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segunda-feira, 14 de junho de 2010

O PIG FINGE QUE NÃO SABE. ME ENGANA!

Jogo sujo. E eles fingem que não sabem
Lula a jornalistas, no VERMELHO: vocês sabem quem é que faz jogo rasteiro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje que "a história de dossiê" não nasceu dentro do PT. Sem citar nomes, ele disse que tem gente no Brasil que é especialista na prática de "jogo rasteiro" durante as eleições. “Eu participei de muitas campanhas e nunca fiz jogo rasteiro. Agora, tem gente que é especialista nisso no Brasil e vocês sabem quem são. Cada um faz a campanha que acha que deve fazer. Eu estou muito tranqüilo”, afirmou.
O presidente disse não saber quem está por trás dos supostos dossiês contra tucanos porque não tem "cara de investigador". Ele disse também que não vai ficar batendo boca com adversários e afirmou ainda que a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, também não deve “ficar rebatendo” declarações do adversário tucano na disputa, José Serra. “Eu não vou ficar batendo boca com adversário. Nem eu acho que a nossa candidata tem que ficar respondendo o Serra”, afirmou.

Neste domingo (13), durante a oficialização da candidatura de Dilma Rousseff, Lula afirmou que o suposto dossiê contra o candidato José Serra é "jogo rasteiro" da oposição. "Serão três meses de muito trabalho, muita alegria, muita tensão e nós esperamos que nossos adversários estejam dispostos a fazer campanha de nível elevado e que não façam jogo rasteiro inventando dossiê todo dia", disse em seu discurso na Convenção Nacional do PT.

No início do mês, Serra atribuiu a existência de um suposto dossiê contra ele a Dilma Rousseff. O tucano relembrou ainda outros casos de dossiês contra o PSDB que vieram à tona em eleições passadas. "A principal responsabilidade por esse novo dossiê é da candidata Dilma Rousseff. Disso eu não tenho dúvida, assim como o principal responsável pelo dossiê dos aloprados foi o Aloizio Mercadante e como a principal responsabilidade por dossiês em 2002 foi do Ricardo Berzoini", afirmou o candidato do PSDB.

Minas

Sobre as eleições para o governo de Minas Gerais, Lula disse que gostaria que o ex-ministro do Desenvolvimento Social Patrus Ananias (PT-MG) fosse vice na chapa do candidato do PMDB ao cargo, Hélio Costa.

“Se dependesse da minha vontade pessoal, se eu fosse mineiro e tivesse um voto, o Patrus seria vice do Hélio, porque a campanha é para ganhar as eleições de verdade”, disse.


Com agências

quinta-feira, 10 de junho de 2010

A ÚNICA OPÇÃO DA OPOSIÇÃO É BAIXAR O NÍVEL DA CAMPANHA AO SEU NÍVEL

Em apuros, sob efeito raivoso da inveja





Lula orienta oposição a evitar campanha raivosa e de baixo nível


Saiu no Vermelho - a esquerda bem informada: Em entrevista nesta quinta (10) à Rádio FM Sergipe, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva respondeu às críticas feitas pela oposição que acusa o governo de ser lento na execução das obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
A oposição sem rumo, sem discurso e sem razão, critica Lula pelo que ela não fez quando esteve no poder.
O último momento em que o Brasil investiu em infraestrutura foi durante o governo militar de Ernesto Geisel, em 1975, afirmou o Presidente.
Aí, surge Lula que faz surgir Dilma e criam o PAC.
O PAC revolucionou o Brasil e deixou mentalmente estrábica a oposição.
O PSDB e o DEMO disseram que apenas 46,1% das obras do PAC foram concluídas. Os dados oficiais indicam que 70,7% dos investimentos foram executados.

“Eu acho que a oposição está em uma situação difícil e eu acho normal que a oposição saía: falta fazer isso, falta fazer aquilo, falta... É o papel dela. Agora a verdade é a seguinte: contra os números não se discute. Nós temos números para debater com qualquer candidato, com qualquer governo”, disse o presidente.

O PAC está sendo feito em todos os estados.
Não há discriminação política.
“Enquanto no passado, recebiam um prefeito com policiais e cachorros pastores-alemães, eu, nos meus oito anos de governo, todo ano, eu participei da abertura da Marcha dos Prefeitos", afirmou Lula.

E provocou: “Eu dei para São Paulo dez vezes mais recursos, para o Serra e para o Alckmin, do que o Fernando Henrique Cardoso deu para o Mário Covas, e dei sabe por quê? Porque eu acho que a gente não faz a relação entre governo, a relação é entre povo. O povo de São Paulo merece, então, nós temos que dar”.

E disse mais: “Então, eu acho que isso está criando um certo embaraço para a oposição, está criando uma certa dificuldade... Eu espero que eles não façam uma campanha raivosa, eu espero que eles não façam uma campanha daquelas de baixo nível, fazendo aquele jogo rasteiro... Vamos fazer a campanha em um nível alto, vamos debater economia, vamos debater desenvolvimento, vamos debater inovação tecnológica, vamos debater educação, porque eu acho que o povo vai ficar muito mais satisfeito.”

Fora FMI

Lula lembrou que os investimentos em infraestrutura na época de Geisel só foram possíveis porque o dólar estava barato, o que levou o governo a tomar empréstimo para realizar obras.

“Em 1980 nós começamos a pagar o preço disso. Por quê? Porque aí a economia americana entrou em crise – um déficit fiscal muito sério –, o presidente do Banco Central americano, para resolver o problema do déficit fiscal americano, aumentou a taxa de juros, em dólar, que chegou a 21%”, explicou.

O Brasil havia tomado empréstimo a 3% e começou a pagar 21% de juros que resultaram “numa dívida externa impagável”.
Daí que nenhum presidente brasileiro conseguiu investir em obras.
Excepcionalmente Fernando Henrique Cardoso nos seus nebulosos oito anos de mandato.

Lula chamou o presidente do FMI"para por fim as negociações".
O Brasil quitou a estrondosa dívida externa e ainda colocou em caixa US$ 250 bilhões.
O mais espetacular estava por vir: de tomador, o Brasil passou a credor e emprestou ao Fundo US$ 14 bilhões.
“Hoje não é uma missão do FMI que vem aqui. É uma missão nossa que vai lá fiscalizar o FMI”, brincou.
Sensacional esse operário!

Circulo virtuoso

Com os dinheiro no cofre, Lula fazer o PAC. “Nós assumimos a responsabilidade de comprometer uma parte do orçamento do governo com obras. Tomamos a decisão, e nada, não há nada que faça a gente tirar um centavo do PAC para fazer contingenciamento.”
A parti daí, segundo o presidente, o Brasil passou a apresentar números positivos com o crescimento do salário mínimo, emprego, o respeito do país no exterior e o último dado do IBGE que registrou um crescimento de 9% no PIB entre janeiro e março.

“Então, o Brasil está entrando num círculo virtuoso, tem uma carteira de obras. Tem uma carteira de obra em saneamento básico, tem uma carteira de obra em habitação, tem uma carteira de obra em estrada, tem uma carteira de obra em drenagem, tem uma carteira de obra em saneamento básico”, disse.
Até o final do ano quando termina o seu mandato e tem início o de Dilma Rousseff serão criados aproximadamente 14,5 milhões de empregos com carteira assinada.
“Enquanto os Estados Unidos perderam 8 milhões de empregos, enquanto a Europa perdeu quase 9 milhões de empregos, nós, no ano da pior crise do mundo, nós criamos 905 mil novos empregos”, fulminou, quer dizer, finalizou.

Acesse o site do Vermelho para ver na íntegra a reportagem de Iram Alfaia

quinta-feira, 27 de maio de 2010

ESSA GENTE PODE MAIS

Você não vê, mas ele está sem os sapatos
Vermelho: Foi FHC quem pediu para Obama não visitar o Brasil?
Em artigo na edição desta quarta-feira (26) no Jornal do Brasil, o sempre bem informado colunista Mauro Santayana revela que começou a circular – e foi acolhido por um jornal de São Paulo – a informação de que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso estaria por trás da suposta recusa da chancelaria norte-americana em promover uma visita do presidente Barack Obama ao Brasil nos próximos meses. Veja abaixo a íntegra do artigo:
Só ajuda quem não atrapalha

Por Mauro Santayana
,
É natural que o presidente Barack Obama concorde em postergar a visita que faria ao Brasil ainda durante o governo do presidente Lula. O governo norte-americano tinha interesse na visita de Obama ainda no ano passado, mas as dificuldades da agenda impediram a viagem. A visita foi adiada para este primeiro semestre. O governo brasileiro ponderou que, se ela se fizesse depois disso, poderia “contaminar” o processo eleitoral. Novamente a pressão dos fatos políticos, internos e externos, com a exigência da ação presidencial junto ao Congresso norte-americano, em decisões cruciais para o país, impediu Obama de vir nesta primeira metade do ano. Não há nada, portanto, que se possa considerar desaire para o presidente Lula e o Brasil.

Mas as razões de Estado, que a diplomacia conhece, não as conhecem a inveja nem a esperteza política. Começou a circular – e foi acolhido por um jornal de São Paulo – a informação de que, por detrás dos fatos, houve manobra vitoriosa de contre-diplomatie, praticada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Senhor da intimidade do ex-presidente Bill Clinton, com quem participa de um clube de ex-presidentes (para o qual nunca foi convidado Itamar Franco), o autoproclamado líder da oposição teria persuadido Clinton e sua mulher a dissuadirem Obama de realizar a viagem. Há, nesse boato, que os partidários do ex-presidente se encarregam de espalhar, a intenção deliberada de ofuscar os grandes êxitos da diplomacia brasileira no atual governo – sobretudo quando obtivemos, juntamente com a Turquia, acordo alentador com o governo de Ahmadinejad.

Se houve realmente essa intervenção de Fernando Henrique, tratou-se de chover no molhado, porque, ainda que Obama o quisesse, não lhe teria sido possível vir, e coube ao próprio governo brasileiro desaconselhar a visita no segundo semestre.

Há que se considerar que a vinda de Obama tanto poderia ser favorável à candidata do PT quanto prejudicial. Tudo dependeria das circunstâncias, e as circunstâncias não têm agenda prévia, nem obedecem aos protocolos diplomáticos.

De qualquer forma, coube a Obama seguir a prudência de nosso governo. Ele terá que esperar o próximo governante brasileiro para uma visita, que será importante para os dois países. Por mais o presidente se informe, mediante os canais diplomáticos e a imprensa, do que é o Brasil, a presença pessoal é decisiva para que ele “sinta” o nosso país, para que conheça o nosso povo, com o qual ele se disse identificado, quando ganhou as eleições de 2008. Há uma observação de Ortega y Gasset – e, provavelmente de outros, pela sua forte obviedade – de que qualquer um pode ler dez anos seguintes sobre Paris e não a conhecerá mais do que aquele que nela estiver e a sentir por dez minutos. Por isso mesmo alguns espertalhões enlatavam o ar de Paris e o vendiam aos turistas encantados.

Obama, se tiver a oportunidade de sobrevoar algumas cidades brasileiras, visitar uma universidade pública e conversar com alguns integrantes da verdadeira intelligentsia nacional, na certa entenderá que não somos, como pensam muitos, entre eles certos brasileiros, apenas uma banana republic mais extensa e mais populosa. Entenderá que os Estados Unidos nos devem ter como interlocutores sérios, e não dóceis vassalos. Uma associação livre, honrada, de plena igualdade, entre os nossos dois povos, seria conveniente ao Hemisfério e ao mundo, nestas horas de grande incerteza. Mas, até hoje, a diplomacia norte-americana se tem pautado pela arrogante divisa – atribuída, entre outros, a Summer Welles, e repetida depois por Henry Kissinger – de que “os Estados Unidos não têm amigos; têm interesses”. Esses interesses os fazem aproximar-se de nosso povo, como ocorreu para o esforço comum contra o nazifascismo, e os fazem cooptar os seus deslumbrados admiradores brasileiros, para golpear as nossas instituições, como fizeram em 1954, contra Vargas, e em 1964, contra Jango.

Não faria mal o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso desmentir – se é que ainda não o fez – a aleivosia que lhe atribuem. Ela só pode prejudicar a candidatura de José Serra, como a prejudicaram outras trapalhadas de que tem sido protagonista o ex-presidente.

terça-feira, 11 de maio de 2010

ISSO É QUE DÁ INVEJA NO SERRA

Mais uma do incrível "Campeão do Mundo"



Lula anuncia construção da Universidade Luso-Afro-Brasileira

Durante a solenidade de entrega do prêmio da ONU “Campeão do Mundo na Batalha Contra a Fome”, realizada na segunda-feira (10), o presidente Luís Inácio Lula da Silva anunciou que a Universidade Luso-Afro-Brasileira (Unilab) começa a ser construída até o final deste ano – na cidade de Redenção, no Ceará.
Lula comemorou a aprovação do projeto que cria a Unilab pelo Congresso e disse que a universidade terá capacidade para receber até 10 mil alunos. Um dos objetivos da instituição será promover o intercâmbio cultural de estudantes com o Continente Africano e incentivar estudos que tenham como foco o desenvolvimento da ciência e tecnologia.


A criação da universidade acompanha a atual política externa brasileira de integração e colaboração mútua a países pobres, muitas vezes incompreendida por setores neoliberais da política nacional.
A cidade cearense foi escolhida como sede da Unilab por ter sido o primeiro local que promoveu a libertação dos escravos, em 1883. Bem-humorado, o presidente disse que o local foi escolhido para que os estudantes possam “olhar para a África”, sem abandonar seus países.

Lula afirmou ainda que, paralelamente, está em fase de conclusão no Ministério da Defesa um estudo para a ampliação de voos do Brasil para países africanos. Segundo ele, esse aumento é fundamental para garantir a troca de experiências. Apesar de essencial, o presidente disse que a ampliação esbarra nas dificuldades das empresas áreas que “adoram ir para Paris e Londres” e outros locais na Europa.
“As empresas brasileiras só querem ir para Paris e Londres, mas não querem parar em um território africano. Agora com esse vulcão soltando fumaça preta para tudo que é lado, eles (os responsáveis pelas empresas aéreas) estão parando em qualquer lugar com medo”, reclamou o presidente.

Da Redação, com Agência Brasil

sábado, 1 de maio de 2010

SERRA NÃO TEM MEDO DE TRABALHADOR. TEM RAIVA

Trabalhadores conversando com Serra no Bandeirantes



Deu no VERMELHO: Serra foge do 1º de Maio em São porque tem “medo de trabalhador”

O presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT), o Paulinho, apresentou a pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, como "futura presidente do Brasil" em evento em comemoração ao Dia do Trabalho em São Paulo, e disse que o "virtual" adversário de Dilma nas eleições, José Serra (PSDB), "não gosta de trabalhador".

O ex-governador de São Paulo não compareceu ao evento, apesar de ter sido convidado por Paulinho. Provavelmente, não aceitou os convites das centrais por temer vaias dos trabalhadores e trabalhadoras. Durante a recente greve dos professores, Serra mandou a polícia descer o cassetete e reprimir os trabalhadores com gás lacrimogêneo, balas de borracha e gás pimenta. Várias pessoas saíram feridas.

Fábrica por fábrica

- Nós vamos fábrica por fábrica falar que esse sujeito (José Serra) não pode ser candidato. Toda vez que nós procuramos o ex-governador para sermos recebidos, ele não recebe... Uma coisa é fazer discurso para a imprensa, outra coisa é vir aqui enfrentar os trabalhadores e dizer por que ele não gosta dos trabalhadores. Por isso eu quero dizer, ministra Dilma, que nós, trabalhadores, vamos andar fábrica por fábrica, empresa por empresa, loja por loja, nós vamos andar o Brasil, e dizer que esse sujeito que tem medo de trabalhador não pode ser candidato para depois tirar os direitos dos trabalhadores. Ele tem que vir aqui para assumir compromisso do que vai fazer com o décimo terceiro salário e com o fundo de garantia - disse Paulinho.

O presidente da Força Sindical estimulou a platéia a cantar a música "olê, olê, olá, Dilma". A pré-candidata do PT, por sua vez, destacou no seu pronunciamento o aumento de renda do trabalhador em seu discurso.

- Nós provamos que era possível aumentar o salário mínimo, que era possível controlar a inflação para não corroer o bolso do trabalhador. Nós criamos 12,4 milhões de empregos e até o final deste ano criaremos no mínimo mais 2 milhões - afirmou Dilma, que não recebeu aplausos após seu discurso.

Da redação, com agências

terça-feira, 13 de abril de 2010

UMA REAÇÃO ÀS MENTIRAS DO PIG

Ele enfrenta o PIG de lá
Saiu no excelente informativo cuja página não é amarela: o VERMELHO

Venezuela lança guerrilha de comunicação contra mentiras da mídia

De colete e bonés verde-oliva, 75 jovens venezuelanos juraram nesta segunda (12), diante dos ministros de Comunicação e Educação, integrar os Comandos da Guerrilha Comunicacional para contrapor a mentira e a desinformação difundidas pelos meios de comunicação privados do país.

"Há oito anos, enquanto estavam massacrando o povo, os meios privados de comunicação estavam calados. Então o povo saiu às ruas e decidiu tomar a palavra para pedir a restituição do presidente Hugo Chávez (...) Oito anos depois, estamos tratando para que isso não volte a ocorrer, pois existe uma nova geração com mais ferramentas de comunicação", disse a ministra de Comunicação e Informação, Tania Díaz. A referência é à tentativa de golpe frustrado que, em 2002, tirou Chávez do poder por três dias.

Os adolescentes formados ontem fazem parte de um programa piloto de um colégio público de Caracas e serão distribuídos em grupos de 25 combatentes. De acordo com o governo Hugo Chávez, eles receberão formação integral nas áreas de vídeo e televisão, rádio e produção de conteúdos sonoros, comunicação visual, web, multimídia e jornalismo popular, assim como educação para a percepção crítica de mensagens. A partir de setembro, a formação será atividade extracurricular voluntária para alunos da rede pública entre 13 e 17 anos -- equivalente a quatro horas acadêmicas.

A ministra Tania Díaz destacou que a intenção do programa é democratizar o espaço comunicacional, "porque não pode ficar definido que o ato de informar só existe dentro do meio de comunicação tradicional".Já a chefe de governo do Distrito Capital, Jacqueline Faría, informou que a ideia é se contrabalancear o grande poder dos meios privados. Nesse sentido, o governo resolveu ir à raiz e educar as crianças e os jovens nas escolas para semear-lhes a curiosidade sobre a nova comunicação. Ela indicou que o objetivo é fomentar a liderança estudantil nos colégios, a fim de que os jovens assumam os processos comunicacionais em suas comunidades de forma permanente e sustentável. O governo também avaliou que o programa rompe com o monopólio midiático.Guerrilha na internet

A guerrilha já está na internet. No Facebook, a comunidade do programa contava com 33 fãs na noite de ontem. Há também conta no twitter e um blog (guerrillacomunicacional.blogspot.com). Um dos responsáveis pela página, Juan Miguel Hernández, 23, explica que o projeto não abarca só estudantes. Ele é um dos agentes do Ministério das Comunas (organizações de base ligadas ao governo) para a formação de multiplicadores do programa. Ele rejeita a ideia de que a "guerrilha" sirva apenas como "reação à conjuntura dos meios de comunicação". "Trata-se de dar instrumentos e ferramentas de expressão às pessoas", diz ele, que garante que temas delicados para o governo, como a crise energética, também podem ser abordados, desde que "partam da comunidade".

Com agências

sábado, 10 de abril de 2010

DILMA NÃO PRECISA FAZER CONTRAPONTO PARA GANHAR DE SERRA


O vermelho é o melhor site de esquerda no Brasil.
O vermelho é uma simpática página na internet mantida pela Associação Vermelho em convênio com o PCdoB.
Quem se identifica com a esquerda acessa e lê sempre o vermelho.
O vermelho tem a cara da esquerda socialista e comunista brasileira, reconhecida quando “milhões de mulheres e homens se engajam na resistência, em nome da paz, do progresso e da liberdade” (Manifesto Vermelho – Proclamação de Compromisso).
Os editores, redatores, colunistas e blogueiros do vermelho tem em comum com os brasileiros: o compromisso com “a independência e soberania de nosso país; com a liberdade e a democracia; com o progresso, os direitos e conquistas sociais, o trabalho e os trabalhadores; com o socialismo e o comunismo; com as bases teóricas e as forças de vanguarda capazes de conduzir estas lutas” (Manifesto Vermelho – Proclamação de Compromisso).
Qual o informativo, jornal, revista ou outro meio de divulgação da direita ultraconservadora?
Pela ordem: O Globo, Estadão e Folha. Veja, Época e Istoé. Rede Globo, Band, SBT, e Record com suas afiliadas.
A sucursal de O Globo no Pará atende pelo nome de O Liberal.
O leitor mais desatento que lê esse jornaleco sem olhar o logo acima da página é tentado a imaginar que se trata de uma publicação do PSDB.
Só falta o emplumado tucano com seu desproporcional bico para ficar caracterizado, de fato, como um tablóide serrista.
O que se mais vê nos jornais piguistas é foto do pré-candidato do PIG à presidência. Quando não, do Gilmar Dantas, por enquanto – ufa! – presidente do STF.
Todavia as publicações pró-Serra do PIG não chama a atenção apenas pelas bajulações aos demotucanos, mas, sobretudo pelos ataques sistemáticos dirigidos contra o Presidente Lula, seu Governo e à ex-Ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff.
A Mirian Leitão deve submeter seus textos ao Sérgio Guerra antes de publicá-los, tamanho ódio gratuito, quase venal e fortuito neles contidos.
O desrespeito, a virulência, truculência e a falta de pudores na forma que esta senhora trata o Presidente do País e a ele se refere surpreende pela bestialidade e beira os limites da irresponsabilidade de modo à por em prova a liberdade de expressão no Brasil.
Foi essa oposição com a sua mídia que se exacerbou em criticar a Ministra Dilma por esta ter visitado o túmulo de Tancredo Neves.
Tancredo foi somente avô de Aécio Neves e ninguém pode se apropriar de sua memória, muito menos o PSDB.
Senadores e deputados demotucanos que, nada tendo a fazer (como toda a oposição), usam a tribuna das casas legislativas para falar de amenidades.
Eles são uma aberração.
O Zé Inacabado – para usar expressão do Conversa Afiada –oficializa neste sábado sua pré-candidatura à presidência da República mas o cinismo, a dissimulação e a hipocrisia dele e do PIG não permitiam que dissessem que ele sempre fora candidato a candidato dos tucanos, desde da surra que levou do Presidente Lula em 2002.
Em vista disso, desfiaram novo rosário de críticas ao Presidente Lula e a futura candidata petista por ambos participarem de evento organizado por centrais sindicais do ABC paulista.
Os acusam de fazerem o contraponto social, algo como uma tentativa de ao menos embaçar o foco do evento tucano.
Outra falácia.
O que se verifica de fato é o ímpeto da mídia de direita em desencadear uma avalanche de denúncias, críticas acusações contra o Governo sem se preocupar com as mentiras, as injúrias e difamações.
Porque, sobretudo em um jornal do PIG, como disse o poeta, não raro a única coisa verdadeira é a data.
O amarelo e o azul são as cores tucanas.

E, por conseguinte, do PIG.