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sábado, 29 de janeiro de 2011

HOSNI MUBARAK É UM DITADOR. E SÓ A GLOBO NÃO SABE


Ditadura arde em chama no Egito


Hosni Mubarak espanca repórteres e mata civis no Egito.
Ataca a liberdade de expressão e bloqueia o acesso à internet.
No Egito o Facebook , o Twitter e outros sites de comunicação foram retirados do ar.
Por determinação do governo, as companhias telefônicas simplesmente cancelaram o número de telefones de ativistas.

Mas nada tem impedido o crescimento dos protestos exigindo a renúncia do ditador egípcio.
Por conta das manifestações a polícia já matou mais de 70 pessoas e feriu outras duas mil em todo país.
Hosni Mubarak é ex-militar da Aeronáutica e está há três décadas no poder.
Ele impôs o toque de recolher das dezesseis às oito horas da manhã, nas principais cidades do Egito, incluindo Cairo, a capital, e Alexandria.
Esse é o seu sexto mandado consecutivo.
E até agora o JN não disse que Mubarak é um ditador.

(A Folha.com (viva!) já não tem dúvida quanto a isso!).

Porque o Egito é o maior aliado dos EUA no mundo árabe.
E os EUA são seu principal aliado do Ocidente.
Os EUA apóiam governos antidemocráticos de países do Oriente Médio e norte da África, em especial o Egito, para o qual envia bilionária ajuda militar.

Esse filme já foi visto em Bagdá.

O enviado da Globo ao Cairo, Ari Peixoto, entende que o clima é festivo.
Segundo ele, o Exército tomou as ruas em substituição à polícia.
E isso teria deixado a população feliz.
Porque o Exército não bate tanto quanto a polícia.
O povo quebra um toque de recolher, apanha, é atacada com jatos de água, bala de borracha e gás lacrimogêneo e o repórter global acha tudo divertido.
Divertido para quem observava tudo do 17º andar de um hotel, como ele.

Obama, agora, se ver na constrangedora situação de pedir que seu parceiro cumpra o que prometeu.
Os EUA muniram de armas e dólares o Egito e ajudaram a implantar ali um regime ditatorial que já dura 30 anos.
Mudar o regime sem mudar quem o dirige e lidera parece não ser tarefa das mais simples.

A Secretária de Estado Americana, Hillary Clinton, sabe disso.
Hosni Mubarak pode estar com os dias contados.
É com isso que o povo egípcio conta.
E o mundo espera.













quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

OBAMA LAMBE AS BOTAS DE COMUNISTA CHINÊS E A IMPRENSA INTERNACIONAL ACHO ISSO BONITO E NORMAL

Esse não deve ser o livro de cabeceira do Obama
 
A China e os Estados Unidos tem algo em comum, a lhes unir, além da economia.
O gosto pela censura às liberdades individuais, de imprensa, de expressão, pela tortura e a pena de morte.
A China censura o Google.
Os EUA o WikiLeaks.
Uma vergonha bilateral.
Que a imprensa internacional engole em seco.
Obama está à frente de uma nação que sente calafrios quando o assunto é Hugo Chaves e Mohamad Ahmadinejad.
Hu Jintao não é menos ditador que Fidel Castro.
Na China as mulheres ainda tem aborto forçado pelo Estado.
Na China cujo presidente é recebido com tapete vermelho na Casa Branca, ainda se matam crianças nascidas fora do controle familiar.
Presos políticos são mortos sob brutal tortura e sem direito a julgamento – como em Guantânamo.
A China, inexplicavelmente faz parte do Conselho de Segurança da ONU.
Talvez por ter um arsenal atômico e militar tão poderoso quanto o dos EUA e Israel.
Coisa que o Irã não tem o direito de ter.
O que a imprensa internacional acha tudo muito natural.
Mas não é.
A cobertura parcial e passional da mídia brasileira à visita do presidente chinês aos Estados Unidos é uma afronta aos direitos civis e humanos aqui, na China e qualquer parte do mundo.
O G1, portal da Globo, e a Folha On Line que apoiaram o regime militar ditatorial de 64, não escreveram juntos mais do que vinte linhas sobre os direitos humanos na China.
Porque eles simplesmente não são respeitados naquele imenso país asiático.
A quem interessar saber um pouco mais do comunismo chinês e suas atrocidades sugiro a leitura do livro “Cisnes Selvagens – Três filhas da China”, de Jung Chang.
Editores, redatores, colunistas e repórteres – sobretudo da conservadora e nada imparcial imprensa nacional – que babam Barack Obama que por sua vez baba Ju Jintao e tem horror a Lula e Dilma Rousseff, deveriam conhecer aquela obra histórica, revolucionária e impactante.
Deveriam, sim, porque a imprensa brasileira precisa, mais do que nunca, romper com os velhos mitos que a persegue.





quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

ASSANGE É O HOMEM DO ANO DO MUNDO


Ele deu uma sonora goleada no Obama



Folha Uol: Jornal francês "Le Monde" elege criador do WikiLeaks como "homem do ano"

A imprensa internacional - ao contrário da nossa tupiniquim - se rendeu,  ao homem perseguido e preso a mando da maior democracia do mundo.
Aquele a quem Lula defendeu ao questionar o silêncio dos meios de comunicação sempre tão vorazes na defesa da liberdade de expressão.
A mídia brasileira que criou o "golpe democrático" em Honduras para justificar seu apoio à derrubada de Manoel Zelaya é a mesma que agora se revela a favor do cerceamento da liberdade de informação, da prisão de Assange e do fechamento do seu site.
O correspondente da Globo em Londres, mediocramente cunhou a expressão "excesso de informação" para acusar o dono do WikiLeaks de violar a lei por ter divulgado e-mails da diploacia americana, como se a publicação de fatos e verdades de interesse público fosse uma violação ao estado democrático de direito.
A mídia brasileira só não esperava levar pela cara o tapa que Lula lhe deu ao cobrar o mesmo rigor na defesa intrasigente da liberdade de expressão por esta suscitada ao longo da campanha eleitoral.
A eleição de Assange como "homem do ano" por um dos maiores jornais do mundo, não pode deixar de conferir honras ao Presidente Lula pela sua clareza e coragem ao defender Assange e desmascarar a hipocrisia de uma mídia combalida e parcial que usa dois pesos e duas medidas, de acordo com seus interesses e conveniências.
Julian Assange foi escolhido o "homem do ano" pela redação do prestigiado jornal francês "Le Monde", que dedicará a capa e um artigo biográfico ao fundador do site WikiLeaks em seu suplemento semanal a ser publicado nesta sexta-feira (24).

O diário é uma das publicações de grande circulação que se associou com o WikiLeaks para publicar milhares de documentos secretos da diplomacia americana.

Assange, que passou nove dias em uma prisão britânica no início de dezembro, encontra-se atualmente em liberdade condicional com a ameaça de ser extraditado à Suécia, país que o acusa por supostos crimes de agressões sexuais contra duas mulheres, que o processam por ter supostamente imposto a prática de relações sexuais sem preservativo.

Os internautas do "Le Monde" também elegeram Assange como "homem do ano", com 56,2% dos votos, na frente do Prêmio Nobel da Paz Liu Xiaobo (22,3%) e do americano Mark Zuckerberg (6,9%), fundador do Facebook.

REVISTA "TIME"

A revista americana "Time" nomeou na última semana Mark Zuckerberg como "homem do ano", apesar dos leitores da publicação terem escolhido Assange.

Assange bateu personalidades como Lady Gaga, o presidente americano, Barack Obama, e os 33 mineiros resgatados no Chile.

Segundo a "Time", Assange recebeu 382.024 dos 1.249.425 votos, em um primeiro lugar folgado. O segundo lugar ficou com o premiê turco, Recep Tayyip Erdogan, com 233.639 votos.

sábado, 2 de outubro de 2010

SERRA DO B - MARINA, A SANTINHA DO$ MI

Republico postagem do Conversa Afiada: Quem paga o jatinho de US$ 50 milhões da Marina ?

O Conversa Afiada reproduz post do site Sejaditaverdade.

O que o amigo navegante acha mais apropriado para referir-se à Bláblárina:
- Traíra
- Eco-capitalista
- A candidata de duas caras
- Voz de despertador de segunda feira (segundo o Zé Simão)
- Serra do B
Isso dá uma enquete …

Escândalo: Marina faz a campanha presidencial mais cara!

Como os auditores, policiais ou contadores sabem quando alguém lava dinheiro? Fácil, a pessoa começa a ter um padrão de vida bem superior aos seus rendimentos. Em outras palavras, o suspeito tem um carro que está muito além do seu salário, vive em uma casa com tamanho luxo e não há o que explique a origem dos recursos para a compra da tal casa.
 Na campanha presidencial deste ano, uma candidata desponta como aquela que leva um padrão bem acima daquilo que é declarado: é a verde Marina Silva.
Em setembro deste ano, as doações da campanha da candidata superavam a marca de 13 milhões de reais, tornando a campanha de Marina mais cara que a de Lula em 2006.

Ainda sim, Marina e Guilherme Leal, seu vice bilionário e cuja empresa é acusada de biopirataria e tem mais de R$ 1,5 bilhão em multas da Receita Federal, afirmam fazer uma campanha modesta frente aos candidatos José Serra e Dilma Rousseff.

Aos moldes da campanha vitoriosa de Barack Obama nos Estados Unidos, Marina foi a primeira a pedir doações na internet. O objetivo, segundo a candidata, era garantir que as doações fossem transparentes (aqui). As doações são pífias, não tendo passado de pouco mais de R$ 160 mil até a semana passada.
Não foi o que aconteceu. No começo do pleito, Marina viajava o país todo dentro de um jatinho Legacy, propriedade da Natura, empresa do vice do PV.

Há alguns dias, em imagem exibida no Jornal Nacional, percebe-se que o avião agora é outro: um luxuoso e exclusivo jato Falcon 2000 Easy, no valor de mais de 50 milhões de dólares.  

Os custos deste avião são tão caros que havia apenas dois modelos no Brasil. Agora temos um terceiro, o de Marina. Na imagem do Jornal Nacional, podemos observar no canto esquerdo da tela a logomarca da Colt Aviation, conhecida por administrar e alugar jatos de potentados, banqueiros e grandes empresas nacionais e internacionais, além dos altos valores que cobra por seus serviços.
Agora , nesta reta final de campanha, surgem dúvidas pertinentes aos eleitores:

Por que Marina trocou de avião?

Por que Dilma voa em um Citation e Serra em um Learjet, aviões bastante inferiores aos da falsa humilde ex-Marina, e ela gasta milhões em seu raid aéreo por todo o Brasil?

Por que a candidata do PV prega vida simples e sustentável aos outros, mas para si ostenta o luxo e polui o meio-ambiente voando numa máquina de US$ 50 milhões?

E a pergunta mais importante de todas: QUEM PAGA POR ESTE AVIÃO E QUE INTERESSES TÊM NISSO?

Marina Silva tem que vir a público para explicar estas questões. A sua máscara de boazinha já caiu faz tempo. Caiu com um super jato, com comissária de bordo, navegação e telefonia por satélite, interior luxuosíssimo, cama de casal, bar, escritório e um custo aproximado de US$ 10 mil por hora de vôo?

Barack Obama voou em sua campanha num jato Legacy, da JetBlue Airlines, fabricado no Brasil. Marina silva voa num avião que custo o dobro. Chique, não?

Sejaditaverdade

Conheça os detalhes do escândalo que envolve Marina Silva e a utilização de jato de US$ 50 milhões em sua campanha. http://migre.me/1sfWC

quinta-feira, 27 de maio de 2010

ESSA GENTE PODE MAIS

Você não vê, mas ele está sem os sapatos
Vermelho: Foi FHC quem pediu para Obama não visitar o Brasil?
Em artigo na edição desta quarta-feira (26) no Jornal do Brasil, o sempre bem informado colunista Mauro Santayana revela que começou a circular – e foi acolhido por um jornal de São Paulo – a informação de que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso estaria por trás da suposta recusa da chancelaria norte-americana em promover uma visita do presidente Barack Obama ao Brasil nos próximos meses. Veja abaixo a íntegra do artigo:
Só ajuda quem não atrapalha

Por Mauro Santayana
,
É natural que o presidente Barack Obama concorde em postergar a visita que faria ao Brasil ainda durante o governo do presidente Lula. O governo norte-americano tinha interesse na visita de Obama ainda no ano passado, mas as dificuldades da agenda impediram a viagem. A visita foi adiada para este primeiro semestre. O governo brasileiro ponderou que, se ela se fizesse depois disso, poderia “contaminar” o processo eleitoral. Novamente a pressão dos fatos políticos, internos e externos, com a exigência da ação presidencial junto ao Congresso norte-americano, em decisões cruciais para o país, impediu Obama de vir nesta primeira metade do ano. Não há nada, portanto, que se possa considerar desaire para o presidente Lula e o Brasil.

Mas as razões de Estado, que a diplomacia conhece, não as conhecem a inveja nem a esperteza política. Começou a circular – e foi acolhido por um jornal de São Paulo – a informação de que, por detrás dos fatos, houve manobra vitoriosa de contre-diplomatie, praticada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Senhor da intimidade do ex-presidente Bill Clinton, com quem participa de um clube de ex-presidentes (para o qual nunca foi convidado Itamar Franco), o autoproclamado líder da oposição teria persuadido Clinton e sua mulher a dissuadirem Obama de realizar a viagem. Há, nesse boato, que os partidários do ex-presidente se encarregam de espalhar, a intenção deliberada de ofuscar os grandes êxitos da diplomacia brasileira no atual governo – sobretudo quando obtivemos, juntamente com a Turquia, acordo alentador com o governo de Ahmadinejad.

Se houve realmente essa intervenção de Fernando Henrique, tratou-se de chover no molhado, porque, ainda que Obama o quisesse, não lhe teria sido possível vir, e coube ao próprio governo brasileiro desaconselhar a visita no segundo semestre.

Há que se considerar que a vinda de Obama tanto poderia ser favorável à candidata do PT quanto prejudicial. Tudo dependeria das circunstâncias, e as circunstâncias não têm agenda prévia, nem obedecem aos protocolos diplomáticos.

De qualquer forma, coube a Obama seguir a prudência de nosso governo. Ele terá que esperar o próximo governante brasileiro para uma visita, que será importante para os dois países. Por mais o presidente se informe, mediante os canais diplomáticos e a imprensa, do que é o Brasil, a presença pessoal é decisiva para que ele “sinta” o nosso país, para que conheça o nosso povo, com o qual ele se disse identificado, quando ganhou as eleições de 2008. Há uma observação de Ortega y Gasset – e, provavelmente de outros, pela sua forte obviedade – de que qualquer um pode ler dez anos seguintes sobre Paris e não a conhecerá mais do que aquele que nela estiver e a sentir por dez minutos. Por isso mesmo alguns espertalhões enlatavam o ar de Paris e o vendiam aos turistas encantados.

Obama, se tiver a oportunidade de sobrevoar algumas cidades brasileiras, visitar uma universidade pública e conversar com alguns integrantes da verdadeira intelligentsia nacional, na certa entenderá que não somos, como pensam muitos, entre eles certos brasileiros, apenas uma banana republic mais extensa e mais populosa. Entenderá que os Estados Unidos nos devem ter como interlocutores sérios, e não dóceis vassalos. Uma associação livre, honrada, de plena igualdade, entre os nossos dois povos, seria conveniente ao Hemisfério e ao mundo, nestas horas de grande incerteza. Mas, até hoje, a diplomacia norte-americana se tem pautado pela arrogante divisa – atribuída, entre outros, a Summer Welles, e repetida depois por Henry Kissinger – de que “os Estados Unidos não têm amigos; têm interesses”. Esses interesses os fazem aproximar-se de nosso povo, como ocorreu para o esforço comum contra o nazifascismo, e os fazem cooptar os seus deslumbrados admiradores brasileiros, para golpear as nossas instituições, como fizeram em 1954, contra Vargas, e em 1964, contra Jango.

Não faria mal o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso desmentir – se é que ainda não o fez – a aleivosia que lhe atribuem. Ela só pode prejudicar a candidatura de José Serra, como a prejudicaram outras trapalhadas de que tem sido protagonista o ex-presidente.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

ENQUANTO BRILHA A ESTRELA DE LULA A DA DIREITA SE APAGA

A direita não suporta observar o brilho dessa estrela
A estrela da direita – PIG/TUCA-DEMOS – há muito teve seu brilho ofuscado pela fuligem vulcânica de suas mentiras e trapaças.
E começa a se apagar.
Num lento e penoso processo que a levará ao colapso final.
O que ela diz passa a anos-luzes distante da verdade e, pouco a pouco, da credibilidade.
A direita brasileira vem sendo desconstruída por ela mesma.
É cristalina e passional, para não dizer engendrada da mais desnuda suspeita, sua atitude em relação ao Governo.
Desmoralizar, ridicularizar e criminar constituem verbos que traduzem seu interesse em atingir não a penas do ponto de vista político, mas também moral e até no aspecto pessoal a figura do Presidente Lula.
E agora mais desesperadamente, depois que esta ultrapassou de vez o tucano José Serra na corrida presidencial – a ex-ministra Dilma Rousseff.
Absolutamente nada daquilo que a direita pejorativamente disse até hoje sobre Lula se confirmou.
A direita acendia dez mil velas para o diabo para que este ajudasse no insucesso de Lula na questão nuclear do Irã.
Só que - como sempre – seus esforços deram em nada.
A diplomacia brasileira fechou o tão esperado acordo, para o azar deles.
E pôs Barack Obama e a ONU de calças curtas.
Logo, entretanto, a direita achou novo assunto e subterfúgio para dar continuidade ao processo de desmerecimento de Lula.
O de que o Irã não cumprirá o acordo.
No Bom Dia Brasil da Globo, o raivoso Alexandre Garcia já antecipava a grande ameaça: se o Irã desrespeitar as regras acordadas o Brasil, como co-responsável, responderá por elas.
(Até lembrei da figura do pequeno adoçante que afiança a compra de uma TV para o amigo sem crédito na praça).
Depois a direita tornou uníssono o discurso permeado da mais nefanda “urubologia” com base nas análises de seus “especialistas” internacionais: o Brasil pode perder credibilidade caso o acordo seja descumprido pelo Irã.
A direita se arvora sob impactante desespero em dizer abertamente que o Brasil fez papel de bobo e que Lula não passa de um ingênuo.
Beira o ridículo, se não o ultrapassar, de afirmar que o acordo não vale o papel no qual está escrito.
Que coisa horrível.
Com tanta ênfase e veemência, a ingenuidade de Lula divagada pela direita, deixa a esconder o grande líder e negociador por excelência no qual nosso Presidente se revela.
Forjado no sindicalismo, Lula sabe, como poucos, buscar um acordo.
No Irã não foi diferente.
Não o será nas Nações Unidas.
Enquanto isso a direita continuará trabalhando para apagar o brilho da maior estrela brasileira vista por todo o Mundo.
Lula é essa estrela.
Mas quem sucumbe para dentro como se consumido pela sua própria matéria numa velocidade descomunal é ela, a direita.
A direita trilha uma trajetória sem volta.
Numa órbita que a levará às abissais profundezas do esquecimento.
O Irã haverá de cumprir o acordo e o Presidente Lula terá cumprido um de seus mais importantes papéis de grande estadista e líder mundial.

sábado, 12 de dezembro de 2009

PRÊMIO NOBEL DA PAZ, UMA INJUSTIÇA

A paz é um sentimento interior que, ao fazer morada no coração dos homens, indica haver ali um estado de espírito cujo alicerce é o amor e transcende em harmonia com a natureza exterior.
Não existe paz entre quem apoia e promove guerras, desavenças e conflitos.
A paz inexiste aonde predomina o ódio, a violência. A paz é ausência marcante no ambiente onde não se tolera nem se respeita os direitos e as diferenças individuais bem como a liberdade de opinião e acepção de credo ou religião.
Nesta quinta, 10 de dezembro, o presidente dos EUA, Barack Obama recebeu o Prêmio Nobel da Paz, na Suécia.
O Nobel da Paz é uma referência e homenagem ao inventor da dinamite, o químico sueco Alfred Nobel.
Ele criou a dinamite em 1863.
Depois de perceber que a dinamite se tornara uma arma letal usada nas guerras, Alfred Nobel, expressa o desejo de conceder um prêmio distinguido à “pessoa que tivesse feito a maior ou melhor ação pela fraternidade entre as nações, pela abolição e redução dos esforços de guerra e pela manutenção e promoção de tratados de paz” no mundo.
É uma forma de tentar reparar os estragos causados pela sua invenção.
Nem sempre o Prêmio Nobel da Paz agraciou quem o fez por merecer. Em outras palavras, ele tem sido entregue, muitas vezes, injustamente a quem não promove a paz, e sim, a guerra.
É o caso agora do Presidente americano, Barack Obama.
Obama até poderá um dia fazer jus a tal título, porque até agora ele nada fez por merecer tamanha honraria.
Os Estados Unidos invadiram o Iraque de Saddam Hussein sob a pseuda alegação que ele escondia uma indústria química nuclear, mas a causa real era mesmo o petróleo da região.
Os Estados Unidos massacraram o povo iraquiano.


Em dezembro de 2006, assassinaram Saddan por enforcamento e até hoje nada foi encontrado.
Como não encontraram o que procuravam porque era algo que não existia, os americanos resolveram julgar e condenar Saddam à morte por "violação dos direitos humanos". Com os apalusos do mundo e da imprensa facciosa e golpista.

A Globo e todo o PIG no Brasil transmitiram tudo ao vivo e em cores. Arg!
Os EUA mataram mais de 1 milhão de iraquianos, a maioria civis, entre estes, mulheres e crianças, deixaram milhares de órfãos e amputados pelas bombas americanas numa ação cega e criminosa, segundo um dos principais institutos britânicos, o Opinion Research Business (ORB).
De acordo com aquela entidade, das 2.500 pessoas ouvidas pela pesquisa, 20% perdeu um ente da família vítima dos bombardeios americanos.
Os EUA, gastaram mais de 4 trilhões de dólares com uma guerra desnecessária onde morreram – embora eles escondam e alterem para baixo o número – mais de 50 mil, entre civis e soldados americanos. Jovens que perderam a vida, uns e o juízo outros, quando escaparam da morte no Iraque.
Porque uma guerra deixa sequelas físicas, emocionais e deformações psíquicas e psicológicas que não se curam nunca mais.
Hoje os EUA, na sua insanidade e paranoia pela guerra mantém uma luta brutal e esquisofrênica contra o grupo terrorista da Al Qaeda, no Afeganistão.
É uma herança doentia deixada pelo ex-presidente americano George Bush. Uma causa que Obama abraçou com tanta naturalidade e disposição para cumpri-la como se fosse uma campanha de doação de cestas de alimentos para os velhinhos de um asilo, no Natal.
Para Obama, assim como para Bush, matar é uma necessidade.
Foi isso que ele disse ao receber o Nobel. Que às vezes a guerra é necessária para se chegar à Paz.
Faz sentido... Mesmo porque não pode haver guerra depois que os guerreiros forem mortos...
E os EUA são os que mais promovem guerras e, por consequência, quem mais matam pessoas, sobretudo inocentes, ao redor do mundo.
Os EUA, são os genocidas da hora encobertos pelo manto da hipocrisia e, em nome da sua segurança, se acham no direito de invadirem militarmente e massacrarem quem imaginam lhe ameaçar.
Obama mereceria tudo.
Menos esse Nobel.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

NÃO É NECESSÁRIO CONCORDAR SEMPRE


Na véspera da visita do chefe do Estado iraniano, Mahmoud Ahmadinejad ao Brasil, Barack Obama enviou uma carta ao Presidente Lula.

Ninguém viu nem leu tal carta.

Mas o jornal americano New York Times revela em reportagem que nela Obama discorda da posição brasileira em relação ao Irã, à Venezuela e Honduras entre outros temas.

Sabe-se que Lula respondeu pontualmente, através de outra carta, ao presidente norteamericano.

O Ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, disse que a carta de Lula é franca e amistosa.

Ninguém, igualmente, viu nem leu a carta do presidente brasileiro.

É sabido por todos que a grande imprensa não tem poupado esforços para demonstrar uma tensão que inexiste na relação Brasil-Estados Unidos.

No que diz respeito ao Irã, Obama se opõe psicoticamente ao seu programa nuclear. Mas não faz o mesmo, por exemplo, em relação à Israel.

Os EUA mataram Sadam Russen e destruíram um país por causa de suas suposições, jamais comprovadas,de que o Iraque tinha um arsenal nuclear atômico.

E a mídia não somente aplaudiu como transmitiu o assasinato de um presidente que antes – quando era economicamente conveniente – havia sido aliado dos americanos na guerra com o Kuwait.

Não espanta que essa mídia, em especial a Globo, relacione o Irã como sendo o pior dos males para a humanidade e a visita de seu presidente ao Brasil como um fenômeno que trará o fim do mundo e, antes disso, a desmoralização de Lula, que, segundo o Wilian Vaque, fez “afagos” num ditador e criminoso em potencial.

A Globo, com o despudor que lhe é habitual, se esforça para dizer que Obama repreende o Presidente Lula porque esse “apóia” o maior inimigo dos americanos.

"O Brasil tem essa obsessão de que se ele não concorda com os EUA vai cair um raio na nossa cabeça. Não é assim", disse Amorim a jornalistas.

Ele poderia muito bem ter trocado a expressão “o Brasil” por “a imprensa”.

O Brasil não é obrigado a concordar em nada nem ter medo de defender soberanamente sua posição dos Estados Unidos.

Nós não somos uma colônia americana.

Concordar ou não do que faz ou deixa de fazer um país é um direito de todo e qualquer outro país.

Inclusive os Estados Unidos.

Eles só precisam saber que o Brasil tem um governo, e que esse governo respeita, mas não se curva – porque não teme – aos caprichos de quem quer que seja.

Inclusivedos dos Estados Unidos.

Basta ver a posição brasileira sobre o golpe de estado hondurenho e a americana para ver que não andamos implorando concordâncias e assentimentos de ninguém às nossas atitudes.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

GAFE OU GENTILEZA. TANTO FAZ



Não raramente tem-se a impressão de que o jornalismo de 5ª categoria disseminou-se pelos cinco continentes, mas tem raízes fortes e profundas no americano.
E não com rara frequência os jornalistas das Américas nos dão essa certeza.
Talvez porque não tenham muito o que fazer ou por acharem que o que fazem é muito e bem feito.
Neste domingo 15, o jornal O LIBERAL, de Belém do Pará, pôs nas bancas uma idição especial comemorativa aos seus 63 anos de existência.

O LIBERAL é uma surcursal do GLOBO e, por conseguinte, membro do PIG e suas páginas são o “estatuto” do PSDB.
O LIBERAL é daqueles jornais que desintegram e distorcem a informação, manipulam, aumentam e inventam notícias de acordo com as suas e as conveniências tucanas no Pará e em São Paulo, uma vez que as Organizações Rômulo Maiorana (que congrega um grupo de rádios, tvs e jornais) recebiam dos demotucanos – guardadas as devidas proporções – as mesmas vantagens que recebem as Organizações Globo da tucanada em publicidade.
E o seu projeto é emplacar outra vez, um tucano no Palácio dos Depachos aqui no Pará, de preferência o ex-governador Simão Jatene, e outro no Palácio da Alvorada, e que este seja, sem dúvida, o governador de São Paulo – o Sr. Gengiva.

No seu editorial, O LIBERAL mostra com todas as letras porque é do PIG e filhote do Globo.
E revela a sua faceta de incontestável hipocrisia ao falar dos seus 63 de “compromisso firme, indestrutível, inapagável e irremovível de fazer da boa informação e da opinião plural” os ingredientes básicos que compõem um jornalismo associado aos interesses dos leitores.
Dar informação não é a mesma coisa que dá opinião.
Eu não quero e nem preciso da opinião do O LIBERAL para nada.
Nem da opinião do Globo nem da Globo e do PIG.
O jornal diz, entre outras pérolas, reconhecer que nem sempre a boa informaão é uma informação boa. E insiste em misturar informação com opinião. Para misturar e confundir a cabeça dos leitores.
“A boa informação é aquela que traduz a realidade, o fato, a situação, a circunstância”, segundo o editorial de O LIBERAL. E isto é a verdade pura e cristalina – tão cristalina quanto a mentira do jornal que se autointitula o maior jornal do Norte/Nordeste do País e fala de suas próprias qualidades de forma tão desavergonhada, simples e natural como se alguém que não seja ele próprio, o fizesse.
O LIBERAL pode ser e fazer tudo. Menos o que ele se imagina que é e faz enquanto jornal.
Porque ele não é um jornal independente nem isento.
O que ele diz não traduz a verdade e seus interesses não correspondem aos interesses do povo paraense.
Porque o povo paraense, por exemplo, mandou embora os demotucanos que mandaram no Pará por doze longos anos e ajudou o Brasil a dar duas vitórias – com duas sonoras surras nos tucanos – ao Presidente Lula.

E O LIBERAL não gosta do Presidente Lula. Nem da Governadora Ana Júlia, porque ele é torneiro mecânica, ela bancária. E isso explica tudo.
Hoje o PIG demonstra novamente que adora mesmo é totícia ruim, sem importância e irrelevante.
E publica nas suas páginas a foto do Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, se curvando diante do imperador do Japão, Akihito.
O PIG classifica o gesto de Obama como a gafe do século. O PIG da América do Norte é tão golpista, preconceituoso e conservador quanto o daqui.
O presidente dos EUA não tem o direito de se humilhar diante de ninguém. Um imperador, seja ele quem e de onde for, não é maior do que o presidente dos Estados Unidos.
Obama desgraçou os Estados Unidos diante do Mundo!

Nada do que escrevi nas últimas cinco linhas acima é fruto da minha frágil e infrutífera imaginação. É a fina traduação de uma imaginação doentia e nefasta de um jornalismo de quinta categoria que se faz presente tanto aqui quanto lá, na nação mais desenvolvida do Planeta.
Imagina o amigo navegante se o metalúrgico Luís Inácio Lula da Silva fosse Barack Obama: negro, sem um dedo da mão, lígua presa e analfabeto... apertanto a mão e se curvando – em uma atitude que pode ser uma gafe ou traduzida como um gesto de gentileza – tanto faz o que pensa o PIG – diante do imperador japonês.