.
Sua genialidade o leva a absolver Eduardo Azeredo, o pai dos mensaleiros com a fosfloruecente frase: “Erro é erro”.
Algo jamais dito.
Serra não admite nem a existência do mensalão do seu quase ex-vice, José Roberto Arruda.
O do DEM (mensalão) foi diferente do do PT.
Aí, para não responder à pergunta, ele vira o repórter.
Quem agiu mais corretamente, o DEM ou o PT?
E parte – pela primeiríssima vez na vida – para a ignorância e truculência: "Você não está respondendo à minha pergunta, está se comportando meio partidariamente."
A cara de pau do Serra só não é maior do que a sua feiúra.
E da sua falta de caráter.









sábado, 3 de abril de 2010

O TOTALITARISMO DO IMPÉRIO TUCANO

O SNI renasce sob os tucanos
Do Altamiro Borges:
Reproduzo artigo de Marco Aurélio Weissheimer, publicada no sítio Carta Maior com o título “Infiltração e repressão: Serra repete práticas de Yeda”: O governo José Serra (PSDB) adotou as mesmas táticas policiais utilizadas pela também tucana Yeda Crusius no Rio Grande do Sul. Integram essas táticas, entre outras, duas medidas básicas: reprimir violentamente protestos e manifestações de ruas e infiltrar policiais a paisana nestes protestos e manifestações.

O episódio da foto onde um homem carrega uma PM ferida nos protestos de 26 de março expôs, involuntariamente, esse tipo de prática.Inicialmente, um texto do jornalista Leandro Fortes reproduziu a versão difundida pela Agência Estado dando conta de que o homem era um manifestante que participava do ato dos professores. Diante da repercussão causada pela foto, dois dias depois, o comando da PM de São Paulo divulgou nota garantindo que se tratava de um policial à paisana “que estava passando por ali por acaso”.

A PM negou tratar-se de um “infiltrado”, mas negou-se a divulgar o nome do mesmo o que só reforça a tese de que se tratava de um homem do chamado “serviço de inteligência” da polícia.

Uma das regras básicas do trabalho desse “serviço de inteligência” é não ser identificado publicamente. Vale tudo para assegurar o anonimato, desde disfarçar-se de manifestante ou mesmo de jornalista. No dia 30 de abril de 2009, um homem, apontado por manifestantes como sendo agente da PM2, o serviço secreto da Brigada Militar (a PM gaúcha), usou indevidamente o nome da Carta Maior ao infiltrar-se em uma manifestação de servidores públicos contra o governo Yeda Crusius, em Porto Alegre, e fazer fotos dos manifestantes.

Não foi a primeira vez que servidores de órgãos de segurança disfarçaram-se de fotógrafos no Rio Grande do Sul, identificando-se como profissionais de imprensa para espionar manifestações de sindicatos e movimentos sociais. Em geral, essa prática conta com a cumplicidade (pelo silêncio) da imprensa local, que tem conhecimento da mesma, mas não fala no assunto.

O papel dos infiltrados é duplo: recolher informações e fazer fotos de manifestantes, por um lado; e, eventualmente, dar início a provocações que levem a distúrbios e conflitos que, posteriormente, serão atribuídos aos manifestantes.

Essa prática, aplicada várias vezes contra sem terras, professores e servidores públicos no Rio Grande do Sul, é repetida agora em São Paulo com as acusações de que os professores em greve seriam “baderneiros” e responsáveis pelos conflitos com a polícia.

A decisão do PSDB de São Paulo de entrar na Justiça contra o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo também segue a mesma cartilha utilizada pelo governo Yeda no RS. Segundo a representação encaminhada em conjunto pelo PSDB e pelo DEM, “o movimento se organiza em torno de palavras de ordem e outras manifestações que tendem a interferir no âmbito eleitoral, partidarizando o movimento”.

No Rio Grande do Sul, dirigentes sindicais, jornalistas e lideranças de movimentos sociais já perderam a conta do número de processos, no âmbito civil e criminal, movidos pela governadora Yeda Crusius.

O Ministério Público do Rio Grande do Sul chegou a determinar, em 2009, a retirada de cartazes e outdoors que faziam parte de uma campanha de sindicatos de servidores públicos e movimentos sociais denunciando casos de corrupção envolvendo o governo Yeda. A atual presidente do Centro de Professores do Estado do RS (CPERS/Sindicato), Rejane Rodrigues, está sofrendo vários processos, um deles por ter participado de uma manifestação em frente à casa da governadora.

O fato é que os governos tucanos apresentam uma uniformidade no trato com manifestações sociais: o que domina é a lógica da repressão, a ausência do diálogo e a aversão ao contraditório.

O uso de policiais infiltrados nas manifestações é típico de tempos autoritários, onde a “interlocução” de governos com a oposição é feita nos subterrâneos, com práticas nada transparentes. Não é por acaso, portanto, que cenas e práticas similares vêm sendo vistas nas ruas de São Paulo e do Rio Grande do Sul.

domingo, 7 de março de 2010

SERRA FAZ RIR

José Serra, todos sabem, recebeu um ultimato de FHC – ele é o dono do PSDB – para que dissesse que é pré-candidato à presidência.
O prazo espiraria nesta segunda, oito de março, Dia Internacional da Mulher.
Serra, então, sob pressão, anunciará amanhã. Ele está disposto a levar uma surra de uma mulher.
E levará.
Não sabe, todavia, ao lado de quem na chapa.
Certo, mesmo, ele só sabe que a sua chapa está esquentando.
Em outubro, ela pega fogo de vez.
Aí, só saltando no cristalino e límpido Tietê.
É provável que Serra dê a “boa notícia” às oposições e ao PIG com o qual se alinha.
Mas ninguém, nem mesmo a Mirian Leitão (Pasmem!) ou a Eliane Catanhêde (Como!) sabem ou imaginam quem poderá ser o vice de José Serra.
A chapa puro-sangue foi definitivamente para o fundo com os incontáveis nãos de Aécio Neves.


O PSDB apostava tudo na dobradinha Café com Leite.
Quebrou a cara.
E os demos, preteridos, fingiam que não estavam ali. Só à espreita.
Pensando bem, não estão mesmo. Porque o PFL morreu. O DEM faliu. Acabou.
A corrupção corroeu, desmilinguiu, desfarelou os demos.
Só falta o Dmóstenes perceber isso...
O senhor dos jantinhos – a arrogância que ocupa uma poutrona de senador, que atende pelo nome de Tasso Jereissati – já declarou que não aceita perder para mulher.
Tradução: o jagunção corre às léguas para não ser o vice do campeão... De rejeição.
Ninguém quer ser o vice do rejeitadíssimo Zé Alagão.
Isso é que é ter perfil de um líder.

O homem não inspira o mínimo de respeito e suas olheiras, digo, compleição, revela alguém perseguido pelo micróbio do derrotismo.
Sua “salvação” findará por ser justamente quem ele empurrou para a linha do corner.
O DEM se curvará e outra vez se satisfará com as sobras – e olha que para o DEM qualquer migalha ainda será muito – de uma cadeira de vice.
Agora, o que novamente para o DEM equivalerá a acertar sozinho a megacena, para o tucanato não passa de um vexame e para a ministra Dilma uma mão na roda.
Sem alternativa só resta a José Serra convidar ninguém menos que Kátia Abreu, a senadora latifundiária e grileira do... DEM, aquela que disse que "ambientlista bom é ambientalista morto".
Isso não dá para comentar.
Mas faz cóssegas.
Então, ra-ra-ra-ra-ra!

sábado, 6 de março de 2010

DEM PERDE POR ANTECIPAÇÃO


Deu no viomundo, do Rodrigo Vianna.

No bastidor, DEM já vê Dilma como "franca favorita"

publicada em sexta, 05/03/2010 às 19:33 e atualizado em sexta, 05/03/2010 às 20:20

O DEM não se preocupa só com os panetones de Arruda - o governador preso teria em mãos um dossiê que pode comprometer a cúpula do partido.

O DEM não se preocupa só com a queda de popularidade de Kassab - o prefeito chafurda nas enchentes, enquanto sua sub-prefeita tira onda de garota gostosa nas páginas de "Playboy" -
O DEM tem preocupações ainda maiores com o quadro político nacional.

Análise que circula, de forma reservada, na cúpula da legenda traz previsões ruins para os interesses do partido.

O texto de Saulo Queiroz (tesoureiro do partido) prevê vitória fácil de Dilma contra Serra, e defende que a oposição aposte em Aécio - não para ganhar agora, mas para garantir um nome competitivo em eleições futuras.


A análise ganhou destaque no Blog do Favre:
"No documento, Saulo, que também já integrou a direção do PSDB, faz uma análise das eleições em todas as regiões do país e nos estados do Sudeste, e conclui: “Dilma é franca favorita na disputa contra Serra”. Prevê um “arraso” da candidatura Dilma-Lula no Rio.
Atribui à petista uma vantagem “na casa de 20% em Minas”:

“Dilma é mineira, atiçará a mágoa pelo fato de Aécio ter sido preterido pelo Serra, mais um paulista”. Saulo também não crê em vitória se o candidato for Aécio, mas nesse caso argumenta: “Aécio terá assegurado um grande recall para pleitos futuros. É a vantagem dos seus 49 anos… Em 2014 Serra terá 72 anos”.
“O processo de encarnação de Lula em Dilma está em pleno andamento e tende a se completar ao longo do período eleitoral” — Saulo Queiroz, tesoureiro do DEM."


terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

E A CULPA NÃO É DO PT

Deu no site do Azenha:

O DEM faliu. Quem vai junto?

Atualizado e Publicado em 23 de fevereiro de 2010 às 17:20

Paulo Octávio renuncia ao cargo de governador interino do DF
Acuado por denúncias de envolvimento no 'mensalão do DEM', ele já havia anunciado sua desfiliação do partido.

do Estadão
BRASÍLIA - O governador em exercício do Distrito Federal, Paulo Octávio, enviou nesta terça-feira, 23, sua carta de renúncia à Câmara Legislativa. Acuado por denúncias de envolvimento no escândalo do mensalão do DEM e pressionado pela cúpula da legenda, ele já havia anunciado sua desfiliação do partido.
A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa de Paulo Octávio.
O vice-governador assumiu o cargo após a prisão do governador eleito, José Roberto Arruda, por tenativa de suborno de testumunha e obstrução de justiça. Com o vácuo no comando do Executivo distrital, o cargo de governador deve ficar com o presidente da Câmara Legislativa, Wilson Lima (PR), que era aliado de Arruda.
Caso o presidente e o vice da Câmara Legislativa desistam de assumir o governo local, a função fica sob responsabilidade do presidente do Tribunal de Justiça (TJ), que ficaria incumbido de organizar uma eleição indireta para a escolha de um novo governador.
Com a desfiliação do DEM, o vice-governador torna-se inelegível em 2010, já que o prazo para uma nova filiação expirou em outubro de 2009.
Paulo Octávio deixa o governo do DF um dia após vir à tona novas investigações que o aproxima ainda mais de um escândalo de arrecadação e distribuição de propinas no DF, o chamado "mensalão do DEM". Anteriormente bloqueadas na Polícia Civil de Brasília e recém-assumidas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público, elas mostrariam como Paulo Octávio se beneficiava do esquema.
Uma delas, batizada de Operação Tucunaré, apura um intrincado esquema de distribuição de dinheiro que envolve empresas de fachada sediadas em Brasília e tem como alvo o policial aposentado Marcelo Toledo, homem de confiança de Paulo Octávio.
A outra investigação, conhecida como Operação Tellus, apura um suposto esquema de cobrança de propina na Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal, quando o titular da pasta era o próprio Paulo Octávio.
Além de enredar Arruda e seu vice em novas transações suspeitas, as investigações demonstram como a dupla usava o poder para abafar, na Polícia Civil do DF, os inquéritos que poderiam atingi-los. Os delegados encarregados de tocar tanto a Tellus como a Tucunaré foram exonerados das funções comissionadas que ocupavam.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

DEM CONDICIONA EXPULSÃO DE PAULO OCTÁVIO A APOIO DE LULA. EM TEMPO: LULA É DO PT.

Se você deseja apodrecer rapidamente uma laranja, basta colar a esta outra laranja podre.
Foi o que a Imprensa golpista tentou fazer quando da prisão do quase-ex-governador de Brasília, José Roberto Arruda.
Sob as mais variadas - e inverídicas – versões, a mídia rebolou para fazer crer que o Presidente havia ficado abalado com a prisão de um corrupto.
Folha, Estadão e O Globo/G1, despudoramente, estamparam manchetes semelhantes que apontavam nessa direção.

No mínimo, causa dó e revolta a atitude desses veículos de (de)sinformação, o ranço, a maldade mesmo e o preconceito para com a pessoa do Presidente Luís Inácio Lula da Silva.
Não colou com Arruda.
Agora lutam para que dê certo com Paulo Octávio.
O governador em exercício é tão corrupto e envolvido em falcatruas quanto o afastado e detido, Arruda.
Ambos são farinha, aliás, laranjas (podres) do mesmo saco.

O DEM adia a reunião da Executiva Nacional que decidirá pela intervenção no diretório do DF.
E pela expulsão do governador interino.
Mas aguarda pelos apoios que ele possa atrair.
Entre eles, o do Presidente Lula.
Paulo Octávio deverá ser recebido por Lula para discutir sobre a possível intervenção federal no GDV.
O pedido está no STF a quem cabe a decisão
Pelo visto, a Mídia tenta outra vez, aproximar uma laranja podre do Presidente Lula.

Se Lula apoiar Paulo Octávio...
"Se Paulo Octávio não for processado e conquistar o apoio de Lula, avaliam democratas, a tese da expulsão se enfraquece - assim como a possibilidade de uma intervenção federal", apela a Folha Online.

Sinceramente.

Lula não cairá no conto golpista da Mídia.
Ele não tem nada a ver com os demos.
Li interessante comentário de um leitor do Estadão, entre os que se salvam, visto que a maioria dos comentários feitos ali são impublicáveis, no qual ele rechaçava o torpe argumento de que os mensaleiros do DEM tiveram como “professores” os do PT. “Quem pariu Mateus que o embale”, rebateu o saudável comentarista.

Espantosa quantidade dos que leem e comentam Estadão e Folha escrevem coisas em desatino desse tipo.
A culpa pela corrupção em Brasília é do Presidente Lula.
Porque Lula é do PT.
O que justificaria, então, Lula apoiar um morto-vivo do DEM a caminho, também, da sede da Polícia Federal?

Que Lula faça o certo. Deixe que o demo apodreça...
No saco podre do Demo.