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sábado, 21 de agosto de 2010

DILMA AFOGA O TUCANO: 47 X 30.

A preocupação da guerrilheira com seu autorítário
Essa gente da direita perdeu o rumo de vez.
A mídia serrista caiu no ridículo ao insistir que o Presidente Lula é um desqualificado. Ele não teve nem uma partcipação no crscimento meteórico de Dilma Rousseff.
O homem tem só 80% de aprovação e Dilma é a sua candidata e isso não diz nada?
Imagina...
O Datafolha contradiz as projeções do Datafolha.
O até então festejado horário da propaganda eleitoral gratuita seria a válvula de escape para evitar a derrocada tucana.
A exposição de Serra na TV serviria para alavancar sua malfadada candidatura.
Não foi, não esá sendo, nem será.
A propaganda eleitoral teve o efeito inverso.
E inesperado. Pra eles.
Vejam só: 34% dos entrevistado pelo Datafolha disseram ter visto o horário eleitoral alguma vez desde que começou, na terça-feira. Entre os que assistiram a propaganda, Dilma tem 53% e Serra, 29%.
Que assim seja e continue sendo... sempre.
A mídia tenta justificar a disparada de Dilma com a sua exposição na TV.
Se em apenas três dias de propaganda ela cresceu nessas proporções e o Serra fez o contrário, então a derrota pigotucana será algo inimaginável.
A não ser que o Serra se exponha em algum programa de TV...
"Na primeira pesquisa Datafolha depois do início da propaganda eleitoral no rádio e na TV, a candidata a presidente Dilma Rousseff (PT) dobrou sua vantagem sobre seu principal adversário, José Serra (PSDB), e seria eleita no primeiro turno se a eleição fosse hoje".
Segundo o Datafolha, Dilma tem 47%, contra 30% de Serra.
A diferença de 8 pontos na pesquisa anterior subiu para 17 pontos.

Para o Datafolha Dilma associou sua imagem com a de Lula nos primeiros programas.
Já o Serra... Bom, falta uma garupa para o Serra.
Serra é uma catástrofe.
Ele agora perde até entre o grupo dos mais ricos.
A elite serrista representa apenas 5% do eleitorado. Um contigente tão numeroso que não decide nem eleição no Corinthians.

Dilma já lidera entre as mulheres, aquelas dos enxovais de bebê e exames de mama do Serra.
O Serra supunha que a mulheres eram suas fãs e acreditavam em cada bobagem dita por ele.
A petista abriu 12 pontos de frente nesse grupo: 43% contra 31% de Serra.
A liderança de Dilma no eleitorado masculino é maior do que entre o feminino: tem 52%contra 30% de Serra.

O último reduto onde Serra vencia era o Sul. Agora ele caiu 5 pontos e está tecnicamnte empatado com a presidenciável do PT.
Serra não lidera de forma isolada em nenhuma região, diz o Datafolha.
Isso para não dizer que ele ainda tem a vantagem de dois pontos apenas e unicamente no Sul.
No Sudeste, perde de 42% a 33%. No Norte/Centro-Oeste, Dilma tem 50%, e ele, 27%.
É de dar dó.
No Nordeste a petista teve uma alta de 11 pontos e foi a 60% contra 22% do tucano.
Que humilhante!

O Datafolha fala em distanciamento entre Dilma e Serra num eventual segundo turno.
Se a eleição fosse hoje, ela teria 53% contra 39% de Serra. Há uma semana, ela tinha 49% e ele, 41%.
Vai-se chegar à conclusão de que o Serra é muito pior do que o Alckmin e que para subir nas pesquisas só se botar a prancheta de cabeça para baixo.
Ele não sobe nem em pé de melancia, esse fenomenal e encantador Zé Pedágio.
O homem é bem pior do que o Geraldo Alckmin.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

SE CORRER O BICHO PEGA, SE FICAR...

O Serra não sobe nem com vara curta




Tanto faz pular como saltar.
Essa é a conclusão a que chegou o candidato pigotucano, José Serra, ante o último levantamento Datafolha.
Ele não mudará de estratégia que, diga-se de passagem, desde sempre tem sido um desastre – para ele.
Serra é aquele moribundo para o qual a mudança de medicação já não lhe garante nenhum efeito significativo, exceto o de prolongar vegetativamente sua vida por mais alguns sofríveis dias.
Cada dia a quantidade de água que entra na barca tucana só faz aumentar.
Ela afunda lenta e melancolicamente tangida pelo vento das pesquisas.
Sem que haja nada que seus comandantes possam fazer.
O que Serra e aliados disseram contra Dilma e o PT tudo não passou de desperdício.
Foram palavras sopradas ao vento que se perderam no espaço.
Agora os tucanos, a despeito do que afirma seu presidenciável, tentam desesperadamente reagir para, levar a eleição pelo menos para o segundo turno.
Missão impossível.
A cúpula tucana entende que é hora de “botar fermento onde há massa”.
Tentando traduzir, se é que isto seja possível: o único estado onde Serra ainda está à frente de Dilma é São Paulo.
Ele já foi ultrapassado em Minas e no Rio Grande do Sul e está atrás na Bahia e Rio de Janeiro.
Sensacional.
A tendência é que Serra ganhe de Dilma somente em São Paulo que representa 22% do eleitorado brasileiro.
Registre-se, porém, que lá Dilma está apenas seis pontos de Serra.
Isso é nada.
Nem mesmo no Estado que os tuganos comandam há dezesseis anos Serra obtém vantagem absoluta e perde votos a cada pesquisa.
Pois bem, é nesse cenário sombrio que a tucanagem atua como quem percorre um beco escuro à procura de saídas.
A possibilidade de Serra recuperar o fôlego em seu próprio Estado, além de Minas e Rio poderia ser levada em conta, não fosse o fato de que Serra perdeu votos justamente nos estados que mais visitou e, por conseguinte, falou suas bobagens.
O problema da fala do Serra é que nem coceira. Quando mais coça mais a coceira aumenta.
Quanto mais o Serra fala mais ele despenca nas pesquisas.
A estratégia de marketing pela qual Serra se define como um homem de origens simples continuará a ser usada por ele.
Ainda bem.
O filho de imigrante italiano, o menino que vendia laranja na feira e estudou em escola pública nunca rendeu um voto ao candidato da elite.
Esse é o marketing do Serra há oito anos – e faz parte do palavrório que ele repete desde 2002 – o qual anda longe de torná-lo um vencedor.

sábado, 24 de julho de 2010

NEM A FRAUDE DO DATAFOLHA SALVA O SERRA

O Serra ressuge das cinzas pela Datafalha



O PIG subestima a nossa inteligência.
A pesquisa Datafolha publicada neste sábado é uma afronta à verdade e às nossas convicções.
Um insulto à Justiça Eleitoral, uma ofensa aos demais candidatos e seus eleitores.
Não tem somente cheiro de fraude.
Ela é a própria.

Um ajuntamento fajuto de números.
Uma velada manipulação de cálculos e dados que não darão em nada.
Um espetáculo circense.
Uma mentira.
O jornalista Paulo Henrique Amorim afirma que em menos de 24 horas o Brasil jogou na lata de oito por cento de diferença que separavam Dilma e Serra.
Não é pouca coisa.

Nem há razoabilidade que explique ou justifique tal fenômeno.
A intelectualidade demotucana, os cientistas políticos, os sábios e os "especialistas" do PIG desprenderão todos os esforços e jamais chegarão a um consenso.
O que levou Serra, antes um aniquilado, massacrado e acachapado pelos números ressuscitar das sombras, assim sem mais nem menos?
De tucano, Serra passaria a incorporar uma Fênix... e ressurge das cinzas, quase sobrenatural, como um passe de mágica.
Logo ele, que não tem feito nada diferente que não seja desagregar, caluniar, difamar sua principal adversária, desacatar e desqualificar jornalistas.
O feito principal realizado por Serra nos últimos dias consiste na infeliz e irresponsável escolha de seu vice.

De resto, aonde vai o Serra, o povo lá não se encontra.
Em Porto Alegre, dele até a Yeda – imaginem! – se escondeu.
Os catarinenses o recepcionaram à ovadas.
O índio recebe um processo nas costas sempre que calunia Dilma Rousseff.
Ou seja, cada vez que abre a boca.
Boca que ele só abre para dizer bobagem.
E fazer acusações descabidas. Gratuitamente.
Avalisadas pelo Serra.

Isto posto, não há nada, nada mesmo que justifique o milagre realizado pelo Datafolha.
Apenas uma certeza:

Nada salvará o Serra.
Nem o próximo Ibope.
O que não quer dizer que não deixarão de tentar salvá-lo.
Disso não tenhamos dúvida.




sábado, 22 de maio de 2010

PARA NÃO PERDER DE FEIO, SERRA TEM “PLANO B”. COM "B" DE BAIXARIA, SÓ PODE SER

É bom atentar para o "Plano B" do Serra





É gritante o desespero do PIG pró-tucano após a divulgação de cada nova pesquisa presidencial dado o vertinoso e indisfarçável crescimento da ex-ministra Dilma Rousseff em detrimento da vertiginosa queda de seu candidato, José Serra.
Colunistas, articulistas, blogueiros e repórteres do PIG fazem às vezes de “célula pensante da direita”.
Seu papel tem sido o de interpretar pesquisas, ler as entrelinhas dos fatos para desvirtuá-los, distorcê-los e corromper a notícia.
Sempre tendo em vista a desconstrução da imagem do Presidente Lula e de sua candidata Dilma Rousseff.
A postura agressiva e virulenta do PIG contra o Governo há muito deixou de revelar-se apenas uma tendência preferencial em favor do ex-governador paulista.
Passou a ser uma opção política e ideológica velada e partidarizada.
Um arremedo de imprensa livre e independente.
Semana que passou um blogueiro da Folha se esforçava para tornar menos traumáticos os inevitáveis solavancos que a Pesquisa Sensus causaria no ninho demotucano um dia antes de sua divulgação e que acabaram se confirmando.
Dizia ele que somente 20% do levantamento da Sensus seriam concluídos após a inserção do programa de Rádio e TV do Partido dos Trabalhadores.
E que pelas suas conjecturas o programa petista não interferiria num improvável crescimento de Dilma.
O programa foi um sucesso, o PIG e os demotucanos se estrebucharam, como sempre, acusando Lula, Dilma, o PT e o Papa de fazerem a tão surrada “campanha antecipada”, provocando o TSE a uma reação sob pena de ficar a Justiça “desmoralizada”.
Agora, vem a pesquisa Databolha.
E entra em campo – se é que saiu em algum momento de ação – o PIG e seus “agentes” interpretativos.
O Estadão escalou seu colaborador, José Roberto de Toledo, com a missão de revelar “as idéias por trás dos números” da Databolha.
E que idéias.
Toledo sugere que Dilma e Serra se espelham pelo que as pesquisas mostram graficamente.
Só os gráficos do Estadão se parecem. Já os números, esses dispensam comentário.
Toledo “descobriu” que Marina Silva se mantendo na casa dos 10% e levando em conta os números dos pequenos candidatos somente não haveria um segundo turno – ele ignora que Dilma ganha logo no Primeiro – se a candidata petista ou o tucademo “roubassem” de 6 a 7 pontos percentuais um do outro.
É mais que evidente a possibilidade de Dilma levar a fatura logo no 1º tempo de jogo. Ela vem tirando de 5 a 6 pontos, em média por pesquisa.
Para o Estadão, o Databolha serviu para acender a luz amarela para Serra.
Serra e o PIG estão acuados pelos números.
Sem ter o que dizer – Serra já disse tudo, até que era o “pós-Lula” – nem o que fazer, o Estadão recomenda partir para execução do “Plano B”.
Com “B” só pode ser BAIXARIA.
Sem saída “em uma situação assim, a campanha de Serra ficará tentada a investir na desconstrução da imagem de Dilma para impedir que ela abra vantagem.
Como se isso fosse algo novo e razoável.
O PIG acha que “a campanha ainda não começou oficialmente, o que limita as possibilidades de ataque”.
O PIG é inescrupuloso, mas finge como poucos ter algum escrúpulo.
Para o PIG os programas e inserções do PSDB e DEM servirão de bússola que apontará o caminho e estratégia de Serra para tentar reverter o crescimento de Dilma e uma derrota acachapante de seu candidato predileto.
O “Plano B”

domingo, 18 de abril de 2010

A FOLHA NÃO AUMENTA. A FOLHA INVENTA

A Folha no seu devido lugar
Não é somente porque os números do instituto de pesquisa da Folha são desfavorável à pré-candidata Dilma Rousseff.
Afinal, até o maior dos ingênuos já deveria saber, por antecipação, que o Datafolha venderia a própria alma para botar José Serra à frente da pré-candidata do PT.
Que o Data-dos-frias não aumenta. Ele inventa mesmo.
E que vai continuar nessa estratégia perigosa e criminosa até o dia em que sua mentira se torne insustentável e Dilma ponha um ponto final nessa farsa golpista ganhando logo no primeiro round, em 3 de outubro.

O resultado da última pesquisa Data-branda não é o suficiente nem tampouco a única razão para abalar o astral dos eleitores de Lula e da sua ungida.
A parcimônia dos dirigentes petistas no que se refere a um pedido de abertura da “caixa preta” do Datafolha junto ao TSE é irritante e a causa principal dessa espécie de angústia.
O que falta para que o partido de Lula faça como os tucanos fizeram – é claro que por puro desespero, já que eles estão pro tudo ou nada – logo após a divulgação da pesquisa Sensus é a pergunta que não quer calar.
Eles partem para o ataque. O que importa à tucanada é se defender, nem mesmo que, ao seu estilo, aplicando toda forma de golpe baixo, imputando suspeitas e acusações contra sua adversária.
Quando era de se esperar uma reação firme e enérgica por mais uma fraude dos Frias, o Presidente do PT foi à Band para dizer “que os números nos são favoráveis”.
Um absurdo.
Talvez pelo fato de que, na espontânea, Dilma aparecer dois pontos à frente do tucano-mor.
É claro que todo simpatizante de uma candidatura, ainda que não admita, infla o ego quando uma pesquisa aponta seu candidato no primeiro lugar da fila.
Foi esse fator psicológico que assolou o espírito da tucanalha fazendo com que o pré-lançamento da candidatura do Sr. Alagão, realizado no último dia 10 em Brasília, não tenha se transformado em um fracasso estonteante.
Não significa dizer que os admiradores da ex-ministra da Casa Civil dependam das pesquisas do Data-branda para fazê-la a primeira Presidenta do Brasil, pois se assim fosse, a toalha já teria sido jogada.

Como diz o jornalista Paulo Henrique Amorim, no Data-branda e no Globope, Serra ganha sempre. E de goleada.
Mas, se todos sabem que a Folha não só aumenta como inventa – a de ponto forjar e falsificar – até uma ficha criminal de Dilma Rousseff, a pergunta que se faz é como e por quê o PT não faz nada para desmascará-la já que a lei lhe assegura esse direito.
Esta passividade petista não pode nem deve evidenciar nada que diga respeito ao condenável e desprezível salto alto.
Ninguém entre os que auxiliam Dilma Rousseff tem o direito de cantar vitória antecipadamente e por isso acomodar-se pelo simples fato de crer que a sociedade não acreditará nas pesquisas mentirosas amplamente e sistematicamente divulgadas pela mídia em favor de seu candidato, José Serra.

O Estadão, jornaleco serrista de quatro costados, em matéria assinada pelo jornalista Roberto Toledo, sugere que se esqueça os números e atente-se para a história contada pelos institutos de pesquisas.
E diz de modo simplista, como se fosse a coisa mais natural do mundo, que as eleições viraram novela com narradores contraditórios.
Uma babaquice.

A contradição de que fala o Estadão tem mesmo é ares de crime velado.
Falsificação proposital e das grossas.
E deve ser investigada e apurada com o devido rigor legal.
Desafia-se o autor supremo de todas as CPI’s natimortas, o senador paranaense Álvaro Dias, a decifrar o enigma que explique as causas que levaram seu candidato a situação tão privilegiada nas pesquisas de opinião em tempo tão exíguo.
Sobretudo nas realizadas pelo Data-branda e Globope.

segunda-feira, 29 de março de 2010

INSUSTENTÁVEL MENTIRA

Eduardo Guimarães: Por que Datafolha cheira mal
Atualizado às 11h42m de 27 de março de 2009
Do viomundo, por Eduardo Guimarães, em
Cidadania.com

Vários fatores estão gerando suspeita sobre a pesquisa Datafolha feita de afogadilho na quinta e na sexta-feira e publicada hoje, começando pela pressa e pelo sigilo que envolveram a sua realização.
O próximo fator que salta aos olhos é a conveniência dessa sondagem para o governador José Serra, notoriamente o candidato a presidente da família Frias, dona do grupo Folha, justamente na véspera de seu afastamento do governo do Estado e do lançamento da sua candidatura.
O terceiro fator está contido na análise do diretor do Datafolha, Mauro Paulino, na Folha, valendo-se da platitude de que “pesquisas são flagrantes do momento” e que podem mudar, pois parece plantar uma “explicação” para o previsível desmentido dessa pesquisa por outros institutos
O último fator, tão subjetivo quanto os anteriores, é o de que estamos falando de um instituto de pesquisas de opinião que pertence à Folha de São Paulo, aquele jornal que não hesitou em publicar, em sua primeira página, falsificação grosseira de ficha policial da grande adversária de Serra.
A pesquisa tenta se justificar exacerbando os pontos mais frágeis da ministra Dilma Rousseff, como a maior dificuldade dela entre as pessoas do mesmo sexo e do Sul do país, arrematando com as propagandas de Serra na TV e sua intensa incursão nos programas de auditório, ou com ele ter admitido que é candidato e por estar chovendo menos em São Paulo.
Nada explica, porém, que, tão repentina e intensamente, as mulheres e o Sul do país tenham descoberto que amam Serra. Duvido de que uma declaração dele de que é candidato ou acontecerem um pouco menos desastres em São Paulo lhe permitiriam angariar cerca de 7,5 milhões de votos (cada ponto percentual vale 1,5 milhão) tão rapidamente.
A pesquisa Datafolha é de uma conveniência inacreditável para Serra. Ele deve ser o político mais sortudo do mundo. Esses números serão usados para ajudar a fechar apoios políticos à sua candidatura e a soterrar resistências dentro do seu partido e entre seus aliados externos.
Finalmente, concluo que essa manipulação escandalosa permitirá ver até que ponto o PT está preparado para enfrentar uma campanha desse nível. Se o partido, de uma forma ou de outra, não encomendar pesquisas com celeridade, permitindo, assim, que o factóide surta efeito, será preocupante.
Por outro lado, se o PT mostrar que está antenado e disposto a enfrentar a guerra eleitoral que se avizinha, a Folha e seu grupo político poderão descobrir que fizeram uma aposta muito alta ao falsificarem uma pesquisa de forma tão grosseira.
E por que o Datafolha foi a campo
Há um outro fator que torna ainda mais estranha a pesquisa Datafolha divulgada neste sábado. Para entendê-lo, vejamos a freqüência com que o instituto de pesquisas tem ido a campo para a avaliar a sucessão presidencial.
As últimas três sondagens aconteceram de 14 a 18 de dezembro de 2009, de 24 a 25 de fevereiro de 2010 e, surpresa!, meros 30 dias depois. E, à diferença de suas pesquisas anteriores, não houve divulgação de que esta ocorreria.
Por que o Datafolha foi a campo tão rápida, sigilosa e inesperadamente? Terá alguma coisa que ver com o lançamento iminente da candidatura Serra, aquela que eu dizia, de novo na contramão da maioria, que era inexorável?

sábado, 19 de dezembro de 2009

O PRESENTE DELA PARA ELE

Deu no R7, o Portal de notícia da Record:
Após aparecer com Lula na TV, Dilma sobe e diferença para Serra cai para 14 pontosBastou só um programa – nada além do que dez raquíticos minutinhos – para a Ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff enlouquecer e acabar a demotucanada.
Após aparecer no horário político do PT da última sexta feira ao lado do presidente Lula, Dilma sobe nas pesquisas do Datafolha (ou seja do PIG, imaginem se não fosse dele) e ultrapassou pela primeira veza marca dos 20 pontos percentuais.
Na verdade, Dilma teria hoje 23% dos votos, enquanto 37% dos entrevistados votaria no governador paulista, Zé Alagão.
O mais importante disso tudo é que a diferença entre os dois caiu para apenas 14 pontos.
Pelo visto, com mais um programa petista, e a julgar pelos índices demonstrados na pesquisa do Datafolha, a diferença existente entre Dilma e Serra cairá para algo em torno de oito pontos.
Façam as contas de quantos programas Dilma, o PT e Lula terão antes de 31 de junho de 2010.
Assim não será tarefa difiícil prever que a Ministra será eleita mesmo no primeiro turno da eleição com, no mínimo, 62%.
(Os Frias meteram o Zé Alagão numa fria e lhe deram um inesquecível “presente” antecipado de Natal. Um presente de grego).
Igualmente fácil é imaginar como está a cabeça de Zé Alagão nesse fim de semana e, por conseguinte, de ano.
As coisas só não ficam tremendamente perigosas para ele pelo fato de que, se sua cabeça esquentar além da conta, o que não lhe falta é lagoa propícia a um bom mergulho no Jardim Romano.
A Sabesp garante a qualidade da água que abastece São Paulo.
Até os acreanos sabem disso.
Aqui vai um alô especial para a bancada demotucna do senado.
Com uma recomendação para controlarem sua raiva para que não ocorra coisas desagradáveis antecipadamente.
Aquele programa do PT foi a pior coisa que aconteceu nas suas vidas.
E se configurou no marco inicial da queda definitiva que os levará ao ostracisdmo.
Dificilmente o Brasil voltará a ouvir o papa-tucunaré Arthur Virgílio.
Ninguém sentirá a falta do Demóstenes nem do Heráclito.
Thau, thau, Álvaro Dias!
Pedro Simon, adeus, tá?!
Ah! aquele programa... por que o Lula foi aparecer com a Dilma ao seu lado?
Por que a Dilma teve que concocordar com tudo o que Lula disse?
Francamnete, esse Lula é mesmo genial!
Só 14 pontos, isso é nada.
Nada não.
É só o começo do fim deles.