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sábado, 29 de janeiro de 2011

HOSNI MUBARAK É UM DITADOR. E SÓ A GLOBO NÃO SABE


Ditadura arde em chama no Egito


Hosni Mubarak espanca repórteres e mata civis no Egito.
Ataca a liberdade de expressão e bloqueia o acesso à internet.
No Egito o Facebook , o Twitter e outros sites de comunicação foram retirados do ar.
Por determinação do governo, as companhias telefônicas simplesmente cancelaram o número de telefones de ativistas.

Mas nada tem impedido o crescimento dos protestos exigindo a renúncia do ditador egípcio.
Por conta das manifestações a polícia já matou mais de 70 pessoas e feriu outras duas mil em todo país.
Hosni Mubarak é ex-militar da Aeronáutica e está há três décadas no poder.
Ele impôs o toque de recolher das dezesseis às oito horas da manhã, nas principais cidades do Egito, incluindo Cairo, a capital, e Alexandria.
Esse é o seu sexto mandado consecutivo.
E até agora o JN não disse que Mubarak é um ditador.

(A Folha.com (viva!) já não tem dúvida quanto a isso!).

Porque o Egito é o maior aliado dos EUA no mundo árabe.
E os EUA são seu principal aliado do Ocidente.
Os EUA apóiam governos antidemocráticos de países do Oriente Médio e norte da África, em especial o Egito, para o qual envia bilionária ajuda militar.

Esse filme já foi visto em Bagdá.

O enviado da Globo ao Cairo, Ari Peixoto, entende que o clima é festivo.
Segundo ele, o Exército tomou as ruas em substituição à polícia.
E isso teria deixado a população feliz.
Porque o Exército não bate tanto quanto a polícia.
O povo quebra um toque de recolher, apanha, é atacada com jatos de água, bala de borracha e gás lacrimogêneo e o repórter global acha tudo divertido.
Divertido para quem observava tudo do 17º andar de um hotel, como ele.

Obama, agora, se ver na constrangedora situação de pedir que seu parceiro cumpra o que prometeu.
Os EUA muniram de armas e dólares o Egito e ajudaram a implantar ali um regime ditatorial que já dura 30 anos.
Mudar o regime sem mudar quem o dirige e lidera parece não ser tarefa das mais simples.

A Secretária de Estado Americana, Hillary Clinton, sabe disso.
Hosni Mubarak pode estar com os dias contados.
É com isso que o povo egípcio conta.
E o mundo espera.













sexta-feira, 16 de julho de 2010

O LAMBE BOTAS DO IMPERADOR

O Brasil diante dos EUA na visão de Serra
Vermelho: Serra faz coro com EUA na ofensiva imperialista contra o Irã

Uma vez mais, o candidato da coligação demotucana à presidência da República, José Serra, fez coro com os EUA na feroz ofensiva imperialista no Oriente Médio, cujo alvo principal é o Irã, que não se curva às imposições do império e de Israel.

O ex-governador paulista voltou a criticar a posição do governo brasileiro em relação ao contencioso EUA/Irã, afirmando que o país persa trabalha para construir bombas nucleares.
"Considero que o Irã é uma região-problema para essa matéria, porque eles realmente estão trabalhando para fabricar bombas nucleares, o que não ajuda o desenvolvimento da paz em escala mundial", disse Serra, que se encontrou hoje com o presidente da Comissão Europeia, José Manoel Durão Barroso.

Dois pesos e duas medidas

Com este discurso, ele justifica a retórica imperialista da Casa Branca, que faz claramente uso de dois pesos e duas medidas na região, respaldando o Estado terrorista de Israel. Signatário, como o Brasil, do acordo de não proliferação nuclear, o Irã afirma que não pretende construir a bomba, mas defende o direito ao acesso à tecnologia nuclear para usos pacíficos.
Mas, é notório que Israel já possui a bomba, invade territórios dos vizinhos, humilha e massacra os palestinos, ao passo que o Irã, diferentemente, não agrediu nem agride ninguém, defendeu-se numa guerra contra o Iraque que foi atiçada pelo imperialismo. Os EUA, maiores aliados de Israel (que funciona como uma ponta de lança do império no Oriente Médio), fingem que não sabem o que está ocorrendo, ou seja, agem com dois pesos e duas medidas.

Ressuscitando a Alca?

Serra se alinha claramente ao imperialismo e isto faz muita diferença. Afinal, a política externa independente do governo Lula, razão de justo orgulho nacional, foi um dos fatores que fizeram o Brasil sair mais rapidamente da crise, pois diversificou o destino das exportações, rejeitou a Alca e priorizou a parceria Sul-Sul, o que em muito contribuiu para reduzir a dependência comercial e financeira em relação aos EUA e Europa.

Quanto ao Irã, é um osso na garganta dos EUA desde a insurreição anti-imperialista liderada pelo aiatolá Khomeine, que renacionalizou a indústria de petróleo e afastou as multinacionais anglo-americanas do lucrativo negócio. O que está em jogo no país e na região não é a democracia de estilo ocidental (que, de resto, não é realidade em nenhum país do Oriente Médio), mas a soberania nacional, vilipendiada ao longo dos séculos 20 e 21 pelo imperialismo inglês, francês e norte-americano.
Clique aqui para a ler a matéria completa.

domingo, 13 de junho de 2010

A VELHA PARANOIA DE UM ASSASSINO

Torcedor brasileiro na África do Sul também tem uma vuvuzela
Não há como não chamar a atenção o circo armado pelos norte-americanos na África do Sul no que tange à segurança de sua delegação.
Não. Você leu direito: não é cerco. É circo, mesmo.
Circo de palhaço.
De onde derivam palhaçadas.
Só que os EUA e seus comparsas na arte de matar, os britânicos, protagonizam um espetáculo ridículo e, obviamente, nada engraçado.
A paranóia americana do risco de atentados terroristas na Copa é o legado de um país que se imagina acima do bem e do mal e se sente no direito de ocupar e atacar toda e qualquer nação no mundo que não se alie a sua política de dominação.
Uma paranóia que aterroriza até e, sobretudo, os que “nada devem aos EUA” porque todo mundo é suspeito de ser um terrorista para os “agorafóbicos” norte-americanos.
O norte-americano é um sujeito que vê inimigos em todos os lugares.
Quem suspeita que em qualquer lugar e em todo mundo há sempre um inimigo a lhe ameaçar a vida é porque em cada canto do mundo construiu inimizade.
E que outra coisa tem feito EUA e Inglaterra senão invadir nações estrangeiras e assassiná-las barbaramente sob a complacência da grade imprensa internacional e da despropositada ONU?
Quem mata está sujeito aos riscos inerentes da vingança.
Todavia, a paranóia desses dois criminosos mundiais não encontra procedência.
O esquema de segurança montado na África do Sul em torno de suas respectivas delegações chega ser patético e risível.
E, dubiamente, expõe a prepotência e arrogância de um lado e sua psicose delirante crônica de outro.
Isso tudo somente os tornam um pouco mais imbecilizados.
Estadunidenses e britânicos são vítimas da agorafobia.
Tem medo de gente. De pessoas.
Tem ódio de gente. De pessoas.
Inclusive de cidadão de bem, como eu e você.
Como Jean Charles Menezes.
São vítimas de seus crimes.
E suas “consciências” os perseguem.
O governo dos EUA emitiu um alerta de viagem para os norte-americanos que pretendam viajar à África do Sul para acompanhar a Copa de 2010 sobre o risco de atentados terroristas
Fica aqui emitido o alerta permanente para quem pretenda viajar pelo mundo em qualquer tempo sobre o risco de ser confundido com um terrorista pelos aterrorizados e aterrorizantes norte-americanos e ingleses.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

O PIG NÃO É DA PAZ. A GUERRA DELE É CONTRA O BRASIL

Ele é a favor da paz
Há tempos eu não sabia o que era sentir medo.
Até que terça à noite fui abatido por um medo revoltante.
O Jornal da Globo me fez medo. Não do medo do medo da Regina.
Fiquei com medo da compleição horrenda e inescrutável esvaziada de sentido, a não ser definida por um ódio injusficável e indisfarçável traduzido pela voz embargada e por seus trejeitos abomináveis do Wilian Wack.

Tive medo - muito medo - dos olhos esbugalhados e do destempero misturado ao escárnio e ao deboche do Arnaldo Jabor.
Esses dois bizarros senhores devem ter noites terríveis de pesadelo.
O que eles disseram do Brasil e do Presidente Lula é uma vergonha acachapante e denota um desserviço à informação,
Denigre e macula o bom jornalismo porque afronta os princípio da ética e da moral.

Tudo a penas e tão-somente porque o Brasil interviu no acordo em favor da paz ao intermediar as negociações que evitariam novas sações ao Irã pelos EUA.

"Lula pensou que era Deus!"
"Ah! Eu sou o cara, eu posso tudo", debochou o el loco Jabor.

"O Brasil não passa de um ingênuo querendo se envolver em coisa de gente grande".
"Hilary Clinton botou o Brasil no seu devido lugar."
"As cinco grandes potências ignoraram e atropelaram o Brasil".
"Foi como se nada tivesse sido feito".
"O Brasil irritou as grandes potências".
"O Brasil está isoloado. E agora?"

O PIG pensa assim. Assim o PIG vê o Brasil.
O PIG torce contra o Brasil.
O PIG é pró guerra.

Mas, um grande brasileiro pensa diferente. Seu nome é José Alencar.
Ele é mineiro e Vice-Presidente da República.

Enquanto Alencar diz que o "nome do Brasil cresce após acordo com Irã", o PIG vai na contramão dos fatos e da História.

"José Alencar, disse nesta quarta-feira em São Paulo que o nome do Brasil cresceu com o acordo firmado com o Irã. "O Brasil fez muito bem. O nome do nosso País cresceu mais uma vez, mostrou que é um país a favor da paz, que tem tradição de paz. Nossa independência foi feita com paz, nossa proclamação da Reública foi com paz", afirmou o vice-presidente.

"Apesar da declaração, Alencar disse que ainda é cedo para dizer que o Brasil está isolado na posição de defender o acordo sobre enriquecimento de urânio estabelecido com o Irã, apesar de os Estados Unidos terem anunciado que tem o apoio de outros países para que o Conselho de Segurança das Nações Unidas aplique novas sanções ao país.

"Acho que é muito cedo para considerar que o Brasil esteja em uma posição isolada e mesmo que estivesse, estaria isolado ao lado de alguma coisa importante que é o diálogo e a paz", disse Alencar após cerimônia de comemoração dos 23 anos do Hospital da Força Aérea de Brasília.

"Alencar foi de Brasília ao Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, para realizar procedimentos de rotina, relativos ao tratamento de um câncer no aparelho digestivo. Ele afirmou que seu estado de saúde é "bom".

"Questionado sobre o ceticismo americano no acordo firmando com o Irã, Alencar disse que esse é um direito dos Estados Unidos, mas que o Irã também deve ter o direito à credibilidade e defendeu os esforços pelo diálogo estabelecidos pelo Brasil.

"Alencar definiu o país do Oriente Médio como "de responsabilidade" e disse que há boa vontade do presidente Mahmoud Ahmadinejad na condução do programa nuclear: "Nós acreditamos que o Irã, com todas as tradições de berço da civilização oriental, tem direito a uma credibilidade. O que o Brasil está tentando é continuar um diálogo, ou melhorar o diálogo para que se verifique se de fato o que o Irã deseja é o que ele se compromete no tratado que assinou com o Brasil", afirmou".

Do Portal Vermelho.
Fonte: Terra

terça-feira, 4 de maio de 2010

OS ESTADOS UNIDOS SÓ OLHAM PARA O UMBIGO - DELES

Vermelho: Revisão de Tratado Nuclear: EUA tem mais de 5 mil ogivas
Durante a reunião de abertura da conferência de revisão do Tratado de Não Proliferação Nuclear, realizada na sede das Nações Unidas, em Nova York, nesta segunda-feira (3), o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, revelou ao mundo que o país possui 5.113 ogivas nucleares ativas e outras milhares de armas nucleares desativadas.

É a primeira vez que o total geral é revelado. De acordo com dados divulgados pelo Pentágono, o arsenal americano foi reduzido em 84%, de um total de 31.225 armas nucleares que o país possuía em 1967, entretanto, o número não inclui as armas nucleares desativadas, que aguardam desmontagem, estimadas em cerca de 4.600, de acordo com informações da Federação de Cientistas Americanos.

O diplomata filipino Libran N. Cabactulan, disse que o principal objetivo de vários membros é pressionar as potências nucleares do TNP — como Estados Unidos, Rússia, Reino Unido, França e China — a promoverem o desarmamento de fato e de forma mais rápida.

Duas décadas após o final da Guerra Fria, os Estados Unidos ainda preservam milhares de armas nucleares. "Acho que os países que estão mais preocupados com o desarmamento nuclear vão ficar mais focados no número que permanece, em vez da redução em si", argumentou George Perkovich, diretor do Programa de Política Nuclear do Fundo Carnegie para a Paz Internacional.

Mais pressão

Falando nesta segunda-feira na ONU, a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, usou a tribuna da conferência para atacar mais uma vez o programa de energia nuclear iraniano, exagerando que a ambição nuclear do país do Oriente Médio coloca o mundo em risco. Hillary voltou a repetir que deseja infligir ao Irã uma dura pena pelo país não se dobrar às exigências de seu governo.

Hillary pretende fazer com que o Tratado torne-se "mais rígido" em relação aos países que não cumprirem as regras, evitando o uso da diplomacia e da negociação.

Mais cedo, o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, repudiou mais uma vez as suposições de que seu país está desenvolvendo programa nuclear com fins militares e disse que as nações que ameaçam usar armas atômicas deveriam ser punidas, referindo-se à revisão da doutrina nuclear americana, revelada a algumas semanas.

Ahmadinejad destacou também as violações ao tratado cometidas pelos Estados Unidos realizadas e o papel dúbio da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e de seu diretor geral. O presidente iraniano também afirmou que os EUA consolidaram sua condição de potência mundial no pós-guerra, em grande medida pelo uso e posse de armas nucleares.

Para Ahmadinejad, a AIEA e seu diretor usam um peso e duas medidas para tratar do tema nuclear, questionando o fato de a AIEA nunca ter realizado um relatório detalhado sobre as instalações nucleares dos EUA e tampouco não estabelecer um plano claro de desarmamento desse país.
Laia a matéria na íntegra no site do vermelho.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

FAZER OU NÃO BELO MONTE É QUESTÃO DE SOBERANIA DO ESTADO BRASILEIRO


Você que me acompanha responda rápida e sinceramente.
Na sua casa são normalmente aceitos palpites e intromissões daqueles “vizinhos” que costumam se meter em tudo o que você faz?
O amigo leitor já reparou se esse vizinho “intrometido”, digamos, cumpre o dever de casa antes de se preocupar com a sua?
Porque, via de regra, é sempre assim que funciona.
Quem não deveria ter nada a ver com a nossa vida é dado a questioná-la e por sob suspeita os nossos atos e ações.
Tipo um certo James Cameron. Ele vem a ser o autor e diretor dos filmes Titanic e Avatar.
E só.
Cameron andou ouvindo índios pela Amazônia e lendo relatórios das Ong’s radicalmente opositoras à construção de Belo Monte.
Foi então que resolveu ir à Brasília. Assemelhando-se a um sidicalista, de microfone em punho, incitou a população a radicalizar os protestos contra a Usina.
Bem na porta do Alvorada.
Um estrageiro. Um estranho. Um gringo. Descredenciado e, portanto, desautorizado, intrometendo-se em questões soberanas do Estado Brasileiro.
Fosse um brasileiro a
Washington e fizesse o mesmo em frente à Casa Branca...
Como se não bastasse tamanha petulância e arrogância, o cineasta tentou entregar uma carta dos índios ao Presidente Lula.
Não foi recebido.
Nem tampouco a carta.
Cameron então vai à ONU contar sobre o que Lula está prestes a fazer com a natureza brasileira.
E diz que entregará a mesma carta a Obama.
(Os EUA são aqueles da resistência ao Protocolo de Kioto e Copenhague responsável por emitirem sozinhos, 69% de gases poluentes na atmosfera, com uma média de 16.770 mil toneladas de CO2 (Dióxido de carbono) lançado por ano).
Que absurdo!
Obama tem o dever moral de cuidar do quintal da casa dele. É lá que está a “matriz” poluente do planeta.
Que Obama cuide da sua casa. Que traga de volta os soldados norte-americanos antes que todos sejam mortos no Iraque.
Obama deve respeitar as leis e a soberania de todo e qualquer país, inclusive do Afeganistão, de Cuba e, em especial, a nossa.
Falar que o povo brasileiro não conhece nada sobre Belo Monte porque o projeto não foi discutido é uma sandice.
Belo Monte começou a ser debatida há 30 anos.
O projeto sofreu inumeráveis modificações sempre visando atender demandas ecológicas e ambientais.
O lago formado pela represa do Xingu teve sua área reduzida em 60% do que fora previso e foram realizadas 4 audiências públicas envolvendo aproximadamente dez mil pessoas, dentre as quais, representantes das comunidades, lideranças políticas, MP, OAB e igrejas.
Só para expedir a licença ambiental o Ibama levou cinco anos.
Mas James Cameron quer para si as luzes dos holofotes. E deita falação.
Ele sabe que falar de danos ecológigo dá tanta projeção quanto gera lucros um navio bater de frente com um iceberg.
O canadense tem a informação que a produção inicial de Belo Monte em torno de 11 mil megawattes cairá para 3 mil e ainda, que os índios irão perder o domínio sobre suas terras porque o rio vai desaparecer e eles não poderão mais pescar, comer e viver.
Resumo da hecatombe na visão ficitícia (ele é bom nisso) de Cameron: os índios desaparecerão com o surgimento de Belo Monte.
Se é assim, só mesmo Barack Obama para intervir.
E evitar tão alarmante e descomunal catástrofe.
Temo que James vá também ao Vaticano.
Tenha dó!
E mais respeito com o Brasil.





domingo, 17 de janeiro de 2010

PIG EXPLORA A MISÉRIA E O INFORTÚNIO HAITIANOS PARA ALIMENTAR PRETENSAS DESANVENÇAS

Bem que eu poderia ficar sem essa.
Aborrecimentos num domingo. É disso do que eu menos precisaria.
Mas foi o que eu ganhei ao ir às páginas online do PIG.
Uma infâmea!
A falta de caráter, de ética e de senso humanitário do PIG no tratamento de tão triste tragédia só é proporcional ao tamanho das perdas causadas pelo tremor de terra que abalou o Haiti.
Um desastre!
O PIG desdenha das vítimas humanas.
Ele prefere explorar a crise existente (para ele) entre Brasil e EUA.
O Brasil está em guerra (diplomática) com os EUA – esbraveja cínica e espalhafatosamente o PIG.
Para ele, o Brasil faz jogo de ciúme para ter o controle do país e corrdenar a ajuda internacional.

Não se pode negar a arrogância americana e o péssimo hábito dos governos de Washington de quererem se sobrepor às demais nãções em casos dessa natureza.
À excessão do Katrina, aquele furacão que atingiu Nova Orleães.
Que matou ou deixou sem casas, famintos e jogados à própria sorte milhares de americanos.
No quintal da cozinha de George W. Busch.
Os EUA nada fizeram por seus filhos que até hoje não se recuperaram dos prejuízos.
Agora querem fazer pelos haitianos.
Mas antes querem subjulgar uma liderança que pertence ao Brasil.

O Brasil tem uma Força de Paz no Haiti.
Há mais de uma década.
Os EUA, se fizeram, fizeram muito pouco pelos haitianos até hoje, a não ser violentá-lo no período de 1915 a 1934 quando ocuparam seu país.
O que os Estados Unidos fizeram, de concreto mesmo, pelos haitianos, foi apoiar uma ditadura que se estabeleceu no país de 1964 a 1986 e o fez regredir 200 anos na História.

Mas nada disso justifica tamanha imbecilidade do PIG
É visível – se não risível – o joguete desinformativo e distorcivo da notícia, excrementada pelo PIG.
O PIG faz questão de dizer que o Mundo ignora, que a imprensa internacional não somente se abstém, mas não cita o nome do Brasil como país que fornece qualquer tipo de ajuda ao Haiti.

E cita os sites das redes CNN e BBC como os que desconhecem e ignoram o papel do Brasil, enquanto destacam as decisões de Barack Obama a atuação da Secretária de Estado, Hillary Clinton.
Pior do que as matérias abjetas do PIG, só os comentáriosa de seus internautas – salvo raras excessões.

Só não arrisco sugerir que você dê uma olhada no Estadão – hoje o mais permissivo do PIG – porque prezo pelo seu bem-estar e presumo que seja seu desejo ter uma tarde e noite sem traumas.
O Brasil tem feito pelo Haiti nos oito anos mais do que os EUA e os europeus fizerem desde 1492.

Mas a hora não é de fazer o que o PIG está fazendo: criar outro factóide e inventar mais uma crise entre o Brasil e os EUA não interessa nem ao Brasil, nem aos EUA e muito menos ao povo haitiano.Somente ao PIG.

O PIG é, de fato, uma excrescência moral.