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domingo, 21 de fevereiro de 2010

O DISCURSO DE DILMA ROUSSEFF: UMA OBRA DE ARTE

Dilma Rousseff é oficialmente a pré-candidata do PT à Presidência da República.
A largada para a vitória de Dilma foi dada neste sábado com o encerramento do 4º Congresso Nacional do Partido dos Trabalhadores.
A ministra e futura Presidente do Brasil discursou.
Na verdade, Dilma declamou um poma.
Poema que apaixona e arrebata seguidores e eleitores que amam quem a inspirou.
Poema musicalizado, concerto cuja tradução foi cantada em coro pela mutidão: “o povo, o povo, o povo decidiu: agora é a Dilma Presidente do Brasil”.

O discurso da futura presidente não é nada senão isso: uma peça literária cujo roteiro conduz à descoberta de uma nova fase da história que ganhará sentido a partir de janeiro de 2011.
Não tem, todavia, um objeto simbólico mas conceitua a mulher como protagonista da política nacional.

Antes tínhamos as Judite, Ester, Raquel, Rebeca, Micol, Betsabéia, Tamar e Joana D’Arc.
Sem esquecermos Afrodite. E Maria. Tantas marias, aliás.
A este seleto grupo de inominável esterpe mulheril junta-se agora, a nossa Dilma. Dlma Rousseff.

Seu discurso é a representação de um poema sobre telas.
Para compor um quadro emoldurado.
Que não passará despercebido à nossa percepção como um artefato decorativo, mas decorará o ambiente interno da alma politizada.
O discurso de Dilma é, na verdade, uma pintura que expõe as cores e nuances em verde e amarelo da mais acabada obra da política brasileira.
Dilma fez o incomum sem eximir-se da praticidade.

Dilma tem nas papavras a plasticidade, a leveza e sensibilidade da alma feminina que encanta e cativa.
E tem a extrardinária faculdade que possibilita nos tocar o coração.
Porque expressa a voz do coração.Confunde e exaspera o PIG incauto.
Dilma Rousseff representa hoje, tudo o que de melhor e excepcionalmente Lula deixa de herança para o País.

Seu discurso, uma sinfonia de doces e harmiosos acordes de tons políticos, nos aponta para um Brasil ainda mais justo socialmente, com mais riqueza e distribuição de renda.
Um Brasil que Lula começou a reconstruir há quase oito anos.
Um Brasil para todos os brasileiros.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

CENÁRIOS

As metáforas sempre fizeram parte do discurso presidencial de Luis Inácio LULA da Silva.
Nunca antes na história desse País elas foram tão magistralmente utilizadas.
E incomodado a tantos e descontrolado a outros.
As metáforas de Lula são como os elefantes.
Uma incomoda muita gente.
Duas metáforas incomodam milhares.
A tucanos e demos.
À classe média e ao PIG.
Uma gente que não resiste a uma metáfora lulista.
Porque já não resiste ao seu ator. Aliás, nunca resistiu.
Lula tem a inteligência e a perspicácia à flor da alma.
E sabe como poucos atingir a sensibilidade das pessoas e tocar-lhes a essência do espírito.

Com sutileza e malícia transforma em eloquente o discurso morno, em ato motivador e contagiante o mais simples evento, em qualquer circunstância.
Um desespero para a oposição.
Um furor para o PIG.
E haja papel para extravasar tanto descontrole.
E tentar reverter mentiras em verdades.

Ao falar por metáforas às multidões Lula, mais que desenhar, nos mostra os múltiplos cenários – físicos e virtuais – políticos que indicam com indubitável clareza que o povo brasileiro deseja dar seguimento às demandas de seu governo.
O povo diz que não quer o fim do PAC. Nem a privatização do patrimônio nacional.
O povo quer a Petrobras com “S” e não com “X” e um País com liberdade para ir e vir – e não “alagado” por praças de pedágios em todos os sentidos.

Lula contagia e apaixona.
E o faz com malícia, mas não por maldade.
Foi isso que Lula fez ao inaugurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no Bairro Santa Luzia, em Juiz de Fora/MG.

O prefeito da cidade é tucano. Que nem o Aécio – o ex-pré-candidato a presidente. E possível vice de José Serra, o Zé Alagão que alagou duplamente São Paulo: com água e pedágios.
Lula foi ovacionado. Dilma “aclamada”.
O prefeito, Custódio Mattos, muito vaiado.
As vaias se inflamavam quando o nome de Aécio Neves era citado.
Ele mandou a penas o Secretário de Saúde para receber por ele as vaias.
Lula até fora complacente e solidário com os tucanos torturados pelos apulpos, sem contudo, perder sua infalível perspicácia ao defendê-los:

“Obviamente, sei que muitos de vocês estavam esperando há meses a oportunidade para vaiar o Custódio. Queria dizer aos meus companheiros que não é correto esperar a vinda do presidente da República para inaugurar uma obra para fazer isso."

E, para fazer delirar as 1.500 pessoas que o esperavam falar, disse se dirigindo à futura Presidente:

"Dilma Rousseff, eu queria dizer a você que tenho uma história de gratidão com esse povo de Juiz de Fora. Em todas as eleições que eu participei para presidente da República, se dependesse de Juiz de Fora, eu teria sido presidente em todas."

Como se não bastasse, sabendo que poderia falar diretamente de política para não motivar novas ações do PSDB, Lula tascou aquela que certamente se transformará numa das mais brilhantes metáforas ditas por ele, pela sua clareza, por preencher todos os conornos comparativos, por aguçar o imaginário e responder a todos os questinamentos.

Falando sobre o Brasil sob FHC e comparando-o com o País da criação do emprego e da geração de renda – o Brasil da Era Lula, o nordestino de quatro dedos foi eloquas:

"Tem época na vida da gente que tudo dá errado. Os filhos não vão bem na escola, a mulher e o marido têm desentendimento até por causa da novela, o salário nunca dá para atender às necessidades da família... E o Brasil passou muitas décadas vivendo essa fase. Foram mais de 20 anos, porque praticamente uma geração toda não teve notícia de geração de emprego, de aumento de vagas nas universidades ..."

Lula disse que a situação mudou a partir de 2003.O Brasil mudou.

Mudaram os cenários, Presidente. O senhor os mudou.

Eles virtualmente indicam a vitória de uma dama...
Dama, que o País começa a amá-la. A filha do Lula, a Mãe do PAC:

Dilma Rousseff.

sábado, 19 de dezembro de 2009

O PRESENTE DELA PARA ELE

Deu no R7, o Portal de notícia da Record:
Após aparecer com Lula na TV, Dilma sobe e diferença para Serra cai para 14 pontosBastou só um programa – nada além do que dez raquíticos minutinhos – para a Ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff enlouquecer e acabar a demotucanada.
Após aparecer no horário político do PT da última sexta feira ao lado do presidente Lula, Dilma sobe nas pesquisas do Datafolha (ou seja do PIG, imaginem se não fosse dele) e ultrapassou pela primeira veza marca dos 20 pontos percentuais.
Na verdade, Dilma teria hoje 23% dos votos, enquanto 37% dos entrevistados votaria no governador paulista, Zé Alagão.
O mais importante disso tudo é que a diferença entre os dois caiu para apenas 14 pontos.
Pelo visto, com mais um programa petista, e a julgar pelos índices demonstrados na pesquisa do Datafolha, a diferença existente entre Dilma e Serra cairá para algo em torno de oito pontos.
Façam as contas de quantos programas Dilma, o PT e Lula terão antes de 31 de junho de 2010.
Assim não será tarefa difiícil prever que a Ministra será eleita mesmo no primeiro turno da eleição com, no mínimo, 62%.
(Os Frias meteram o Zé Alagão numa fria e lhe deram um inesquecível “presente” antecipado de Natal. Um presente de grego).
Igualmente fácil é imaginar como está a cabeça de Zé Alagão nesse fim de semana e, por conseguinte, de ano.
As coisas só não ficam tremendamente perigosas para ele pelo fato de que, se sua cabeça esquentar além da conta, o que não lhe falta é lagoa propícia a um bom mergulho no Jardim Romano.
A Sabesp garante a qualidade da água que abastece São Paulo.
Até os acreanos sabem disso.
Aqui vai um alô especial para a bancada demotucna do senado.
Com uma recomendação para controlarem sua raiva para que não ocorra coisas desagradáveis antecipadamente.
Aquele programa do PT foi a pior coisa que aconteceu nas suas vidas.
E se configurou no marco inicial da queda definitiva que os levará ao ostracisdmo.
Dificilmente o Brasil voltará a ouvir o papa-tucunaré Arthur Virgílio.
Ninguém sentirá a falta do Demóstenes nem do Heráclito.
Thau, thau, Álvaro Dias!
Pedro Simon, adeus, tá?!
Ah! aquele programa... por que o Lula foi aparecer com a Dilma ao seu lado?
Por que a Dilma teve que concocordar com tudo o que Lula disse?
Francamnete, esse Lula é mesmo genial!
Só 14 pontos, isso é nada.
Nada não.
É só o começo do fim deles.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

A OPOSIÇÃO ESTÁ MORTA COMO A COBRA CORAL DO CACIQUE

Já se perdeu a conta das vezes que foi dito que a oposição não tem discurso. Que a oposição não tem uma agenda de propostas para o País.
A oposição, há muito, perdeu o rumo.
E agora, ela perde por completo a razão e o que ainda lhe podia restar de juízo e moral.
A oposição, capitaneada pelos tucanos e demos, não tem nada para dizer e muito menos para fazer. E se desmoraliza.
Cada gesto e ação da oposição ou caem no vazio porque nada do que é feito por ela se sustenta e, por conseguinte, a faz cair no ridídiculo.

Não há um só brasileiro decente e de mente desinfectada do veneno atrofiador de cérebros expelido pelo PIG que leve a sério alguém da espécie vampiresca de um Mão Santa, ou cavernosas como Heráclito Forte, Agripino Maia e Arthur Virgílio – a nata cômica e debochada que tem espaço na mídia nacional, em especial no Jornal Nacional da Globo.
É essa a oposição que temos.
Uma oposição que quando governo nos brindou com um “BLECAUTE” que durou só dois anos. Nada assim tão significativo se você multiplicar 300 por 2 e descobrir que o resultado é 600 dias. Se for verdade que um dia tem 24 horas, também é correto dizer que o apagão dos demotucanos nos atormentou ao longo de exatas 14.400 horas e causou um prejuízo ao País superior a 340 milhões de reais.
Espanta agora quando ocorre um blecaute no fornecimento de energia que atingiu dezoito estados e que teve apenas quatro horas de duração, o estardalhaço que a oposição tem feito como se fosse o prenúncio do apocalípse.
A oposição, que não sabe o que diz nem o que faz ou o que fazer, não sabia o que fazia nem o que dizia.
E começou a fazer cobranças contra o Governo. E a propor convocações de tudo quanto fosse autoridade do Governo.
Até que chegasse aonde ela queria: na Ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff.
O pífio argumento: ela já foi Ministra das Minas e Energia.
A mentira deslavada e insustentável: Dilma (que nem mesmo pode ser convocada, mas somente convidada e ainda assim, a só comparecer se bem o quiser) foi convidada a dar explicações aos ilustres e iluminados senadores porque é pré-candidata à presidência da República e a preferida do Presidente Lula para secedê-lo.
E mais: vem crescendo nas pesquisas ao passo que o candidato da oposição, um obscuro senhor de orelhas e gengivas deformadamente avantajadas, vem caindo juntamente com as obras que (ele) realiza ou que ainda realizaria.
Assim foi que a oposição, sob a clerevidência e inominável sapiência de Arthur Virgílio, apresentou requerimento junto à Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado Federal – CCT pedindo o comparecimento da Ong esotérica Cacique Cobra Coral.
(Não sorria que a coisa é séria! Isso consiste num pedido de um Senador da República filiado ao partido que se julga o berço da intelectualidade e vértice de toda sabedoria – o PSDB).
O pior é que o presidente da CCT ainda tentou manipular os membros da mesma dizendo que o requerimento fora aprovado. O requerimento nem sequer havia sido votado.
O presidente da CCT só podia ser um tucano, como Virgílio, o Sr. Flexa Ribeiro.
Ele só não poderia ser do meu Estado do Pará, mas é. Todavia, que fique muito claro: Flexa Ribeiro não me representa, ainda que eu contribua com o pagamento do seu volumoso e injusto salário.
Ele fala, representa e faz parte de uma oposição que perdida, convoca para explicar as causas de uma queda de energia elétrica, umbandistas e feiticeiros, quando há técnicos do setor que, após conclusão de análises que se encontram em andamento poderão fazê-las claramente.
Veja bem, você que me acompanha: num país aonde a oposição despreparada se desespera, e para constrager a situação, convida a Fundação Cobra Coral para explicar dados técnicos e científicos sobre uma falta de energia, essa oposição é quem estar constrangida e constrange o País.
Essa oposição está técnica e cientificamente morta. E nem Galileu explica tamanha e ridícula incompetência que a torna quase vulgar.