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domingo, 8 de agosto de 2010

A YEDA É UM DESASTRE, COMO O SERRA

É de dar dó
O Almanaque da crônica publica excelente e alvissarreira postagem do Blog "Os Amigos do Presidente Lula".

Dilma ultrapassa Serra no Rio Grande do Sul. Tchau Serra

Tido como o último reduto tucano no País, ao menos onde José Serra (PSDB) ainda estava à frente de Dilma Rousseff (PT) na preferência para o cargo de Presidente da República, o Rio Grande do Sul mostra que o gaúcho está disposto a mudar seu voto.

Na mais recente pesquisa Ibope, encomendada pelo Grupo RBS, Dilma está dois pontos à frente do tucano. Dilma foi citada por 42% dos entrevistados ante os 40% que preferiram Serra. No último levantamento, no início de julho, o tucano tinha 46% e a petista, 37%. Na pesquisa espontânea, Dilma também ultrapassa Serra. São 33% dos votos contra 31%.

Marina Silva (PV), que no levantamento de julho aparecia com 6%, perdeu um ponto, e está com 5%. Brancos e nulos se mantiveram em 3%, enquanto os indecisos subiram de 6% para 9%. Questionados sobre a escolha em um eventual segundo turno, 45% dos entrevistados disseram preferir Dilma, enquanto 44% apostariam em Serra.

Já para o governo do Estado, o ex-ministro da Justiça Tarso Genro permanece na liderança, com 37% dos votos, seguido pelo ex-prefeito de Porto Alegre José Fogaça, com 31% e da governadora gaúcha, Yeda Crusius, com 11%.

Comparando os atuais resultados com o do último levantamento, em julho, Tarso perdeu dois pontos, passando de 39% para 37%, enquanto Fogaça ganhou duas posições, saindo dos 29% e chegando aos 31%. Yeda é a candidata que perdeu mais em um mês: quatro pontos, de 15% para 11%.

O Ibope ouviu 812 eleitores entre 3 e 5 de agosto. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no TRE (35.561/2010) e no TSE (21.914/2010).

Agência Estado

quinta-feira, 22 de julho de 2010

O SERRA É MAIS QUE DEZ. ELE É SEM: SEM YEDA, SEM POVO E SEM VOTO

Não tem ninguém do povo aí
Deu no Vermelho, a esquerda bem informada: Serra faz ato em Porto Alegre sem Yeda, sem povo, mas muita mídia


O candidato da oposição esteve hoje em Porto Alegre e realizou atividades de campanha sem a presença da governadora do Estado, a tucana Yeda Crusius. A assessoria do tucano havia divulgado que os dois realizariam uma caminhada pelo centro da cidade, mas houve apenas um encontro rápido entre os dois na Rua da Praia. Em seguida o candidato tucano concedeu entrevistas e continuou a campanha sem a presença da correligionária.


Oficialmente, a assessoria de imprensa justificou a ausência de Yeda devido ao fato da caminhada ser realizada durante o horário do expediente.

Yeda Crusius enfrentou forte resistência da cúpula tucana para se lançar à reeleição. A direção nacional do PSDB avaliava que os altos índices de rejeição da gestão tucana poderiam atrapalhar a candidatura de Serra no estado, considerado estratégico na região sul do país.

Na última pesquisa IBOPE sobre a disputa estadual, divulgada no dia 10 de julho, o candidato do PT, Tarso Genro, lidera a disputa com 39% das intenções de voto, seguido pelo ex-prefeito da capital José Fogaça (PMDB) com 29% enquanto a tucana amarga um terceiro lugar com 15% das intenções de voto.

A caminha inicialmente prevista para terminar no Mercado Público, foi encurtada e acabou na chamada Esquina Democrática. Além dos parlamentares tucanos, alguns peemedebistas também acompanharam o cortejo serrista como o deputado federal Osmar Terra, ex-secretário de saúde estadual.

Apesar do candidato da oposição ter tentado criar “fatos políticos” durante a caminhada, como a entrada em uma farmácia para perguntar se ali são vendidos genéricos, a recepção popular foi fria como o inverno gaúcho.

Mesmo os veículos da grande imprensa que acompanharam a atividade destacaram a falta de empolgação da população.

Segundo a jornalista Leticia Duarte, do jornal Zero Hora “o empurra-empurra é grande entre a imprensa, mas o povo interage pouco com Serra nas ruas”, declarou a repórter pelo microblog Twitter.

"Liberdade total de imprensa"

A fria recepção da população em contraste com a empolgação da imprensa pode ser explicada pela reafirmação do compromisso de Serra com a mídia. Serra declarou que ao contrário da candidata do PT, Dilma Rousseff, seu compromisso é com a “liberdade total para a imprensa”.

"Minha posição de ontem, hoje e amanhã é a liberdade total de imprensa. O que não significa que você está sempre de acordo com tudo. Mas a imprensa é fundamentalmente livre" afirmou.

Sem citar nomes, Serra criticou a proposta da adversária petista no que se refere aos meios de comunicação. Segundo ele, há a intenção de impedir a liberdade de imprensa. De acordo com o candidato, o PT aprovou um programa de governo, que conta com o apoio de Dilma, que tenta “coagir” a mídia.

Ontem (21), em entrevista à TV Brasil, Dilma falou do assunto e deu uma estocada em Serra. "Sou contrária ao controle do conteúdo (da mídia). O que é inadmissível é a censura à imprensa. É inadmissível alguém usar sua posição e ligar para o editor de um jornal e pedir punição para jornalista. Antes de falar em liberdade de imprensa tem que garantir a liberdade do jornalista e o direito de expressão", disse a ex-ministra, sabendo que José Serra é conhecido nos bastidores da política por sua constante irritação com jornalistas. Há muitos relatos de profissionais da imprensa que dizem que Serra liga para os editores pedindo punição para jornalistas que falam ou escrevem coisas que o desagradam.

De Porto Alegre,
Gustavo Alves
colaborou: Cláudio Gonzalez

quarta-feira, 5 de maio de 2010

POR FALTA DO QUE DIZER SERRA REPETE MECANICAMENTE O QUE SEMPRE DIZ

Serra esteve no Rio Grande do Sul, nesta quarta.
Não custa crer que tenha ido felicitar sua maior cabo eleitoral no Estado e modelo de honestidade tucana, a governadora Yeda Crusius.
A entrevista que o presidenciável, no finíssimo tratamento a ele dado pelo Estadão, é um gêiser de relevantes e contundentes revelações.
Uma avalanche de idéias lhe brotam. Aos borbotões.
Serra fala e não diz nada.
De novo.
É o mesmo besteirol de sempre.
Para Serra é até bom que o presidente venezuelano manifeste apoio à ministra Dilma.
O porquê, nem ele sabe.
Isso não lhe foi perguntado, e meso que alguém lhe perguntasse, não responderia.
Quando muito, devolveria, grosseiramente, bem ao seu estilo, a pergunta ao seu interlocutor.
Se fosse – se fosse, porque não será – ele não receberia Mahmoud Ahmadinejad no Brasil.
Porque “devemos sempre ser contra a bomba”
A Rússia pode ter a bomba. Os EUA também.
Os iranianos não. Isso é proliferação das armas. E “pode dificultar o controle”.
Às vezes fico imaginando o que seria desse pobre e mesquinho mundo se Deus não tivesse criado uma mente tão fértil e genial como José Serra.
Sabiamente, Serra afirmou que vai reduzir a máquina pública.
Porque tem muita gordura bovina européia para cortar.
Que esplendorosa idéia! Que discurso pomposo, inventivo e convincente.
Que tom professoral!
Agora, se existe um tema o qual Serra domina de forma impecável, é a corrupção no PSDB e no DEM.
Mesmo porque não existiu mensalão em Minas Gerais. Ele não sabe o que é isso. Sua afirmativa é uma interrogação.
Sua genialidade o leva a absolver Eduardo Azeredo, o pai dos mensaleiros com a fosfloruecente frase: “Erro é erro”.
Algo jamais dito.
Serra não admite nem a existência do mensalão do seu quase ex-vice, José Roberto Arruda.
O do DEM (mensalão) foi diferente do do PT.
Aí, para não responder à pergunta, ele vira o repórter.
Quem agiu mais corretamente, o DEM ou o PT?
E parte – pela primeiríssima vez na vida – para a ignorância e truculência: "Você não está respondendo à minha pergunta, está se comportando meio partidariamente."
A cara de pau do Serra só não é maior do que a sua feiúra.
E da sua falta de caráter.