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quarta-feira, 28 de abril de 2010

FALSIDADE, ESSA "CIDADÃ" DO MUNDO

Recomendações à família, adorável senhora
Deu na BBC Brasil: Microfone flagra Gordon Brown chamando eleitora de 'intolerante'
O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown foi pego por um microfone aberto na Inglaterra, como o Boris Casoy aqui no Brasil foi descoberto falando de seu insepulto respeito e inominável admiração pelos garis, no final do ano passado.
O que dizem é que a gafe do premiê foi um 'desastre' na sua campanha. Ele busca a reeleição.
Já não se pode dizer o mesmo a respeito de Boris Casoy. Ele continua destilando seu preconceito e ódio virulento contra tudo que diga respeito ao governo do qual é opositor e, sobretudo, os pobres e trabalhadores do alto da sua bancada dos telejornais da Band.
Gordon Brown foi flagrado chamando uma eleitora, com quem ele tinha acabado de conversar, de "mulher intolerante".
Brown estava em campanha para as eleições de 6 de maio conversando com eleitores nas ruas de Rochdale quando foi interpelado por Gillian Duffy, de 65 anos, sobre temas como imigração, criminalidade e economia.
No final da conversa com Duffy, Brown cumprimentou a eleitora e mandou lembranças à sua família.
Fidalguia de um verdadeiro Lorde inglês?
Que nada. Demagogia mesmo. E pura falta de respeito com os outros.
Ou desvio de caráter, melhor dizendo.
Alguma semelhança tem que haver entre tal episódio e aquele em que Rubens Ricupero – então Ministro da Fazenda de Fernando Henrique Cardoso – foi pego no que ficou conhecido como o “Escândalo da Parabólica”.
Numa entrevista concedida ao jornalista Carlos Monfort, no Jornal da Globo, Ricupero, pensando que estava fora do ar, disse “Eu não tenho escrúpulos, o que é bom a gente fatura, o que é ruim a gente esconde”.
A parabólica captou a conversa de Ricupero com Monfort e acabou revelando algo ruim: o ministro escondia o que Boris não consegue esconder de ninguém – sua falta de caráter.
O encontro de Brown com Gillian estava sendo gravado pelo canal de TV Sky News, e o microfone da emissora que o premiê levava na lapela acabou gravando a conversa que ele teve no carro, com um assessor.
"Aquilo foi um desastre, eles nunca deveriam ter me colocado com aquela mulher. De quem foi esta ideia? Foi ridículo...", diz o premiê na gravação.
Quando o assistente pergunta o que a eleitora tinha falado, Brown respondeu: "Tudo, ela era tipo uma mulher intolerante que disse que costumava (votar para) os Trabalhistas. Quer dizer, foi ridículo".
Mais tarde, o premiê foi pedir desculpas pessoalmente à eleitora, na casa dela. Brown conversou com ela por 45 minutos a portas fechadas.
O que uma eleição não faz... lá na Inglaterra.
Por aqui, o iluminado cabo eleitoral de José Serra – Fernando Henrique Cardoso – chamou, com todas as letras, os aposentados de vagabundos. E jamais teve a humildade (ainda que entendida como demagogia à moda Brown) de pedir desculpas.
Antes, o premiê tinha ouvido a gravação em uma entrevista à BBC e pedido desculpas pelo seu comportamento.
"Claro que peço desculpas se falei algo que tenha sido ofensivo", afirmou o primeiro-ministro britânico na entrevista.
"Eu me culpo pelo que foi feito... Estas coisas podem acontecer", acrescentou Brown.
Quando esses impolutos personagens se arvoram em pedidos “formais” de desculpas a quem ofendem o que se evidencia é muito mais o desejo de que o caso seja logo encerrado uma vez que seus gestos carregados de superficialidade e desnudo de verdade nada e a ninguém convencem.
O comentário de Brown gerou reação entre os conservadores, principais adversários políticos de Brown.
"É isto que acontece em (época de) eleições gerais, elas revelam a verdade sobre as pessoas", disse o porta-voz da oposição para assuntos de economia, George Osborne.
Para o editor de política da BBC Nick Robinson, o incidente foi um "desastre" para Brown porque expôs a lacuna entre a face pública e a face privada do premiê.
No Brasil o preconceito, o insulto, a humilhação e o deboche de Boris Casoy expôs também uma lacuna entre a face pública e a face privada do PIG – Partido da Imprensa Golpista – que, como partido oposicionista tem em José Serra o seu candidato.
"Para os que conhecem Brown há vários anos, o caso não foi nenhuma grande surpresa. Ele tem melhorado bastante no jeito como se comporta em público, mas constantemente perde as estribeiras e expressa suas frustrações na esfera privada", disse Robinson.
Certamente não seria improvável afirmar que a frase acima se aplica como uma luva ao apresentador da Rede Bandeirantes extensiva aos interesses de seus patrões se levarmos em conta o fato de que “o homem bom do bom tesouro do coração tira o bem, e o mau do mau tesouro tira o mal; porque a boca fala do que está cheio o coração.” Lucas 6:45.

domingo, 21 de março de 2010

O BRASIL TRATADO COM RESPEITO JAMAIS VISTO

Trocar a notícia é com o PIG mesmo!
Para os adestrados do e pelo PIG recomendo que leiam o post publicado no blog do planalto referente à visita de Lula ao Oriente Médio que, na versão estadunidense da mídia conservadora e golpista o Brasil semeou mais joio que trigo.
Teve até quem dissesse que boicotaram o Presidente brasileiro. Por muito pouco não noticiaram a expulsão de Lula pelo governo de Israel.

Brasil nunca foi tratado com tanto respeito em Israel, diz correspondente da BBC

Do front em Tel Aviv, onde trabalha como correspondente da BBC Brasil em Israel e territórios palestinos desde 1997, Guila Flint conversou com o Heródoto Barbeiro, âncora da CBN, na manhã desta terça-feira (17/3), onde faz uma avaliação da visita oficial do presidente Lula ao Oriente Médio (Israel, Palestina e Jordânia). “Depois de viver muito anos aqui, nunca vi o Brasil ser tratado com tanto respeito”, disse.

O comentário foi feito de um ponto de checagem no momento em que Lula terminava a visita a Israel. Guila trata também da repercussão da presença do presidente brasileiro no Oriente Médio publicada pela mídia: “A repercussão está sendo bastante grande tanto na mídia eletrônica quanto na mídia impressa. Várias reportagens, sendo a maior parte delas favorável ao presidente Lula”, destacou. Ela acrescentou que “o balanço foi muito bom. O presidente brasileiro foi bem recebido em Israel”.
A correspondente assinalou, num outro comentário ontem (16/3), o fato de Lula ser o primeiro presidente da República do Brasil a visitar a região, observado com bons olhos pelos israelenses e palestinos que ela conversou nas últimas horas. Ela destaca comentário do presidente de Israel, Shimon Peres, que alegou que “a contribuição do Brasil será muito bem-vinda” ao processo de paz naquela região. Guila destacou também que “os palestinos consideram o Brasil um moderador honesto” e, por este motivo, ficariam muito satisfeitos “se o Brasil tivesse um papel ativo no processo de paz”.

O site da BBC Brasil diz que Guila Flint começou a trabalhar em jornalismo em 1991, escrevendo para o diário israelense Davar sobre o Brasil. Cobre o Oriente Médio para a imprensa brasileira desde 1995 e trabalhou com o Jornal da Tarde, O Estado de S. Paulo e o Correio Braziliense. Foi correspondente da Globo News de 1997 a 2002 e também colaborou com a revista Carta Capital e com a revista Visão, de Portugal. Seu livro, “Israel terra em transe – democracia ou teocracia?”, em co-autoria com Bila Sorj, foi publicado pela Editora Civilização Brasileira em 2000. Guila é correspondente da BBC Brasil em Israel e nos territorios palestinos desde 1997.

domingo, 17 de janeiro de 2010

PIG EXPLORA A MISÉRIA E O INFORTÚNIO HAITIANOS PARA ALIMENTAR PRETENSAS DESANVENÇAS

Bem que eu poderia ficar sem essa.
Aborrecimentos num domingo. É disso do que eu menos precisaria.
Mas foi o que eu ganhei ao ir às páginas online do PIG.
Uma infâmea!
A falta de caráter, de ética e de senso humanitário do PIG no tratamento de tão triste tragédia só é proporcional ao tamanho das perdas causadas pelo tremor de terra que abalou o Haiti.
Um desastre!
O PIG desdenha das vítimas humanas.
Ele prefere explorar a crise existente (para ele) entre Brasil e EUA.
O Brasil está em guerra (diplomática) com os EUA – esbraveja cínica e espalhafatosamente o PIG.
Para ele, o Brasil faz jogo de ciúme para ter o controle do país e corrdenar a ajuda internacional.

Não se pode negar a arrogância americana e o péssimo hábito dos governos de Washington de quererem se sobrepor às demais nãções em casos dessa natureza.
À excessão do Katrina, aquele furacão que atingiu Nova Orleães.
Que matou ou deixou sem casas, famintos e jogados à própria sorte milhares de americanos.
No quintal da cozinha de George W. Busch.
Os EUA nada fizeram por seus filhos que até hoje não se recuperaram dos prejuízos.
Agora querem fazer pelos haitianos.
Mas antes querem subjulgar uma liderança que pertence ao Brasil.

O Brasil tem uma Força de Paz no Haiti.
Há mais de uma década.
Os EUA, se fizeram, fizeram muito pouco pelos haitianos até hoje, a não ser violentá-lo no período de 1915 a 1934 quando ocuparam seu país.
O que os Estados Unidos fizeram, de concreto mesmo, pelos haitianos, foi apoiar uma ditadura que se estabeleceu no país de 1964 a 1986 e o fez regredir 200 anos na História.

Mas nada disso justifica tamanha imbecilidade do PIG
É visível – se não risível – o joguete desinformativo e distorcivo da notícia, excrementada pelo PIG.
O PIG faz questão de dizer que o Mundo ignora, que a imprensa internacional não somente se abstém, mas não cita o nome do Brasil como país que fornece qualquer tipo de ajuda ao Haiti.

E cita os sites das redes CNN e BBC como os que desconhecem e ignoram o papel do Brasil, enquanto destacam as decisões de Barack Obama a atuação da Secretária de Estado, Hillary Clinton.
Pior do que as matérias abjetas do PIG, só os comentáriosa de seus internautas – salvo raras excessões.

Só não arrisco sugerir que você dê uma olhada no Estadão – hoje o mais permissivo do PIG – porque prezo pelo seu bem-estar e presumo que seja seu desejo ter uma tarde e noite sem traumas.
O Brasil tem feito pelo Haiti nos oito anos mais do que os EUA e os europeus fizerem desde 1492.

Mas a hora não é de fazer o que o PIG está fazendo: criar outro factóide e inventar mais uma crise entre o Brasil e os EUA não interessa nem ao Brasil, nem aos EUA e muito menos ao povo haitiano.Somente ao PIG.

O PIG é, de fato, uma excrescência moral.