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domingo, 6 de junho de 2010

FHC É A PEDRA DE MOINHO DO SERRA


Um neoliberal, como ele. Amigo e parceiro dele.
Do Conversa Afiada: Serra só tem uma saída:pendurar o FHC no pescoço

À medida que Dilma dispara nas pesquisas, ele despenca nas baixarias.
Serra tem o DNA dos "dossiês" no sangue.

Parece que é coisa de tucano.
Toda eleição é assim. Os tucanos viram vítimas de "espionagem" do PT.

É uma sina.
Nasceram pra isso.

São uns predestinados a perder por antecipação.
O jeito é partir para as apelações.

Pro vale-tudo.


A última bala na agulha do Serra é a baixaria.

Só que, na era da internet, a baixaria – Lunus (para desconstruir Roseana Sarney) e aloprados do PT (para mandar as ambulâncias superfaturadas para o Inferno) – não tem o mesmo efeito do passado.

É o caso dos aloprados do tal dossiê que ele vai ter que explicar na Justiça.

Clique aqui para ler “Livro desnuda relação Serra/Dantas e alopra Serra”

Serra, aí, deu com os burros n’água.
Quem manda ir atrás da Veja, a última flor do Fascio (cadê o áudio do grampo ?).

No caso, o episódio teve a vantagem de tirar do armário a relação da filha dele, Verônica Serra, com a irmã de Dantas, Verônica Dantas.
E, de quebra, colocou Dantas no centro da campanha presidencial.

Clique aqui para ler “Dantas e Valério: ele não escapa do Joaquim Barbosa”

Depois de fechar o Mercosul e invadir a Bolívia.
Depois de prometer programas que Lula pôs em curso, como o “Próximo Passo”.

E atacar jornalistas (do gênero feminino).

(Clique aqui para ler um manual sobre como entrevistar o Serra)

Depois de até o Globope dizer que ele empatou e não sai dos 30% há oito anos – clique aqui para ler a analise da “pesquisa” do Globope pelo Tijolaço.
Depois de tudo isso, aproxima-se aquele momento triunfal em que se comprovará a tese de que o Vesgo tem mais chance do que ele.

Ele tem alternativa ?
Aparentemente, não.

Até o notável colonista (*) Elio Gaspari – ele faz parte daquele grupo seleto de jornalistas que chama o Serra de “Serra” – , hoje, na pág. A12 da Folha, (**), revela apreensão diante do fato de o Zé Ladeira (abaixo) estar sem rumo.

O Zé Ladeira (abaixo) só tem um rumo.
Voltar à sua origem mais profunda, mais entranhada no seu DNA político.

A subalternidade ao Fernando Henrique.
Zé Ladeira é o filhote do Farol de Alexandria, sentenciou o Ciro Gomes.

(Que também disse que Serra numa campanha é garantia de baixaria.)

Zé Ladeira (abaixo) é neoliberal até a raiz dos cabelos.
Ele é privatista.

Ele não produziu um único programa social relevante, enquanto foi prefeito (e disse que cumpriria o mandato até o fim – clique aqui para ver o vídeo) e governador.

Um único.

Não ficou cinco minutos no Jardim Romano alagado, sua Katrina.
Ele gosta muito de “migrante” nordestino, tanto que atribuiu a ele o péssimo desempenho da educação em São Paulo.

Ele disse que mantinha uma “relação normal” com os nordestinos, quando era menino na Mooca.

“Normal”.

Como diz aquele meu amigo mineiro: o que seria “anormal” ?
Usar uma estrela amarela no peito ?

Zé Ladeira (abaixo) faz o jogo dos Estados Unidos, quando ataca a Bolívia e o Mercosul (***).

Ele é a quintessência do neoliberalismo.
Só que ele é a versão autoritária – é o nosso Putin – do neoliberalismo.

Tem os neoliberais bonzinhos, como o Salinas e o Farol, e os truculentos, como o Fujimori (que está na cadeia) e o Serra.
Mas é tudo farinha do mesmo saco.

Serra não tem saída.

Esse joguinho de morde-assopra com o Lula não leva a lugar nenhum.
A única forma de reduzir a rapidez da queda é voltar ao que ele é: pendurar o FHC no pescoço.

Clique aqui para ler uma comparação entre os oito anos do Farol e os sete do Lula.

É devastador.


Paulo Henrique Amorim

sexta-feira, 28 de maio de 2010

A DIREITA E O ANACRÔNICO PRECONCEITO DE SEU CANDIDATO

Na foto, o principal líder da cracolândia do Serra
Em editorial sob o título "A direita, enfim, achou seu candidato", a Agência Carta Maior qualifica de "levianas e irresponsáveis" as declarações do candidato da direita, José Serra que acusou o governo boliviano de ser "cúmplice de traficantes".

Antes, Serra já se voltara contra o Mercusul. Agora seu no alvo é a Bolívia.
Serra ignora que o mundo mudou. E que muitas mudanças encontram-se em pleno curso.

Para a Carta Maior, a infelicidade de Serra é a felicidade do Brasil e do mundo: a era Bush já ficou para trás.

Serra abraçou por inteiro a agenda da direita no Brasil e, por conseguinte, nas Américas. Ele representa a velha ordem e defende a sua resturação.
Serra é o notável falastrão. Um fanfarrão cujas palavras que profere colidem, trombam assustadoramente umas contras as outras.

Locomotivas descarriladas.
Uma diz uma coisa. Outra ou desmente ou altera o que aquela disse.

“A questão”, ponderou Alice, “é saber se o senhor pode fazer as palavras dizerem tantas coisas diferentes”.
“A questão”, replicou Humpty Dumpty, “é saber quem é que manda. É só isso”.
Lewis Carrol, Alice no País das Maravilhas (cap.6).

As acusações de Serra de não seria possível a exportação de cocaína a partir da Bolívia sem a conivência e/ou participação das autoridades daquele país, poderiam ser defendidas também com com uma pergunta ao ex-governador paulista: Serra é cúmplice do PCC (Primeiro Comando da Capital), da violência e do tráfico de drogas em São Paulo?

“Você acha que toda violência e tráfico de drogas em São Paulo seria possível se o governo de lá não fosse cúmplice?” – pergunta Carta Capital.

É oportuno ainda lembrar as declarações do traficante colombiano Juan Carlos Ramirez Abadia, preso em 2007 no Brasil à Justiça Federal em São Paulo: “Para acabar com o tráfico de drogas em São Paulo, basta fechar o Denarc (Departamento Estadual de Investigações sobre Narcóticos)”.

A possibilidade de haver corrupção policial em seu governo parece não interessar nem habitar o horizonte de Serra. O pré-candidato foi governador de São Paulo, mas afirma não ter nada a ver com isso. A culpa é da Bolívia.

Há método na aparente loucura do pré-candidato do PSDB. O fato de ter repetido as acusações levianas contra o governo de um país vizinho – e amigo, sim – do Brasil mostra que Serra acredita que pode ganhar votos com elas.

Trata-se de um comportamento que revela traços interessantes da personalidade do pré-candidato e da estratégia de sua candidatura.

Em primeiro lugar, mostra uma curiosa seletividade geográfica: em sua diatribe contra governos latino-americanos, Serra esqueceu de acusar a Colômbia como “cúmplice do narcotráfico”. Esquecimento, na verdade, que expõe mais ainda o caráter leviano da estratégia.

Trata-se, simplesmente, de atacar governos considerados “amigos” do governo brasileiro.

Em segundo lugar, mostra uma postura irresponsável do pré-candidato, tomando a palavra aí em seu sentido literal, a saber, aquele que não responde por seus atos.

Antes de apontar o dedo acusador para o governo de um país vizinho, Serra poderia visitar algumas ruas localizadas no centro velho de São Paulo que foram tomadas por traficantes e dependentes de drogas. Serra já ouviu falar da Cracolândia? Junto com a administração Kassab, um governo amigo como gosta de dizer, fez alguma coisa para resolver o problema? Imagine, Sr. Serra, 200 pessoas sob o efeito do crack gritando sob a sua janela, numa madrugada interminável ... Surreal?

Na Cracolância é normal.
E isso ocorre na sua cidade, não na Bolívia.
Ocorre na capital do Estado onde o senhor foi eleito para governar e trabalhar para resolver, entre outros, esse tipo de problema. Mas é mais fácil, claro, acusar outro país pelo problema, ainda mais se esse outro país for governado por um índio.

E aí aparece o terceiro e mais perverso traço da estratégia de Serra: um racismo mal dissimulado.

Clique aqui para ir ao site da Carta Maior e ler o Editorial na íntegra.






quinta-feira, 13 de maio de 2010

O TEOR PROGRAMÁTICO DO SERRA É UM TERROR

Se deixar, ele ferra o Brasil
Serra: vários pregos, sempre a mesma ferradura

Fica evidente que o teor programático das intervenções do candidato tucano é não ter teor algum. Serra não pode expor o “verdadeiro” programa que se trama no seu bastidor.

Flávio Aguiar, na Carta Maior

O incômodo de Serra com a entrevista de dois de seus agentes econômicos revelando como a coligação tuco-dema vai ferrar o Brasil, impondo-lhe uma recessão como a que o FMI e UE agora fazem cair sobre a Grécia é muito expressivo.
Mas não só do passa-moleque que se está preparando para o eleitor. É claro que a função do candidato, nessa altura, fica sendo mais a de espalhar uma cortina de cinzas sobre o verdadeiro Cavalo de Tróia que querem por de volta na economia brasileira, além do freio nos dentes do povão brasileiro – essa eterna “fonte de inflação” para os economistas desse grupo.

Também fica evidente que o teor programático das intervenções do candidato é não ter teor algum. Serra não pode expor o “verdadeiro” programa que se trama no seu bastidor, ou até nas suas costas. Então suas frases e intervenções ficam assim como desossadas, sem esqueleto que as sustente, como uma geléia exposta ao sol e sem prato que a sustente pelas laterais.

O candidato vai a Minas e desqualifica o Mercosul. Diante da grita dos nossos vizinhos, mais a que certamente ouviu de alguns empresários de seu apoio, apressa-se a correr para a Folha de S. Paulo para dizer que pretende “flexibilizar” o Mercosul para permitir mais acordos bilaterais. Quer dizer: diz e não diz, sofisma, tergiversa, quer convencer os ouvintes/leitores que vinho, vinagre, e ainda água e azeite são a mesma coisa.

Depois vai a um “programa policial” e anuncia que vai criar um Ministério da Segurança. A declaração – estapafúrdia em si – provoca mal-estar em suas hostes, pois vêm nisso um estado a inchar. Ele vai logo corrigindo, dizendo que em contrapartida vai fechar a Secretaria de Assuntos Estratégicos. Bom, há algum sentido nisso, porque para a visão tuco-dema o Brasil não precisa de uma SAE. Já temos o Departamento de Estado em Washington, o FMI, o Banco Mundial e os Chicago Boys para nos orientar, para que mais? Além disso, o que a coligação tuco-dema talvez queira fechar mesmo são as bocas dos ministros Celso Amorim e Samuel Pinheiro Guimarães.
Mas a única comparação numérica que se pode fazer entre as duas entidades citadas, uma projetada e a outra existente, é a da quantidade de letras que compõem os seus nomes. Agora já não se trata de introduzir um Cavalo de Tróia, mas um Elefante Branco. É algo como dizer: “eu vou construir um novo edifício de dez pisos na Esplanada dos Ministérios, com trinta escritórios por andar, mais o bar, o restaurante, o cafezinho, a segurança, e ainda o anexo que sem dúvida virá depois, criando uma certa confusão redundante com o Ministério da Justiça, a Polícia Federal, a Secretaria de Assuntos Penitenciários, talvez o Ministério da Defesa também. Em contrapartida, vou fechar esses três andares no Bloco O da mesma Esplanada, onde funciona a SAE, e redirecionar seus funcionários não sei bem para onde ainda, mas isso se arranjará”.

Quer dizer, sem plano consistente ou inconsistente que seja, a que se referir como horizonte ou moldura, a fala do candidato fica ao sabor da sua circunstância. Está certo que Ortega y Gasset nos disse que “o homem é o homem e suas circunstâncias”. Mas nos disse também que “o que não é destino é frivolidade”. Sem destino manifesto, a fala do candidato fica dispersa em sua circunstância, como a biruta dos aeroportos, ao sabor dos ventos. E quem nasceu para biruta de aeroporto jamais chegará a galo de campanário.

Flávio Aguiar é correspondente internacional da Carta Maior em Berlim.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

DE FARSA ELE ENTENDE

Não tem uma ideia original aí dentro
Carta Maior: Jornal argentino questiona posição de Serra sobre Mercosul
"José Serra é o candidato preferido do conservadorismo lationoamericano para suceder a Lula. No Chile tem o apoio do neopinochetismo repaginado em Piñera; na Argentina é um antigo aliado de Macri, o direitoso prefeito de Buenos Aires; no Uruguai torceu por Lacalle que agora torce por ele, depois de ter sido derrotado por Mujica que apóia Lula; em relação à Venezuela Serra declarou-se publicamente inimigo do ingresso de Chávez no Mercosul. Quanto à Bolívia e ao Paraguai são conhecidas as posições da coalizão demotucana que, disse-o bem Lula dia 21, 'eles queriam que o Brasil esganasse o Moráles e o Lugo nos casos do gas e de Itaipu'. Mais recentemente, em Belo Horizonte, Serra saiu do armário e abriu fogo contra o próprio Mercosul que classificou de 'uma farsa'. Leia nesta pág. as repercussões causadas pela declaração do candidato do conservadorismo brasileiro."
(Carta Maior, 22-04)

Ao qualificar o Mercosul como uma farsa, Serra parece desconhecer, diz o Clarín, que o grosso das exportações industriais do país tem como destinatários países da América Latina. “Segundo estatísticas oficiais, 90% das vendas de produtos manufaturados de Brasil no mundo ocorrem no Mercosul e em mercados latinoamericanos”, lembra o jornal. As declarações do ex-governador de São Paulo surpreenderam negativamente várias lideranças latinoamericanas pelo desprezo revelado em relação aos demais países da região.

Marco Aurélio Weissheimer

O jornal argentino Clarín questionou as declarações de José Serra, pré-candidato tucano à presidência da República, que classificou o Mercosul como uma “farsa” e “um obstáculo para que o Brasil faça seus próprios acordos individuais em comércio”. As declarações foram feitas durante encontro de Serra com empresários na Federação de Indústrias de Minas Gerais (FIEMG). Serra disse ainda que “não tem sentido carregar o Mercosul” e que “a união aduaneira é uma farsa exceto quando serve para impor barreiras” ao Brasil.

As declarações do ex-governador de São Paulo surpreenderam negativamente várias lideranças latinoamericanas pelo desprezo que revelaram em relação ao processo de integração na América Latina. A sinalização de Serra foi clara: caso seja eleito, é o fim da integração.

As declarações do tucano, assinalou o Clarín, retomam teses já defendidas por ele quando foi derrotado por Lula em 2002. Essa visão, diz o jornal argentino, “supõe que o Brasil deva se afastar de Argentina, Paraguai e Uruguai, porque é a única maneira para seu país formar áreas de livre comércio com Estados Unidos e Europa, sem necessidade de “rastejar” diante de seus sócios”. Uma resolução do Mercosul, lembrou o jornal, estabelece que nenhum dos países do bloco pode realizar acordos comerciais separadamente sem discutir com os demais.

O Clarín também ironizou algumas afirmações do tucano. Serra disse que, sob um eventual governo seu, o mais importante será aumentar as exportações. “O certo”, diz o jornal”, “é que essa foi uma conquista obtida por Lula: desde que iniciou seu governo, no dia 1° de janeiro de 2003, o presidente conseguiu passar de 50 bilhões de vendas ao exterior para 250 bilhões. Ou seja, quintuplicou a presença brasileira nos mercados mundiais”.

Ao qualificar o Mercosul como uma farsa, Serra parece desconhecer, diz ainda o jornal, que o grosso das exportações industriais do país tem como destinatários países da América Latina. “Segundo estatísticas oficiais, 90% das vendas de produtos manufaturados de Brasil no mundo ocorrem no Mercosul e em mercados latinoamericanos”, diz ainda a publicação Argentina, que conclui:

“O candidato socialdemocrata evitou dizer como pretende reformular a posição do Brasil. Mas ignora que não é simples passar, como pretende, de um mercado comum definido por uma unia aduaneira a uma simples zona de livre comércio como a que existe no NAFTA. Ele pode desde já conquistar o desprestígio regional, além de submeter-se a severas punições por conta da ruptura de contratos internacionais”.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

FHC / SERRA: TAL PAI, TAL FILHO

O Pai e o Grande Planejador
Paulo Henrique Amorim: Por que o Serra é contra o Mercosul. Porque isso é bom para os EUA
Publicado em 21/04/2010
Na mesma solenidade na federação das indústrias de Minas em que anunciou que vai rever todos os contratos com a União (se fosse Presidente – clique aqui para ler - Zé Inacabado falou mal do MERCOSUL.
Por que ele é contra o MERCOSUL ?

Porque ele foi o Grande Planejador do Governo do Farol de Alexandria, que, como se sabe, faz parte do conjunto fracassado de experiências neoliberais na América Latina, ou seja, pró-americanas.

Fernando Henrique integra a honrosa galeria dos presidentes neoliberais Carlos Andrés Perez, Carlos Salinas de Gortari, Alberto Fujimori, Carlos Menem.

Todos que, como se sabe, de uma forma ou de outra, mantiveram relações de relativa hostilidade com a Lei, as Cortes de Justiça, e o código de execução penal.
Por que o Serra é contra o Mercosul ?
Porque isso é bom para os Estados Unidos:

“A construção paciente, persistente e gradual da união política da América do Sul e a firme e serena rejeição de políticas que submetem a região aos interesses estratégicos dos Estados Unidos devem constituir o cerne dessa estratégia.”

“Para que o Brasil e a América do Sul, região que tem o dobro do território norte-americano e população superior à dos Estados Unidos, possam ser capazes de defender efetivamente seus interesses de longo prazo em um mundo instável, violente e arbitrário, é indispensável trabalhar de forma consistente e persistente em favor da emergência de um sistema mundial multipolar, no qual a América do Sul venha a constituir um dos pólos e não ser apenas uma sub-região de qualquer outro pólo econômico ou político”.

De Samuel Guimarães, na página 275 do livro “Desafios Brasileiros na Era dos Gigantes”, da Editora Contraponto.

Ou seja, o Serra é o filhote do Fernando Henrique.


Paulo Henrique Amorim

Em tempo: no Governo do Farol de Alexandria, o Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães foi tratado a pão e água.

Em tempo2: O Conversa Afiada considera que o Brasil deva ter tantas bombas atômicas quanto Israel
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